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	<title>Inês Sapinho, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Os segredos da sua tiróide</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Inês Sapinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2019 08:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Inês sapinho]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tiróide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 10% da população portuguesa sofre de doenças da tiróide e a grande maioria desconhece&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 10% da população portuguesa sofre de doenças da tiróide e a grande maioria desconhece esta situação. Uma grande parte nem sabe o que é e para que serve esta glândula tão importante no nosso bem-estar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a tiróide?</strong></h2>



<p>A tiróide é uma glândula única que se situa na base do pescoço, na região anterior. A sua forma é semelhante a uma borboleta, com uma região central, denominada de istmo e 2 lobos laterais. Normalmente, a tiróide não é visível nem é palpável.</p>



<p>A tiróide produz, essencialmente, duas hormonas: a triidotironina (T3) e a tetraiodotironina (T4 ou tiroxina), que quando libertadas para a corrente sanguínea, atuam em quase todas as células do organismo. Ajudam o organismo a utilizar a energia e regulam a temperatura corporal, o crescimento e desenvolvimento intelectual nas crianças e permitem um normal funcionamento do cérebro, músculos, coração e outros órgãos.</p>



<p>Se a produção de hormonas se tornar insuficiente o metabolismo desacelera – hipotiroidismo. Se houver excesso de produção o metabolismo acelera – hipertiroidismo. O hipotiroidismo é cerca de 10 vezes mais frequente que o hipertiroidismo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como se avalia a tiróide?</strong></h2>



<p>A avaliação clínica pelo seu médico assistente ou endocrinologista é um passo essencial no diagnóstico das doenças da tiróide. A avaliação dos sintomas pode ajudar a perceber que tipo de alteração está presente.</p>



<p><strong>Quais os exames a fazer para avaliar a tiróide? </strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Análises sanguíneas</strong></h3>



<p>As análises sanguíneas permitem detetar e medir os níveis de hormonas tiroideias na corrente sanguínea. Como as hormonas tiroideias são medidas no sangue, não é necessário estar em jejum para fazer essas análises.</p>



<p>A determinação da TSH (do inglês, thyroid-stimulating hormone) é suficiente na maioria dos casos para avaliar eventuais alterações hormonais. Os outros doseamentos serão pedidos em função de cada caso concreto.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Ecografia</strong></h3>



<p>Para a avaliação de um nódulo da tiróide, a ecografia é fundamental para determinar as dimensões e as características dos nódulos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Citologia aspirativa com agulha fina</strong></h3>



<p>Por vezes, é ainda necessária a realização de uma citologia aspirativa com agulha fina, que recolhe células do nódulo para estudo microscópico.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Cintigrafia da tiróide</strong></h3>



<p>Em situações mais específicas deverá ser realizada uma cintigrafia da tiróide.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são as doenças mais frequentes da tiróide?</strong></h2>



<p>As doenças da tiróide afetam sobretudo as mulheres e a sua prevalência aumenta com a idade.</p>



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<p>Pela frequência da patologia da tiróide no sexo feminino e o papel fundamental das hormonas tiroideias no desenvolvimento e crescimento do feto, é muito importante divulgar estas doenças e educar as mulheres em idade fértil para a avaliação da função tiroideia previamente à gravidez, sobretudo quando há história pessoal ou familiar destas doenças.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Hipotiroidismo</strong></h3>



<p>Ocorre quando há uma quantidade insuficiente de hormonas produzidas pela tiróide na corrente sanguínea. Este défice compromete o normal funcionamento do organismo.</p>



<p>O hipotiroidismo é uma patologia que se manifesta lentamente e os seus sinais e sintomas podem ser inespecíficos. Os que estão mais vezes presentes são: cansaço, maior sensibilidade ao frio, queda de cabelo, pele seca, aumento de peso, edemas, fraqueza muscular, depressão, obstipação, irregularidades menstruais e infertilidade. Estes sintomas nem sempre são valorizados pelo doente e o seu diagnóstico é muitas vezes tardio.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Hipertiroidismo</strong></h3>



<p>Ocorre quando há um excesso das hormonas tiroideias, o organismo encontra-se “acelerado”.</p>



<p>Existe hipertiroidismo quando a glândula tiróide produz hormonas em quantidades excessivas, levando a um “aceleramento” do organismo. Os sintomas mais frequentes são: emagrecimento associado ao aumento do apetite, diarreia, palpitações, aumento da sudorese, o tremor, a irritabilidade e insónias. As irregularidades menstruais e a infertilidade também estar presentes. Esta situação deve ser rapidamente tratada pois pode cursar com arritmias que podem ser fatais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Doenças autoimunes </strong></h3>



<p>Acontecem quando o organismo não reconhece a tiróide como parte integrante e começa a defender-se dela, através de anticorpos dirigidos contra a glândula tiróide, que a podem estimular ou destruir, sendo a causa mais frequente de hipotiroidismo e hipertiroidismo. São exemplo de doenças autoimunes: a Doença de Graves (hipertiroidismo) e a Tiroidite de Hashimoto (hipotirodismo).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Bócio </strong></h3>



<p>Ocorre quando a tiróide está aumentada, de forma difusa ou nodular.</p>



<p>O termo bócio refere-se simplesmente ao crescimento anormal da glândula tiróide. Em primeiro lugar, é importante referir que esse crescimento não é necessariamente sinónimo de mau funcionamento da tiróide, mas que a disfunção da tiróide pode coexistir.</p>



<p>O bócio quando volumoso pode estar associado a sintomas compressivos sobre estruturas próximas da tiróide, provocando alterações da voz ou rouquidão e tosse irritativa, dificuldade em respirar e em comer.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Nódulos na tiróide</strong></h3>



<p>Nódulos quase sempre indolores, na zona do pescoço. A grande maioria é benigna, sendo que apenas cerca de 5% destes são malignos, ou seja, cancro da tiróide.</p>



<p>Não há uma causa isolada que se possa identificar como sendo a responsável pelo aparecimento de nódulos (Bócio Nodular ou Nódulos da Tiróide). A idade avançada, o sexo feminino, história familiar de nódulos da tiróide, irradiação prévia da cabeça e do pescoço, e deficiência de iodo são factores associados ao aparecimento de nódulos.</p>



<p>Existem vários tipos de nódulos, mas a principal preocupação perante um nódulo é saber se se trata de um nódulo que produz hormonas de forma autónoma, pelo que o seu risco de malignidade é quase nulo ou se é um nódulo maligno, o que ocorre em cerca de 4 a 6,5% dos casos.</p>



<p>Após a caracterização dos nódulos por ecografia e eventual realização de citologia, para caracterização das suas células, dependendo do resultado, os nódulos poderão ter indicação para vigilância ou cirurgia, ou eventualmente outras técnicas<strong>. </strong>Os sintomas associados,<strong> </strong>questões estéticas e a preferência do doente tem que ser consideradas.</p>



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