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	<title>Íris Bravo, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Íris Bravo, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Porque escrevi “A Terceira Índia”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Íris Bravo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[A Terceira Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Infertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Íris Bravo]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Idealizei a Sofia como uma heroína que as representasse e fiz do insucesso da Medicina o ponto de partida da história de “A Terceira Índia”, numa homenagem a todas as mulheres a quem dei alta, pela sua coragem numa batalha em que não alcançaram o tão desejado prémio.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/porque-escrevi-a-terceira-india/">Porque escrevi “A Terceira Índia”</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ser médica e trabalhar em Infertilidade é muito bom. </strong>Acompanhar os casais e fazer a ecografia em que encontro o tão desejado embrião, uma nova vida com um pequeno ponto a piscar no seu interior que significa tanto, faz-me feliz. Emociono-me sempre com aquele extraordinário momento, em que apreciamos em conjunto toda a beleza das formas de feijão do pequeno ser com dez milímetros que vemos no ecrã.</p>



<p><strong>Trabalhar em Infertilidade também é mau. </strong>Porque apesar de conseguirmos ajudar muitos casais, não conseguimos ajudar todos, nem é previsível que o possamos fazer num futuro próximo, e isso é muito frustrante.</p>



<p>É difícil estar à frente de uma mulher que acompanhámos ao longo de vários tratamentos falhados e dizer-lhe que não a podemos ajudar mais. Após termos partilhado as suas angústias e anseios, custa não ter mais nada para lhe oferecer, sabendo que continua a sonhar com um bebé no colo exatamente como no dia da primeira consulta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“A Terceira Índia” é uma homenagem a todas estas mulheres.</strong></h2>



<p>É injusto que outras tenham engravidado e ela não, apesar de ter feito as mesmas injeções, cirurgias e outros procedimentos que lhe propusemos, que ela aceitou cheia de esperança e confiança em nós. Foi a pensar que gostaria de fazer algo que chamasse à atenção para o sofrimento destas mulheres que comecei a escrever o livro: “<a href="https://culturaeditora.pt/products/a-terceira-india?_pos=1&amp;_sid=8c5738fd9&amp;_ss=r" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A Terceira Índia</a>”.</p>



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<p>Idealizei a Sofia como uma heroína que as representasse e fiz do insucesso da Medicina o ponto de partida da história de &#8220;A Terceira Índia&#8221;, numa homenagem a todas as mulheres a quem dei alta, pela sua coragem numa batalha em que não alcançaram o tão desejado prémio, depois de uma luta que é dura e sobre a qual a maioria das pessoas que não passaram por ela pouco sabem.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A história de Sofia</strong></h2>



<p>Foi por isso que escolhi as palavras “a verdade é que me doía” para iniciar a jornada da Sofia, cujo maior desejo é ter uma família e está disposta a tudo para engravidar, algo natural, simples de alcançar e desprovido de sofrimento para a maioria das mulheres, mas não para ela, à semelhança das minhas doentes.</p>



<p>Depois, com o desenrolar da história que ganhou asas e talvez para redimir a “minha” Medicina que não tem resposta para tudo, imaginei que todos aqueles revezes eram necessários, porque ela estava destinada a ir para outros lugares e realizar ações que não aconteceriam se tivesse conseguido a tão desejada gravidez.</p>



<p>Rendi-me ao sincrodestino, essa ideia romântica de que os destinos dos seres humanos estão todos interligados e a acontecer ao mesmo tempo. Se analisarmos uma personagem num determinado momento, pode parecer-nos que está tudo a correr mal, mas porque vemos apenas um pequeno pedaço de um plano maior, só compreensível mais tarde e quando todos os intervenientes se tiverem cruzado.</p>



<p>No fundo, de uma forma um pouco egoísta porque apreciei bastante “a viagem” e “o romance”, acabei por escrever sobre outras causas que também me são queridas e por <strong>perdoar as limitações da Medicina</strong>, que levaram a Sofia para outro país e fizeram com que o mundo se tornasse um lugar um pouco melhor.</p>



<p>E como ela diz e eu também acredito, “<strong>é nas pequenas coisas que se muda o mundo</strong>&#8220;.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="196" height="300" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/A-Terceira-India_Capa-196x300.jpg" alt="A Terceira Índia" class="wp-image-15703" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/A-Terceira-India_Capa-196x300.jpg 196w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/A-Terceira-India_Capa-460x705.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/A-Terceira-India_Capa-160x245.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/A-Terceira-India_Capa-320x490.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/A-Terceira-India_Capa-480x736.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/A-Terceira-India_Capa.jpg 580w" sizes="(max-width: 196px) 100vw, 196px" /></figure></div>



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