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	<title>Hugo Morais, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Hugo Morais, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>5 passos para melhorar a motivação nos estudos </title>
		<link>https://simplyflow.pt/5-passos-para-melhorar-a-motivacao-nos-estudos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A motivação desempenha um papel muito importante no processo de aprendizagem e na obtenção de bons resultados académicos. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A motivação desempenha um papel muito importante no processo de aprendizagem e na obtenção de bons resultados académicos. Pode ser vista como uma força que impulsiona o estudante a agir e a persistir numa atividade, até atingir um objetivo específico. Neste artigo pretendo deixar-vos um método sequencial de 5 passos para conseguirem estar mais motivados nos vossos estudos.&nbsp;</strong></p>



<p>Comecemos por esta reflexão:<strong> </strong>a desmotivação nos estudos, independentemente da fase em que estão no vosso percurso académico, é algo que vai acontecer, e provavelmente mais do que uma vez. Uma das principais razões é o facto de não conseguirmos ter uma visão clara daquilo que nos vemos a fazer no futuro. Muitas das vezes surge aquela questão: “<em>Mas porque é que eu estou a estudar?”</em>. Certo? Sei como se sentem.</p>



<p>Quando para vocês for claro qual a profissão que querem seguir e o motivo que vos leva a desejar ter essa profissão, então será muito mais fácil não só perceberem as escolhas que precisam de tomar, mas também aceitarem o esforço que precisam despender, porque agora já sabem para onde estão a caminhar e porquê. O que, consequentemente, se traduz numa maior motivação no vosso dia a dia, porque aí, já sabem que a vossa dedicação vai deixar-vos mais próximos do objetivo que traçaram.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 passos para melhorar a motivação nos estudos:&nbsp;</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1.º Passo &#8211; A partilha</strong> </h3>



<p>Partilhar objetivos e compromissos com outros é algo muito mais poderoso do que aquilo que podemos imaginar. Para isso, deixo aqui este exercício para ajudar:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Definam quais as notas que querem atingir no final do ano. Sejam equilibrados nesses objetivos, ou seja, devem ser atingíveis e ambiciosos ao mesmo tempo;</li>



<li>De seguida façam uma lista de coisas onde podem melhorar para atingir esses objetivos, nomeadamente quais as mudanças de comportamento que precisam de implementar;</li>



<li>Finalmente coloquem o dia em que vão iniciar essas mudanças e partilhem com 3 pessoas, esses objetivos e esses compromissos.</li>
</ol>



<p><strong>Análise:</strong> Falharmos sem que ninguém saiba é sempre muito mais fácil do que falharmos publicamente. É por isso que partilhar objetivos e compromissos com outras pessoas, vos vai proporcionar muito mais poder na vontade de os atingir.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2.º Passo &#8211; O meu dia</strong> </h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-RE7Da' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Façam um descritivo de um dia típico de escola que tenham (desde a hora que acordam até se deitarem) e coloquem todas as atividades do vosso dia. Agora analisem esse dia, escrevam o que poderiam fazer de diferente e onde poderiam ter sido mais <a href="https://www.facebook.com/hugomoraismentalcoach/posts/pfbid02B7qRQQSzNb53r6iS7s7RRk8ywsLrv6vmQjKBzYT49u2NYFTSFpUfAexz4ozy4ael" target="_blank" rel="noreferrer noopener">produtivos</a>. Façam este exercício em cada dia, ao longo de toda a vossa semana, inclusivamente no fim-de-semana. O objetivo é no final de 7 dias, conseguirem identificar um conjunto de anotações que ao serem aplicadas vos tornará mais produtivos, e podem começar a aplicar logo na semana seguinte.</p>



<p><strong>Análise:</strong> a autocrítica é essencial para a melhoria da gestão do nosso tempo. E começa sempre por conseguirmos discernir de forma objetiva onde o tempo é um gasto, de onde o tempo é um investimento. Com esta auto análise vamos perceber que, por vezes, basta aproveitarmos melhor 30min do nosso dia e os resultados e a ansiedade diminuem consideravelmente. Porquê? Porque estamos a cumprir connosco e alinhados com os nossos objetivos. Concluindo: a motivação muitas vezes é apenas uma questão de consistência, consistência no fazer.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3.º Passo &#8211; Aconselha-te</strong></h3>



<p>Reunir um grupo, no mínimo de 4 amigos, para uma atividade em conjunto, em que vão todos escrever numa folha a resposta à seguinte pergunta: <em>“Quais as minhas dificuldades em conseguir as notas que quero?”</em>. Cada um escreve na sua folha a resposta a essa pergunta. Depois, um de cada vez, partilha o que escreveu aos outros elementos, e os outros enquanto ouvem vão escrever possíveis conselhos a dar a essa pessoa para superar essas dificuldades. Quando todos terminarem de partilharem as dificuldades, segue-se uma ronda em que cada elemento escuta os conselhos que os outros têm para dar, e assim sucessivamente.</p>



<p><strong>Análise:</strong> muitas das vezes os bons conselhos que damos aos outros, podem ser bem mais úteis para nós próprios. Para além que mais gente a pensar, mais soluções fora da caixa conseguimos obter, coisas que até podem ser óbvias, mas que no momento não estamos a ver.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4.º Passo &#8211; A mudança</strong></h3>



<p>Nós, ao nível da motivação, funcionamos de formas diferentes, uns ficam mais motivados com alguém que nos incentive, outros com alguém a dizer-nos que não somos capazes e que mexem com o nosso ego. Uns gostam de ser mimados, outros “picados”, e atenção que a própria pessoa varia conforme o tema, ou a fase emocional em que está. Portanto, a forma como nos motivamos tem origens diferentes em cada um de nós. No entanto, os estudos revelam que a fuga da dor e a procura do prazer são as duas maiores fontes de motivação para um ser humano partir para a ação. Aqui vamos utilizar os 2 cenários, o da dor, ou seja o que vai acontecer se continuares no mesmo caminho, e o do prazer, ou seja visualizar o que queres atingir e como pequenas mudanças te vão permitir chegar lá.</p>



<p>Para este exercício vão responder por escrito à seguinte questão: <em>“O que irá acontecer se eu continuar a fazer as coisas como estou a fazer?”</em>. E fazemos por camadas temporais.</p>



<p>Exemplo: Imagina-te no final deste ano letivo, a continuares a fazer as coisas como estás a fazer o que vai acontecer? “Bom, provavelmente não vou ter as notas que quero e preciso.” Ok. E qual a consequência disso? “Bom, provavelmente não vou entrar num bom curso como queira.” Ok. E qual a consequência disso? “Bom, depois provavelmente não irei ter um emprego que me satisfaça.” Ok. Então, agora imagina-te a sentires essa frustração, essa tristeza de acordares e ires para um trabalho que não gostas… Descreve como é que te sentes ao não estares a viver a vida que ambicionas. Por fim, vive e sente essa frustração com intensidade, porque é aquilo que irás sentir, se nada fizeres de diferente.</p>



<p>Agora vamos fazer o inverso. Vão escrever a resposta à seguinte questão: <em>“O que irá acontecer se mudares o teu estado de espírito e começares a ter comportamentos alinhados com os teus objetivos?”</em>. E voltamos a fazer por camadas temporais.</p>



<p>Exemplo: Imagina-te no final deste ano letivo, se começares hoje a dedicar mais, a estar mais focado e motivado, o que vai acontecer? “Bom, provavelmente vou ter melhores notas.” Ok. E como é que te sentes? “Perante esses resultados que são melhores? Sinto-me bem, orgulhoso e ainda mais motivado.” Ok. E o que achas que pode resultar disso? “Estou mais perto de entrar num curso que queira.” Ok. E como te sentirias se entrasses num curso que realmente queres e que sentes que vais gostar? “Vou-me sentir feliz, realizado, com a <a href="https://simplyflow.pt/5-dicas-para-aumentar-a-autoestima-na-adolescencia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">autoestima</a> em alta.” Agora imagina-te a sentir essa felicidade, a transmitires essas notícias a quem te rodeia, imagina-te e sente essa alegria, esse orgulho em ti mesmo, essa confiança. </p>



<p><strong>Análise:</strong> o sentimento de necessidade de mudança é mais urgente e tem mais impacto, quando sentimos hoje as consequências e emoções desta desmotivação no nosso futuro. Com dor ou com prazer, usa o que for mais eficaz para ti.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5.º Passo &#8211; A técnica dos 5 porquês</strong></h2>



<p>Para termos muito bem presente a verdadeira e mais profunda razão porque queremos alguma coisa, façam o teste dos 5 porquês. Que consiste em ir a camadas mais profundas daquilo que nos move nos nossos porquês, por isso façam mesmo a pergunta: <em>“Porque é que querem sentir-se mais motivados nos estudos?”</em>. E vão até à 5.ª camada dos vossos porquês.</p>



<p>Exemplo de exercício:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Porque é que quero estar motivado nos estudos? R: <em>“Porque quero tirar boas notas.” </em></li>



<li>E porque queres tirar boas notas? R: <em>“Para entrar para um bom curso.” </em></li>



<li>E porque queres entrar para um bom curso? R: <em>“Porque quero ter um bom trabalho.”</em></li>



<li>E porque queres ter um bom trabalho? R:<em> “Porque quero ter dinheiro para ajudar a minha família.”</em></li>



<li>E porque é que queres ter dinheiro para ajudar a tua família? R:<em> “Porque quero dar e contribuir para que a minha família tenha uma boa vida e agradecer tudo o que fez por mim.” </em></li>
</ol>



<p>Ora é quando chegamos ao nosso 5.º porquê que sentimos a verdadeira fonte para a nossa motivação, esse é o nosso mais intenso e genuíno porquê. A partir de agora quando pensarem porque querem estar mais motivados nos estudos, a vossa resposta será a que estiver na 5.ª camada, pois essa é a mais profunda e é aquela que vos vai mover e fazer partir para a ação, mesmo quando não vos apetecer. Procurem fazer o teste dos 5 porquês em outras vertentes da vossa vida e percebam o seu verdadeiro poder.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Apliquem estes 5 passos para conseguirem estar mais motivados nos vossos estudos.</strong></h2>



<p>Procurem fazer os exercícios todos e de forma sequencial, acreditem no processo, e comecem hoje a fazer diferente.<em> Let´s do this!</em></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-RE7Da' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>5 Dicas para aumentar a autoestima na adolescência</title>
		<link>https://simplyflow.pt/5-dicas-para-aumentar-a-autoestima-na-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A construção de uma autoestima sólida na adolescência é um processo contínuo que requer paciência, autoconhecimento e apoio.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A adolescência é uma fase de transição cheia de mudanças físicas, emocionais e sociais. Durante este período, muitos jovens enfrentam desafios que podem afetar a sua autoestima. É essencial construir uma autoimagem positiva e fortalecer a confiança para um desenvolvimento saudável e para a preparação para a vida adulta. Neste artigo, apresento cinco dicas práticas para aumentar a autoestima na adolescência, ajudando os jovens a tornarem-se mais seguros e felizes.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 Passos para melhorar a autoestima na adolescência:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Autoconhecimento</strong>&nbsp;</h3>



<p>Antes de desenvolver qualquer exercício, devemos constatar o facto de que <strong>todos</strong>, sem exceção, nalgum aspeto das nossas vidas, somos inseguros ou temos desconfortos ou questões que queremos resolver ou melhorar. Quando começamos a perceber as pessoas desta forma e a deixar de nos compararmos, vamos entender que provavelmente estamos a dar importância a coisas menos essenciais, ao mesmo tempo que não nos estamos a valorizar como devíamos. A partir deste mindset, podemos então trabalhar a nossa autoestima. Para isso, é fundamental que os adolescentes dediquem tempo para se conhecerem melhor, identificando os seus pontos fortes e menos fortes, os seus interesses e valores. A jornada para aumentar a autoestima começa com o autoconhecimento. Este processo de introspecção pode ser realizado de várias formas, como, por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Diário pessoal:</strong> Escrever um diário pode ser uma ferramenta poderosa para explorar pensamentos e sentimentos. Incentive o adolescente a anotar as suas conquistas, desafios e reflexões diárias. Isso ajuda a identificar padrões de comportamento e emoções, permitindo uma melhor compreensão de si mesmo;</li>



<li><strong>Testes de personalidade:</strong> Existem diversos testes de personalidade disponíveis online que podem ajudar os adolescentes a entenderem melhor as suas características únicas. Ferramentas como o MBTI (Myers-Briggs Type Indicator) ou o teste de Eneagrama são exemplos populares que oferecem insights valiosos;</li>



<li><strong>Feedback de pessoas confiáveis:</strong> Conversar com amigos próximos, familiares e/u mentores pode fornecer uma perspetiva externa sobre a personalidade e habilidades do adolescente. Estas opiniões podem ajudar a reforçar aspetos positivos e a trabalhar em áreas que necessitam de melhorias.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Estabelecer metas realistas&nbsp;</strong></h3>



<p>Antes de estabelecer as metas, devemos escrever uma lista de todas as coisas que nos lembramos de ter conquistado na nossa vida, sejam grandes ou pequenas. No fim, devemos ler em voz alta essa lista. Muitas vezes, normalizamos os nossos feitos e conquistas, que quando realizados por outros achamos extraordinários. Desenvolver estratégias para estabelecer e alcançar metas é uma excelente maneira de construir confiança. No entanto, é crucial que essas metas sejam realistas e alcançáveis. Metas muito ambiciosas podem levar à frustração e à sensação de fracasso, enquanto metas bem definidas e adequadas ao nível atual de habilidade e circunstâncias do adolescente podem proporcionar uma sensação de realização e progresso.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Definição de metas SMART:</strong> A técnica SMART (Específico, Mensurável, Alcançável, Relevante e Temporal) é uma abordagem eficaz para a definição de metas. Por exemplo, ao invés de definir a meta vaga de “melhorar nas notas”, uma meta SMART seria: “melhorar a nota de matemática de 12 para 13 até ao final do semestre, <a href="https://simplyflow.pt/5-passos-para-lidar-com-a-ansiedade-dos-estudos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudando</a> uma hora a mais por semana”;</li>



<li><strong>Divisão de metas em pequenos passos:</strong> Dividir grandes objetivos em etapas menores e mais geríveis torna o processo menos intimidante e mais acessível. Cada pequeno sucesso alcançado proporciona uma sensação de progresso e aumenta a motivação para continuar;</li>



<li><strong>Celebração das conquistas:</strong> É importante celebrar cada meta atingida, independentemente do tamanho. Reconhecer e recompensar os próprios esforços fortalece a autoconfiança e encoraja a definição de novas metas.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Cultivar relacionamentos saudáveis </strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-51YB9' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Devemos identificar uma lista dos valores e das características que apreciamos nas <a href="https://www.facebook.com/reel/963058421882060" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pessoas</a>. Depois de realizada essa lista, vamos analisar as pessoas com quem passamos mais tempo e verificar até que ponto estão alinhadas com os nossos valores. Rodear-nos das pessoas certas é essencial, pois são elas que nos vão puxar muitas vezes para cima, ao contrário de outras que nos podem estar a puxar para baixo. Os relacionamentos desempenham um papel vital na formação da autoestima dos adolescentes. Ter uma rede de apoio composta por amigos, familiares e mentores pode fazer uma diferença significativa na forma como o jovem se vê e se sente.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Escolha de amigos positivos:</strong> Incentive o adolescente a escolher amigos que o apoiem, respeitem e incentivem. Relacionamentos tóxicos podem drenar a autoestima, enquanto amizades saudáveis e positivas podem fornecer um sentido de pertença e aceitação;</li>



<li><strong>Comunicação aberta:</strong> Manter uma comunicação aberta e honesta com os pais e outros adultos confiáveis é crucial. Estes diálogos podem fornecer suporte emocional, orientação e uma perspetiva mais madura sobre os desafios enfrentados pelo adolescente;</li>



<li><strong>Participação em atividades sociais:</strong> Envolver-se em atividades sociais e grupos pode ajudar os adolescentes a desenvolver habilidades sociais e criar novas amizades. Participar em grupos de voluntariado ou equipas desportivas são excelentes formas de conhecer novas pessoas e sentir-se parte de uma comunidade.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Desenvolver habilidades e interesses</strong>&nbsp;</h3>



<p>Devemos identificar uma lista de todas as coisas que podemos fazer para ajudar outras pessoas e a sociedade, e depois programar e dedicar uma hora da nossa semana para, de forma consistente, dar esse contributo. Os resultados vão surpreender! Dar e contribuir é extremamente gratificante, e só podemos sentir-nos melhor connosco. Descobrir e desenvolver habilidades e interesses pessoais pode ser um grande impulso para a autoestima. Incentivar o adolescente a explorar diferentes atividades e encontrar algo que goste e no qual seja bom pode proporcionar um sentido de realização e propósito.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Exploração de novos hobbies:</strong> Experimentar novas atividades, como tocar um instrumento musical, praticar um desporto, cozinhar, pintar ou aprender um idioma, pode ajudar o adolescente a descobrir novas paixões e talentos. Essa diversidade de experiências enriquece a vida e abre novas oportunidades de autodescoberta;</li>



<li><strong>Cursos e workshops:</strong> Participar em cursos e workshops é uma ótima maneira de aprender novas habilidades num ambiente estruturado e de apoio. Estes cursos também oferecem a oportunidade de conhecer outras pessoas com interesses semelhantes, criando um sentido de comunidade;</li>



<li><strong>Voluntariado:</strong> O voluntariado não só beneficia a comunidade, como também proporciona um grande sentido de realização pessoal. Ajudar os outros pode aumentar a empatia, a compaixão e a autoestima, ao mesmo tempo que desenvolve habilidades valiosas.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Praticar o autocuidado&nbsp;</strong></h3>



<p>O autocuidado é essencial para manter a saúde mental e emocional. Adotar hábitos saudáveis pode ter um impacto significativo na autoestima e no bem-estar geral.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cuidados com a saúde física:</strong> Manter uma rotina de exercícios regulares, uma alimentação equilibrada e um sono adequado é fundamental. O corpo e a mente estão interligados, e cuidar da saúde física contribui diretamente para uma mente mais saudável e uma autoestima elevada;</li>



<li><strong>Mindfulness e meditação:</strong> Práticas de mindfulness e meditação podem ajudar os adolescentes a tornarem-se mais conscientes dos seus pensamentos e emoções, promovendo uma atitude mais positiva e equilibrada. Estas práticas também podem reduzir o stress e a ansiedade, que são comuns na adolescência;</li>



<li><strong>Definição de limites:</strong> Saber dizer “não” e estabelecer limites saudáveis é uma habilidade crucial. Ensinar os adolescentes a reconhecerem os seus limites e a comunicarem as suas necessidades pode evitar o esgotamento e promover um sentido de controlo sobre as suas vidas;</li>



<li><strong>Atividades relaxantes:</strong> Encoraje o adolescente a dedicar tempo para atividades que considere relaxantes e agradáveis, como ler, ouvir música, desenhar ou passar tempo na natureza. Estes momentos de relaxamento são importantes para recarregar as energias e manter um equilíbrio emocional saudável.</li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>“O que eu quero para a minha vida é…”</em></strong></p>
</blockquote>



<p>Por fim, como exercício, terminem a seguinte frase: <em>“O que eu quero para a minha vida é…”</em>. Sejam específicos. Não respondam felicidade, dinheiro, saúde&#8230; Sejam mais específicos nas vossas respostas. Quando escrevemos o que queremos, o que somos hoje começa a transformar-se. Porquê? Porque já não ligamos tanto ao que éramos e ao que os outros dizem, mas, sim, para onde queremos ir e quem queremos ser. Enquanto não tiverem respostas para esta pergunta, as vossas inseguranças não vão a lado nenhum.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A construção de uma autoestima sólida na adolescência é um processo contínuo que requer paciência, autoconhecimento e apoio.&nbsp;</strong></h2>



<p>Conhecer-se a si mesmo, estabelecer metas realistas, cultivar relacionamentos saudáveis, desenvolver habilidades e interesses, e praticar o autocuidado são passos fundamentais para fortalecer a autoestima dos jovens. Ao implementar estas dicas, os adolescentes podem desenvolver uma visão mais positiva de si mesmos, enfrentando os desafios da vida com confiança e resiliência. Estamos juntos!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-51YB9' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>5 passos para lidar com a ansiedade dos estudos</title>
		<link>https://simplyflow.pt/5-passos-para-lidar-com-a-ansiedade-dos-estudos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lidar com a ansiedade dos estudos pode ser um desafio, mas não é impossível.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A ansiedade dos estudos é uma realidade com a qual muitos estudantes lidam diariamente. A pressão para obter boas notas e a quantidade de conhecimento em diferentes áreas a adquirir num curto espaço de tempo podem ser fatores que resultam numa ansiedade descontrolada. No entanto, é possível aprender a prevenir e a gerir esses sentimentos de maneira mais eficaz.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 passos úteis para ajudar a lidar com a ansiedade durante os estudos:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1- Organização do plano de estudos</strong></h3>



<p>Uma das principais causas da ansiedade relacionada aos estudos é a sensação de estar sobrecarregado com uma quantidade aparentemente interminável de tarefas e material para rever. Para evitar esse sentimento avassalador, <strong>a organização do tempo com antecedência é crucial</strong>. Utilizando um “planner” semanal (existem várias apps que podem utilizar para o efeito) podemos <strong>desenvolver um plano de estudos detalhado, dividindo as tarefas em etapas menores e estabelecendo prazos realistas</strong>. Ao fragmentar o material em partes gerenciáveis, evitamos a sensação de estarmos sobrecarregados e teremos um caminho mais claro e exequível a seguir. Em termos práticos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Priorizar as tarefas, ou seja, identificar as tarefas mais importantes e urgentes, e estabelecer metas equilibradas entre ambição e realismo;</li>



<li>De seguida e recorrendo a um “planner” semanal definimos um horário de estudos e reservamos blocos de tempo específicos para cada disciplina ou tarefa. Ao estabelecermos um cronograma claro conseguimos ter uma visão geral das nossas responsabilidades, de uma forma atempada e serena;</li>



<li>Finalmente devemos analisar e ajustar regularmente o nosso plano de estudos, porque dificilmente vamos acertar à primeira, e porque devemos constantemente estar alinhados com as nossas necessidades. É por isso que devemos estar abertos a fazer alterações e perceber que se uma abordagem específica não estiver a funcionar, não devemos hesitar em experimentar novas estratégias até encontrar o plano de estudos que funcione melhor, em vez de desistirmos do próprio processo de criarmos um plano.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2- Gestão do tempo: técnica Pomodoro</strong></h3>



<p>Uma técnica de gestão do tempo que recomendo é a técnica Pomodoro, onde <strong>alternamos entre períodos de estudo concentrado e pausas regulares</strong>.<strong> </strong>Está estudado que maratonas contínuas de estudo não são eficientes e desgastam-nos emocionalmente, ao passo que com esta técnica conseguimos ser mais eficazes na gestão do nosso tempo e com menor dispêndio de energia.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-zFtH0' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>O método Pomodoro é simples e consiste em dividirmos o nosso tempo de estudo em períodos de 2h, e cada período de 2h dividirmos em quatro blocos de 30 minutos. Vamos agora distribuir as atividades e matérias que queremos executar ou estudar nesses blocos.</p>



<p>Esta técnica defende que devemos realizar a atividade que definimos durante 25 minutos. Terminando esse tempo temos uma pausa de 5 minutos, mesmo que isso implique interromper o que estávamos a fazer, porque aí é que reside a mais-valia desta técnica. Nestas pausas devemos sair do nosso local de estudo, desligar e descomprimir. Passados os 5 minutos retornamos e continuamos. E assim sucessivamente até que completemos as duas horas. Antes de entrarmos noutro período Pomodoro devemos descansar 30 minutos. Existem estudos que indicam que esta abordagem ajuda a manter a concentração e a produtividade ao longo do tempo.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3- Pratique técnicas de relaxamento</strong></h3>



<p>A respiração profunda, a meditação e o mindfulness são exemplos de práticas que podem ajudar a reduzir os níveis de ansiedade. Estas práticas devem fazer parte da nossa rotina diária de forma a potenciarmos os seus resultados e agirmos também de forma preventiva, e não apenas quando sentimos ansiedade. Dessa prática diária resultam automatismos mentais e biológicos cujos efeitos permitem uma melhor regularização da nossa ansiedade. Por isso, <strong>dediquem alguns minutos do vosso dia para praticar essas técnicas, especialmente antes e depois de períodos intensos de estudo</strong>. Isso <strong>ajudará a manter a mente calma e focada</strong>.&nbsp;</p>



<p>Além disso, não subestimemos a importância de cuidarmos do nosso bem-estar físico e mental. Mantém uma dieta equilibrada, dorme o suficiente e pratica exercício físico regularmente. Um estilo de vida saudável pode ter um impacto significativo na nossa capacidade de lidar com a ansiedade. Parece ser uma dica muito básica, não é? Então, porque não a estamos a praticar? Comecem hoje com algo simples e sintam as melhorias ao longo do tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4- Estabeleça limites e prioridades</strong></h3>



<p>É fácil cairmos na armadilha de tentar abraçar mais do que podemos suportar. <strong>É</strong>, por isso, <strong>importante estabelecer limites claros para o tempo de estudo e aprender a dizer não a atividades que não são prioritárias</strong>. Embora possa parecer produtivo tentar realizar várias tarefas ao mesmo tempo, isso pode prejudicar a eficiência e a qualidade do estudo. Para além que tentarmos lidar com múltiplas tarefas simultaneamente só aumentará a nossa ansiedade e diminuirá a nossa produtividade. Devemos por isso concentrar-nos numa tarefa de cada vez e eliminar distrações, tais como notificações do telemóvel e/ou redes sociais. Utilizando a técnica Pomodoro referida no passo 2, é possível gerir melhor estas distrações e assim dedicar total atenção à atividade em que estamos a trabalhar e cumprirmos com o nosso plano de estudo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5- Pratique o autocuidado</strong></h3>



<p>Parece uma dica algo simplista, mas não é. Afinal, quantos de nós tem plena consciência da sua mais valia e sabe claramente o que tem de fazer para melhorar a sua qualidade de vida e não o fazemos? Ficamos com a sensação que tudo se coloca à frente deste nosso tempo, ao ponto de sentirmos que já não controlamos o nosso dia a dia e que os dias não são mais do que um emaranhado sequencial de tarefas e responsabilidades? Já se sentiram assim, certo? Pois é, este passo parece simples mas não é, e com o acumular do tempo o nosso próprio corpo vai manifestar-se para aquilo que não estamos a fazer ou decidir por nós. É por isso que <strong>devemos programar atividades de autocuidado</strong> e que as devemos colocar no nosso plano de estudos. Sim, <strong>estas atividades de autocuidado devem constar no mesmo plano de estudos</strong>. <strong>Só quando colocamos no mesmo patamar de prioridades os estudos e o autocuidado é que vamos conseguir obter o devido equilíbrio</strong>. Não existe produtividade ou um bom estudo, sem um bom equilíbrio emocional. Por isso, comecem a colocar no vosso planeamento, os vossos hobbies, tempo ao ar livre, atividades físicas, passar tempo com amigos ou família, ler por prazer ou simplesmente relaxar e descontrair. É essencial encontrarmos um equilíbrio saudável entre os estudos e o tempo livre para evitar a exaustão e a sobrecarga mental.</p>



<p>Lembrem-se que priorizar o autocuidado não é um luxo, mas, sim, uma parte fundamental para uma boa saúde mental e emocional, o que é essencial para conseguirmos atingir os nossos objetivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Lidar com a ansiedade dos estudos pode ser um desafio, mas não é impossível. Acredita eu sei, porque passei pelo mesmo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Alguns dos passos que vos passei neste artigo são do senso comum, no entanto pode ser que desta vez, pelo menos desta vez, elas se possam efetivar nas vossas vidas e passem realmente a fazer parte do vosso dia a dia e de forma consistente.&nbsp;</p>



<p>Ao implementarem estas dicas, vão estar mais bem equipados para maximizar a vossa eficiência, e alcançarem os vossos <a href="https://www.facebook.com/hugomoraismentalcoach/posts/pfbid0nQpEaHiY9ccN9ywWqyuiwoxXWQVj7urkSH3Vqf8UnQjSVpnwX2sTm6CoGKSNiXS7l" target="_blank" rel="noreferrer noopener">objetivos</a>, ao mesmo tempo que encontram um equilíbrio saudável entre os estudos e <a href="https://simplyflow.pt/ja-sabes-o-que-queres-ser/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">outras áreas da vida</a>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Lembrem-se de que devemos ser pacientes connosco mesmo enquanto trabalhamos para melhorar a nossa organização e produtividade nos estudos.</strong>&nbsp;</h2>



<p>É um processo que vai sendo otimizado ao longo do tempo. Asseguro, no entanto, que a partir do momento em que começares já te vais sentir melhor.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Relembrar, por fim, que está tudo bem em pedir ajuda quando precisamos e que não estás sozinho na tua jornada.&nbsp;</strong></h2>



<p>Falar com um amigo, membro da família ou mesmo um profissional na área pode ajudar a sentires-te compreendido, mas também a colocar as tuas preocupações em perspectiva e a dar inputs que melhorem a tua qualidade de vida. Estamos juntos!</p>



<p></div>
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		<title>A importância de viveres a tua vocação</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-importancia-de-viveres-a-tua-vocacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Vocação]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em que momento das nossas vidas, é que viver a nossa vocação deixa de ser uma prioridade para nós?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vocação</strong> é um termo derivado do verbo no latim “vocare” que significa “chamar”.&nbsp;Por definição é um talento ou habilidade natural, que leva o indivíduo a exercer uma determinada carreira ou profissão que lhe vai dar prazer.</p>



<p>Dada a definição do que é a vocação, sugiro este pequeno exercício de 2 questões para vos levar a refletir: </p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Vamos pensar em 10 jovens que conhecemos, quantos diriam que é importante viver a sua vocação? Provavelmente mais de 8 certo? Ou seja, mais de 80% dos jovens que conhece entendem ser algo importante;</li>



<li>Agora vamos pensar em 10 adultos que conhecemos, quantos efetivamente estão a viver a sua vocação ou já a identificaram? Provavelmente menos de 3 certo? No entanto, desse grupo de 10 adultos, quantos em jovens consideravam ser algo importante? E o que será que aconteceu entretanto?</li>
</ol>



<p>Julgo neste momento todos termos chegado à relevante reflexão que estas 2 perguntas nos direcionam:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A partir de quando ou em que momento das nossas vidas, é que viver/identificar a nossa vocação deixa de ser uma prioridade para nós?</strong></h2>



<p>A maioria de nós, enquanto <a href="https://simplyflow.pt/ja-sabes-o-que-queres-ser/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">jovens</a>, reconhecemos a importância de viver a nossa vocação. No entanto, não é uma preocupação imediata: <em>“Logo temos tempo para pensar nisso”</em>. Mas… se é algo importante porque haveremos de deixar para mais tarde? Será que as mais de 2h/dia em média que os adolescentes gastam nas redes sociais serão mais relevantes? E se reduzíssemos para metade esse número, e a outra metade for dedicada a descobrirmos o tal talento ou habilidade natural? E porque haveríamos de excluir os adultos desta busca? <strong>Existe alguma data de validade para descobrirmos as nossas aptidões naturais?</strong> Claro que não! Então porque não dedicar 30 minutos do meu dia ou 1h do meu sábado ou do meu domingo a essa busca? É assim tão impossível?</p>



<p>O que acontece na maioria das vezes é que a vida vai tomando o seu rumo e as responsabilidades apoderando-se do nosso tempo. Concluímos um curso ou começamos uma carreira e, à medida que os anos vão passando, a nossa vocação deixa de estar presente no nosso imaginário, passando a emergir apenas em conversas superficiais de esplanada de café, em que se debitam umas ideias das coisas que poderíamos ter sido ou alcançado e que nunca irão ver a luz do dia. Aquilo que em tempos era algo importante deixa de o ser, substituídos por argumentos como: <em>“Tenho responsabilidades e contas para pagar”; “Já não tenho idade”; “Tem riscos associados”; “Mudar agora dá muito trabalho”; “Faltam-me apoios ou recursos”; “Não tenho tempo”</em>&#8230; E esses argumentos ficam inscritos nas paredes da nossa consciência como outdoors publicitários não nos permitindo mais sonhar.</p>



<p>Serão esses argumentos assim tão válidos? Claro que sim. São argumentos a ter em conta, mas serão mesmo impeditivos de vivermos a nossa vocação? Claro que não. Quantos exemplos existem de pessoas que mudaram a sua vida numa fase mais adiantada? Não serão estes argumentos antes desculpas para ficarmos na nossa zona de conforto? Sim porque entre a insatisfação do meu dia a dia e o risco do desconhecido, o que escolhemos nós? Optamos pelo desconforto conhecido, sempre tem menos riscos.</p>



<p>A partir daí acreditamos que vivermos a nossa vocação passa a ser um bónus, um luxo, a que só alguns, com sorte, terão acesso. E pergunto: Mas quem disse? Porque haveremos de aceitar isso? Porque haverás tu de aceitar que esta é única verdade do teu caminho?&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dediquem mais tempo aos vossos sonhos!</strong></h2>



<p>A intenção desta reflexão não é o de deixarem tudo de um momento para o outro e passarem a trabalhar e fazer apenas e só aquilo que mais gostam. É, sim, o de não desistirem nunca de viverem o vosso sonho. Dediquem-se a ele nas horas vagas, procurem as respostas nas horas vagas. Vai levar mais tempo do que aquilo que pensavam? Vai, mas e então? Ao menos estão nessa direção, e acreditem que muitos dos vossos melhores momentos da semana irão passar a ser os que estão relacionados com este processo de descoberta.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os nossos dias têm 24h, ora a escolha passa por passarmos mais de metade do tempo que estamos acordados ao longo de toda a nossa vida a cumprir uma obrigação e uma lista de tarefas, ou numa atividade em que nos sentimos entusiasmados, realizados e felizes.&nbsp;</strong></h2>



<p>Deixo-vos, então, este minuto para responderem à seguinte questão: o que vos impede de uma parte da vossa semana ser dedicada à busca do vosso propósito? Não interessa o quanto, o que interessa é começar. É pouco o que tens para dar? Que seja. Mas começa! Sente que já estás no teu processo e começa!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vocação é sinónimo de grandiosidade e sucesso?</strong></h2>



<p>Um raciocínio que surge muitas vezes a vivermos a nossa vocação é associá-la a algo grandioso, a grandes feitos, a ganhar muito dinheiro, a ser o/a melhor/a do mundo em alguma atividade. Mas porquê? Quem disse que viver a vocação tem de ter esta grandiosidade?</p>



<p>Recordam-se da definição com que começámos este artigo? Vocação é um talento ou habilidade natural que leva o indivíduo a exercer uma determinada carreira ou profissão que lhe vai dar prazer. Não está na definição que nos vai trazer dinheiro, fama, grandiosidade. Tudo isso pode vir a ser uma boa consequência, se isso fizer parte dos teus planos, mas não deve ser a tua motivação porque se assim for existe um grande risco de nunca encontrares a tua verdadeira vocação. Lembra-te, teres sucesso numa determinada área não implica estares a viver o teu propósito.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como identificar e viver a minha vocação?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-AxPRg' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Existe uma teoria que diz que todas as pessoas têm o seu próprio nº de horas para descobrir a sua vocação, como exemplo alguns podem lá chegar ao fim de 40h, outros 400h e outros podem ser mais de 4000h. Agora quem vai lá chegar primeiro? Depende. Quem nunca começar pode simplesmente ter ficado à porta de a ter descoberto. Por isso, sem pensar nas horas necessárias, mais vale começar já não acham?</p>



<p>Em termos de metodologia, podemos dividir esta procura em 3 passos:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1.º Passo &#8211; Autoconhecimento</strong></h3>



<p>Um ponto inicial e essencial está em conhecer-nos. Para isso façam uma lista das vossas aptidões e das vossas paixões (coisas que gostam de fazer). Se essa lista for curta então está na hora de se desafiarem, de ter experiências novas, lidar com pessoas diferentes. Só assim vão conseguir mais facilmente distinguir as coisas que gostam e as coisas que são bons a fazer. Ora isso não se consegue fechados no quarto ou agarrados ao telemóvel, ou a fazer sempre as mesmas coisas, por isso vamos lá fazer uma lista de desafios, de experiências diferentes, pode ser de voluntariado, de trabalhos de verão, ou de fins-de-semana, pesquisem formações, <a href="https://hugomorais.pt/digital-academy-workshop-qual-o-curso-que-devo-seguir/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">workshops</a> (dança, cerâmica, teatro, escrita, jardinagem, cozinha), cursos (algum software, vídeo, fotografia, design), aulas numa área que queiram explorar (alguma língua ou especialização) e não, nem tudo é pago, não se cubram já com desculpas para não se informarem, certo? Façam essa lista, coloquem já na vossa agenda quando vão começar e partilhem com quem vos rodeia, isso vai dar-vos mais compromisso.</p>



<p>Outro ponto importante, rodeiem-se das pessoas certas (aquelas que não querem fazer nada, não vos acrescentam nada). Não estou a dizer com isto que precisam de mudar de amigos ou de família, mas, sim, que devem procurar passar algum do vosso tempo da semana com pessoas que, tal como vocês, querem expandir-se e evoluírem, explorando o mundo a fazer coisas novas. Vão ver, há muitos, muitos mais como vocês.</p>



<p>Resumindo, <strong>tendo experiências variadas e estando com pessoas diferentes é que expandimos os nossos horizontes</strong>. E à medida que se vão conhecendo melhor e descobrindo o que gostam e são bons a fazer, vão complementando a vossa lista de características e de paixões.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2.º Passo &#8211; Visualização</strong></h3>



<p>Respondam à seguinte pergunta: “<strong>Se o sucesso estivesse garantido, qual seria o projeto que gostarias de estar envolvido/a daqui a 5 anos?</strong>”. A partir desta pergunta, visualizem quem é que vocês querem ser daqui a 5 anos, como é que desejam que seja o vosso dia a dia, em que tipo de projetos gostariam de estar envolvidos, com que tipo de pessoas gostariam de passar o vosso tempo? E escrevam o vosso dia a dia, desde o momento em que acordam. Façam essa viagem visual. O passo a passo dessa viagem vai dar-vos muita informação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3.º Passo &#8211; Planeamento</strong></h3>



<p>Temos, então, o ponto de partida (as nossas aptidões e paixões) e um ponto de chegada (onde me visualizo daqui a 5 anos se o sucesso estivesse garantido), tratem agora de colocar no papel o que consideram que precisam de desenvolver, quais os passos, os degraus necessários para ir subindo até chegarem ao vosso destino. E sempre que vos ocorrer um obstáculo, ou um problema no vosso planeamento, pensem automaticamente de que forma o poderiam contornar, o que seria necessário para o ultrapassar e vão colocando uma possível solução para cada problema. <strong>Quando terminarem o vosso plano de ação, provavelmente o que era assim tão utópico, tão inatingível, irá começar a parecer possível. </strong>A expetativa instala-se e daí advém o entusiasmo para iniciarem o vosso processo, passo a passo. Foquem-se apenas no próximo passo, não no objetivo final, iniciem o vosso plano e desfrutem da viagem. Vai valer a pena! Acreditem. <em>Let´s do this</em>!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-AxPRg' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>5 Dicas para um regresso às aulas tranquilo</title>
		<link>https://simplyflow.pt/5-dicas-para-um-regresso-as-aulas-tranquilo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Morais]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[regresso às aulas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O regresso às aulas é um momento entusiasmante para os jovens, mas é também marcado por receios, dúvidas e nervosismo. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Setembro representa, para muitos jovens, o começo de mais um ano letivo. Apesar de encararem o regresso às aulas com algum entusiasmo e expectativa, por envolver o reencontro com colegas e professores, existem também sentimentos de stress e ansiedade devido ao regresso dos deveres e obrigações, das avaliações, dos trabalhos da escola e dos exames, ou seja, acabaram as férias e é altura de adotar novos hábitos e horários, exigindo um esforço para todo o agregado familiar. </strong> </p>



<p>É importante que os pais e/ou educadores acompanhem este processo desde o início das aulas, para que os seus filhos se sintam mais confiantes e seguros, desenvolvendo mais adequadamente a sua autoestima, e assim serem capazes de enfrentar desafios de forma imediata. Desta forma, <strong>deve-se transmitir a ideia de que o regresso à escola é algo positivo</strong>, que traz coisas boas, nomeadamente no traçar objetivos e alcançar <a href="https://simplyflow.pt/ja-sabes-o-que-queres-ser/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">metas</a>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O regresso às aulas é um momento entusiasmante para os jovens, mas é também marcado por receios, dúvidas e nervosismo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Por isso, seguem algumas dicas simples para que este regresso às aulas seja feito com uma maior tranquilidade.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1.ª Dica &#8211; Análise da situação atual&nbsp;</strong></h2>



<p>O desconforto e ansiedade associado ao início de um novo ano escolar está:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>relacionado com a insegurança face ao desconhecido, seja por se iniciar um novo ciclo de ensino, uma nova escola, com novos professores e até colegas;</li>



<li>ou relacionado com as expectativas que se geram por se tratar de um ano já decisivo ao nível dos objetivos futuros.</li>
</ul>



<p>Ora <strong>perceber em conjunto sobre o que esperar deste novo ano vai ajudar os jovens a prepararem-se para esta transiçã</strong>o. E, para isso, nada melhor do que começar por identificar quais são os seus principais receios e dúvidas.</p>



<p><strong>Sugestão de exercício:</strong> Numa folha A4, façam uma lista desses receios e dúvidas, e, para cada um desses tópicos, debatam e escrevam soluções/alternativas que minimizem esses sentimentos. No fim da folha terminem a seguinte frase:</p>



<p><em>“Agora que identifiquei e encarei cada um dos meus receios sinto-me______________________.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2.ª Dica &#8211; Identificação do tipo de memorização predominante do jovem</strong></h2>



<p>Verifico muitas vezes ao longo das minhas sessões que os jovens não sabem qual o seu tipo de memorização predominante. Ora se não sabem isso, como é que vão perceber qual o método de estudo que mais se adequa a si e que lhe vai trazer melhores resultados ao longo do ano?&nbsp;</p>



<p>É por isso que antes mesmo de começarem as aulas, aconselho que <strong>identifiquem o tipo de memorização mais preponderante e que melhor se adapta ao jovem</strong>. Aqui ficam os <strong>tipos de memorização</strong> que existem: </p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-5gx1c' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Auditiva</strong> – são aquelas pessoas que memorizam logo sons ou músicas e que basta estarem atentas nas aulas para memorizar grande parte da matéria. Para estas pessoas ler em voz alta, gravar áudios e depois ouvir são excelentes estratégias. Tal como debater com colegas a matéria ou explicar a uma outra pessoa;</li>



<li><strong>Visual</strong> &#8211; estas pessoas têm grande facilidade em memorizar o que está a ver. Aquelas pessoas que nunca se esquecem de uma cara, imagens, nomes de pessoas numa imagem ou slogan de um outdoor. A melhor forma de memorizar é através de gráficos, imagens ou esquemas e tabelas. Transformar os resumos em mapas mentais e infográficos é uma boa estratégia;</li>



<li><strong>Leitura/escrita</strong> &#8211; pessoas que memorizam através de leitura e escrita, ou seja, desenvolvem-se mais pelas palavras e listas do que por sons ou imagens. Memorizam mais facilmente a ler ou escrever do que a ouvir o professor. Devem assim apostar em fazer os seus próprios resumos com listas e tópicos e ler e reler a matéria. Devem transpor gráficos e esquemas em frases e responder a exames antigos. Uma dica muito importante relativamente aos resumos, eles não são cópias dos livros, o jovem deve colocar o conteúdo pelas suas próprias palavras;</li>



<li><strong>Cinestésica</strong> &#8211; memorizam quando colocam em prática o que aprendem. Procuram encontrar na matéria e nas palavras o que seja relevante, prático e real através de todos os sentidos. Devem transpor a matéria para o máximo possível de exemplos e estudos de caso e incluir mais resumos de colegas para comparar mais do que um ponto de vista, e usar a auto explicação (que não é ler em voz alta, mas, sim, explicar o significado dos conceitos).</li>
</ul>



<p><strong>Sugestão de exercício:</strong> Visitem, por exemplo, <a href="https://vark-learn.com/home-portuguese-pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">este site</a>, onde podem fazer o teste online para descobrir qual o tipo de memorização que predomina sobre os jovens. </p>



<p>Na verdade, na maioria dos casos temos mais do que um tipo de memorização. O que é ótimo pois assim os jovens podem utilizar mais do que uma estratégia de estudo para otimizar os seus resultados em função da matéria em si. Saber isso antes das aulas começarem, irá dar-lhes mais confiança nos resultados que irá obter.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3.ª Dica &#8211; Identificação dos pontos fortes e dos pontos a melhorar</strong></h2>



<p>Agora que já analisaram a situação atual e qual o tipo de memorização mais adequado, vamos <strong>identificar quais as competências mais fortes e quais as que devemos trabalhar ao longo do ano</strong>.</p>



<p><strong>Sugestão de exercício:</strong> Dividam uma folha A4 em 3 colunas. Na 1.ª coluna do lado esquerdo devemos escrever os nossos pontos fortes enquanto estudantes, como por exemplo: sou metódico, sou esforçado, sou atento nas aulas, estudo com antecedência, sou participativo nas aulas ou nos trabalhos de grupo, sou competitivo, etc. Tudo o que se possam lembrar e que os caracteriza de forma positiva enquanto estudantes. Se tiverem dificuldades nessa listagem falem com colegas ou com professores (se possível). Na coluna do meio dessa folha, vamos listar os aspetos que consideramos que deveriam melhorar, como por exemplo: ser mais organizado, falar menos nas aulas, estudar sem ser de véspera, participar mais nas aulas, tirar dúvidas com professores, gerir melhor a ansiedade, gerir melhor o tempo, estar menos tempo nas redes sociais, etc. Finalmente na coluna da direita vamos colocar resoluções para trabalhar cada um dos aspetos a melhorar. Perguntem-se todos &#8211; jovens, amigos e familiares &#8211; incluam todas as ideias e sugestões de coisas que podem fazer diferente para melhorar cada um dos fatores colocados na coluna do meio. E, deste trabalho conjunto, comecem a assumir compromissos com quem vos rodeia.&nbsp;</p>



<p><strong>Nota:</strong> Coloquem essa lista como reminder num sítio bem visível para todos e revejam no final de cada 2 meses, para que procedam aos devidos acertos. Provavelmente algumas ideias podem não estar a surtir o efeito e outras necessidades entretanto podem surgir.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4.ª Dica &#8211; Definição de objetivos a atingir</strong></h2>



<p>Nas minhas <a href="https://hugomorais.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sessões</a> gosto que os jovens definam os seus objetivos e que eles se responsabilizem pelos mesmos. <strong>Estes objetivos devem ser uma mistura de ambição com realismo</strong>, de nada me serve apontar para muito alto ou muito baixo se isso não me motivar. Encontrar o equilíbrio é importante para que as metas a que me propus verdadeiramente me façam acionar o meu foco e a minha dedicação. Por outro lado estes objetivos <strong>devem ser específicos e mensuráveis</strong>, um exemplo de objetivos que não me vão ajudar: quero melhorar as minhas notas ou quero ter nota positiva a tudo, ambos são objetivos muito vagos, e deixam muita margem de manobra o que não vai ajudar no foco e satisfação na sua perseguição.</p>



<p><strong>Sugestão de exercício:</strong> Peçam aos jovens para definirem os objetivos do seu ano escolar, e que estes sejam específicos e mensuráveis. Assim será claro e compreensível para todos o grau de satisfação ou insatisfação perante os resultados obtidos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5.ª Dica &#8211; Comunicação pais/filhos</strong></h2>



<p>Depois de aplicarem as técnicas acima referidas, a melhor forma de saber se os jovens estão preparados para o regresso, e fazerem o devido acompanhamento, passa por <strong>estabelecer uma comunicação aberta e confortável </strong>com eles sobre o tema. Muitos especialistas afirmam que os principais problemas familiares surgem quando não existe em casa um acompanhamento adequado, como o diálogo inexistente e ineficaz. Portanto,<strong> é importante todo o apoio e orientação</strong>, para que o seu filho se torne, desde o primeiro dia de aulas, um aluno bem-sucedido.</p>



<p>Cultivar atitudes positivas com o seu filho, dando um abraço ou uma boa gargalhada antes de saírem de casa (contribui para libertar emoções da nossa corrente sanguínea, ativando a serotonina, um neurotransmissor considerado o hormônio do bem-estar e da felicidade).</p>



<p>Ao nível da comunicação à medida que os dias vão passando, faça-lhes perguntas regularmente sobre o dia-a-dia na escola, os melhores e piores momentos do dia, questione-o sobre as suas dúvidas e de que forma pode ajudar. Quando o fizer, ouça primeiro o que eles têm a dizer, sem interromper. Em seguida, é importante mostrar-lhes que as suas opiniões e sentimentos são válidos e que está a ouvi-los ativamente, ajudando-os a reportar e ultrapassar obstáculos que provavelmente encontrarão durante o ano letivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A comunicação é essencial para que eles se sintam compreendidos e que não estão isolados sejam quais forem os receios ou dúvidas que possam estar a passar no seu percurso académico.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>É uma aprendizagem permanente tanto para os jovens como para os pais</strong>, por isso grande parte do sucesso consiste no entendimento contínuo das expectativas e exigências de ambas as partes e chegarem a consensos e compromissos através de uma boa comunicação.&nbsp;</p>



<p><strong>Bom regresso às aulas para todos!</strong></p>



<p></div>
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		<title>Já sabes o que queres ser?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/ja-sabes-o-que-queres-ser/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Morais]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mensagem a ser transmitida aos jovens é que fazer escolhas acertadas exige trabalho, um trabalho de autoconhecimento e pesquisa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na jornada de transição para a vida adulta, os jovens deparam-se frequentemente com uma pergunta desconfortável: </strong><strong><em>“Já sabes o que queres ser?”</em></strong><strong>. Sem respostas definidas, essa questão torna-se incomodativa à medida que se aproximam os momentos cruciais em que é necessário tomar decisões em relação ao futuro. Consequentemente, aumenta a pressão e a ansiedade. No entanto, devemos considerar que esses são apenas sintomas, pois a verdadeira causa reside em algo mais profundo.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sinais de desmotivação no percurso académico:</strong></h2>



<p>O primeiro indício de que algo não vai bem no percurso académico de um jovem é a desmotivação. E muitos são os jovens que expressam a sua desmotivação dizendo algo como: <em>“Eu já nem sei porque continuo a estudar!&#8230;”</em>.&nbsp; Embora existam várias causas para esse sentimento, neste artigo iremos focar-nos na causa mais identificada nas minhas sessões de coaching vocacional: a <strong>falta de uma visão clara do futuro</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é o papel dos pais?</strong></h2>



<p>O que podem e devem fazer os pais perante esta situação? Devem adotar uma postura mais rígida? Devem acompanhar de perto as escolhas e comportamentos dos filhos? Devem ser mais intervenientes ou assumir um papel de facilitadores, concedendo-lhes uma maior autonomia e liberdade? Não há respostas simplistas ou padronizadas para estas questões. <strong>Cada caso é particular e, como tal, deve ser abordado de forma personalizada. </strong>No entanto, posso partilhar algumas técnicas que ajudarão os pais a apoiar os filhos nesta fase bem desafiante da vida:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Transmitir a seguinte mensagem: a desmotivação é normal &#8211;</strong> Em primeiro lugar, <strong>é importante transmitir aos jovens a mensagem de que é normal sentir desmotivação ao longo do percurso académico</strong>. No entanto, não devemos ignorar esse sentimento, mas, sim, compreender as suas causas. Ao acompanhar centenas de jovens na minha prática, observei que essa desmotivação muitas vezes diminui quando conseguimos desenvolver uma visão clara das várias possibilidades de carreira académica e profissional que lhes agradem. Além disso, devemos demonstrar que essas possibilidades são válidas e estão alinhadas com as suas expectativas. Simplificando, se você está no ensino secundário ou num curso superior sem uma direção definida, é natural que as disciplinas com as quais não se identifica se tornem cada vez mais difíceis, e a aplicabilidade delas na sua vida se torne cada vez mais difícil de entender;</li>



<li><strong>Ver para além das notas: definindo objetivos claros &#8211;</strong> Na maioria dos casos, o principal objetivo dos estudantes é obter a melhor média possível, o que é válido, mas limitado em conteúdo. Contribui para manter algumas portas abertas, mas não seria ainda melhor se conseguíssemos definir o que queremos encontrar além dessas portas? Aí, sim, temos <strong>um objetivo pelo qual realmente aspiramos e nos dedicamos, gerando uma motivação cada vez mais forte</strong>.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Critérios de escolha e autoconhecimento</strong></h2>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>Muitos jovens tomam decisões com base em dois critérios: exclusão de opções ou busca por carreiras financeiramente estáveis.</strong> Embora sejam critérios válidos, isoladamente, apenas com muita sorte podem levar a uma vida profissional realizada e feliz. Mas <strong>e se esses critérios estiverem incluídos num desenvolvimento mais amplo de uma visão de futuro?</strong> E se essa visão englobar a satisfação em exercer uma determinada atividade, alinhada com características pessoais, aptidões, valores e paixões? Nesse contexto, tudo muda. O assunto que antes era tabu, <em>“O que queres ser?”</em>, passa a despertar interesse, acompanhado de sorrisos e brilho nos olhos! Até mesmo a postura física se transforma, revelando confiança, algo normal para alguém que sabe o que quer.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância do autoconhecimento e da pesquisa</strong></h2>



<p><strong>A mensagem a ser transmitida aos jovens é que fazer escolhas acertadas exige trabalho, um trabalho de autoconhecimento e pesquisa. </strong>As respostas não estão todas disponíveis no Google, e elas não vão bater à porta. É preciso mostrar-lhes que, sem essas respostas, será difícil sentirem-se confortáveis e entusiasmados com as suas opções. Desafiá-los a explorar experiências diferentes, como, por exemplo, voluntariado, trabalhos de verão ou fins de semana, pode ampliar o seu leque de vivências e permitir descobrir o que gostam e no que são bons.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É importante que os pais também façam parte deste processo</strong></h2>



<p>Os pais perguntam frequentemente como podem ajudar. A minha resposta é que devem fazer parte do processo, estando presentes e ativamente envolvidos no desenvolvimento deste trabalho. Estimulem os benefícios dos filhos procurarem as suas próprias respostas, que não são garantias, mas, sim, respostas. <strong>Dêem-lhes autonomia, mas com responsabilidade, responsabilidade de apresentarem escolhas fundamentadas em informação e análise, em vez de escolhas baseadas em valores, conteúdos ou ideias simplistas e desconectadas da realidade do mercado de trabalho e do perfil individual dos filhos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Atividades recreativas para pais e filhos</strong></h2>



<p>Aqui estão duas atividades recreativas que os pais podem realizar de forma descontraída com os filhos:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>A sua escolha:</strong> Compartilhem com os vossos filhos as vossas próprias experiências de escolha, ou seja, como foi o vosso processo de decisão e o que fariam diferente hoje e porquê. E, atenção, esta até pode ser uma conversa durante uma refeição em família; </li>



<li><strong>A entrevista (o meu trabalho): </strong>Muitos jovens sabem qual é a atividade profissional dos pais, mas não têm ideia do que o trabalho realmente envolve. Um bom exercício é pedir aos seus filhos que o entreviste. Exemplos de perguntas que eles podem fazer: o que mais gostas na tua profissão? E o que gostas menos? Quais são as principais atividades do teu dia a dia? Que competências consideras essenciais para exercer a tua profissão? Sintam-se à vontade para adicionar outras perguntas.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A busca por respostas exige dedicação</strong></h2>



<p>Ao longo dos meus mais de 10 anos como <a href="https://hugomorais.pt/sobre-mim/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">coach vocacional</a>, percebi que os melhores resultados são alcançados por jovens e pais que compreendem desde cedo que a busca por respostas exige dedicação. <strong>É o próprio processo de busca que os desenvolve, permitindo que definam objetivos e trajetórias que os agradem.</strong></p>



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