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	<title>Irina Ramilo, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Irina Ramilo, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<item>
		<title>Plano de Parto: O que é e como construí-lo?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/plano-de-parto-o-que-e-e-como-construi-lo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Irina Ramilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Irina Ramilo]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de parto]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos tempos, o Plano de Parto tem sido um dos assuntos mais debatidos na área da Obstetrícia. Mas, afinal, o que é um Plano de Parto?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nos últimos tempos, o Plano de Parto tem sido um dos assuntos mais debatidos na área da Obstetrícia. Mas, afinal, o que é um Plano de Parto?</strong></p>



<p>Não existe uma única forma rígida e inflexível de construí-lo. E, não sendo obrigatório, deve elaborá-lo apenas se fizer sentido para si.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é um Plano de Parto?</strong></h2>



<p>O Plano de Parto representa um conjunto de <strong>preferências, reflexões e decisões</strong>. Contudo, não deve ser encarado como um conjunto de normas ou instruções obrigatórias. Ele traduz uma <strong>responsabilização da grávida e/ou do casal</strong> e deve ser respeitado sempre que possível. Ainda assim, é importante lembrar que nem sempre será possível cumpri-lo na íntegra.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A importância de ter um plano A e um plano B</strong></h3>



<p>É fundamental <strong>gerir as expectativas</strong> e compreender os vários fatores que podem interferir no momento do parto &#8211; que são muitos! -, incluindo as intercorrências, as decisões clínicas e o consentimento da grávida.</p>



<p>De facto, o parto em si é um evento de natureza fisiológica, mas também é um momento de grande vulnerabilidade. Como é <strong>altamente imprevisível</strong>, o Plano de Parto deve ser encarado como um <strong>ponto de partida</strong> e um reflexo das preferências daquela grávida e/ou casal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando pensar no Plano de Parto?</strong></h2>



<p>Pode começar a ser pensado, idealizado ou discutido a partir das <strong>28 semanas de gestação</strong>. Apesar de não haver propriamente uma regra,nessa fase já se vai estabelecendo o conceito de uma gravidez efectiva e há também tempo suficiente para esclarecer os diversos pontos e temas nas várias consultas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como criar o seu Plano de Parto</strong></h3>



<p>O Plano de Parto pode incluir todos os aspetos relativos ao parto e pós-parto que sejam importantes para a grávida e/ou o casal. Mas, para o elaborar, é necessário estar <strong>informada de forma concreta, completa e fidedigna</strong>. Dessa forma, será possível discutir as opções com os profissionais de saúde e conhecer alternativas e caminhos disponíveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que pode <a href="https://www.instagram.com/aginecologistadamelhoramiga/p/DAty5VzMvoY/?img_index=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">incluir</a> o Plano de Parto?</strong></h3>



<p>Aqui estão alguns exemplos do que pode ser abordado:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-wrlA7' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>O ambiente</strong>: Preferências sobre privacidade, acompanhantes e profissionais presentes;</li>



<li><strong>Procedimentos de admissão hospitalar</strong>: Tricotomia, clister de limpeza intestinal, canalização de veia ou uso de roupa própria;</li>



<li><strong>Período de dilatação</strong>: Liberdade de movimentos, ingestão de alimentos e número de toques vaginais;</li>



<li><strong>Intervenções médicas</strong>: Preferências sobre descolamento ou rotura de membranas, uso de prostaglandinas, oxitocina ou antibioterapia;</li>



<li><strong>Alívio da dor</strong>: Opções como bola de pilates, massagem, hidroterapia, aromaterapia, técnicas de relaxamento, epidural, entre outras;</li>



<li><strong>Monitorização fetal</strong>: Escolhas sobre a frequência e o método;</li>



<li><strong>Período expulsivo e primeiros momentos do bebé</strong>: Corte tardio do cordão, contacto pele-a-pele, início da amamentação e administração de vitamina K;</li>



<li><strong>Pós-parto imediato</strong>: Indicações para os primeiros cuidados após o nascimento.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Flexibilidade é essencial</strong></h3>



<p>O Plano de Parto deve ser <strong>personalizado e adaptado</strong> a cada mulher e/ou casal.&nbsp;</p>



<p>O que está refletido no Plano de Parto pode ser mutável, não só por motivos clínicos e imprevistos que aconteçam, mas também porque a vontade da <a href="https://www.instagram.com/lusiadas_saude/reel/C6x_aFfMDIj/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">grávida</a> mudou por alguma razão. Devemos então deixar alguns apectos não encerrados em termos de reflexão, mas usar, sim, expressões como <strong>“se manifestar vontade”</strong> ou <strong>“quando solicitado”</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Benefícios do Plano de Parto</strong></h3>



<p>Encare-o como uma ferramenta valiosa para garantir uma vivência mais informada e consciente do parto. Ele ajuda a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Gerir expectativas</strong>, diminuindo medos e ansiedades;</li>



<li>Promover um papel mais ativo no momento do nascimento;</li>



<li>Ter uma experiência mais positiva e diminuir sintomas depressivos ou sequelas pós-parto.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O equilíbrio é a chave</strong></h3>



<p>O meio-termo é o ideal. <strong>Flexibilidade, bom senso, tranquilidade e confiança</strong> são palavras-chave para um Plano de Parto bem-sucedido. Deve ser um <strong>apoio importante</strong>, e não uma fonte de frustração, para que possa viver o momento do parto com serenidade e segurança.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-wrlA7' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ser mãe depois dos 40</title>
		<link>https://simplyflow.pt/ser-mae-depois-dos-40/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Irina Ramilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Irina Ramilo]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os 40 anos já foram considerados uma idade biologicamente demasiado avançada para decidir ter um filho. Hoje, essa ideia dissipou-se!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cada vez existem mais mulheres forçadas a adiar o momento da primeira gravidez, pelo investimento crescente em formação profissional, pela elevada competitividade do mercado de trabalho, mas também porque as relações significativas são difíceis de estabelecer numa era de grandes incertezas. Por outro lado, mulheres já mães, ao aproximarem-se dos 40, ponderam terminar a sua vida reprodutiva. Têm então de tomar a decisão de ter o seu &#8220;último bebé&#8221;. Mas, quais os riscos associados a uma gravidez tardia? Quais os exames a fazer? O que difere uma gravidez após os 40 de outras gestações?</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os 40 anos já foram considerados uma idade biologicamente demasiado avançada para decidir ter um filho. Hoje, essa ideia dissipou-se!</strong></h2>



<p>No entanto, apesar dos avanços da ciência, a idade da mulher continua a ser determinante para o sucesso da gravidez e dos tratamentos disponíveis!!</p>



<p>A mulher nasce com um determinado património de <a href="https://www.instagram.com/p/CqNf1FLMdFC/?img_index=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ovócitos</a>, que vai gastando ao longo da vida. É como se fosse um mealheiro do qual só se tiram moedas e nunca se repõem… não há espaço para aforros! Aliás nem vale a pena ver quantas moedas existem aos 40 anos… já sabemos que vão ser poucas! Mas pode ser o suficiente para sair jackpot!</p>



<p><strong>Se, em qualquer idade materna, é fundamental uma alimentação equilibrada, a prática de exercício físico e evitar hábitos tabágicos e alcoólicos, tudo isto ainda se torna mais pertinente neste grupo etário.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É importante preparar uma gravidez aos 40 anos…planear a gravidez, otimizar a sua saúde e ter uma adequada avaliação pré-concepcional.&nbsp;</strong></h2>



<p>Estudos recentes revelam que neste grupo etário as complicações da gravidez são as mesmas que as observadas nas mulheres mais jovens. No entanto, há maiores riscos:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-zTRdp' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>1. Aborto espontâneo &#8211; resultante do declínio da qualidade ovocitária e das alterações uterinas e hormonais;</p>



<p>2. Gravidez ectópica &#8211; risco 4 a 8 vezes maior nas mulheres &gt; 35 anos, quando comparado com as mulheres com &lt;33 anos;&nbsp;</p>



<p>3. Anomalias cromossómicas, genéticas e congénitas &#8211; secundárias à menor qualidade dos ovócitos;</p>



<p>4. Gestação gemelar &#8211; espontânea ou secundária a técnicas de procriação medicamente assistida;</p>



<p>5. Problemas endócrinos &#8211; diabetes e hipotiroidismo gestacional (que têm uma enorme influência no crescimento dos bebés in-utero, gerando bebés demasiado grandes ou demasiado pequenos);</p>



<p>6. Pré-eclâmpsia &#8211; contribuindo para o risco de recém-nascidos leves para a idade gestacional;</p>



<p>7. Placenta prévia;</p>



<p>8. Parto por cesariana &#8211; discutem-se como causas a diminuição da contratilidade do miométrio, a arteriosclerose das artérias uterinas e a função inadequada do receptor de oxitocina. No entanto, o maior risco de pré-eclâmpsia e placenta prévia também contribui para o desfecho em cesariana.</p>



<p><strong>Para além disso, depois dos 40 anos, a prevalência de doenças crónicas é maior, podendo de algum modo interferir na gestação.</strong></p>



<p>A hipertensão arterial, a diabetes ou o excesso de peso típicos do envelhecimento, aumentam o risco de complicações, morbilidade e mortalidade materno-fetal.&nbsp;</p>



<p><strong>Apesar de todos os riscos, é importante esclarecer que o acompanhamento médico adequado e diferenciado, com monitorizações mais frequentes e intervenção atempada é decisivo.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Felizmente, a evolução da medicina contribui para que a gravidez tardia ou em idade avançada seja cada vez mais bem-sucedida.</strong></h2>



<p>Para o risco aumentado de anomalias cromossómicas existem hoje em dia além de testes invasivos como a amniocentese e a biópsia das vilosidades coriónicas, testes não invasivos que incluem o estudo do DNA fetal no sangue materno com elevada sensibilidade e uma baixa taxa de falsos positivos. Apostar numa ecografia morfológica detalhada é muito importante para o despiste de anomalias congénitas.</p>



<p>O acompanhamento multidisciplinar adquire a sua importância maior na vigilância da gravidez associada a patologia que agrava o curso da gravidez e, não raras vezes, a própria doença é agravada pela gravidez obrigando a vigilância frequente, não só pelo obstetra, mas pelo especialista envolvido no seguimento da patologia em questão, seja endocrinologista, internista, hematologista, nefrologista ou cardiologista.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em 2015, a maternidade tardia representava já quase 30% do total, colocando o nosso país na 5.ª posição da União Europeia.</strong></h2>



<p><strong>Apesar disso, a maioria das mulheres que decidem engravidar numa idade mais tardia têm um desfecho favorável da sua gravidez!</strong></p>



<p>De qualquer modo, é um percurso mais incerto e difícil…mas é demasiado bom acreditar nos nossos sonhos!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-zTRdp' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Menopausa? Já?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/menopausa-ja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Irina Ramilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Irina Ramilo]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa precoce]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A menopausa é um processo natural que precisa de ser encarado como uma fase de cuidados de saúde redobrados. Mas e quando vem cedo demais? </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/menopausa-ja/">Menopausa? Já?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nenhuma mulher sabe exatamente reagir à chegada da menopausa. <em>“Já?”; “É o fim à vista?”.</em> A menopausa é um processo natural que precisa de ser encarado como uma fase de cuidados de saúde redobrados. Mas e quando vem cedo demais? </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a menopausa precoce?</strong></h2>



<p>A menopausa é precoce quando acontece entre os 40 e os 45 anos. Quando é antes dos 40 anos fala-se de insuficiência ovárica prematura. Acontece em cerca de 1-3% das mulheres e é fundamental ser avaliada em consulta porque são situações distintas com intervenções específicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque acontece uma menopausa precoce?</strong></h2>



<p>Numa grande percentagem dos casos a causa não é identificada. Podem ser alterações genéticas, doenças autoimunes, infeções, cirurgias, quimioterapia, radioterapia, fatores ambientais e tabagismo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Que sintomas poderás esperar numa menopausa precoce?&nbsp;</strong></h2>



<p>Com o fim do estrogénio e da progesterona, surgem os sintomas vasomotores &#8211; as <strong>ondas de calor</strong> &#8211; que são sentidos por 80% das mulheres. Esta sensação súbita de calor no peito e face associa-se a transpiração intensa e vermelhidão da pele.&nbsp;</p>



<p>Outros sintomas são as <strong>dores musculares e articulares</strong>, o <strong>envelhecimento da pele e do cabelo </strong>e as <strong>alterações do aparelho urogenital</strong>.</p>



<p>No entanto, a menopausa afecta igualmente o padrão de <strong>sono</strong>, o <strong>humor </strong>(sintomas depressivos), redução da <strong>capacidade cognitiva</strong> e a redução da <strong>líbido</strong> com impacto na vida sexual da mulher.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O importante é ver o copo meio cheio…</strong></h2>



<p>As mulheres maduras vão muito para além da sua capacidade reprodutiva! Esta fase pode ser uma redescoberta pessoal e porque não dizê-lo, sexual, já que não há risco de gravidez indesejada.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que se pode fazer?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-pkNiI' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>A terapêutica hormonal é fundamental na menopausa precoce</strong>, pois controla todos os sintomas. São estas mulheres que têm o maior benefício na introdução de hormonas até à idade média da menopausa (50 anos).</p>



<p>Para além da terapêutica hormonal, <strong>é muito importante a adoção de medidas preventivas como abstinência tabágica, alimentação saudável, prática de exercício físico regular e vigilância do peso</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os riscos de uma</strong> <strong>menopausa precoce?</strong></h2>



<p>A menopausa precoce e a insuficiência ovárica prematura estão associadas a um maior risco cardiovascular, osteoporose e a uma possível diminuição da esperança de vida. Mas a terapêutica hormonal parece reduzir a mortalidade global quando iniciada precocemente após a menopausa!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A moda das hormonas bioidênticas…</strong></h2>



<p>Apresentar soluções terapêuticas à mulher na <a href="https://www.instagram.com/p/Cj2aV7xMK1B/?img_index=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">menopausa</a> e principalmente na menopausa precoce, só nos trouxe benefícios. Mas terapêutica hormonal não é a mesma coisa  que hormonas bioidênticas!</p>



<p>O estradiol e a progesterona utilizados na terapêutica hormonal são submetidos a um rigoroso controlo pelas autoridades reguladoras de fármacos.&nbsp;</p>



<p>As preparações hormonais compostas que incluem estradiol, estrona, estriol, progesterona, testosterona não têm controlo de qualidade. E a eficácia e a segurança destes produtos não estão validadas pela medicina baseada na evidência.</p>



<p>Defende-se erradamente que as mesmas são individualizadas e baseadas nos níveis hormonais séricos de cada mulher, mas estes doseamentos não são fiáveis e têm elevada variabilidade difícil de interpretar.</p>



<p>Isto pode conduzir a níveis tóxicos de estrogénios (e subdosagem de progesterona) que tem risco de provocar cancro do endométrio.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A menopausa precoce é muito difícil de prever mas não é um fim!&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>O segredo para todas as mulheres é manter a vigilância de saúde e estar atenta aos sintomas. Porque ser mulher é estar sempre em mudança e a evoluir… não faz sentido viver com limitações.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-pkNiI' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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