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	<title>Joana Pinho, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Joana Pinho, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Como aproveitar o verão de forma equilibrada (e feliz!)</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-aproveitar-o-verao-de-forma-equilibrada-e-feliz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Pinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Pinho]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não se trata de perfeição, mas, sim, de viver de forma consciente. E acredita: um verão equilibrado é um verão bem mais saboroso, por  dentro e por fora.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-aproveitar-o-verao-de-forma-equilibrada-e-feliz/">Como aproveitar o verão de forma equilibrada (e feliz!)</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Verão é sinónimo de sol, praia, férias e, claro, gelados! Para muitos, é a estação mais aguardada do ano. Para outros, que estão num processo de perda de peso ou a tentar criar e manter bons hábitos alimentares, é um causador de ansiedade. A boa notícia é que não é preciso escolher entre viver o verão de forma prazerosa e leve ou manter uma alimentação equilibrada. É possível conjugar os dois, com flexibilidade e sem culpa!</strong></p>



<p>No verão saímos da nossa rotina habitual, vamos de férias, fazemos e comemos coisas diferentes e está tudo bem com isso. Aliás, é aconselhado, porque fugir da rotina faz parte de um estilo de vida saudável. O segredo para manter o equilíbrio é fazer escolhas conscientes e não cair no extremismo do “agora é tudo ou nada”. Ou seja, não tens de abdicar do teu gelado preferido. No entanto, tens opções muito mais leves do que os cones cheios de cobertura e recheio, se quiseres fazer uma escolha mais consciente ou consumir gelados com maior frequência.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Gelados &#8211; Quais as melhores escolhas?</strong></h2>



<p>Os gelados de gelo, gelado de leite com fruta ou mesmo um mini gelado infantil são boas alternativas que podem ter menos de 100 kcal, uma diferença gigante face aos gelados mais calóricos que podem ter 300 a 400 kcal ou até uma bola de Berlim que pode chegar às 500 Kcal!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E quanto à bola de Berlim…&nbsp;</strong></h2>



<p>Para muitos é tradição comer uma bola de Berlim na praia. Se for o teu caso ou se te apetecer, podes comê-la, saboreando e aproveitando o momento com prazer e sem culpa. No entanto, se vais de férias uma semana não precisas de comer uma bola todos os dias, certo?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Podes fazer sempre escolhas inteligentes que te garantam prazer sem prejudicar os teus&nbsp; objetivos.</strong></h2>



<p>Por exemplo, <strong>na esplanada</strong> também tens opções interessantes e menos calóricas, como café com gelo (menos convencional, mas delicioso!), água com limão e hortelã ou frize light. Para petiscar, os tremoços, azeitonas, percebes ou moelas são excelentes alternativas. Se quiseres algo mais composto, pensa em wraps de frango grelhado, saladas completas (sem molhos pesados e atenção às “saladas bomba”, que têm mais calorias que uma pizza!) ou sandes em pão escuro com recheios simples e saciantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nas férias, com uma rotina diferente é natural fazeres menos refeições por dia. Se estás a dormir mais ou a fazer refeições com maior quantidade, não precisas forçar os lanches habituais</strong><strong><em>. </em></strong><strong>Escuta o teu corpo.</strong></h2>



<p>Tenta intercalar as refeições mais indulgentes com mais leves. Por exemplo, se jantaste uma pizza deliciosa à beira-mar, no dia seguinte, ao almoço, podes escolher um prato de peixe grelhado com salada e arroz. Lembra-te: não vais estragar a tua jornada <strong>por saborear um prato típico, </strong>uma <strong>sobremesa especial </strong>ou <strong>brindar com vinho. </strong>A culpa não tem lugar à mesa. Escolhe com intenção. Come devagar. E aproveita cada momento — porque isso também é saúde.</p>



<p>Se vais <strong>passar o dia fora</strong>, numa caminhada, passeio ou a estender a toalha na <a href="https://www.instagram.com/joanapinho.nutricionista/p/DLiTS0ToC3z/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">praia</a>, prepara um mini “kit sobrevivência” para levares contigo com alimentos que te vão ajudar a manter uma alimentação equilibrada. É muito prático e vai evitar decisões impulsivas de última hora! </p>



<p>Podes incluir:&nbsp;</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-D8dSe' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>• Fruta fresca (maçã, pêssego, uvas, cerejas&#8230;);&nbsp;</p>



<p>• Fruta desidratada em saquetas individuais (20g);&nbsp;</p>



<p>• Queijinhos Babybel, mini mozzarellas ou iogurte proteico;&nbsp;</p>



<p>• Tortitas de arroz ou milho, gressinos, tostas;&nbsp;</p>



<p>• Frutos gordos (amêndoas, caju, avelãs&#8230;);&nbsp;</p>



<p>• Barras proteicas com poucos açúcares;&nbsp;</p>



<p>• Gelatina fresca com fruta;&nbsp;</p>



<p>• Snacks no frasco: iogurte natural, aveia, sementes de chia e morango — delicioso!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Adapta a atividade física às férias.</strong></h2>



<p>Para além disso, não tens de “compensar” o jantar com uma corrida no dia seguinte. Em vez disso, faz uma caminhada ao fim da tarde, nada no mar, brinca com os miúdos, explora a vila a pé, sobe as escadas em vez de usar o elevador. São todas ótimas formas de te manteres ativa com prazer. O que importa é mexeres-te, não precisa de ser obrigatoriamente um “treino”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Outro aspeto essencial é a hidratação!</strong>&nbsp;</h2>



<p>Por isso, anda sempre com uma garrafinha de&nbsp; água atrás. Se não fores fã de água simples, junta-lhe rodelas de limão, pepino ou folhas de hortelã. A hidratação é ainda mais importante em dias de calor e sol.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Acima de tudo, lembra-te disto: férias não são para contar calorias. São para criar&nbsp; memórias.&nbsp;</strong></h2>



<p>Por isso, em vez de te focares no que “não podes”, escolhe o que te faz bem, o que te sabe bem e o que te ajuda a continuar a sentir-te no teu melhor, mesmo fora da&nbsp; rotina.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aproveita o verão com prazer e equilíbrio. </strong></h2>



<p>Não se trata de perfeição, mas, sim, de viver de forma consciente. E acredita: <strong>um verão equilibrado é um verão bem mais saboroso, por dentro e por fora</strong>. </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-D8dSe' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>



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		<item>
		<title>Leguminosas: Amigas ou inimigas da dieta?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/leguminosas-amigas-ou-inimigas-da-dieta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Pinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 05:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Pinho]]></category>
		<category><![CDATA[Leguminosas]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o objetivo é perder peso com uma alimentação saudável, as leguminosas muitas vezes dividem opiniões. Afinal, elas ajudam ou atrapalham?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando o objetivo é perder peso com uma alimentação saudável, as leguminosas muitas vezes dividem opiniões. Afinal, elas ajudam ou atrapalham? Vamos explorar mitos, verdades e descobrir por que as leguminosas são tão versáteis e valiosas para quem procura emagrecer e conquistar um estilo de vida saudável.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O poder das leguminosas</strong></h2>



<p>Ervilhas, favas, feijão (branco, vermelho, preto), grão-de-bico, lentilhas, tremoços e até as menos conhecidas feijocas e chícharos formam um grupo alimentar diverso. Apesar de existirem em diferentes formatos — frescas, secas ou enlatadas —, o seu impacto positivo na alimentação é inegável. As leguminosas destacam-se por serem ricas em  proteínas, fibras e hidratos de carbono complexos, que promovem uma saciedade prolongada e regulam os níveis de energia ao longo do dia.</p>



<p>Além disso, são excelentes fontes de vitaminas do complexo B, ferro, zinco, magnésio, potássio e antioxidantes. Esses nutrientes não só fortalecem o organismo, como também ajudam na prevenção de doenças crónicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mitos e verdades</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>As leguminosas engordam? Mito!</strong> O que realmente importa é a quantidade e a  forma como são preparadas. Como alimentos com baixo teor de gordura e ricos em fibras, ajudam a controlar o apetite e podem ser grandes aliadas na perda de  peso.</li>



<li><strong>Causam desconforto gastrointestinal. Verdade, mas&#8230;</strong> Esse desconforto pode ser minimizado com boas práticas na cozinha, como demolhar as leguminosas, trocar a água da demolha e enxaguar as versões enlatadas.</li>



<li><strong>São fontes completas de proteína. Mito! </strong>As leguminosas têm proteínas de baixo valor biológico, mas, combinadas com cereais (como o clássico arroz com feijão),  oferecem uma proteína de alto valor biológico.</li>



<li><strong>São amigas da dieta? Verdade!</strong> Quando pensamos em alimentação equilibrada e em gestão de peso, as leguminosas merecem um destaque especial. Este grupo  alimentar, muitas vezes visto com desconfiança, é uma verdadeira mais valia nutricional.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Combinações inteligentes</strong></h2>



<p>Para tirar o máximo proveito das leguminosas, a combinação é essencial:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-slSao' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Com cereais:</strong> Arroz com feijão é o exemplo clássico. Essa junção oferece todos os  aminoácidos essenciais, formando uma proteína completa.</li>



<li><strong>Com alimentos ricos em vitamina C: </strong>Um simples toque de limão numa salada  com grão-de-bico melhora a absorção do ferro presente nas leguminosas.</li>



<li><strong>Evite combiná-las com café ou chá:</strong> Essas bebidas inibem a absorção de minerais como ferro.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A questão dos antinutrientes</strong></h2>



<p>As leguminosas contêm compostos naturais, como saponinas e fitatos, que podem  reduzir a absorção de certos nutrientes. Contudo, esses mesmos compostos também têm propriedades antioxidantes e protetoras contra doenças. A solução? Cozinhá-las bem para melhorar a biodisponibilidade dos nutrientes e aproveitar os seus  benefícios.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inspiração na cozinha</strong></h2>



<p>Pode incorporar leguminosas no dia a dia de variadas formas, é fácil e simples. As  leguminosas podem ser a base de uma salada fresca, com feijão-frade, atum e pimentos, temperado com azeite ou o destaque de um prato quente, com feijão vermelho, ovos  escalfados e tomate, temperado com <a href="https://www.facebook.com/JoanaPinhoNutricionista/posts/pfbid0qdCTsjCHiikbujEKvpK6ne7UyBL32yQ7uRm8VZMRtv59bFbmYocfz4yj5WeWwUHJl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">azeite</a>. E, para os mais criativos, também funcionam muito bem como entradas, tal como o grão-de-bico assado com paprika ou húmus de grão-de-bico cozido e triturado, temperado com cominhos e limão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sustentabilidade e saúde</strong></h2>



<p>As leguminosas não são apenas nutritivas; são também uma escolha sustentável. O seu cultivo utiliza menos recursos naturais, tornando-as uma opção amiga do ambiente.</p>



<p>Com a recomendação de incluir 2 ou mais porções de leguminosas por semana, segundo a Pirâmide da Dieta Mediterrânica, e 1 a 2 porções de leguminosas, por dia, segundo a Roda dos Alimentos, fica claro que elas merecem um lugar de destaque no prato. Quer seja numa salada, sopa ou prato principal, as leguminosas provam que podem ser grandes aliadas na perda de peso e na promoção de uma <a href="https://www.youtube.com/watch?v=fl8kRHEoxdg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alimentação saudável e consciente</a>.</p>



<p>Afinal, <strong>na disputa entre “amiga ou inimiga”, as leguminosas são, sem dúvida, verdadeiras&nbsp; aliadas da “dieta”, contribuindo para um estilo de vida saudável!&nbsp;</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-slSao' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Qual é a relação entre stress e alimentação?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/qual-e-a-relacao-entre-stress-e-alimentacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Pinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[fome emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Pinho]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É verdade que o stress influencia a nossa alimentação, mas sabias que a nossa  alimentação também influencia o nosso stress?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/qual-e-a-relacao-entre-stress-e-alimentacao/">Qual é a relação entre stress e alimentação?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos hoje num ritmo acelerado e emoções como o stress e a ansiedade surgem com frequência. Na tentativa de encontrar um alívio ou algum prazer, muitas pessoas encontram na comida o seu escape – porque realmente comer é um dos maiores prazeres da vida. No entanto, a comida não vai eliminar esta emoção, vai apenas suprimi-la temporariamente. Assim, continuamos sem saber lidar com o stress e o ciclo persiste, com a agravante da culpa e do arrependimento que se seguem – porque nestes momentos de desconforto procuramos refúgio em alimentos como o chocolate, bolachas ou outros com bastante açúcar e gordura. Nunca se ouviu ninguém num momento de stress desejar comer brócolos ou couve-flor, certo?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Este tipo de comportamento – comer para aliviar o stress – representa a nossa&nbsp; fome emocional.&nbsp;</strong></h2>



<p>É importante deixar claro que todos nós somos, em graus&nbsp; diversos, “comedores emocionais” porque procuramos afeto, memórias, conforto e prazer sensorial na comida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A diferença entre a fome emocional saudável e a não saudável é a frequência e a&nbsp; intensidade com que esse “comer emocional” acontece. É como um espectro que&nbsp; vai desde a cor verde (saudável) à cor vermelha (não saudável).</strong></h2>



<p>É um sinal de alerta quando a nossa relação com a comida é predominantemente&nbsp; marcada pela fome emocional, ou seja, quando acontece de forma intensa e&nbsp; frequente no dia-a-dia.</p>



<p>Nestas situações, pode por um lado levar a restrições severas, dietas rígidas e&nbsp; fobias alimentares, e por outro lado ao exagero alimentar. Portanto, a fome&nbsp; emocional, pode mesmo contribuir para a obesidade, para a falta de estratégias&nbsp; para a regulação emocional, para um comportamento alimentar perturbado, e em&nbsp; casos mais graves a uma perturbação do comportamento alimentar, como a&nbsp; compulsão alimentar (que é o extremo mais grave da fome emocional).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para controlarmos a fome emocional é fundamental adotarmos diferentes&nbsp; estratégias, não só a nível alimentar, mas também ao nível do nosso&nbsp; comportamento alimentar.</strong></h2>



<p>O comportamento alimentar é o que acontece mesmo antes da escolha do que&nbsp; vamos comer e quanto vamos comer. É construído a partir do que acreditamos,&nbsp; pensamos e sentimentos em relação à alimentação e do que conhecemos em&nbsp; relação à alimentação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma das ferramentas importantes para trabalhar a mudança do comportamento&nbsp; alimentar é a Terapia Cognitiva Comportamental.&nbsp;</strong></h2>



<p>Esta técnica analisa a relação entre os nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos. Uma pessoa comporta-se de determinada maneira consoante aquilo que pensa e sente perante determinada situação da vida e com isso constrói diferentes hipóteses&nbsp; sobre o futuro e sobre a sua própria identidade.</p>



<p>De acordo com esta técnica, “as nossas emoções e comportamentos são&nbsp; determinados pela forma como interpretamos o acontecimento”. Ou seja, somos&nbsp; nós que atribuímos significado a tudo à nossa volta – às pessoas, aos sentimentos&nbsp; e até ao que nos acontece ao longo da vida. Este significado está dependente das&nbsp; nossas crenças – construção mental que temos e que nos dá uma certa perceção&nbsp; do mundo &#8211; e dos nossos pensamentos.</p>



<p>Por exemplo, uma estratégia para lidar com o stress é encontrar outra atividade&nbsp; para aliviar esse sentimento. Neste caso, cada pessoa vai pensar numa atividade&nbsp; diferente que varia consoante as suas circunstâncias – para umas é comer, para&nbsp; outras será ver um filme, caminhar ou até ligar a um amigo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para além de trabalharmos o comportamento alimentar é fundamental a&nbsp; Reeducação Alimentar.</strong></h2>



<p>Cada vez existem mais mitos espalhados pela internet, fruto da cultura das dietas. Numa alimentação saudável é realmente possível “comer de tudo, mas não tudo”. Aliás, <strong>garantir a felicidade alimentar é imprescindível para uma relação saudável com a alimentação</strong>.</p>



<p>As regras rígidas das dietas restritivas fomentam o sentimento de culpa e a&nbsp; criação de pensamento disfuncionais sobre a comida, consequentemente levando ao aumento da ingestão alimentar e a uma má relação com a&nbsp; alimentação.</p>



<p>A sabedoria popular tem razão: o fruto proibido é realmente o mais apetecido. Se&nbsp; pensares que não podes comer certo alimento, estás a aumentar o teu foco nesse&nbsp; alimento supostamente proibido. É contraproducente &#8211; não vamos deixar de&nbsp; pensar nele até o comermos. E quando cedemos ao “desejo”, entramos num&nbsp; processo de despedida do alimento, como se fosse a última vez que o fossemos comer, o que faz com que comamos mais do que a nossa vontade ou necessidade.&nbsp; Pensamentos como <em>“deixa-me aproveitar ao máximo, que amanhã não posso”</em> ou&nbsp; <em>“é a última vez”</em> levam a extremismos alimentares.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como é possível comer de tudo sem prejudicar a nossa saúde?</strong></h2>



<p>É possível manter uma alimentação saudável e equilibrada sem proibidos através&nbsp; do princípio 80/20. Isto significa comer até 20% do valor energético total diário&nbsp; com alimentos pobres nutricionalmente (ricos em “má” gordura e açúcar) e no mínimo 80% de alimentos ricos nutricionalmente (ricos em micronutrientes, como minerais e vitaminas, ricos em fibra e proteína, pobres em açúcar e “má” gordura). Desta forma garantimos a nutrição do nosso corpo, mas também da nossa alma sem qualquer tipo de restrições.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É verdade que o stress influencia a nossa alimentação, mas sabias que a nossa  alimentação também influencia o nosso stress?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-MrOTe' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A saúde do nosso intestino, que funciona quase como um segundo cérebro, e a&nbsp; qualidade do nosso sono estão relacionadas com a nossa saúde mental. Por isso,&nbsp; cuidar dos intestinos e do sono é também cuidar da nossa mente.</p>



<p>Algumas estratégias que podes adotar nesse sentido são: manter uma excelente&nbsp; hidratação, uma boa variedade alimentar e ainda uma ótima qualidade alimentar.&nbsp; É difícil manter uma mente sã se tiveres défices de nutrientes que fazem o cérebro&nbsp; funcionar, como minerais, vitaminas, fibras e ómega-3, e/ou se consumires em&nbsp; excesso alimentos pobres nutricionalmente que perturbam o bom funcionamento&nbsp; do cérebro, como gordura saturada e trans, açúcar, álcool, corantes e&nbsp; conservantes.</p>



<p>Quando falamos em qualidade alimentar, é importante priorizar a ingestão de alimentos  ricos em triptofano, magnésio e vitamina do complexo B diariamente, pois estes nutrientes contribuem para a produção de serotonina, a hormona da felicidade, essencial para combater o stress. E facilmente encontramos estes nutrientes em alimentos comuns do dia-a-dia, como, por exemplo: <a href="https://www.instagram.com/joanapinho.nutricionista/p/DB9k8BtM_BU/?img_index=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ovos</a>, leite e derivados, arroz, banana, alguns vegetais, carne e peixe. Deves também priorizar alimentos ricos em melatonina e em ómega-3, que ajudam a regular o nosso sono, presentes em alimentos como aveia, sementes, oleaginosas, leguminosas, alguns vegetais e  frutas.</p>



<p>Para além disso, devemos ter especial atenção à quantidade de cafeína, que&nbsp; quando ingerida em excesso pode contribuir para o aumento do stress, bem como&nbsp; o horário em que é consumida &#8211; devemos ingerir nos primeiros terços do dia, ou&nbsp; seja, 8h a 9h antes de deitar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Outra estratégia muito interessante para melhorar a relação com a alimentação é o Mindful Eating.&nbsp;</strong></h2>



<p>Como o próprio nome indica, é a prática de atenção plena no ato de comer. Trata-se de prestar atenção de forma intencional, no momento presente, sem julgamento. É um treino da direção da atenção para a comida, para os sinais internos do corpo, especialmente de fome, de saciedade e de satisfação.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>A forma que comemos é a forma que vivemos, quando  mudamos a forma de comer, mudamos a forma de viver.”</em></strong></p>
<cite>Jan Chozen Bays</cite></blockquote>



<p>Não há dúvida de que as nossas emoções, não só o stress, têm impacto nas  nossas escolhas alimentares e vice-versa. Contudo, existem muitas ferramentas  para construir uma boa relação com a alimentação e gerir melhor as emoções. </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-MrOTe' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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