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	<title>Lillian Barros, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Lillian Barros, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Desintoxicação pós-festas: Alimentos e bebidas para limpar o organismo</title>
		<link>https://simplyflow.pt/desintoxicacao-pos-festas-alimentos-e-bebidas-para-limpar-o-organismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lillian Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Desintoxicar o organismo]]></category>
		<category><![CDATA[detox]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após um período de férias é comum sentirmos que o corpo precisa de uma “limpeza” devido ao consumo excessivo de alimentos e bebidas menos saudáveis.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/desintoxicacao-pos-festas-alimentos-e-bebidas-para-limpar-o-organismo/">Desintoxicação pós-festas: Alimentos e bebidas para limpar o organismo</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Depois de termos matado saudades dos doces de Natal, do bolo-rei, das azevias da avozinha, do arroz doce da mãe e da alegre partilha familiar, a dura realidade reflete-se na balança&#8230; e, pior ainda, na consciência. Mas o que já lá vai, lá vai!&nbsp;Se exagerou nas quantidades, nas escolhas alimentares, se não resistiu às tentações e a balança não perdoou não vale a pena lamentar. Volte o quanto antes às rotinas saudáveis, oferecendo ao seu organismo todos os elementos de que ele necessita para se ver livre dos excessos.</strong></p>



<p>Apesar de sabermos que a alimentação nesta altura do ano é fora da norma, tanto em quantidade como em qualidade, não são a época das festividades a responsável pelo flagelo da obesidade em Portugal e no mundo&#8230; mas, sim, todos os outros dias do ano em que ignoramos as <strong>regras básicas de alimentação saudável</strong> que assentam na <strong>variedade</strong>, no <strong>equilíbrio</strong> e na <strong>moderação</strong>. Não podemos culpar o período entre o Natal e a passagem de ano pelos nossos quilos a mais, mas, sim, o período que vai do passagem de ano ao Natal do ano seguinte. Este, sim, é o período que devemos querer mudar!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recuperar o equilíbrio de forma natural</strong></h2>



<p>Após um período de férias é comum sentirmos que o corpo precisa de uma “limpeza” devido ao consumo excessivo de alimentos e bebidas menos saudáveis. É essencial não arrastar maus hábitos por muito tempo e restabelecer o mais rapidamente possível o equilíbrio, ajudando o corpo a eliminar toxinas e melhorar o bem-estar geral. Para isso, podemos recorrer a alimentos e bebidas para favorecer esse processo de forma natural, sem recorrer a dietas rigorosas ou produtos ditos milagrosos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entrar em dietas radicais e sem supervisão nutricional deve ser evitado.</strong></h2>



<p>Nesta altura do ano, é normal sermos bombardeados com soluções milagrosas (a famosa teoria da pílula mágica de emagrecimento) ou dietas radicais que prometem a silhueta perfeita para o verão que se avizinha. Porém, pode ser pior a emenda do que o soneto e, consequentemente, entrar no que se chama de “dietas iô-iô”.&nbsp;</p>



<p>Este tipo de dietas extremamente hipocalóricas e muito restritivas &#8211; as tais dietas chamadas de milagrosas, que prometem resultados instantâneos e imediatos &#8211; podem provocar carências em micronutrientes essenciais ao correto funcionamento do nosso organismo, e induzir uma redução adaptacional do metabolismo basal por forma a se ajustar à fraca entrada energética. E, uma vez deixada a dieta, acabando por retomar os quilos perdidos de uma forma rápida e, muitas vezes, acompanhados de mais 2 ou 3kg suplementares!&nbsp;</p>



<p>É por este motivo que <strong>recomendo sempre o acompanhamento nutricional personalizado por um profissional especializado</strong>, que desenha o <strong>plano alimentar à medida</strong> de cada um, <strong>consoante os objetivos </strong>de perda de peso e <strong>tendo em conta todo o historial clínico e pessoal</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O primeiro passo para qualquer plano alimentar de sucesso é a organização.&nbsp;</strong></h2>



<p>Tenha os ingredientes certos à disposição e reencontre a motivação, que é essencial após os excessos das festas.&nbsp;</p>



<p>Um <a href="https://simplyflow.pt/3-receitas-detox-simples-e-faceis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">detox</a> não é apenas constituído por super alimentos de nomes estranhos, que nos obrigam a andar de loja em loja, em busca de algo que não se sabe ao que se assemelha. Muitos dos alimentos que promovem a desintoxicação podem já estar na sua cozinha.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>8 Dicas de alimentos e bebidas para desintoxicar o organismo:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-mR2v8' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Compilei alguns alimentos e bebidas que não podem faltar à sua <a href="https://simplyflow.pt/12-dicas-para-elaborar-a-sua-lista-de-compras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lista de compras</a> na próxima ida ao supermercado e verá que, certamente, muitos deles já se encontram na sua despensa&#8230;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Água</strong><strong><br></strong>A água é, sem dúvida, <strong>o ponto mais importante</strong>. Auxilia na eliminação de toxinas e na hidratação do corpo. Beber água ao longo do dia é essencial para ajudar os rins a filtrarem as impurezas e para manter o sistema digestivo em funcionamento. Uma boa estratégia é começar o dia com um copo de água.</li>



<li><strong>Frutas e vegetais frescos</strong><strong><br></strong>Incluir uma boa quantidade de frutas e vegetais frescos na alimentação pós-férias é <strong>fundamental para promover a desintoxicação natural</strong>. Frutas como ananás, maçã, limão, e melancia, além de serem ricas em água, possuem propriedades diuréticas e anti-inflamatórias. Verduras e legumes como couve, espinafre, pepino e cenoura são excelentes fontes de fibras e antioxidantes, que ajudam o sistema digestivo e promovem a eliminação das toxinas.</li>



<li><strong>Sopas e caldos</strong><strong><br></strong>As sopas leves feitas com vegetais frescos são ótimas para o organismo. Além de <strong>fornecerem nutrientes importantes</strong>, também ajudam a <strong>aliviar o sistema digestivo</strong>, permitindo que o corpo se recupere mais rapidamente do excesso de alimentos pesados. Caldos à base de gengibre ou curcuma podem ainda ter <strong>propriedades anti-inflamatórias</strong> que ajudam a reduzir o inchaço.</li>



<li><strong>Alimentos ricos em fibras<br></strong>Alimentos como <a href="https://www.facebook.com/share/r/19oUXyPV3w/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aveia</a>, chia, sementes de linhaça e leguminosas são essenciais para manter o sistema digestivo a funcionar bem e promover a limpeza do intestino. As fibras ajudam a <strong>regular o trânsito intestinal</strong>, prevenindo a obstipação e garantindo uma boa eliminação das toxinas do corpo.</li>



<li><strong>Alimentos fermentados</strong><strong><br></strong>Alimentos como iogurte natural, kefir, chucrute e kimchi são ricos em probióticos, que ajudam a restaurar a microbiota intestinal, promovendo uma <strong>digestão saudável</strong> e <strong>aumentando a imunidade</strong>.</li>



<li><strong>Alho e gengibre</strong><strong><br></strong>Estes são <strong>dois ingredientes poderosos</strong>. O alho possui compostos sulfurados que ajudam o fígado a funcionar melhor, enquanto o gengibre tem propriedades anti-inflamatórias e digestivas. Incorporar ambos na alimentação diária pode <strong>acelerar o processo de eliminação de toxinas e melhorar a digestão</strong>.</li>



<li><strong>Evitar alimentos processados</strong><strong><br></strong>Torna-se muito importante reduzir o consumo de alimentos processados, açúcares refinados e gorduras saturadas. <strong>Estes alimentos sobrecarregam o sistema digestivo e dificultam a eliminação de toxinas.</strong> Optar por alimentos frescos e naturais será muito mais benéfico para o organismo.</li>



<li><strong>Exercício físico</strong><strong><br></strong>Embora não seja um alimento ou bebida, a prática regular de exercício físico também desempenha um papel importante na desintoxicação. <strong>O suor ajuda a eliminar toxinas através da pele e a atividade física melhora a circulação sanguínea, facilitando o transporte de nutrientes e a eliminação de impurezas.</strong></li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cuide do seu corpo com estratégias simples e eficazes!</strong></h2>



<p>A desintoxicação pós-férias pode ser feita de forma natural e saudável, com alimentos e bebidas que auxiliam o organismo a limpar-se das toxinas acumuladas.&nbsp;</p>



<p>Manter uma alimentação equilibrada, rica em frutas, vegetais, fibras e líquidos, junto com a prática de atividade física, é a melhor forma de restaurar o equilíbrio e promover a saúde.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-mR2v8' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>



<p></p>
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		<item>
		<title>Dietas de Grupo: Será que funcionam?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/dietas-de-grupo-sera-que-funcionam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lillian Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Dietas de Grupo]]></category>
		<category><![CDATA[Lillian Barros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta abordagem, embora não seja nova, tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos e é considerada a nova sensação na perda de peso.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Já alguma vez pensou que começar uma dieta de emagrecimento é fácil, mas o difícil é mantê-la? Sente que já fez 1001 dietas, sabe perfeitamente o que deve comer e o que deve evitar, mas que depois na hora “H”, o difícil é resistir à tentação? E daí até ao “perdido por 100, perdido por 1000” é um pulinho? Então, as “Dietas de Grupo” </strong><strong>podem ser a resposta que procura. Esta abordagem, embora não seja nova, tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos através de grupos de WhatsApp e/ou Facebook, orientados por profissionais, e é considerada a nova sensação na perda de peso.</strong></p>



<p>Os <a href="https://nutricionistas-online.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nutricionistas Online®</a>, grupo de nutricionistas pioneiros no acompanhamento clínico online em Portugal, lançaram a sua primeira edição das Dietas de Grupo há 7 anos e desde então não pararam. O sucesso dos resultados e o passa a palavra dos participantes são os seus cartões de visita e hoje contam já com quase 100 edições, sempre com muitas novidades, o que torna a permanência no grupo uma constante aprendizagem e uma lufada de ar fresco no dia a dia alimentar que se quer, saudável, variado, completo e muito saboroso. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dietas online em grupo são a nova forma de atingir resultados duradouros, mantendo a motivação até ao fim!</strong></h2>



<p>Cada edição tem a duração de 4 semanas, mas transitar para a edição seguinte é sempre uma possibilidade, uma vez que não se trata de uma mecânica de repetição de conteúdos, havendo vários participantes que se deixam ficar mesmo após atingirem o seu peso idealizado, pois sabem que assim conseguem manter o apoio e uma alimentação consciente, mesmo nas alturas mais desafiantes.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O processo de perda de peso pode ser um caminho solitário e frustrante, sendo a partilha, a interajuda e a motivação as chaves para o sucesso.</strong></h2>



<p>As Dietas de Grupo promovem a união e a troca de experiências, reforçando o sentimento de que, juntos, somos mais fortes e capazes de manter o foco e a força de vontade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um suporte constante que ajuda a manter o prazer pela comida saudável através de receitas deliciosas, ementas semanais com lista de compras e muito mais.</strong></h2>



<p>Neste formato, os participantes contam com o apoio permanente de uma equipa de 3 nutricionistas e uma Personal Trainer (PT). Em cada edição os participantes têm a possibilidade de agendar uma sessão individual com uma das nutricionistas da equipa (para personalizar o plano alimentar que foi pensado para o grupo), fazerem exercício físico na companhia da PT, existindo regularmente rubricas, interações, desafios, videoaulas, E-books e muita partilha. Mas atenção que não acaba por aqui, podem contar ainda com pesagens semanais (para manter o foco), esclarecimento diário de dúvidas, receitas saborosas e saudáveis (para manter o prazer da comida), propostas de ementas semanais com <a href="https://simplyflow.pt/12-dicas-para-elaborar-a-sua-lista-de-compras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lista de compras</a> (para facilitar a organização) e muita, mas muita animação. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5</strong> <strong>Vantagens das Dietas de Grupo:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-YVZL2' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Enriquecimento constante do conhecimento sobre alimentação saudável de forma profunda e fidedigna;</li>



<li>Apoio profissional permanente, o que facilita a organização e o planeamento das refeições;</li>



<li>Aumento da motivação e disciplina para treinar;</li>



<li>Uma rica variedade de receitas que traz sabor e prazer à perda de peso;</li>



<li>Interajuda e partilha que transformam a experiência de dieta numa jornada compartilhada e menos frustrante.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Durante as Dietas de Grupo, a dinâmica da partilha e interação é muito importante.&nbsp;</strong></h2>



<p>Quando um elemento do grupo tem alguma dificuldade é convidado a partilhá-la para, em conjunto, encontrarmos uma solução. Muitas vezes a dúvida de uns &#8211; como, por exemplo, uma incerteza ao escolher produtos no supermercado ou ao preparar uma refeição &#8211; é a dúvida de outros e a partilha destas questões pode ajudar vários elementos do grupo. São, também, incentivados a partilhar os resultados, de forma a celebrarmos juntos cada conquista. Se pelo contrário, algum dia corre menos bem, motivamo-nos a voltar à rotina e retomar rapidamente.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>“O que é preciso para participar?”</em></strong></h2>



<p>Para se juntar às Dietas de Grupo, precisa apenas de um telemóvel com dados, uma conta de Facebook e WhatsApp, e uma balança em casa. Estes recursos permitem o acesso ao plano alimentar, receitas, ementas e contato contínuo com o grupo e os nutricionistas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As Dietas de Grupo são excelentes aliadas para superar as frustrações, manter o foco e obter resultados duradouros.</strong></h2>



<p>Se a motivação tem sido um desafio na sua jornada de perda de peso, considere explorar este programa. Para mais informações, visite www.nutricionistas-online.com ou contacte dietadegrupo@nutricionistas-online.com.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Resumo:</strong></h2>



<p>As Dietas de Grupo oferecem uma abordagem abrangente e motivadora para quem procura resultados duradouros e uma <a href="https://simplyflow.pt/17-dicas-simples-e-faceis-para-ser-mais-saudavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alimentação mais saudável</a> e prazerosa. Experimente e descubra como é possível transformar o desafio da perda de peso numa experiência enriquecedora e compartilhada.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-YVZL2' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>8 Estratégias para controlar a vontade de comer</title>
		<link>https://simplyflow.pt/8-estrategias-para-controlar-a-vontade-de-comer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lillian Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Comida]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Lillian Barros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora não possamos controlar a ansiedade diretamente através da alimentação, podemos gerir em grande parte os fatores que nos levam a confundir fome fisiológica com vontade de comer.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/8-estrategias-para-controlar-a-vontade-de-comer/">8 Estratégias para controlar a vontade de comer</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde pequenos que os nossos pais e avós costumam recompensar-nos com doces quando nos portamos bem. Nos nossos aniversários, somos presenteados com mesas repletas de guloseimas e salgados. E nos dias difíceis, um amigo prontamente se oferece para trazer um chocolate ou gelado para aliviar as nossas tristezas. Desta forma, associamos habitualmente a momentos felizes, tristes, compensatórios ou de celebração alimentos de fraca qualidade nutricional, que se tornam um conforto. <strong>8 Estratégias para controlar a vontade de comer</strong></p>



<p>No entanto,<strong> a ingestão desses alimentos é também a mais difícil de controlar</strong>. Os alimentos ultraprocessados são desenvolvidos paralelamente ao desenvolvimento de drogas viciantes, incluindo uma dose anormalmente elevada de ingredientes gratificantes, que são rapidamente absorvidos pelo sistema. Isso inclui especialmente altos níveis de hidratos de carbono de absorção rápida e gorduras, além de uma combinação dos dois, muitas vezes aprimorada com aditivos. Tal como acontece com as drogas que causam dependência, alguns indivíduos desenvolvem um padrão de consumo viciante caracterizado pela perda de controlo sobre a ingestão, desejos intensos e incapacidade de reduzir a ingestão, apesar das consequências negativas.</p>



<p>Além disso, <strong>quanto mais comemos, menos satisfeitos nos sentimos conosco mesmos e mais ansiosos ficamos</strong>. O ganho de peso adicional contribui para uma imagem corporal negativa, aumentando o stress. Isso leva-nos a desejar comer ainda mais para encontrar conforto, criando assim um círculo vicioso onde a comida se torna a nossa melhor amiga e simultaneamente a nossa pior inimiga.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como controlar essa vontade de comer?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-o53AF' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Conhecermo-nos melhor</strong></h3>



<p>A principal estratégia é <strong>entender como o nosso corpo e a nossa mente funcionam</strong>, distinguindo a fome fisiológica da <a href="https://simplyflow.pt/conhecer-e-controlar-a-fome-emocional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fome emocional</a>. Para isso, <strong>é fundamental refletir e prestar atenção aos sinais do nosso corpo</strong>. Um exercício útil é pensar: “Se só tivesse sopa ou fruta à minha disposição, será que eu as comeria?”. Se a resposta for não, provavelmente não é fome, mas, sim, gula.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Identificar o desencadeador</strong></h3>



<p><strong>Em vez de ceder à vontade de comer, é importante antecipá-la e agir sobre o fator que a desencadeou. </strong>Pode ser o stress no trabalho, uma alimentação inadequada ao longo do dia ou a falta de opções saudáveis, o que nos leva a escolher opções menos nutritivas. <strong>Manter um diário alimentar</strong> pode ser uma excelente maneira de ficar mais atenta/o e consciente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Antecipar a fome</strong></h3>



<p><strong>Evitar pular refeições e comer pouco durante o dia</strong> ajuda a evitar a chegada a casa com uma fome voraz, o que dificulta fazer escolhas alimentares adequadas. Em vez de tentar saciar a fome no momento da crise com alimentos densamente calóricos, nomeadamente bolachas e refeições pré-preparadas, é essencial identificar o que desencadeou essa vontade de comer. Se a fome ocorre sempre no mesmo momento, como, por exemplo, ao chegar em casa, é útil fazer um lanche saudável antes de ficar com muita fome.</p>



<p>Por exemplo, se chegar em casa perto da hora do jantar com muita fome, por que não antecipar comendo uma sopa antes? Isso vai ajudar a acalmar a fome, nutre o corpo, evita petiscar antes da refeição e/ou comer o dobro ao jantar.&nbsp;</p>



<p>Se no seu caso tiver mais fome durante a tarde ou à ceia, pode optar por ter ovos cozidos preparados para consumir, uma mão cheia de tremoços bem demolhados, ou um iogurte ou pudim proteico.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Evitar dietas restritivas</strong></h3>



<p><strong>Deixar de comer ou restringir severamente um grupo alimentar não é uma estratégia saudável nem eficaz a longo prazo.</strong> Quando restringimos muito a nossa alimentação junta-se a <a href="https://simplyflow.pt/como-a-ansiedade-afeta-a-nossa-relacao-com-a-comida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a> com a fome fisiológica… E embora possamos perder peso inicialmente, a tendência é recuperá-lo rapidamente.<strong> Rotular alimentos como bons ou maus não é útil; todos podem ser consumidos, desde que nas quantidades e frequências adequadas</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Limitar o açúcar</strong></h3>



<p>Se seguirmos uma alimentação completa e nutritiva durante o dia e ainda assim sentirmos desejo por doces, pode ser necessário fazer o “desmame” do açúcar. Para o fazer, não existe nenhuma fórmula mágica, sendo necessária uma individualização, que tanto poderá ser no sentido de um corte mais radical ou de um corte progressivo. Neste processo, canela e frutas podem ajudar a adoçar sem adicionar açúcares livres.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Evitar estímulos tentadores</strong></h3>



<p><strong>Evite ter em casa alimentos menos saudáveis ou difíceis de controlar</strong>, como bolachas, manteiga de amendoim, frutos secos ou chocolate. Se não for possível, tente afastar-se da tentação e reflita se esses alimentos são realmente necessários. Se passar por uma pastelaria ou fazer compras com fome leva a escolhas menos nutritivas, evite essas situações. Isso não significa que não possamos comer esses alimentos, mas sim que devemos reservá-los para ocasiões especiais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7. Quebrar a rotina pouco saudável</strong></h3>



<p>Em alguns casos, o excesso de comida pode começar com hábitos pouco saudáveis, como comer batatas fritas ou pipocas à noite enquanto assiste televisão. Um hábito é, muitas vezes, um simples comportamento feito em modo piloto-automático. <strong>Mudar algumas dessas rotinas permite ajustar o comportamento e focar nas decisões alimentares. </strong>Por exemplo, se o hábito é comer à noite, experimente tomar uma infusão calmante ou realizar outra atividade em vez de se sentar no sofá.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>8. Distrações alternativas à comida</strong></h3>



<p>Quando identificamos a fome emocional, devemos tentar distrair-nos do tema “comida” e focar-nos em outras atividades, como, por exemplo, ler, fazer exercício físico ou conversar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Promover uma relação saudável com a comida</strong></h2>



<p>Em conclusão, <strong>embora não possamos controlar a ansiedade diretamente através da alimentação, podemos gerir em grande parte os fatores que nos levam a confundir fome fisiológica com vontade de comer</strong>. Isso requer uma abordagem individualizada para <strong>estabelecer estratégias eficazes na gestão da nossa alimentação</strong>. No entanto, deve lembrar-se que esta não é uma tarefa fácil, especialmente se estiverem presentes distúrbios emocionais e/ou psicológicos profundamente enraizados. Nessas situações, é aconselhável procurar apoio psicológico. <strong>A verdadeira saúde está presente quando estamos bem física e mentalmente.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-o53AF' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>Dicas de congelação e descongelação de alimentos</title>
		<link>https://simplyflow.pt/dicas-de-congelacao-e-descongelacao-de-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lillian Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Congelação]]></category>
		<category><![CDATA[Congelar]]></category>
		<category><![CDATA[Descongelação]]></category>
		<category><![CDATA[Descongelar]]></category>
		<category><![CDATA[Lillian Barros]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Só em Portugal, estima-se que sejam desperdiçados anualmente mais de 1 milhão de toneladas de alimentos que dariam para alimentar as 360 mil pessoas que passam fome no nosso país. Uma das principais formas de evitarmos o desperdício é precisamente congelando as sobras.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/dicas-de-congelacao-e-descongelacao-de-alimentos/">Dicas de congelação e descongelação de alimentos</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Faltam apenas uns dias para o Natal e as mesas começam a cobrir-se do bacalhau, do peru assado e das tentadoras sobremesas. No entanto, toda esta variedade e, acima de tudo, quantidade de alimentos revela-se frequentemente <strong>exagerada</strong>. Com efeito, <strong>1/3 dos alimentos produzidos para consumo humano é desperdiçado</strong>. Só em Portugal, estima-se que sejam desperdiçados anualmente mais de 1 milhão de toneladas de alimentos que dariam para alimentar as 360 mil pessoas que passam fome no nosso país.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma das principais formas de evitarmos o desperdício é precisamente congelando as sobras. </strong></h2>



<p>Deste modo, podemos ter sempre uma refeição/sobremesa/petisco preparado para os dias mais atarefados. Contudo, é necessário ter <strong>alguns cuidados</strong>, particularmente no que à segurança<strong> alimentar</strong> diz respeito.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Congelação e descongelação de alimentos durante as festividades</strong></h2>



<p>De facto, <strong>as épocas festivas concentram um conjunto de fatores de risco para toxinfeções alimentares</strong>, nomeadamente por:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><em>Staphylococcus aureus</em> (em comidas não cozinhadas, ex.: carnes frias, pastelaria com ovos crus…);</li><li><em>Clostridium perfringens</em> (em comidas cozinhadas, ex.: carnes assadas, crustáceos e legumes…);</li><li><em>Salmonella</em> (em carne mal cozinhada, ovos crus, legumes, leite e queijo não pasteurizado…);</li><li><em>Escherichia coli</em> (em carne mal cozinhada, ovos crus, legumes, leite e queijo não pasteurizado).</li></ul>



<p>Estes vilões podem causar diarreias, febres, tonturas e muitos outros sintomas. Mesmo que a sua atividade seja inibida durante a congelação, ao descongelar podem retomar a sua atividade patogénica. Por isso, é essencial tomar alguns cuidados neste processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Do ponto de vista nutricional, qualquer alimento pode ser congelado, desde que o processo seja feito de forma segura:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Em primeiro lugar, <strong>apenas deverão ser congelados os alimentos que estão em boas condições</strong>;</li><li><strong>As refeições</strong> <strong>devem ser congeladas após a confeção e não dias depois de serem cozinhadas</strong>, pois já podem ter sido contaminadas por microrganismos resistentes ao frio que, após a descongelação, voltarão a multiplicar-se e podem causar doença;&nbsp;</li><li><strong>Alimentos que estiveram muitas horas à mesa expostos também poderão já não estar aptos para consumo</strong>. Os alimentos que necessitem de frio nunca devem ser deixados fora do frigorífico por mais de 2h! Em vez disso, deverá ter-se o cuidado de os guardar e congelar o mais rapidamente possível. Especial cuidado com sobremesas cruas, como é o caso das mousses e salames de chocolate;</li><li>A<strong> temperatura</strong> do congelador deve rondar os <strong>-18ºC</strong>;</li><li>As refeições devem ser<strong> devidamente identificadas com nome e data de congelação</strong>;</li><li>Devem ser<strong> consumidos primeiro os alimentos mais antigos</strong>.</li></ul>



<p class="has-small-font-size">(Mais info: <a href="https://www.asae.gov.pt/perguntas-frequentes1/area-alimentar/conservacao-dos-alimentos-no-frio.aspx">https://www.asae.gov.pt/perguntas-frequentes1/area-alimentar/conservacao-dos-alimentos-no-frio.aspx</a>)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Deverá também evitar-se manter os alimentos muito tempo no congelador. O recomendado será:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-mf3aH' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Frutos (pera, maçã, morangos e melão) e hortícolas (cenoura, abóbora e couve, entre outros) – 12 meses;</li><li>Bifes de vaca sem gordura, salsichas frescas, frango e peru – 10 meses;</li><li>Queijos de pasta mole ou semimole (Azeitão, Serra da Estrela, brie), carne de borrego e fruta em calda – oito meses;</li><li>Pão, massa folhada ou quebrada, bolachas, crepes, ovos, manteiga, carne de porco pouco gorda, coelho, lebre, peixe magro ou meio gordo (bacalhau, carapau, corvina, dourada, pescada, peixe-espada-preto, raia, truta e solha) – seis meses;</li><li>Massas para pão e pizas, tartes de fruta, peixe gordo (atum, cavala, salmão, sardinhas, carapau), marisco, sopas, natas, sobras de pratos cozinhados (lasanha, bacalhau com natas e molho bolonhesa, entre outros) – três meses;</li><li>Hambúrgueres, salsichas, carne picada, carne de porco gorda (toucinho) e enchidos, como chouriço, linguiça e salpicão – dois meses;</li><li>Bolos com creme – um mês.</li></ul>



<p class="has-small-font-size">(Fonte: https://www.deco.proteste.pt/alimentacao/seguranca-alimentar/dicas/conservar-alimentos-congelador)</p>



<p>Claro está, há alimentos cuja <strong>textura e consistência podem alterar-se</strong> após o congelamento, nomeadamente alimentos muito ricos em água, como queijos frescos e algumas frutas e vegetais cozinhados, mas <strong>tal não significa que não possam ser consumidos</strong>. No caso da sopa, por exemplo, após a descongelação as fases encontram-se separadas, mas basta aquecer e mexer bem ou agitar, para uniformizar de novo a textura.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como descongelar alimentos de forma segura?</strong></h2>



<p>Importante também referir que <strong>a descongelação não deve ser realizada à temperatura ambiente</strong>, mas, sim, colocando o alimento na última prateleira do frigorífico ou aquecendo diretamente no micro-ondas na temperatura própria de descongelação.</p>



<p>Lembrar também que <strong>a maioria dos alimentos perecíveis não deve ser mantido durante mais de 3 dias no frigorífico, quer em cru, quer em cozinhado, e sempre a temperatura inferior a 5°C</strong>:</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="671" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem1_congdescong_Dez22-1024x671.jpg" alt="alimentos" class="wp-image-18708" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem1_congdescong_Dez22-1024x671.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem1_congdescong_Dez22-300x197.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem1_congdescong_Dez22-768x503.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem1_congdescong_Dez22-460x301.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem1_congdescong_Dez22-160x105.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem1_congdescong_Dez22-320x210.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem1_congdescong_Dez22-480x314.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem1_congdescong_Dez22-640x419.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem1_congdescong_Dez22-960x629.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem1_congdescong_Dez22-1120x734.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem1_congdescong_Dez22.jpg 1229w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Fonte: https://www.deco.proteste.pt/eletrodomesticos/frigorificos/dicas/como-arrumar-frigorifico</figcaption></figure></div>


<p>Na altura de consumir, convém <strong>aquecê-los bem</strong>. <strong>A atividade dos microrganismos pode ser inibida com as temperaturas mais baixas, mas tal não significa que não estejam lá e que não retomem a atividade quando forem ingeridos</strong>. Geralmente, temperaturas acima dos 60 a 65ºC destroem a grande maioria dos microrganismos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais os recipientes mais indicados para congelar alimentos?</strong></h2>



<p>A <strong>escolha do recipiente</strong> também é importante, não só no processo de acondicionamento, como no processo de aquecimento dos alimentos. Os recipientes tipo <strong>pirex</strong> são os mais adequados pela sua versatilidade, já que permitem congelar, ir ao forno e à máquina de lavar. No entanto, existem muitos outros recipientes que podem ser utilizados.&nbsp;</p>



<p>Pelo contrário, as embalagens de plástico de qualidade inferior podem conter substâncias nocivas para a saúde. Os riscos são relativamente reduzidos, porém tudo depende do material, da quantidade e do tipo de constituintes que migram para os alimentos e da utilização dada aos recipientes.</p>



<p>Uma forma fácil de saber quais os recipientes certos a utilizar é olhar para os símbolos dos mesmos e verificar se estão nas embalagens que temos em casa:</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="970" height="712" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem2_congdescong_Dez22-2.jpg" alt="" class="wp-image-18711" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem2_congdescong_Dez22-2.jpg 970w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem2_congdescong_Dez22-2-300x220.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem2_congdescong_Dez22-2-768x564.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem2_congdescong_Dez22-2-460x338.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem2_congdescong_Dez22-2-160x117.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem2_congdescong_Dez22-2-320x235.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem2_congdescong_Dez22-2-480x352.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem2_congdescong_Dez22-2-640x470.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/imagem2_congdescong_Dez22-2-960x705.jpg 960w" sizes="(max-width: 970px) 100vw, 970px" /><figcaption>Fonte: https://www.deco.proteste.pt/alimentacao/seguranca-alimentar/dicas/embalagens-mais-seguras-para-os-alimentos-1</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Também durante a preparação dos alimentos se devem ter alguns cuidados:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Lavar muito bem as mãos antes de manusear qualquer alimento e entre o manuseamento de diferentes tipos de alimento;</li><li>Atenção ao <strong>usar utensílios diferentes para diferentes alimentos</strong>. Por exemplo, deve existir uma tábua de corte e faca apenas para carne, outra apenas para peixe, outra para vegetais e outra para alimentos já confecionados. Jamais, os alimentos crus e não higienizados devem contactar com os alimentos prontos para consumo!</li></ul>



<p>Seguindo estes passos, conseguimos garantir uma congelação e descongelação segura e correcta dos alimentos, evitando assim o desperdício alimentar.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-mf3aH' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Conhecer e controlar a fome emocional</title>
		<link>https://simplyflow.pt/conhecer-e-controlar-a-fome-emocional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lillian Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[fome emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Lillian Barros]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito embora não consigamos controlar a ansiedade diretamente através da alimentação, conseguimos controlar os fatores que nos levam a juntar a fome com a vontade de comer. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/conhecer-e-controlar-a-fome-emocional/">Conhecer e controlar a fome emocional</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando nos sentimos mais tristes, deprimidos ou cansados, podemos sentir uma maior vontade de comer. Quanto mais comemos, menos contentes nos sentimos connosco próprios e mais ansiosos ficamos. E quando ganhamos peso a mais sentimo-nos mal com a nossa imagem corporal, juntando-se este stress extra. Volta e meia, mais nos apetece comer, para afogar as mágoas. No fundo, é um círculo vicioso. Neste sentido, a fome emocional (ou psicológica) é um tema que tem vindo a ganhar cada vez mais destaque e ao qual devemos estar atentos.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>De que forma as emoções afectam a forma como nos alimentamos?</strong></h2>



<p>Emoções intensas, como o medo, tendem a suprimir a alimentação, uma vez que estão relacionadas com respostas fisiológicas e comportamentais que reduzem o apetite. Em contraste, as emoções negativas com níveis mais moderados de intensidade podem tanto diminuir como aumentar a ingestão de alimentos, dependendo das características do indivíduo e da situação concreta.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a fome emocional?&nbsp;</strong></h2>



<p>Carateriza-se pela <strong>tendência em comer como resposta a emoções negativas</strong>, sendo escolhidos principalmente alimentos altamente palatáveis e de elevada densidade energética.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual a diferença entre fome fisiológica e fome emocional?&nbsp;</strong></h2>



<p>A <strong>fome fisiológica</strong> surge ao fim de algum tempo sem ingerirmos as calorias e nutrientes necessários para o funcionamento do organismo. Aparece de forma gradual e pode produzir uma sensação de desconforto e de estômago vazio, bem como levar a fraqueza física. Não é seletiva quanto ao tipo de alimentos e, normalmente, é satisfeita com um consumo consciente e intencional de alimentos.</p>



<p>Por sua vez, a <strong>fome emocional </strong>é independente das necessidades do organismo e surge subitamente. Não apresenta desconforto físico e depende do estado emocional, habitualmente de emoções negativas. Este tipo de fome leva à ingestão de alimentos em grandes quantidades e mantém-se mesmo após a sensação de estômago cheio. Além disso, é seletiva, ou seja, é satisfeita com alimentos específicos, em particular ricos em açúcares ou com a combinação gordura-sal-crocante.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são as causas da fome emocional?&nbsp;</strong></h2>



<p>A fome emocional pode ser causada por vários mecanismos, dos quais se destacam:</p>



<p><strong>&#8211; Recorrer à alimentação como forma de lidar com emoções negativas</strong>.&nbsp;</p>



<p>Aqui insere-se o típico comportamento de <strong>usar a alimentação como recompensa</strong>, como, por exemplo: “Mereço, logo vou buscar um doce”. Este comportamento está amplamente ligado à nossa educação, uma vez que desde pequenos os nossos pais e avós nos dizem que podemos comer um doce se nos portarmos bem. Quando fazemos anos, como forma de presente, também nos é oferecida uma mesa recheada de <a href="https://www.facebook.com/lillianbarros/posts/6504365666270764" target="_blank" rel="noreferrer noopener">guloseimas</a> e salgados. Assim, a estes momentos felizes/compensatórios habitualmente associamos alimentos de fraca qualidade nutricional.</p>



<p><strong>&#8211; Confundir estados corporais relacionados com emoções com alterações fisiológicas internas de fome e saciedade.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas, como controlar toda esta ansiedade e vontade de comer?</strong></h2>



<p>A principal estratégia é, nada mais, nada menos, do que <strong>tentarmos </strong><a href="https://simplyflow.pt/aprenda-a-comer-para-si-com-a-alimentacao-funcional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>conhecermo-nos</strong></a>. Ou seja, <strong>percebermos como o nosso corpo e mente funcionam</strong>.</p>



<p><strong>Embora seja natural sentirmos stress e ansiedade de vez em quando, não é saudável sentirmo-nos assim constantemente ou de uma forma muito intensa.</strong> <strong>Por isso, em primeiro lugar, é essencial irmos à raiz do problema e identificarmos o porquê de nos sentirmos ansiosos, para podermos agir diretamente sobre ele. </strong>À partida pode soar fácil fazê-lo, mas nem sempre é assim tão imediato, uma vez que podem ser pequenos fatores que juntos se vão acumulando criando um elevado estado de stress. Assim sendo, é muito importante haver um acompanhamento por parte de um psicólogo, para auxiliar neste processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estratégias para gerir a fome emocional:</strong></h2>



<p><strong>Muito embora não consigamos controlar a ansiedade diretamente através da alimentação, conseguimos controlar os fatores que nos levam a juntar a fome com a vontade de comer.</strong> E através de uma abordagem individualizada, conseguimos estabelecer estratégias que eficazmente ajudam a atingir um maior bem-estar físico e mental. E <a href="https://simplyflow.pt/como-a-ansiedade-afeta-a-nossa-relacao-com-a-comida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recordando estas estratégias já partilhadas</a>, aqui ficam mais <strong>dicas para controlar a fome emocional</strong>: </p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-spR4N' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; Distinguir fome fisiológica de fome emocional.</strong></h3>



<p>Para isso, <strong>é fundamental fazermos o exercício de pararmos para refletir e ouvirmos os sinais do nosso corpo</strong>. Uma forma de nos ajudar a identificar qual é o tipo de fome que temos quando nos apetece comer &#8211; por exemplo, um <a href="https://simplyflow.pt/porque-e-que-comer-chocolate-nos-da-tanto-prazer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">chocolate</a> &#8211; é pensarmos no seguinte: “Se apenas tivesse fruta à minha disposição, será que a comeria?”. Se a resposta for não, certamente não será fome, mas, sim, gula.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; Procurar distrações alternativas à comida.</strong>&nbsp;</h3>



<p>Devemos <strong>procurar sair do local da tentação</strong>. Por exemplo, evitar ir diretamente à despensa onde estão, normalmente, guardamos alimentos nutricionalmente menos interessantes e parar um pouco para pensar se são realmente estes os alimentos que o nosso corpo precisa. Optarmos, então, por fazer outras tarefas, como, por exemplo, ler, fazer desporto ou conversar. Estas podem ser excelentes <strong>formas de nos abstrairmos dos pensamentos acerca da comida</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; Priorizar o sono.&nbsp;</strong></h3>



<p>Noites mal dormidas interferem na regulação das emoções por meio de uma série de processos neurobiológicos, comportamentais e cognitivos. A título de exemplo, levam à produção de emoções mais negativas e menos positivas e podem afetar a capacidade de escolher uma estratégia de regulação emocional apropriada, bem como de implementar essa estratégia com sucesso.</p>



<p><strong>Dormir poucas horas pode associar-se a um comportamento alimentar irregular</strong>: pessoas que dormem menos de 6h por dia tendem a fazer mais lanches e snacks, principalmente de elevada densidade energética e ricos em gordura.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; Não descurar a atividade física.&nbsp;</strong></h3>



<p>O <strong>exercício físico</strong> não só nos ajuda a sentirmo-nos melhor física e psicologicamente, como <strong>pode diminuir a ingestão de alimentos menos saudáveis em resposta ao stress</strong>. Uma leve caminhada ou uma aula de yoga podem ser soluções para quem procura uma atividade mais calma e relaxante.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-spR4N' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como a ansiedade afeta a nossa relação com a comida</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-a-ansiedade-afeta-a-nossa-relacao-com-a-comida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lillian Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Comida]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Lillian Barros]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição funcional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quer seja pelo consumo excessivo, quer na procura de alimentos específicos (normalmente ricos em açúcares, sal ou sabores intensos), mas também no extremo oposto, como a recusa alimentar e a ausência de apetite profundo. Estas são situações despoletadas por sentimentos, estados de espírito e não por necessidades energéticas ou fisiológicas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A pandemia e o confinamento vieram agravar os estados de ansiedade e depressão, comprometendo a saúde mental e o nosso bem-estar emocional. Sendo que só em Portugal, as doenças do foro psicológico representam a terceira principal causa de incapacidade, tornando-se claro que não devem ser desvalorizadas. E, claro está, a alimentação tem uma relação muito próxima com estes estados.</strong></p>



<p>Sabia que a alimentação influencia estados de ansiedade e depressão? Quer seja pelo consumo excessivo, quer na procura de alimentos específicos (normalmente ricos em açúcares, sal ou sabores intensos), mas também no extremo oposto, como a recusa alimentar e a ausência de apetite profundo. Estas são situações despoletadas por sentimentos, estados de espírito e não por necessidades energéticas ou fisiológicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Comer para afogar as mágoas</strong></h2>



<p>Em consulta é muito comum relatos de pacientes que partilham que quando passam por fases mais tristes ou se encontram mais deprimidos, sentem uma maior vontade de comer. Normalmente, <strong>esta vontade surge “de repente” e de forma intensa, quase impulsiva</strong>. Habitualmente é específica por um alimento ou grupo de alimentos em particular, e mesmo após o seu consumo a necessidade persiste, levando a um consumo exagerado do ponto de vista de quantidade. Quanto mais comem, menos contentes se sentem consigo próprios e mais ansiosos ficam. Juntando à equação vem a sensação de culpa e de falha consigo próprios que geram desconfortos emocionais semelhantes aos da origem e que, muitas vezes, levam à repetição do comportamento. Volta e meia, mais lhes apetece comer, para afogar as mágoas quase como se associasse a forma de castigo. No fundo, <strong>este é um ciclo vicioso</strong>. E quando esta situação perdura pode, efetivamente, levar ao ganho de peso ou ao boicote de resultados aquando de um processo de emagrecimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alimentos como recompensas</strong></h2>



<p>É típico usar a alimentação como recompensa, como reconforto ou como prémio, porque também a associamos a estados felizes: “Eu mereço, logo vou buscar um doce”. <strong>Este comportamento está intimamente ligado à nossa educação</strong>. Desde pequenos que os nossos pais e avós nos dizem que podemos comer uma sobremesa se nos portarmos bem ou comer o nosso gelado preferido se tivermos boas notas. <strong>Não comemos mais ou pior apenas quando estamos tristes, afinal de contas a felicidade também é festejada à volta da mesa, e isto é cultural. </strong>Quando fazemos anos, a celebração é feita com bolos, gomas, guloseimas, fritos e salgados. Para não falar dos banquetes de casamentos, baptizados e mais um sem fim de festejos. Muitas vezes a estes momentos felizes associamos alimentos de fraca qualidade nutricional&nbsp; e excesso alimentar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas, então, como controlar toda esta ansiedade e vontade de comer?</strong></h2>



<p>A <strong>principal estratégia é</strong>, nada mais, nada menos, do que <strong>tentarmos </strong><a href="https://simplyflow.pt/aprenda-a-comer-para-si-com-a-alimentacao-funcional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>conhecermo-nos</strong></a>. <strong>Percebermos como o nosso corpo e mente funcionam</strong>.</p>



<p>A fome é a sensação provocada pela necessidade de ingerir alimentos e <strong>existem dois tipos de fome: a fisiológica e a emocional </strong>(ou psicológica).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Fome fisiológica vs fome emocional (ou psicológica):&nbsp;</strong></h3>



<p>A fome fisiológica existe pois o nosso organismo tem de suprir necessidades energéticas e nutricionais através da ingestão de alimentos, fundamentais à sobrevivência e à manutenção da saúde. Por outro lado, a fome emocional (ou psicológica) é independente das nossas necessidades físicas. É uma vontade de comer em função do nosso estado emocional.</p>



<p>A fome fisiológica surge de forma gradual, intensificando-se progressivamente com o passar do tempo se não nos alimentarmos e dá sinais concretos como falta de energia, desconforto gástrico, sensação de estômago vazio, dores de cabeça, visão turva e fraqueza. Esta fome despoleta a necessidade de nos alimentarmos, mas não nos obriga a comer de imediato.</p>



<p>Contrariamente, a fome emocional surge subitamente, de forma intensa, quase como um impulso voraz e de necessidade de resposta urgente, envolvendo a ingestão de alimentos de forma inconsciente e automática. Ao contrário da fome física em que o corpo necessita de alimento, não existindo uma procura por um alimento específico, já a fome emocional é direcionada a um alimento ou grupo de alimentos específicos, normalmente ricos em açúcares ou gordura, que não é possível ser substituído.</p>



<p>Após a ingestão alimentar, a fome física é controlada e desaparece, enquanto que a fome emocional é normalmente associada a “saco sem fundo” e mesmo comendo em grande quantidade a vontade de comer mantém-se.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando as emoções promovem alterações fisiológicas</strong></h2>



<p>Na verdade, a ansiedade e o stress são mecanismos de sobrevivência muito importantes para todos os animais. No fundo, protegem-nos, visto que nos permitem pensar e agir rapidamente em casos de perigo e ameaça. No entanto, este mecanismo leva a uma rápida depleção do açúcar na nossa corrente sanguínea, já que estamos a alimentar muitos órgãos ao mesmo tempo. Como consequência, este desequilíbrio provoca-nos uma vontade intensa de comer especificamente o tal doce. Porém, em vez de cedermos a esta vontade de comer, é importante antecipá-la e agir sobre o fator que a despoletou.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7 estratégias para gerir a fome emocional:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Antecipar a fome.</strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-8trov' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Se passamos o dia a comer pouco e mal e saltámos refeições ao longo do dia, é natural que cheguemos a casa com uma fome desgraçada, o que tornará difícil escolher adequadamente o que vamos comer. Certamente, a fome é tanta que iremos pegar na primeira coisa que nos aparecer à frente, recaindo frequentemente a escolha em alimentos densamente calóricos, nomeadamente bolachas e refeições pré-preparadas. Portanto, junta-se a fome com a vontade de comer, reunindo-se a ansiedade com uma fatura em atraso daquilo que não consumimos durante o dia e, nessa altura, é muito mais complicado gerirmos as nossas escolhas alimentares. Por isso, devemos andar um bocadinho para trás e, <strong>em vez de procurarmos saciar-nos no momento exato da crise, devemos tentar controlar o apetite antes que ele aconteça</strong>. Para tal, <strong>é essencial identificarmos o que desencadeia esta vontade de comer</strong>. Perceber se é sempre no mesmo momento, por exemplo, quando os filhos finalmente vão para a cama ou quando chegamos a casa e relaxamos. Nestes casos, <strong>devemos lanchar qualquer coisa saudável antes de descompensarmos</strong>, ou seja, antes de nos surgir aquela fome cega de hidratos de carbono. Devemos antecipar a fome.</p>



<p>Se chegamos a casa já perto da hora de jantar e estamos esganados de fome, porque não antecipar a sopa do jantar? Se a consumirmos logo, acalmamos a fome, forramos o estômago com um alimento nutritivo e depois, quando realmente for hora, fazemos o resto da refeição. Assim, evitamos petiscar antes da refeição e comer o dobro ao jantar.</p>



<p>Se for durante a tarde ou à ceia, podemos ter ovos cozidos preparados para consumir, ou ter mini quiches sem massa só com ovo e restos do almoço, ou ainda optarmos por uma mão cheia de <a href="https://www.facebook.com/lillianbarros/posts/5981733338534002" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tremoços</a> bem demolhados. Podemos também selecionar um iogurte, mas ter atenção e escolher um que não tenha adição de açúcar ou equivalentes. Se quisermos consumir um pão, devemos preferir a variedade integral, que é mais saciante e prolonga a saciedade por mais tempo, e devemos evitar os hidratos de carbono de absorção rápida. Por outro lado, os <a href="https://www.facebook.com/lillianbarros/posts/6091902874183714" target="_blank" rel="noreferrer noopener">frutos secos</a>, apesar de saudáveis, são extremamente calóricos, pelo que se houver dificuldade em controlar as quantidades, não serão a melhor opção.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Não fazer dietas restritivas!&nbsp;</strong></h3>



<p>Mesmo que a quarentena tenha sido um período difícil e que tenhamos engordado, <strong>deixar de comer ou restringir completamente um grupo alimentar não é uma estratégia saudável, nem eficaz a longo prazo</strong>. Quando restringimos muito a nossa alimentação junta-se a ansiedade com a fome verdadeira &#8211; a fome fisiológica. Numa primeira fase até podemos perder algum peso, mas rapidamente recuperamo-lo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Limitar o açúcar.</strong></h3>



<p>Quando fazemos uma alimentação completa e nutritiva durante o dia, não ficamos muitas horas sem comer, e ainda assim descompensamos, então temos de arranjar outra estratégia. É comum continuar a apetecer-nos o tal doce, porque o açúcar é, de certa forma, viciante. Por isso, <strong>é necessário fazer um “desmame” do açúcar</strong>. Para o fazer, <strong>não existe nenhuma fórmula mágica, sendo necessária uma individualização, que tanto poderá ser no sentido de um corte mais radical ou de um corte progressivo</strong>. Neste sentido, <strong>a canela pode ser uma ajuda</strong>, dado que estabiliza os níveis de açúcar no sangue. Podemos até colocar um pau de canela na água para a aromatizar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Distinguir fome de sede.</strong></h3>



<p><strong>O centro da fome e o centro da sede estão muito perto, razão pela qual se poderá tornar difícil reconhecer qual das duas efetivamente temos.</strong> Assim, quando estamos desidratados a nossa perceção pode ser a de que temos fome. Para contornar, uma estratégia é bebermos um bom copo de água antes de iniciarmos a refeição. Podemos também fazer uma entrada rica em água: sopa, salada, vegetais salteados, etc.. Adicionalmente, antes de dormir ou quando estamos mais ansiosos, podemos tomar uma infusão de lavanda, camomila ou passiflora, já que além de nos hidratar, ajuda-nos a relaxar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Não levar as travessas e tachos para a mesa.&nbsp;</strong></h3>



<p>É muito mais provável repetirmos e petiscarmos quando temos os alimentos facilmente ao nosso alcance. Deste modo, <strong>devemos servir-nos apenas uma vez</strong> e evitar este estímulo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Evitar distrações à refeição.</strong></h3>



<p>Embora nos possamos não aperceber, <strong>tendemos a consumir mais quando estamos a fazer outras tarefas em simultâneo</strong>, como ver televisão ou comer enquanto nos deslocamos para algum lado. Deste modo, <strong>é importante concentrarmo-nos na refeição e fazê-la num local calmo</strong>. Para além disso, devemos saborear cada garfada/colherada/dentada e mastigar muito bem os alimentos, para darmos tempo ao nosso cérebro de percecionar a saciedade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7. Evitar estímulos que facilmente se repercutam em escolhas menos saudáveis.&nbsp;</strong></h3>



<p>Por exemplo, ter alimentos menos saudáveis ou cujas quantidades não consigamos controlar em casa, como bolachas, manteiga de amendoim, frutos secos. É natural que seja difícil resistir-lhes e vamos ter muito mais tendência a ir buscar “só” uma bolachinha e acabar por comer o pacote inteiro. Caso não seja possível, devemos procurar sair do local da tentação, por exemplo, evitar ir diretamente à despensa onde estão estes alimentos e <strong>parar um pouco para pensar se são realmente estes os alimentos que o nosso corpo precisa</strong>. Da mesma forma, se sabemos que passar pela pastelaria ou ir às compras com fome nos leva a fazer escolhas menos nutritivas, devemos evitar fazê-lo. Não significa que não possamos encaixar estes alimentos menos nutritivos na nossa alimentação. Significa, sim, que <strong>devemos guardar as exceções para dias excecionais</strong>. Equilíbrio acima de tudo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em conclusão:</strong></h2>



<p><strong>Muito embora não consigamos controlar a ansiedade diretamente através da alimentação, conseguimos controlar os fatores que nos levam a juntar a fome com a vontade de comer.</strong> Para isso, é necessária uma abordagem individualizada, para conseguirmos estabelecer as estratégias que eficazmente nos ajudam a fazer a melhor gestão da nossa alimentação.</p>



<p>Para além disso, a ansiedade e o stress têm efeitos nefastos no nosso organismo, nomeadamente a libertação de radicais livres, pelo que <strong>a alimentação pode amenizar um pouco as consequências para a saúde e o envelhecimento precoce</strong> que estes provocam.</p>



<p>Por fim, mas não menos importante, <strong>nestas alturas de maior stress e ansiedade, devemos recorrer a apoio psicológico. Para sermos realmente saudáveis temos de estar bem física e mentalmente.</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Simply Flow (Lives) - Como a ansiedade afecta a nossa relação com a comida - 26Maio2020" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/MQLvezvz7h0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>3 Receitas Detox simples e fáceis</title>
		<link>https://simplyflow.pt/3-receitas-detox-simples-e-faceis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lillian Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 07:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[detox]]></category>
		<category><![CDATA[Lillian Barros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao contrário do que habitualmente se pensa, o detox não é apenas uma tendência de Verão&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ao contrário do que habitualmente se pensa, o detox não é apenas uma tendência de Verão e nem se esgota nos sumos verdes. Para provar isso mesmo, utilizo em consulta variadíssimas alternativas saudáveis que permitem continuar (ou iniciar) uma dieta funcional ou detox, seja Verão ou Inverno. Quer as sopas, chás, infusões, saladas e snacks são receitas que nos mantêm saciados, sem nunca perder a sua função.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é um plano alimentar detox? </strong></h2>



<p>Um plano alimentar detox baseia-se nos fundamentos da nutrição funcional, em que o organismo é visto como um todo e onde se fornecem todos os ingredientes fundamentais para o seu funcionamento em plenitude. É este funcionamento eficaz que permite que a função natural de desintoxicação do nosso corpo e dos seus vários órgãos “chave” seja garantida. Não é o alimento que desintoxica por nós, mas, sim, os nossos rins, os nossos intestinos, o nosso fígado e os nossos pulmões. O que uma alimentação detox vem fazer é garantir que toda a matéria-prima necessária para o funcionamento destes órgãos seja fornecida, facilitando o seu funcionamento sem sobrecarga.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Receitas detox </strong></h2>



<p>Esta é uma dieta em que receitas de <strong>sumos, sopas, saladas, batidos e infusões são as estrelas</strong>. <strong>Constituem formas alternativas e saborosas de conseguirmos todo o sabor dos alimentos vegetais, não perdendo aquilo que eles têm de melhor</strong>. A juntar à sua riqueza em antioxidantes, enzimas vivas e pigmentos variados, destaca-se, ainda, o seu baixo valor calórico, a presença de gorduras saudáveis ricas em ácidos gordos essenciais e o alto teor em fibra. Por isso a toma de um chá ou uma tisana de ervas, ditas detox, de forma isolada não terá um efeito milagroso por si só. Deve integrar uma <strong>alimentação ajustada ao propósito</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3 Receitas Detox simples e fáceis: </strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sopa Detox </strong></h3>



<p><strong>Ingredientes: </strong></p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-g0V54' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list"><li>2 chuchus;</li><li>½ couve roxa;</li><li>2 cenouras;</li><li>1 cebola roxa;</li><li>2 dentes de alho;</li><li>1 beterraba pequena;</li><li>Pimenta preta a gosto;</li><li>2 colheres de sopa de azeite virgem extra;</li><li>Água q.b para cobrir os vegetais;</li><li>Molho de tahini ou molho branco de caju para o topping;</li><li>1 mão cheia de salsa picada;</li><li>Sal rosa dos Himalaias q.b.</li></ul>



<p><strong>Modo de preparação:&nbsp;</strong></p>



<ol class="wp-block-list"><li>Lave bem todos os ingredientes e descasque os chuchus, as cenouras, a cebola e o alho;</li><li>Pique grosseiramente todos os ingredientes e coloque numa panela com água;</li><li>Cozinhe durante cerca de 25 minutos. Tempere com sal e pimenta, junte o azeite e triture;</li><li>Sirva com ervas picadas a gosto.</li></ol>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sumo Detox </strong></h3>



<p><strong>Ingredientes:&nbsp;</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>2 maçãs; </li><li>1 folha de couve; </li><li>4 mãos cheias de frutos vermelhos; </li><li>1 fatia de beterraba;</li><li>½ curgete com casca; </li><li>1 colher de sopa de sementes de linhaça; </li><li>3-4 hastes de salsa (utilizar apenas as folhas); </li><li>400ml de água ou água de coco.</li></ul>



<p><strong>Modo de preparação:</strong></p>



<ol class="wp-block-list"><li>Lave e higienize muito bem todos os alimentos;&nbsp;</li><li>Corte os ingredientes em pequenas porções e coloque-os todos no copo da liquidificadora ou robot de cozinha;</li><li>Triture até obter uma mistura cremosa e homogénea.&nbsp;</li></ol>



<p><strong>Dica:</strong> Pode ajustar o conteúdo de base líquida (água ou água de coco) conforme preferir a textura do seu sumo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Salada Detox de cenoura e curgete </strong></h3>



<p><strong>Ingredientes:&nbsp;</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>4 cenouras;&nbsp;</li><li>10 tomates cereja;&nbsp;</li><li>½ alho francês;</li><li>½ curgete;&nbsp;</li><li>3 cogumelos Paris;&nbsp;</li><li>2 colheres de sopa de sementes de abóbora;</li><li>1 laranja.&nbsp;</li></ul>



<p><strong>Modo de preparação:&nbsp;</strong></p>



<ol class="wp-block-list"><li>Lave bem os vegetais que vai utilizar;</li><li>Com o descascador de cenoura, fatiar as cenouras em tiras, cortar os tomates cereja em 4 partes iguais e cortar finamente o alho francês;</li><li>À parte espiralizar a curgete com casca utilizando um aparelho próprio;</li><li>Fazer uma cama de cenoura e curgete. Dispôr os restantes ingredientes a gosto. Está pronto a servir.</li></ol>



<p><strong>Dica: </strong>Pode optar por temperar esta salada com 2 colheres de sopa de vinagrete de chia. </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-g0V54' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>13 Dicas para retomar os bons hábitos alimentares depois das férias</title>
		<link>https://simplyflow.pt/13-dicas-para-retomar-os-bons-habitos-alimentares-depois-das-ferias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lillian Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2020 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Lillian Barros]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desculpas ou não, nem sempre é fácil voltar às rotinas alimentares depois das férias grandes. Por&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/13-dicas-para-retomar-os-bons-habitos-alimentares-depois-das-ferias/">13 Dicas para retomar os bons hábitos alimentares depois das férias</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Desculpas ou não, nem sempre é fácil voltar às rotinas alimentares depois das férias grandes. Por isso partilho algumas sugestões para facilitar a vida de quem quer voltar ao foco depois das férias.</strong></p>



<p>Como nutricionista sei que nem toda a gente consegue encarar um acompanhamento nutricional ou a aplicação de uma dieta (diga-se plano alimentar) como uma opção. Os motivos podem vários. Desculpas ou não, nem sempre é fácil.</p>



<p><strong>A verdade é que existem estratégias simples que podem fazer toda a diferença na balança.</strong>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>13 Dicas para retomar os bons hábitos alimentares depois das férias: </strong></h2>



<p>Deixo aqui algumas sugestões de pequenas alterações que poderá incluir no seu dia-a-dia que podem ajudar (e muito) a perder peso, ganhar energia e a (re)iniciar um <a href="https://simplyflow.pt/17-dicas-simples-e-faceis-para-ser-mais-saudavel/">estilo de vida mais saudável</a>.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-3uxvy' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Cuidado com as distrações à hora da refeição</strong> –<strong> </strong>Pode ser uma boa conversa, companhia de um bom livro ou um programa interessante na TV, e, sem dar conta, pode ainda estar a comer mesmo depois de já se sentir saciado, aumentando a quantidade de calorias ingeridas;</li><li><strong>Não levar os tachos para a mesa</strong> &#8211;<strong> </strong>Quando terminamos o nosso prato, se tivermos as travessas ou tachos na mesa há maior probabilidade de nos servirmos novamente “só mais um bocadinho”. Para evitar repetir, deixe os tachos na cozinha (no fogão, no balcão…), se não tem motivação para se levantar e ir buscar “mais um bocadinho” então é porque afinal não é fome, mas, sim, vontade de comer;</li><li><strong>Incluir alimentos que ajudam a saciar</strong> [ricos em boas gorduras e/ou fibras, que têm um papel importante na saciedade] como farelos, frutas, hortícolas, sopas, saladas, escolhendo sempre alimentos integrais;</li><li><strong>Evitar “molhos” para saladas </strong>–<strong> </strong>os molhos prontos para saladas podem ser uma caloria desnecessária visto que pode optar por usar vinagretes caseiros sem conservantes e corantes, igualmente apetitosos, com uma qualidade nutricional superior e menos calóricos. Pode também temperar com limão ou vinagre de maçã, e dessa forma diminuir o valor energético do molho que acompanha a salada;</li><li><strong>Evitar excesso de azeite nos preparos e nas saladas</strong> – 1 colher de sopa de azeite contém em média 90 kcal. Uma salada inofensiva (de 250 kcal) pode virar hipercalórica se adicionar 5 colheres de sopa de azeite (acrescendo valor calórico para aproximadamente 500 kcal). Nem tudo o que é saudável é baixo em calorias, e o azeite é prova disso;</li><li><strong>Porções </strong>– “Comemos com os olhos” e não só! Temos um olfato que muitas vezes nos leva a completar o prato com alimentos apetitosos excedendo a quantidade energética que o nosso corpo precisa. Optar por porções menores pode ajudar a perceber quando a saciedade é atingida e, então, respeitar os limites do seu corpo;</li><li><strong>Bebidas </strong>– 150ml de sumo natural de laranja equivale ao açúcar de, em média, 4 laranjas, e portanto às calorias destas mesmas 4 peças de frutas. O consumo de sumos de frutas, apesar de saudável, deve ser medido, bem como a ingestão de bebidas alcoólicas que também fornecem uma quantidade grande de calorias;&nbsp;</li><li><strong>Lanches entre refeições </strong>– Ter períodos longos sem se alimentar pode influenciar o apetite e fazer com que coma muito mais do que normalmente comeria se tivesse feito os lanches antes da refeição;</li><li><strong>Frutas secas desidratadas vs frutas frescas </strong>– As frutas secas são uma alternativa prática as frutas frescas, mas é preciso lembrar que elas também são mais calóricas. Por terem volume reduzido, é muito fácil consumir em excesso, portanto é preferível incluir frutas frescas nos lanches;&nbsp;</li><li><strong>Consumo de água/</strong><a href="https://simplyflow.pt/mitos-e-verdades-sobre-chas-detox/"><strong>infusões</strong></a><strong> ao longo do dia</strong> –<strong> </strong>A água ajuda a fazer com que a sensação de saciedade se faça presente mais constantemente durante o dia. Quando for fazer uma refeição ou um lanche e não tem a tal da “fome de leão”, a tendência é comer menos, diminuindo a ingestão calórica;</li><li><strong>Faça uma entrada saudável </strong>&#8211; Iniciar a refeição principal com uma sopa de legumes ajuda a não petiscar as entradas clássicas, como pão com manteiga, queijinhos curados, patês e a controlar o apetite para a refeição principal;&nbsp;</li><li><strong>Saladas e legumes sem culpa </strong>&#8211; Garanta que metade do seu prato está ocupado por legumes ou salada, independentemente de ter havido sopa como entrada. Os hortícolas são alimentos muito ricos em água e fibra, motivo pelo qual são óptimos aliados da saciedade e extremamente baixos em calorias, aproveite e abuse dos verdes;</li><li><strong>Ler rótulos</strong> &#8211; Para ter a certeza que não está a boicotar resultados quando o pecado nem é escolhido por si aprenda a ler rótulos nutricionais. Muitas vezes consumimos açúcar, sal e gorduras desnecessárias sem saber pois são adicionados aos alimentos que compramos. Saber interpretar rótulos nutricionais é fazer escolhas conscientes.</li></ol>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-3uxvy' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>Mitos e verdades sobre chás detox</title>
		<link>https://simplyflow.pt/mitos-e-verdades-sobre-chas-detox/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lillian Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2020 07:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Lillian Barros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=12474</guid>

					<description><![CDATA[<p>Qual o melhor chá para drenar? E para ajudar a melhorar o trânsito intestinal? Quais as&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/mitos-e-verdades-sobre-chas-detox/">Mitos e verdades sobre chás detox</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Qual o melhor chá para drenar? E para ajudar a melhorar o trânsito intestinal? Quais as ervas ou frutos que devo escolher para um bom antioxidante com efeitos anti-envelhecimento? Existe algum ingrediente que ajude a controlar o apetite? Deverá tomá-los com moderação? Quais as suas limitações e contraindicações?</strong></p>



<p>Não é de agora que os chás, as ervas secas ou frescas e as mezinhas fazem parte do leque de curas e remédios caseiros das nossas avós e a verdade é que muitas delas podem ser um excelente aliado na eliminação de toxinas e na reposição de elementos antioxidantes que façam frente às agressões do stress do dia-a-dia e às consequências dos radicais livres. Basta sabermos utilizar os ingredientes certos e estas podem ser formas alternativas de hidratar e garantir o aporte de água em conjunto com propriedades complementares do mais variado tipo.</p>



<p>As infusões são uma grande ajuda durante o processo detox e que nas estações mais frias, quando tomadas quentes, podem ser uma excelente forma de aquecer o organismo sem ter de recorrer a alimentos mais calóricos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como limpar o organismo?</strong></h2>



<p>Num processo detox os rins são órgãos fundamentais para a eliminação de toxinas do nosso organismo. Tanto das toxinas produzidas internamente pelo próprio organismo, como as ingeridas do meio externo. É a partir deles que é feita a filtragem dos nossos fluídos corporais, com a consequente produção de urina. É através desta mesma urina que conseguimos expelir a maior parte dos elementos que o nosso organismo não necessita e que podem ser potencialmente tóxicos. Para que estes órgãos funcionem da forma mais eficiente<strong> é fundamental um correto aporte de líquidos</strong>, caso contrário estes depuradores naturais vêem-se obrigados a concentrar a urina para que numa quantidade mínima de água consigam eliminar a máxima quantidade de elementos indesejados.</p>



<p>É este pilar tão simples e tão importante que é a hidratação que, muitas vezes, é esquecida ou posta de lado e que pode tão bem ser colmatada com a preparação de chás, tisanas ou infusões variadas sem a adição de açúcar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância de consumir chás, tisanas ou infusões variadas sem a adição de açúcar </strong></h2>



<p>O seu consumo é especialmente útil na fase inicial da desintoxicação onde o organismo se encontra mais sobrecarregado e muitas vezes o consumo de água não chega sequer ao litro e meio recomendado. Para além das funções específicas de cada erva ou fruta utilizada, o seu consumo não açucarado<strong> contribui de forma substancial para a correta hidratação ao longo do dia</strong>.</p>



<p>Mas, antes demais, para entender o que é um chá detox, precisamos saber em primeiro lugar o que significa o termo “detox”, tanto utilizado nos últimos anos para vender um sem fim de produtos tantas vezes apresentados como milagrosos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é um detox? </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-rkU1b' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Na verdade, o organismo humano tem a capacidade de aproveitar a maioria dos elementos fundamentais ao seu equilíbrio e, na maioria das vezes, de eliminar o que lhe é prejudicial, irrelevante ou excessivo. São estes elementos que não aportam benefícios e que podem ter um papel potencialmente nefasto que são considerados tóxicos para o nosso organismo. Entende-se como desintoxicação qualquer processo que potencia a eliminação destes elementos ou a sua transformação em componentes tolerados pelo corpo humano. O nosso corpo, quando bem nutrido e em equilíbrio, consegue transformar e eliminar estes componentes.&nbsp;</p>



<p>Uma alimentação detox que incluí (ou não) estes ditos chás ou infusões é uma alimentação que fornece, em parte, elementos nutricionais ou funcionais que permitem o nosso organismo funcionar na sua plenitude e executar as suas funções orgânicas de forma mais eficaz e eficiente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A utilização de sumos, águas, chás, infusões ou tisanas detox é uma técnica da nutrição funcional. </strong></h2>



<p>Há muito que utilizo esta técnica na minha prática clínica com o objetivo estimular e/ou auxiliar a eliminação de substâncias nocivas ao organismo. Estes são os aliados ideais, pois os seus componentes possibilitam a melhoria do funcionamento hepático, intestinal, renal e do próprio funcionamento orgânico global, permitindo ao organismo metabolizar de forma mais eficiente todos os ingredientes a que é exposto no decurso da sua vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são as principais ervas usadas em chás detox? </strong></h2>



<p>Alguns chás e infusões podem trazer benefícios para a saúde, para além de ajudarem neste processo detox ou de eliminação. Isso acontece devido à ação conjunta de antioxidantes e fitoquímicos que estão presentes em alguns alimentos e ervas medicinais, facilitando o trabalho do organismo em eliminar toxinas pelas vias naturais. As principais ervas usadas com esta função são a <strong>cavalinha, chá verde, hibisco, gengibre, dente-de-leão, hortelã</strong>, mas existem muitas outras. Uma sugestão para as infusões é sempre variar os ingredientes e também acrescentar especiarias como canela, cravo da Índia (cravinho), cardamomo e açafrão, por exemplo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>15 Benefícios de um detox: </strong></h2>



<p>São inúmeros os benefícios sentidos com uma alimentação limpa, equilibrada, funcional e detox como:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Aumentar a sua Energia;</li><li>Perder Peso;</li><li>Fortalecer o Sistema imunitário;</li><li>Melhorar o aspeto da Pele;</li><li>Aumentar o consumo de alimentos de origem vegetal;</li><li>Reduzir valores de colesterol sanguíneo;</li><li>Clareza Mental e melhoria da memória;</li><li>Cabelo forte e saudável;</li><li>Sensação de Leveza;</li><li>&nbsp;Anti-envelhecimento;</li><li>Sensação de bem-estar;</li><li>Drenar e desinchar;</li><li>Melhorar a circulação sanguínea e linfática;</li><li>Regular o trânsito intestinal;</li><li>Prevenir ou retardar doenças infeciosas e degenerativas.</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que deve ter em atenção antes de fazer um detox: </strong></h2>



<p>É importante ter cuidado pois nem todos os chás e infusões podem e devem ser consumidos com frequência e grandes quantidades. Alguns deles possuem ação laxante, termogéncia, diurética, entre outras, e, por isso, não são aconselhados para todas as pessoas.&nbsp;</p>



<p>Vale a pena destacar também que o ideal é fazer a sua infusão com a erva fresca ou seca, com a técnica correta para que todos os fitoquímicos sejam preservados, nomeadamente no que toca à temperatura da água para a sua preparação.</p>



<p>Não existe uma fórmula mágica para emagrecimento. Juntamente com outros factores os chás contribuem na perda de peso, porém não fazem milagres.</p>



<p><strong>É importante que fale com um especialista de forma a retirar todos os benefícios de uma alimentação detox e garantir que o seu organismo se mantém saudável e em equilíbrio. </strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-rkU1b' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>17 Dicas simples e fáceis para ser mais saudável</title>
		<link>https://simplyflow.pt/17-dicas-simples-e-faceis-para-ser-mais-saudavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lillian Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 07:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Lillian Barros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estarmos saudáveis é, agora, mais importante que nunca. Por isso, aqui deixo algumas recomendações alimentares e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estarmos saudáveis é, agora, mais importante que nunca. </strong>Por isso, aqui deixo algumas recomendações alimentares e não só.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como ser mais saudável? </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-EbgTC' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list"><li>É importante <strong>manter a hidratação</strong>. Não se deve esquecer de beber água durante o dia e, caso precise de sentir um aconchego, opte por infusões quentes ou mornas;</li><li><strong>Tenha sopa sempre feita </strong>para iniciar as refeições e, eventualmente, acalmar a fome/vontade de comer ao longo do dia. Pode preparar e congelar em doses individuais para ser mais fácil a organização;</li><li><strong>Não leve as panelas para a mesa</strong>. Sirva no prato aquilo que pretende e tente não repetir por gulodice;&nbsp;</li><li><strong>Adicione canela nos iogurtes, café ou outras bebidas</strong>. Ajuda a controlar o apetite específico por doces;</li><li>Coma 2-3 peças de fruta por dia. <strong>Prefira as frutas e legumes ricos em vitamina C</strong>, como laranja, kiwi, papaia, frutos silvestres, brócolos, couve flor, tomate;</li><li>Se possível, <strong>preferir mel com própolis</strong> ou, eventualmente, comprar um suplemento de própolis.&nbsp;</li><li><strong>Consumir alimentos ricos em selénio</strong>, como castanha do Brasil (ou castanha do Pará), gema de ovo, arroz, sementes de girassol, frango;</li><li><strong>Cozinhar frequentemente com alho cru ou esmagado, gengibre</strong> (nas sopas, infusões)<strong>, açafrão, aipo</strong>;</li><li><strong>Consumir alimentos ricos em zinco</strong>, como feijão de soja, peru, sementes de abóbora, frutos secos;&nbsp;</li><li>É importante <strong>incluir na refeição principal hortícolas crus ou cozinhados</strong>, por isso quando for ao supermercado (ou encomendar online), não se esqueça de incluir legumes frescos e também congelados. Existem embalagens simples com couve-flor e brócolos, espargos, cogumelos, espinafres, couves de Bruxelas, entre outros, que facilitam a nossa vida quando os frescos terminam. Inclua também alguns enlatados como atum ao natural, grão, feijão, polpa de tomate, entre outros;</li><li><strong>Tente não restringir demais</strong>, pode ter o efeito contrário e levá-la a compulsão;</li><li><strong>Escolha hidratos de carbono complexos</strong>, mais saciantes e ricos em fibra alimentar;</li><li><strong>Aprenda a distinguir fome fisiológica de fome emocional</strong>;</li><li><strong>Tente dormir, pelo menos, 8 horas seguidas</strong>. É a melhor arma para o sistema imunitário. Para isso, tente deitar-se sempre à mesma hora e acordar à mesma hora. As rotinas ajudam muito no sono;</li><li>Para <strong>manter os níveis de vitamina D</strong>, se possível, apanhe 15 minutos de sol por dia;&nbsp;</li><li><strong>Faça exercício físico, pelo menos, 3 vezes por semana</strong> (mínimo de 30 minutos), seja caminhada, andar de bicicleta, corrida, treino YouTube ou outra atividade que se adeque;</li></ol>



<p>E, por último, se anda stressada(o),<strong> experimente fazer meditação</strong>. Bastam 5 minutos só para si, em silêncio, controlando a respiração. Vai ver que ao fim de uma semana vai sentir diferenças.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-EbgTC' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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