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	<title>Leila Teixeira, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Leila Teixeira, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>A arte do greenwashing</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-arte-do-greenwashing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leila Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2020 07:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Leila Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe identificar quando um produto não é tão “verde” quanto o pintam? Não podemos negar que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sabe identificar quando um produto não é tão “verde” quanto o pintam?</strong></p>



<p>Não podemos negar que a sustentabilidade está na moda. Com os crescentes sinais de alarme sobre o que andamos a fazer à nossa casa comum, tem-se assistido a uma nova tendência de mercado: os consumidores estão a tornar-se mais exigentes, mais conscientes e mais criteriosos nas suas compras, o que, por sua vez, potencia o aparecimento dos mais variados produtos que se auto intitulam «verdes», «amigos do ambiente» e «sustentáveis», com o objetivo de passarem pelo novo crivo apurado dos consumidores. Como jogadoras atentas que são, as empresas aperceberam-se cedo desta tendência e as estratégias de venda passaram a ser definidas tendo por base estas características, enaltecendo-as e, muitas vezes, embelezando informações específicas sobre um determinado produto. Infelizmente, aquilo que deveria ser algo positivo é, na maioria das vezes, ofuscado pelos interesses de uma indústria que tem os dias contados. Esta tendência assustadora de nos tentarem vender «gato por lebre» é chamada de greenwashing.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A arte do greenwashing </strong></h2>



<p>Apesar de, provavelmente, já ter ouvido falar deste conceito e saber mais ou menos do que se trata, <strong>será que consegue identificar casos de greenwashing quando os vê?</strong> Existe uma série de questões às quais pode (e deve) estar atento e, para nos ajudar nesta tarefa inglória, o projeto TerraChoice apresentou-nos, em 2013, os principais «pecados» praticados por governos e empresas nesta batalha pela conquista dos consumidores. Conheça os principais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>Conheça os três principais tipos de greenwashing<em> </em>que estamos mais habituados a ouvir:</strong></strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-cGsgo' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Pecado dos atributos omitidos</strong> – que se verifica sempre que se destaca apenas um benefício ambiental, «esquecendo» convenientemente os restantes. Por exemplo, afirmar que um produto é biodegradável, quando, (1) ainda não existem estudos suficientes que o comprovem (fazendo a ligação com o «pecado» seguinte), e (2) é ignorado o facto de se estarem a utilizar recursos alimentares para os produzir;</li><li><strong>Pecado da falta de provas</strong> – verifica-se quando são enaltecidos determinados benefícios ambientais de um produto, sem que os mesmos estejam (ou possam) ser comprovados. Nesta categoria podem encontrar-se, por exemplo, produtos de cosmética que dizem que são livres de determinada substância química, quando não existe nenhuma certificação que o comprove, ou publicidade como «a lâmpada mais eficiente do mercado» ou «produto não testado em animais», mais uma vez, sem forma de aferir a veracidade destes argumentos;</li><li><strong>Pecado da promessa vaga</strong> – quando existe, por exemplo, a banalização de certos atributos como «produtos livre de químicos» (bem, como assim?&#8230;), «100% natural» (quando urânio, arsénio e outros venenos são também considerados «naturais», já que existem na natureza), «verde» ou «amigo do ambiente».</li></ol>



<p>Dito de outra forma, <strong>existe greenwashing quando as empresas se apropriam de certas características de um produto, que podem ou não ser benéficas para o ambiente, e as utilizam como vantagens de venda, através da sua inclusão em estratégias de marketing, de publicidade e de relações públicas</strong>. Por outras palavras, é a manipulação de determinada informação, de forma a que daí advenha uma vantagem de mercado para o seu produtor ou para a empresa que o comercializa.</p>



<p><strong>Nem sempre é fácil percebermos quando aquilo que nos estão a dizer não corresponde à verdade – bem, pelo menos a toda a verdade.</strong> Por isso mesmo, no meu livro «<a href="https://www.livroshorizonte.pt/produto/defender-o-futuro/">Defender o Futuro – Manual para o Cidadão Consciente</a>», pode encontrar esta e outras das principais «Mentiras Verdes» que nos tentam vender quando falamos de sustentabilidade, explicadas de forma simples, mas extremamente esclarecedora. O preço oculto das nossas coisas, a obsolescência programada ou o mito da reciclagem são algumas delas e pode ter a certeza que nunca mais irá olhar para estas questões da mesma forma depois de perceber como funciona realmente o mercado e descobrir todas as coisas que ninguém quer que saiba. </p>



<figure class="wp-block-video aligncenter"><video controls src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/08/DEFENDER-O-FUTURO-FACEBOOK_versao-Livros-Horizonte_v4-1.mp4"></video></figure>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-cGsgo' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>5 coisas que pode fazer para ter um impacto mais positivo no planeta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leila Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 07:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Leila Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem sempre é fácil medirmos o impacto real que as nossas ações têm no planeta, mas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nem sempre é fácil medirmos o impacto real que as nossas ações têm no planeta, mas existem alguns hábitos que podemos alterar para que este impacto seja mais positivo.&nbsp;</strong></p>



<p>Como poderá verificar, não é necessário alterarmos totalmente o nosso estilo de vida para o fazer e pode mesmo começar já hoje a fazer a sua parte.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 coisas que pode fazer para ter um impacto mais positivo no planeta:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-9pGvO' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Coma menos carne </strong></h3>



<p>A indústria pecuária é a principal emissora de gases de efeito de estufa a nível mundial. Como se não bastasse, mais de metade da água potável do mundo é destinada à pecuária e grande parte dos desmatamentos que existem atualmente são destinados a transformar-se em áreas de pastagem – o que significa que estamos a utilizar uma larga parte de áreas de cultivo para cultivar alimento para os animais – e a tendência é este fenómeno continuar a aumentar. Mesmo que não consiga deixar a carne de vez, se quer fazer a diferença, diminua o seu consumo o máximo possível.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Plante uma árvore </strong></h3>



<p>As árvores têm um papel fundamental no nosso planeta e são muitas vezes deixadas para segundo plano. São as árvores que nos dão oxigénio para respirar e são as árvores que ajudam a absorver o CO<sub>2</sub> que está em excesso na atmosfera e que nos é prejudicial. Mas são precisas muitas árvores para que este trabalho seja bem feito.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Acabe com as faturas em papel </strong></h3>



<p>Mais de 100 milhões de árvores são abatidas anualmente para produzir papel que utilizamos em coisas desnecessárias, como as faturas ou os folhetos publicitários. Embora não possa controlar isto diretamente, quando recusa este tipo de coisas (recusar faturas e/ou evitar publicidade não solicitada), está a dar um sinal ao mercado de que algo precisa de mudar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Compre local </strong></h3>



<p>A pegada ecológica dos bens que consome é tanto maior quanto mais longínqua for a sua origem. Felizmente, isto é algo que pode facilmente controlar, optando por comprar em mercados locais ou diretamente a produtores da zona em que habita.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Evite os descartáveis  </strong></h3>



<p>Os descartáveis são, neste momento, um dos maiores problemas ambientais que enfrentamos. E não, o problema não são apenas os descartáveis feitos de plástico. Descartável, por definição, significa algo que é usado apenas uma vez e, num planeta finito com recursos finitos, esta prática é, no mínimo, insustentável. É claro que, se para além de ser descartável, também for de plástico, estamos a aumentar ainda mais o problema. Mas desengane-se se acha que as opções biodegradáveis estão aqui para resolver este problema. São descartáveis à mesma. Melhores, mas descartáveis. E, por isso, de evitar.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-9pGvO' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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