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	<title>Francisco Mendonça, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Francisco Mendonça, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>O Caminho das Pontes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2017 14:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORPO SÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caros Caminhantes, Depois de na nossa última crónica vos termos apresentado a bela e selvagem praia&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Caminhantes,</p>
<p>Depois de na nossa última crónica vos termos apresentado a bela e selvagem praia da Ursa, como lá chegar com uma boa caminhada começando no Cabo da Roca, bem como um restaurante local onde a qualidade do seu peixe grelhado fez até um Chef internacional com várias estrelas Michelin ficar rendido, continuamos no Parque Natural Sintra-Cascais.</p>
<p>Desta vez damos-vos a conhecer um passeio que pode ser feito por toda a família. Referimo-nos ao Caminho das Pontes. Este caminho começa na barragem do Rio da Mula, na Serra de Sintra. Para quem não conhece o acesso à barragem, a mesma fica na estrada nº 1335, uma variante da N9-1 que por sua vez é a estrada que liga a Malveira da Serra à N9 (estrada do Autódromo do Estoril).</p>
<p>Chegados à barragem do rio da Mula, a mesma encontra-se à vossa esquerda (no final da estrada). Podem e devem ir vê-la de frente pelo caminho que passa por cima da barragem, pois o enquadramento é bem bonito. O início da caminhada começa por um caminho de terra, largo, que se encontra mesmo em frente ao local onde aparcaram. Este caminho circunda a barragem, durante cerca de 500 m. Após circundarem à barragem, pela esquerda o caminho começa a subir. Menos de 100 m, à vossa esquerda, bem discreto, têm um pequeno trilho. É importante irem com atenção, pois é por aqui que terão de seguir. Toda esta zona florestal, que circunda a barragem, é a Tapada do Saldanha, agora propriedade da Parques de Sintra – Monte da Lua e outrora, como Tapada que era, terreno real de caça e agrícola.</p>
<p>Uma vez neste carreiro, verão de imediato o Rio da Mula, também conhecido como Ribeira das Vinhas ou Ribeira dos Marmeleiros. Com cerca de 10 km de comprimento, nasce a montante da Lagoa Azul. Aqui não atravessam o rio, antes seguem pela direita. A partir deste ponto seguem dentro de um corredor florestal, com forte presença de Acácias, uma espécie invasora oriunda da Austrália. Ao longo do percurso atravessa-se várias vezes o riacho, sempre por pequenas pontes de madeira, dando um encanto ainda maior a este pequeno mas bonito passeio. Alertamos para algum cuidado que se tem de ter ao atravessar estas pontes, pois são feitas com pequenos troncos de árvores e alguns são espaçados entre eles, pelo que existe o risco de se meter o pé entre os mesmos. Se tiverem muita sorte poderão encontrar algumas aves de porte considerável, habitantes locais, como o Bufo Real ou a Águia de Bonelli.</p>
<p>O final do percurso não está sinalizado, pelo que a cerca de 45 m depois de começarem, o percurso começa a subir para a vossa esquerda e a afastar-se do riacho, aconselhamos a que neste ponto voltem para trás. Verão com surpresa que embora seja o mesmo percurso, o facto de o estarem a fazer em sentido contrário vos dará uma perspetiva bem diferente. Deverão demorar entre 1:15 h a 1:30 h a fazer o percurso em ambos os sentidos.</p>
<p>Boa caminhada,</p>
<p>Francisco<br />
<a href="mailto:franciscomendonca@portugalwalkhike.com">franciscomendonca@portugalwalkhike.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O passado e o presente da Cultura do Xisto – Parte 4</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2017 16:29:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORPO SÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caros Caminhantes, Após vos termos dado a conhecer as aldeias da Cerdeira e Candal, bem como&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/passado-presente-da-cultura-do-xisto-parte-4/">O passado e o presente da Cultura do Xisto – Parte 4</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Caminhantes,</p>
<p>Após vos termos dado a conhecer as aldeias da Cerdeira e Candal, bem como o bonito percurso que liga ambas, nesta 4ª e última parte desta pequena viagem pelas Históricas Aldeias de Xisto da Serra da Lousã, vamos falar-vos da aldeia do Talasnal.</p>
<p><img decoding="async" class="alignright size-full wp-image-2294"style="float: right; padding-left: 15px;" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/02/simply-flow-pedro-mendonca-Cultura-do-Xisto.jpg" alt="" max-width="600" height="" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/02/simply-flow-pedro-mendonca-Cultura-do-Xisto.jpg 600w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/02/simply-flow-pedro-mendonca-Cultura-do-Xisto-300x225.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/02/simply-flow-pedro-mendonca-Cultura-do-Xisto-460x345.jpg 460w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Situada no cimo de uma das encostas orientadas a norte da funda bacia da Ribeira de São João, esta aldeia não podia ter um enquadramento mais dramaticamente cénico. As vistas são monumentais e a integração da aldeia nestas íngremes vertentes é impressionante.</p>
<p>Falando um pouco da sua história, eis que, a exemplo de quase todas as outras, esta aldeia chega aos anos 80 praticamente vazia. Os motivos são exatamente os que apresentámos nas 1ª e 2ª parte desta crónica. Contudo, e mais uma vez como todas as outras, nem sempre foi assim. Em 1911 atinge o seu auge populacional com 129 habitantes. Possuía uma escola e dois lagares de azeite. A primeira foi o orgulho da população que se quotizou para a construir. Infelizmente os sinais do tempo correram mais depressa que as expetativas dos locais e, quando ficou pronta, faltavam os professores. Quando eles vieram, já não haviam alunos, tendo sido encerrada em 1975 quando apenas 2 a frequentavam.</p>
<p>Voltando aos anos 80, em 1981 já só existiam 2 habitantes permanentes, a Ti Lena e o Ti Manel, os dois últimos resistentes até já não ser possível lá continuarem. No final dos anos 90, as casas começaram a ser compradas por pessoas que pretendiam, não morar na aldeia, mas ter lá uma segunda habitação. Em paralelo e um pouco mais tarde, começaram igualmente a aparecer algumas pequenas unidades de alojamento bem como alguns estabelecimentos comerciais.</p>
<p>Hoje, esta aldeia, particularmente no período de Verão, tem uma vida própria. Diferente daquela para a qual foi construída, é certo, mas graças à qual os tempos de abandono já lá vão. Tornou-se um espaço francamente agradável, onde tomar um café ou uma refeição é um prazer, não só pela qualidade dos produtos, mas por todo o enquadramento que nos rodeia. Por falar em refeição, resta-nos apresentar um dos espaços mais agradáveis do Talasnal e atualmente absolutamente incontornável, referimo-nos ao restaurante “Ti Lena”, cujas donas, em homenagem aos últimos residentes, deram este nome ao espaço. Lá dentro, a conjugação dos materiais tradicionais, o xisto e as madeiras, foram respeitados e a lareira é o toque final para que, uma vez lá dentro, já não queremos sair. A comida que lá se serve é magnífica e o Cabrito no Forno com Castanhas é já quase lendário.</p>
<p>Resta-nos dizer que chegar à Aldeia do Talasnal é fácil. De carro a estrada vai mesmo até à aldeia, para os que, como nós, gostam de caminhar, aconselhamos o percurso PR2 LSA (Pequena Rota 2 da Lousã).</p>
<p>Boas caminhadas,</p>
<p>Francisco<br />
<a href="mailto:franciscomendonca@portugalwalkhike.com">franciscomendonca@portugalwalkhike.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/passado-presente-da-cultura-do-xisto-parte-4/">O passado e o presente da Cultura do Xisto – Parte 4</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O passado e o presente da Cultura do Xisto – Parte 3</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2017 15:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORPO SÃO]]></category>
		<category><![CDATA[francisco mendonça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caros Caminhantes, Nos nossos dois artigos anteriores, a 1ª e 2ª parte desta viagem pelas aldeias&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/passado-presente-da-cultura-do-xisto-parte-3/">O passado e o presente da Cultura do Xisto – Parte 3</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Caminhantes,</p>
<p>Nos nossos dois artigos anteriores, a 1ª e 2ª parte desta viagem pelas aldeias Históricas de Xisto, apresentámos-vos as aldeias da Cerdeira e Candal, respetivamente. Na 3ª e penúltima parte vamos dar-vos a conhecer o bonito percurso que liga estas duas aldeias.</p>
<p>O nome oficial deste percurso é o PR3 LSA, ou seja, Pequena Rota 3 da Lousã. Embora este trilho tenha a totalidade de 7 km, o que propomos é apenas 4 km, mais precisamente no caminho que liga a Aldeia da Cerdeira à do Candal. Apesar de este percurso poder ser feito em qualquer um dos sentidos, propomos que se faça no sentido Cerdeira – Candal, pelo simples facto de assim boa parte do percurso ser descendente, logo menos exigente para as pernas e pulmões menos habituados à atividade de caminhar em natureza.</p>
<p>Saindo da Aldeia da Cerdeira, descemos até à Ribeira da Cerdeira. O percurso, propriamente dito, inicia-se aqui. A primeira parte é sempre a subir. As vistas são deslumbrantes e, para além de várias faces da selvagem e bela Serra da Lousã, podemos observar o seu ponto mais alto, com 1.205m de altura, chamado de Trevim.</p>
<p>Após esta curta mas íngreme subida, chegamos a um estradão e, ao fletirmos para a direita, entramos num bonito bosque dominado por imponentes castanheiros e carvalhos, muitos deles centenários. Os longos troncos e fortes ramos destas históricas árvores, testemunhos vivos deste antigo e valioso património florestal, assumem muitas vezes formas excêntricas e sinistras, que transmitem uma atmosfera muito especial em vários momentos deste percurso, tornando-o ainda mais bonito. Animem-se os menos vigorosos, pois a partir daqui é quase sempre a descer. Já perto do fim começamos a ver algumas casas, sinal que estamos a chegar ao Candal. Já na aldeia, este caminho permite-nos atravessá-la e ajudar-nos a perceber o complexo enrodilhado de ruas, típicas das aldeias desta região, onde cada rua parece ter vontade própria.<img class="alignright size-full wp-image-2232" style="float: right; padding-left: 15px;"src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/02/simply-flow-francisco-mendonca-cultura-do-xisto-caminhada.jpg" alt="" max-width="600" height="" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/02/simply-flow-francisco-mendonca-cultura-do-xisto-caminhada.jpg 600w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/02/simply-flow-francisco-mendonca-cultura-do-xisto-caminhada-300x225.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/02/simply-flow-francisco-mendonca-cultura-do-xisto-caminhada-460x345.jpg 460w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Já na base da aldeia, encostados à estrada, os caminhantes poderão descansar numa deliciosa esplanada, pertença da Lojinha dos Talasnicos, a pequena mercearia tradicional de que falámos no artigo anterior. Para além de um merecido descanso poderão deliciar-se com os talasnicos, deliciosos biscoitos típicos desta aldeia. O som das águas apressadas da ribeira completam este magnífico cenário.</p>
<p>Resta acrescentar que este percurso está muito bem sinalizado e tem um nível 2 de dificuldade (em que 5 é o nível mais exigente). Embora sempre bonito, a Primavera, pela profusão de verdes e quantidade de água e o Outono pelo caleidoscópio de amarelos, castanhos e dourados, são as estações que mais recomendamos.</p>
<p>Na 4ª e última parte deste artigo iremos falar um pouco da última de 3 aldeias que nos propusemos apresentar, assim como algumas das mecas gastronómica da região.</p>
<p>Boas caminhadas,<br />
Francisco<br />
<a href="mailto:franciscomendonca@portugalwalkhike.com">franciscomendonca@portugalwalkhike.com</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/passado-presente-da-cultura-do-xisto-parte-3/">O passado e o presente da Cultura do Xisto – Parte 3</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O Passado e o Presente da Cultura do Xisto – 2ª Parte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2017 17:20:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORPO SÃO]]></category>
		<category><![CDATA[francisco mendonça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caros Caminhantes, Como se recordam, no nosso último artigo demos-vos a conhecer uma das mais bonitas&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/passado-presente-da-cultura-do-xisto-2a-parte/">O Passado e o Presente da Cultura do Xisto – 2ª Parte</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Caminhantes,</p>
<p>Como se recordam, no nosso último artigo demos-vos a conhecer uma das mais bonitas aldeias históricas de xisto, a Cerdeira. Neste artigo vamos falar-vos da segunda de três aldeias que nos propusemos apresentar-vos. Referimo-nos ao Candal.</p>
<p>Ao contrário da Cerdeira (O Passado e o Presente da Cultura do Xisto – 1ª parte), o Candal está muito perto da EN236, ou melhor, é atravessado por esta bonita estrada serrana. Porém, isto não lhe retira encanto, pois boa parte da sua irrequieta malha estende-se por várias encostas acima desta estrada, desenvolvendo-se como que de um anfiteatro se tratasse.</p>
<p>O seu nome, Candal, poderá estar associado à arte de trabalhar a pedra, na qual os canteiros (homens que trabalhavam a pedra, graças aos quais as paredes de xisto de cada casa são um complexo emaranhado de pedras onde todas encaixam) e os pedreiros cantavam enquanto trabalhavam arduamente. “Cantar a pedra”, como se dizia e daqui poderá ter evoluído para “candar” e finalmente Candal, o local onde se canta a pedra.</p>
<p>No início do séc. XIX apenas o Candal e a Cerdeira, de todas as aldeias da região, escaparam ao saque do exército napoleónico. Em 1940 o Candal era uma aldeia cheia de vida, com cerca de 200 habitantes e com um total de 1200 cabeças de gado, entre cabras e ovelhas. Infelizmente, a exemplo de tantas outras aldeias, foi-se esvaziando e no início dos anos 90 já só tinha 15 habitantes permanentes.</p>
<p>Na sua base, perto da estrada, passa a Ribeira de Candal, que transporta as águas das cotas mais elevadas. Para além dos 5 moinhos de água, poderemos encontrar um dos ex-líbris desta aldeia, a Lojinha dos Talasnicos, uma pequena mercearia tradicional, que por si só já justifica uma visita. Contudo os talasnicos, que lhe dão o nome, são uns deliciosos biscoitos com que nos poderemos deliciar numa bonita esplanada, mesmo ao lado das águas apressadas da ribeira. É também muito perto deste espaço que se encontra o bonito e amplo chafariz do Candal, que como diz o povo, tem duas pedras, “uma para namorar e outra para passar o tempo”.</p>
<p>Resta dizer que tem duas pequenas unidades de alojamento e que a aldeia está cercada por grandes e bonitos sobreiros.</p>
<p>Na 3ª parte deste artigo vamos falar do belo percurso que liga as duas aldeias que falámos, a Cerdeira e o Candal.</p>
<p>Boas Caminhadas,</p>
<p>Francisco Mendonça</p>
<p><a href="mailto:franciscomendonca@portugalwalkhike.com">franciscomendonca@portugalwalkhike.com</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/passado-presente-da-cultura-do-xisto-2a-parte/">O Passado e o Presente da Cultura do Xisto – 2ª Parte</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O Passado e o Presente da Cultura do Xisto &#8211; 1ª Parte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2017 15:44:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORPO SÃO]]></category>
		<category><![CDATA[francisco mendonça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caros Caminhantes, Nos últimos dois artigos apresentámos a bela Rota das Faias, na vila serrana de&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/passado-presente-da-cultura-do-xisto-1a-parte/">O Passado e o Presente da Cultura do Xisto &#8211; 1ª Parte</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Caminhantes,</p>
<p>Nos últimos dois artigos apresentámos a bela Rota das Faias, na vila serrana de Manteigas.</p>
<p>Neste artigo vamos continuar pelas terras altas, também na zona centro do país. Referimo-nos à Serra da Lousã, onde se encontram boa parte das Aldeias do Xisto. É por este testemunho de um dos mais importantes patrimónios culturais de Portugal, hoje felizmente a ser reabilitado, que vos convidamos a vir passear.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1891" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/01/simply-flow-francisco-mendonca-xisto-1.jpg" alt="" height="" /></p>
<p>Existem inúmeras alternativas atendendo ao facto de termos atualmente 27 povoados integrados na Rota das Aldeias do Xisto. Optámos assim por vos falar de 3 destas aldeias, bem como do belíssimo percurso pedestre que liga duas delas. Falamos da Cerdeira, Candal e Talasnal.<br />
Comecemos pela primeira, a Cerdeira, talvez a mais bela não só pela sua localização única, bem aninhada no meio bucólico envolvente, bem dentro desta maravilhosa serra Beirã, como pelo estupendo trabalho de recuperação de que tem sido alvo desde o final dos anos 90. É inegável o cuidado constante na utilização dos materiais de origem, respeitando a traça centenária. Falando um pouco da sua história, como praticamente todas as outras aldeias desta região, o Plano de Fomento Florestal do Estado Novo, do início da década de 1940, arborizou as áreas de pastoreio sem ter tido em conta o tremendo impacto que esta medida teria no declínio de todos estes povoados. O fluxo migratório que afetou fortemente a região nos anos 50, 60 e 70 foi a machadada final.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1890" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/01/simply-flow-francisco-mendonca-xisto-2.jpg" alt="" height="" /></p>
<p>Em 1981 a Cerdeira estava deserta. Foi no final dos anos 80 que dois casais, um de portugueses e outro de alemães, se instalaram na Cerdeira, começando a comprar as casas ou, em muitos casos, o que restava delas, e iniciando um ambicioso programa de recuperação desta aldeia.<br />
Hoje, a Cerdeira tem novas histórias para contar. Para além do Turismo de Aldeia, em que à lindíssima estética que a construção em pedra de Xisto proporciona se junta o conforto que torna cada casa num autêntico ninho de bem-estar, a Cerdeira é hoje um local de criação artística, através de residências artísticas internacionais, onde os workshops e os retiros artísticos são potenciados, promovendo desta maneira não só a preservação da arte centenária da região, como novas abordagens da mesma.</p>
<p>Na 2ª parte deste artigo vamos falar do Candal, pois é lá que termina e começa o bonito percurso pedestre que liga esta aldeia à Cerdeira.</p>
<p>Boas caminhadas,<br />
Francisco Mendonça</p>
<p><a href="mailto:franciscomendonca@portugalwalkhike.com">franciscomendonca@portugalwalkhike.com</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/passado-presente-da-cultura-do-xisto-1a-parte/">O Passado e o Presente da Cultura do Xisto &#8211; 1ª Parte</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>A Rota das Faias &#8211; 1ª parte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 16:43:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORPO SÃO]]></category>
		<category><![CDATA[caminhadas]]></category>
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		<category><![CDATA[serra da estrela]]></category>
		<category><![CDATA[teresa oliveira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caros Caminhantes, Após termos andado, nestas últimas crónicas, por terras Açorianas, eis que finalmente chegamos à&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-rota-das-faias-parte1/">A Rota das Faias &#8211; 1ª parte</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Caminhantes,</p>
<p>Após termos andado, nestas últimas crónicas, por terras Açorianas, eis que finalmente chegamos à maior serra de Portugal Continental: a Serra da Estrela. Hoje proponho descobrirmos um belo percurso de Faias, denominado PR13 de Manteigas.</p>
<p>À nossa frente, majestoso, está aquele que é um dos maiores vales glaciares da Europa, onde há cerca de 20.000 anos, forças monumentais moldaram toda esta paisagem e pressionaram a rocha granítica de tal forma, que ainda hoje se pode perfeitamente perceber por onde a massa de gelo, com cerca de 13km de comprimento e por vezes com 300m de altura, passou. Referimo-nos ao Vale do Zêzere, por ser muito perto do seu início que nasce este rio, ou Vale de Manteigas, como também é conhecido, por terminar nesta vila. Ao fundo, por trás deste maravilhoso vale e ligeiramente à sua direita estão duas das grandes sentinelas desta serra, o Cântaro Gordo e o Cântaro Magro, dois enormes penedos com várias centenas de metros de altura. Mas não é só por paisagens dramáticas que esta região é constituída. Em plena harmonia com a agricultura e pastorícia, que ainda se praticam por estas paragens, temos zonas bem verdes cujo contraste com a aridez das terras altas e o branco da neve (nas estações frias), potencia ainda mais a beleza desta região. É assim o passeio perfeito para o trinómio serra, gentes e costumes.</p>
<p>É neste estupendo enquadramento que iniciamos o nosso percurso por num estradão por cima da serrana vila de Manteigas, que parece minúscula perante tanta monumentalidade à sua volta. Umas centenas de metros à frente, começamos a subir e entramos numa zona florestal. A Rota das Faias é uma experiência sensitiva que vai muito para além da beleza visual, pois também somos presenteados por vegetação olfativa desde o rosmaninho, à hortelã brava, ao tomilho e à alfazema, que se fundem com a densa floresta num quadro de cores que só a natureza e as estações conseguem pintar.</p>
<p>Após cerca de 45 minutos a caminhar, deparamo-nos com a centenária Capela de São Lourenço, lugar de culto de reminiscências pagãs, relacionada com a adoração das árvores e do Sol. No solstício de Verão, quem está em Manteigas vê o sol nascer em S. Lourenço. À sua volta erguem-se, imponentes, um conjunto de monumentais Carvalhos com cerca de 400 anos de idade. São uma preciosa parte do passado e um testemunho vivo da história. No local existe uma placa que, para além de explicar o enquadramento e relacionamento ancestral entre a capela e os Carvalhos, tem um poema de Miguel Torga que a estes últimos é dedicado. Um pouco mais à frente da capela temos um miradouro de onde as vistas são esmagadoras. (2ª parte continua na próxima crónica).</p>
<p>Boas caminhadas,</p>
<p>Teresa Oliveira</p>
<p><a href="mailto:teresaoliveira@portugalwalkhike.com">teresaoliveira@portugalwalkhike.com</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-rota-das-faias-parte1/">A Rota das Faias &#8211; 1ª parte</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Flores, a Esmeralda do Atlântico &#8211; Parte 4</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Dec 2016 18:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORPO SÃO]]></category>
		<category><![CDATA[francisco mendonça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caros Caminhantes, Após vos termos apresentado na 1ª parte do nosso artigo a ilha das Flores,&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/flores-esmeralda-do-atlantico-parte-4/">Flores, a Esmeralda do Atlântico &#8211; Parte 4</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Caminhantes,</p>
<p>Após vos termos apresentado na 1ª parte do nosso artigo a ilha das Flores, de vos termos dado a conhecer o melhor local onde ficar e quais os melhores restaurantes, respetivamente nas 2ª e 3ª partes, vamos nesta 4ª parte do nosso artigo dar-vos a conhecer um percurso de muito fácil acesso, com um nível de dificuldade baixo e que termina literalmente no paraíso!</p>
<p>O percurso em questão situa-se à direita, na estrada que liga a Fajãzinha à Fajã Grande, entre as pontes da Ribeira Grande e da Ribeira do Ferreiro e é exatamente esta última que dá o nome ao trilho. É igualmente conhecido como percurso da Lagoinha ou ainda Lagoa das Patas. Todo o trilho é largo e com algumas subidas com pequenas inclinações. Boa parte do piso é empedrado, o que não oferece dificuldade de maior. Contudo, por ser uma zona húmida, obriga a algum cuidado, especialmente no regresso, pois é a descer. Todo o percurso é debaixo de um túnel de árvores com as águas da ribeira a correrem livremente uns metros mais abaixo e um pequeno curso de água à esquerda, o que dá um enquadramento de grande beleza a todo este caminho.</p>
<p>Já na 2ª parte do percurso, começam a aparecer as Criptomérias (Cryptomeria Japonica D. Don), árvores de médio e grande porte, de enorme beleza, particularmente o seu tronco com um tom cor de ferrugem brilhante. Introduzida em meados do séc. XIX, a Criptoméria teve uma excelente adaptação, muito particularmente pela similaridade com as condições do seu local de origem, no Japão. De tal maneira que representa 56% da área florestal total de produção, dado ser igualmente uma excelente madeira para construção e marcenaria.</p>
<p>O final do percurso é seguramente o seu ponto alto e igualmente umas das paisagens mais cénicas e belas de todo o arquipélago. É uma das mais deslumbrantes que já conhecemos, ao longo de mais de 30 anos de caminhadas. Rodeada de vegetação de grande beleza, onde as Criptomérias têm lugar de destaque e com uma parede com mais de 200m de altura de onde jorram inúmeras cascatas, está a tranquila Lagoa da Ribeira do Ferreiro, cujas cálidas águas refletem o paraíso natural que as rodeia, reforçando desta maneira a beleza ímpar deste local. Uma vez aqui, é-nos difícil sair e como tal, aconselhamos a que esta curta caminhada seja feita perto da hora de almoço, o que permitirá fazer um picnic neste paraíso e desta maneira ser mais um argumento para se usufruir mais tempo desta paisagem ímpar.</p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong><br />
Extensão: cerca de 1.200m em cada sentido.<br />
Duração: cerca de 40 minutos em cada sentido.<br />
Dificuldade: Nível 1 (numa escala de 5 em que 1 é o mais fácil)</p>
<p>Equipamento aconselhável: Sapatos de caminhada, sendo que uns bons ténis são suficientes. Roupa confortável e em camadas, pois sendo uma zona húmida por vezes a sensação de temperatura é fresca. Embora seja um percurso abrigado, um casaco corta vento é aconselhável.</p>
<p>Alerta: Um ecossistema de grande beleza como este e qualquer outro, são sensíveis, pelo que tudo o que levarmos deve voltar connosco. A Natureza agradece e nós também.</p>
<p>Boas caminhadas.</p>
<p>Francisco Mendonça</p>
<p><a href="mailto:franciscomendonca@portugalwalkhike.com">franciscomendonca@portugalwalkhike.com</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/flores-esmeralda-do-atlantico-parte-4/">Flores, a Esmeralda do Atlântico &#8211; Parte 4</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Flores, a Esmeralda do Atlântico – Parte 3</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2016 17:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORPO SÃO]]></category>
		<category><![CDATA[francisco mendonça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caros Caminhantes, Na parte 2 deste nosso artigo sobre a ilha das Flores, como certamente se&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Caminhantes,</p>
<p>Na parte 2 deste nosso artigo sobre a ilha das Flores, como certamente se recordarão, falámos sobre o porquê de a Aldeia da Cuada ser o nosso local de eleição para se ficar nesta ilha. Pois bem, nesta 3ª parte vamos abordar o tema da gastronomia, pois como referimos no final do artigo anterior, caminhar em ambiente de Natureza abre o apetite.</p>
<p>Comecemos pelo restaurante Pôr do Sol. Ora aqui está um espaço que faz jus ao seu nome, pois a sua privilegiada localização, curiosamente muito perto da Aldeia da Cuada, no alto de uma arriba na aldeia da Fajãzinha em frente ao Atlântico, tem na sua esplanada um dos mais magníficos pores do Sol que já presenciámos. O interior é pequeno, num estilo rústico, mas é isso que o torna igualmente muito acolhedor. A ementa é rica em produtos locais e as suas sobremesas, também elas regionais, são deliciosas.</p>
<p>O restaurante típico O Forno Transmontano é outra das referências gastronómicas da ilha. Situado numa moradia ampla com vista para o mar, na localidade da Fazenda das Lajes, este espaço é também um restaurante familiar. A arte de bem cozinhar está muito presente aqui, onde o conhecimento ancestral da rica cozinha Transmontana se mistura com os deliciosos produtos açorianos. Resta acrescentar a rica carta de vinhos, não muito comum no arquipélago.</p>
<p>Por último aconselhamos o restaurante A Sereia, na Vila de Santa Cruz, o mais relevante povoado das Flores. Junto ao Porto Novo (existe um segundo porto mais antigo), este restaurante, também familiar, é um espaço despretensioso, mas rico em tudo o que cozinha. A comida é típica da região, sem requintes desnecessários, mas deliciosa. Foi aqui que comemos os melhores rissóis de camarão que nos recordamos.</p>
<p>Caros caminhantes, não percam o nosso 3º e último artigo sobre a ilha das Flores, onde vos levaremos ao paraíso dentro do paraíso.</p>
<p>Francisco Mendonça</p>
<p><a href="mailto:franciscomendonca@portugalwalkhike.com">franciscomendonca@portugalwalkhike.com</a></p>
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		<title>Flores, a Esmeralda do Atlântico &#8211; Parte 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2016 19:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[francisco mendonça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caros Caminhantes, Na 1ª parte deste nosso artigo falámos em termos genéricos o porquê de a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Caminhantes,</p>
<p>Na 1ª parte deste nosso artigo falámos em termos genéricos o porquê de a ilha das Flores ser um paraíso para todos aqueles que gostam de caminhar em ambiente de Natureza. Nesta 2ª parte vamos detalhar um pouco mais.</p>
<p>Quando nos perguntam onde se pode dormir nas Flores, apesar de algumas unidades hoteleiras simpáticas, para nós há uma que se sobrepõe a todas as outras: a <strong>Aldeia da Cuada</strong>.</p>
<p>Esta antiga aldeia, abandonada até há pouco mais de 20 anos, por força do forte movimento migratório que os Açores sofreram nos anos 60, foi sendo adquirida pelos atuais proprietários, Teotónia e Carlos Silva, a quem a filha e o genro se juntaram e cuja simpatia e a forma como mimam os seus hóspedes, é uma imagem de marca deste maravilhoso espaço. Contudo, a <strong>Aldeia da Cuada</strong> está longe de se esgotar na arte de bem receber dos seus proprietários. O fantástico trabalho de recuperação e revitalização do espaço, mantendo toda a traça original, usando para isso os materiais tradicionais, indo aos mais ínfimos detalhes, é outro dos motivos porque se deve ficar aqui. Cada noite numa das cerca de 20 casas que compõem a aldeia é uma viagem no tempo, embora com requintes de conforto que nada têm a ver com a vida dura e austera do antigamente. Mas não é tudo, resta falar na localização. Situada num plateau cerca de 50m acima do mar, entre as aldeias da Fajãzinha e da Fajã Grande, tem nas suas costas uma parede com várias centenas de metros e alguns quilómetros de largura, onde o verde exuberante e as inúmeras cascatas, tudo isto com o oceano pela frente, fazem deste local um autêntico paraíso na terra.</p>
<p>Agora que os nossos caminhantes já têm onde ficar, na 3ª parte do nosso artigo sobre a ilha das Flores vamos falar onde se pode comer e bem, sim, porque caminhar em paisagens deslumbrantes como estas abre o apetite.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-604" src="http://beta.simplyflow.pt/wp-content/uploads/2016/12/aldeia-cuada2.jpg" alt="aldeia-cuada2" height="320" /></p>
<p>Francisco Mendonça</p>
<p><a href="mailto:franciscomendonca@portugalwalkhike.com">franciscomendonca@portugalwalkhike.com</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/flores-esmeralda-do-atlantico-parte-2/">Flores, a Esmeralda do Atlântico &#8211; Parte 2</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Flores, a Esmeralda do Atlântico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2016 16:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[francisco mendonça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caros Caminhantes, Para quem ama a natureza e vive dela, como nós, os Açores são um&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Caminhantes,</p>
<p>Para quem ama a natureza e vive dela, como nós, os Açores são um local obrigatório. Contudo, das 9 ilhas existentes, há duas que se destacam ao nível da sua beleza natural, no seu estado mais puro: as Flores e São Jorge. Porém, é talvez a primeira que, na nossa opinião, ganha o título da mais bela e é sobre ela, as Flores, que vamos falar um pouco.</p>
<p>Esta pequena ilha com apenas 17km de comprimento e 12km de largura, mas 911m de altura, é seguramente um dos locais mais belos do mundo para se caminhar. Para isso contribuem 3 fatores: o dramatismo da sua topografia, com falésias e morros impressionantes com várias centenas de metros de altura, a variedade de plantas e a sua profusão, as quais se estendem até ao oceano e a incrível quantidade de água que encontramos em toda a ilha, originando um sem número de ribeiras, muitas das quais se lançam em monumentais quedas de água, bem como 7 lagoas. Sendo que uma delas, a Funda, faz jus ao nome, pois com os seus 120m de profundidade é a mais funda de todo o arquipélago. Tudo isto com o poderoso Atlântico em seu redor e ao fundo, a cerca de 18km, a ilha do Corvo, a mais pequena de todo o arquipélago, à espera de ser, também ela, digna da nossa visita e acreditem que é.</p>
<p>Existem cerca de 12 trilhos PRs (pequenas rotas), boa parte deles bem sinalizados. Mais recentemente, foi igualmente criada, recentemente, a Grande Rota das Flores (GR01FLO), com cerca de 46km, também ela muito bem sinalizada.</p>
<p>Em termos de equipamento, e para além do óbvio, alertamos para a grande quantidade de zonas húmidas, pelo que umas boas botas de caminhada e umas perneiras (proteção em material impermeável ou semi-impermeável que se ligam das botas até abaixo do joelho) são fortemente aconselháveis, para além, claro está, de um casado corta-vento e impermeável.</p>
<p>Flores aguarda pela vossa visita, prometemos que não ficarão desiludidos.</p>
<p>Francisco Mendonça</p>
<p><a href="mailto:franciscomendonca@portugalwalkhike.com">franciscomendonca@portugalwalkhike.com</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/flores-esmeralda-do-atlantico/">Flores, a Esmeralda do Atlântico</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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