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	<title>Helena Tirapicos, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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		<title>Tirar férias para ajudar</title>
		<link>https://simplyflow.pt/ferias-a-ajudar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Tirapicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jun 2018 08:40:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivi em São Sebastião da Giesteira, uma freguesia rural do concelho de Évora, até atingir a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Vivi em São Sebastião da Giesteira, uma freguesia rural do concelho de Évora, até atingir a maioridade. A minha família assume-se como católica e a verdade é que não consigo separar aquilo que tenho aprendido enquanto católica, daquilo que sou e faço. </span></p>
<h2><b>Fazer o bem sem olhar a quem </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Tenho imagens da infância que me remetem para a ideia de “fazer o bem”, mas não me lembro de nenhum familiar em específico </span><span style="font-weight: 400;">que fizesse aquilo a que chamamos voluntariado. No entanto, foi a minha avó paterna que sempre me incutiu a importância de estar atenta às necessidades dos outros, de ser prestável, de ajudar os idosos a carregar os sacos, de visitar quem estava doente e todas aquelas coisas que fazem parte do dia-a-dia e que também são mais fáceis de fazer numa comunidade pequena, onde todos se conhecem, como era o caso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aos 10 anos, entrei para o agrupamento de escuteiros da minha paróquia e comecei a ouvir falar da boa acção diária. Foi quando senti que aquilo que já tinha interiorizado, tinha agora mais uma razão para ser concretizado com um maior compromisso. </span></p>
<h2><b>As primeiras situações de voluntariado</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Era uma miúda quando, juntamente com o meu agrupamento, fiz as primeiras campanhas do Banco Alimentar contra a fome, aos sábados e domingos de manhã. Mas, acho que a primeira experiência que me marcou mesmo foi quando me convidaram para fazer voluntariado em Fátima, na peregrinação de Agosto, devia de ter uns 12 ou 13 anos. Era a mais nova do grupo e não me foi atribuída nenhuma tarefa complexa. Mas, era uma “peça do puzzle” e tinha de dar o meu melhor para que tudo corresse como era suposto no apoio dado aos peregrinos no “lava-pés”.</span></p>
<h2><b>Solidariedade acima de tudo </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Já fiz um pouco de tudo. Fiz voluntariado com idosos e com crianças, com jovens e adultos com necessidades especiais, voluntariado na natureza e em zonas de incêndios, e em tarefas de apoio administrativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Participo nas campanhas pontuais do Banco Alimentar (tanto em porta de loja como no armazém), já fiz voluntariado na área da animação, num Centro Social e Paroquial, já prestei apoio aos peregrinos de Fátima algumas vezes, já fui voluntária na Juventude Hospitaleira (movimento juvenil ligado aos Irmãos de São João de Deus e às Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus) e na Associação Escutar, já participei em actividades de limpeza de florestas no âmbito do projecto “Limpar Portugal” e prestei auxílio às populações afectadas pelos incêndios de Castanheira de Pêra e Penedo em 2017.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7171 size-large" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Telhal-2007-1024x392.jpg" alt="" width="960" height="368" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Telhal-2007-1024x392.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Telhal-2007-300x115.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Telhal-2007-768x294.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Telhal-2007-460x176.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Telhal-2007-160x61.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Telhal-2007-320x122.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Telhal-2007-480x184.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Telhal-2007-640x245.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Telhal-2007-960x367.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Telhal-2007-1120x428.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Telhal-2007.jpg 1242w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, talvez o mais indicado seja dizer que o voluntariado não faz parte do meu dia-a-dia, mas as acções solidárias essas, sim, fazem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assumo-me como uma “menina da aldeia” e quando vou à minha terra são muitas as pessoas que me entregam sacos com roupas que já não servem aos filhos ou a outros familiares e isto porque sabem que eu faço chegar aqueles bens a quem mais precisa. Já perdi a conta às viagens que fiz com o carro cheio até ao tecto, com roupas, artigos para bebés e até utensílios de cozinha. </span></p>
<h2><b>“Lena, ando a pensar numa coisa e tu és a pessoa certa para fazer isto comigo.”</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os incêndios do ano passado foram uma monstruosidade. Não tendo formação na área de saúde (física e /ou mental), tinha decidido que só iria para a zona de Pedrógão quando as pessoas começassem a esquecer-se que fazia falta ir para </span>lá ajudar. Acho que o voluntariado funciona como tantas outras coisas na nossa vida, e, normalmente, quando é novidade (ainda que tenha na origem uma tragédia) todos querem ir ajudar. Por isso, enquanto a tragédia está mais viva na memória e as notícias ainda abordam o assunto a toda a hora, existe sempre alguém para ajudar. Depois esquecem-se, naturalmente. E, eu queria ir nesta segunda fase porque achava que seria mais necessária.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, em Julho uma amiga da minha mãe telefonou-me. “Lena, ando a pensar numa coisa e tu és a pessoa certa para fazer isto comigo”, disse-me. Explicou-me que queria ir à zona centro dar o seu contributo na recuperação após os incêndios e que como eu me “mexia bem” nestas coisas do voluntariado, pensou logo em mim.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrei-me de um amigo que tinha ido para Castanheira de Pêra logo na semana do incêndio, perguntei-lhe com quem tinha estado no terreno, ele passou-me as informações necessárias e foi assim que tive o primeiro contacto com a ONG </span><a href="http://www.medicosdomundo.pt/pt"><span style="font-weight: 400;">Médicos do Mundo</span></a><span style="font-weight: 400;"> e, mais tarde, conheci a </span><a href="http://www.medicosdomundo.pt/pt/go/medicosdomundo-pt-missaoesperanca"><span style="font-weight: 400;">Missão Esperança</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<h2><b>O cenário que já tínhamos visto nas televisões era ainda mais doloroso ao vivo. </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Do primeiro fim-de-semana que passei em Castanheira de Pêra, acho que vou sempre lembrar-me do nó na garganta e do silêncio que se fez no carro, quando começámos a chegar à área ardida. Quilómetros e quilómetros de floresta queimada, uma mancha negra até onde os nossos olhos conseguiam alcançar&#8230; O cenário que já tínhamos visto nas televisões era ainda mais doloroso ao vivo.</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-7172 size-large" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dez.2017-1024x576.jpg" alt="" width="960" height="540" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dez.2017-1024x576.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dez.2017-300x169.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dez.2017-768x432.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dez.2017-460x259.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dez.2017-160x90.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dez.2017-320x180.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dez.2017-480x270.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dez.2017-640x360.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dez.2017-960x540.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dez.2017-1120x630.jpg 1120w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-7173 size-large" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dezembro-2017-1024x576.jpg" alt="" width="960" height="540" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dezembro-2017-1024x576.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dezembro-2017-300x169.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dezembro-2017-768x432.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dezembro-2017-460x259.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dezembro-2017-160x90.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dezembro-2017-320x180.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dezembro-2017-480x270.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dezembro-2017-640x360.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dezembro-2017-960x540.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Penedo-Dezembro-2017-1120x630.jpg 1120w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dos vários momentos que me marcaram em Castanheira de Pêra, lembro-me do dia em que mobilámos a casa de um senhor que nos mostrou um sorriso gigante quando o quarto ficou pronto, lembro-me da alegria genuína de uma senhora a quem entregámos um aspirador, da forma sentida como um miúdo agradeceu a mobília que entregámos na sua “nova” casa, lembro-me das lágrimas de uma senhora que dizia que Deus não queria que a filha tivesse morrido…</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É terrível saber que podia ser eu a ter a vida virada do avesso, numa questão de minutos, como aconteceu com tantas famílias na região centro do nosso país. E, é também por me sentir grata por ter sido poupada aos incêndios, que faço questão de dedicar algum do meu tempo a quem passou por esta situação. Feliz ou infelizmente, o trabalho não me tem permitido ir lá tanto tempo como desejava, mas quando vou tento estar lá a 100%. E, só depois de contactar directamente com as pessoas que viveram de perto esta tragédia é que se percebe que o negro da paisagem é muito idêntico à tristeza e ao sofrimento que interiormente trazem consigo… Cabe-nos a nós, que fomos poupados, levar um pouco de atenção, de carinho, de força braçal e vontade de (re)erguer paredes e vidas. E, é incrível (e chocante ao mesmo tempo) ver que, praticamente 1 ano depois dos incêndios, ainda há tanto por fazer.</span></p>
<h2><b>As férias ganharam um novo sentido </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando consegui marcar férias em Outubro do ano passado e em Fevereiro deste ano, voltei à Médicos do Mundo e, pelo meio, levei um grupo de 9 amigos comigo, num fim-de-semana, no passado mês de Novembro. Como em Março comecei a trabalhar aos fins-de-semana, não tenho conseguido deslocar-me a Castanheira de Pêra e ao Penedo tantas vezes quanto gostava. Mas, estou ansiosa por lá voltar e, se tudo correr como previsto, voltarei ainda este mês.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Costumo dizer que tenho a minha formação académica, mas o meu coração bate mesmo é pela área social. E, gosto muito de pessoas. Considero-me uma pessoa “de pessoas”. Há quem seja “de flores”, “de animais”, “de cinema”&#8230; eu acho que sou de pessoas. Percebi isto muito cedo e noto mesmo que preciso de ter algum equilíbrio entre o que faço “por obrigação” e a(s) minha(s) área(s) preferida(s) / de conforto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando comecei a fazer voluntariado nas férias escolares, muitas vezes era uma desculpa que tinha para passar mais uns dias fora de casa, confesso. Mas, depois de começar a trabalhar, noto que fazer voluntariado nas férias é uma opção muito mais consciente, e também um bocado mais exigente ao nível da gestão do cansaço físico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu continuo a fazer voluntariado para poder contribuir de alguma forma para, pelo menos, 1 dia ou até mesmo 1h melhor para alguém. E, ainda que a minha motivação enquanto estudava, algumas vezes não fosse assim tão altruísta, a verdade é que sempre, e desde sempre, que disponibilizo o meu tempo para alguma actividade de voluntariado, procuro sobretudo estar ali e desligar tanto quanto possível “o chip”.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-7175" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Missão-Esperança-Outubro-2017-768x1024.jpg" alt="" width="768" height="1024" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Missão-Esperança-Outubro-2017-768x1024.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Missão-Esperança-Outubro-2017-225x300.jpg 225w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Missão-Esperança-Outubro-2017-300x400.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Missão-Esperança-Outubro-2017-460x613.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Missão-Esperança-Outubro-2017-160x213.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Missão-Esperança-Outubro-2017-320x427.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Missão-Esperança-Outubro-2017-480x640.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Missão-Esperança-Outubro-2017-640x853.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Missão-Esperança-Outubro-2017-960x1280.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Missão-Esperança-Outubro-2017-1120x1493.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/06/Missão-Esperança-Outubro-2017.jpg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<h2><b>​O que me motiva são as pessoas e o sentido do “serviço”. Aprender algo com as suas histórias de vida, poder conversar ou simplesmente estar. </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Já disse que sou uma pessoa “de pessoas” e é isso que me leva a fazer sobretudo voluntariado com e para pessoas. Gosto muito de poder partilhar experiências e histórias de vida. Gosto de estar e ouvir atentamente. Até porque no voluntariado tenho aprendido que aquela ideia pré-concebida meio cor-de-rosa que temos de mudar o mundo a fazer coisas grandes, não faz assim tanto sentido&#8230; </span><b>As coisas grandes são as coisas pequenas. </b><span style="font-weight: 400;">São as coisas que são mesmo necessárias, ainda que não se vejam, como, por exemplo, um abraço ou apertar a mão de alguém que se sente só; Ou separar roupas num pavilhão de manhã até à noite &#8211; como me aconteceu na primeira vez que estive em Castanheira de Pêra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tenho aprendido que para ser uma boa voluntária tenho de estar literalmente ao “serviço” &#8211; e isso implica ser humilde e entender que qualquer tarefa que me seja solicitada é importante para o todo. E, se pensar em sentimentos,</span><b> quando faço voluntariado sinto-me agradecida e mais realizada</b><span style="font-weight: 400;">. Não há nada como aquele cansaço físico do fim de um dia em que nos dedicamos a uma causa, mas temos a consciência plena do “dever” cumprido.</span></p>
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