<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Filipa Maló Franco, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
	<atom:link href="https://simplyflow.pt/author/filipa-malo-franco/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://simplyflow.pt/author/filipa-malo-franco/</link>
	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 14 Mar 2024 16:13:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/logo.png</url>
	<title>Filipa Maló Franco, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
	<link>https://simplyflow.pt/author/filipa-malo-franco/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>O pai no lugar que existe</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-pai-no-lugar-que-existe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Pai]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=21686</guid>

					<description><![CDATA[<p>O pai, num lugar que existe. Hoje é o dia de olharem para ele.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-pai-no-lugar-que-existe/">O pai no lugar que existe</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>E à boleia de um positivo, os eixos alternam-se. Porque é na mulher que cresce um bebé e tendo o rei na barriga, todos os olhos se viram para a ver. Nove meses em que tudo muda. Tudo o que é visível: corpo, os enjoos, as ecografias; e o que fica por ver, a olho nu, mas que se sente. E durante nove meses se prepara o ninho, e em cursos pós-parto, consultas de acompanhamento de gravidez e jantares de família se pensa este bebe e esta mãe. E o pai ganha um papel de cuidador, que eu entendo, por um lado, mas sem nunca ter um espaço dele. E se acham que o pai não engravida, mesmo que à sua maneira, não estão certos. E apesar de as mudanças no corpo não serem visíveis, são no coração. Mesmo quando o sonhar o bebé parece difuso e as ecografias, ouvir o coração e imaginar todas as brincadeiras que um dia vão fazer, possam ajudar. E apesar de parecer que o pai possa viver esta gravidez em silêncio, também não podemos esquecer, do seu lugar &#8211; quase ingrato muitas vezes. Principalmente quando não sente o que “deveria”, ou quando é refém de expectativas &#8211; dele e dos outros -, que não correspondem.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O pai no lugar que não existe.</strong></h2>



<p>E o parto, é quase sempre mais um momento da mulher. E do bebé. Que numa dança visceral e muito própria, se reencontram, agora de outra forma. E o pai, novamente, em cuidador, sente-se a ver o amor do lado de fora numa primeira instância, sonhando fazer um pouquinho mais parte dele, até sentir que pode entrar numa bolha de amor que também é dele. Mesmo com todos os momentos que lhe possam ser muito assustadores, mas que frequentemente não lhe é permitido sentir, e em silêncio, sem saber como agir, faz o que esperam dele. Ou tenta. Não esquecendo o pós-parto, que sendo mais um momento de transformação e potencial crise para quem o vive; o que o pai sente e pensa, fica frequentemente em segundo plano.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E ninguém pergunta: e o pai?&nbsp;</strong></h2>



<p>Olha-se para o bebé, para a mãe, mas raramente se olha um pai, que também se tem de encontrar. E a forma como pensa a parentalidade é colocada em segundo plano, porque “a mãe é que sabe” e a forma como a mãe parece conter nela um segredo infalível, que acalma só com o toque, e o pai, muitas vezes, meio perdido sem saber como responder tantas vezes. E confuso, sem saber se faz ou não faz, muitas vezes sem espaço para criar a segurança que se consegue com o erro, permanece em segundo plano, por demasiado tempo. E talvez, à boleia de umas distrações &#8211; verdadeiras ou às vezes por jeito -, e de um jeito meio tosco, como vão procurando o seu lugar, ouvem demasiadas vezes “saberias se fosses mãe”. Mas também as mães se deveriam perguntar: “e se fossem os pais?”.&nbsp;</p>



<p>O pai no lugar que não existe. Personagem secundária de uma história de amor, sonhando ter voz. Mas sem gritar, porque não pode, vai-se cansando de falar baixinho. Recuando até ter o espaço dele. E é aqui que tudo se vai complicando, e onde as necessidades do pai e da mãe se afastam, numa comunicação por meias palavras e muitos não ditos que entalam e mais tarde, corroem. Um vínculo que se sente, muitas vezes, como personagem secundária de uma história onde é também protagonista.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O papel do pai</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Ejyot' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>É verdade que a gravidez, o parto e o pós-parto não é sentido da mesma forma. É verdade que as experiências são diferentes e a forma de sentir o bebé e este novo papel também. É verdade que a atenção para o pormenor, os cuidados com o bebé, o sentir a parentalidade também difere. Mas é no equilíbrio que a mãe e o pai têm um espaço em conjunto e só deles. E desenganem-se quando mesmo meio atrapalhado, mais relaxado, com dúvidas, o papel do pai não é essencial. E é nas brincadeiras que vai encontrando a forma como aquele ser pequenino o olha, com um brilho que derrete. Como mesmo que a mãe grite aflita porque o baloiço está demasiado alto, é na gargalhada e no desafio que se perde na sintonia desta relação que cresce de forma galopante que agora sim, é só sua. E também ele parece ter poderes mágicos e uma voz que encanta. E passa a ser o herói na luta contra os monstros mais temíveis e o mais forte do mundo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O pai, num lugar que existe.</strong></h2>



<p><strong>Hoje é o dia de olharem para ele.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Ejyot' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-pai-no-lugar-que-existe/">O pai no lugar que existe</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vamos falar sobre dias difíceis? </title>
		<link>https://simplyflow.pt/vamos-falar-sobre-dias-dificeis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Adultos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Vamos falar sobre dias difíceis?]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=21389</guid>

					<description><![CDATA[<p>Aprendemos desde cedo a não amarmos as nossas emoções. A fugir do sofrimento, e a achar que a melhor forma de lidarmos com ele é fingir que não existe.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/vamos-falar-sobre-dias-dificeis/">Vamos falar sobre dias difíceis? </a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aprendemos desde cedo a não amarmos as nossas emoções. A fugir do sofrimento, e a achar que a melhor forma de lidarmos com ele é fingir que não existe. E enquanto adultos, vamos sobrevivendo, sempre à deriva daquilo que sentimos, sem saber muito bem o que fazer, quando já estamos tão emaranhados nas nossas emoções, que nos desencontramos. E com as crianças, não é diferente.</p>



<p>Quantas vezes não ouvimos ou dizemos: “Mas estás triste porquê? Tens uma vida tão boa”; ou “Tu sabes lá o que são problemas… És uma criança”; ou ainda, quando brincamos com os motivos “tolos” &#8211; aos nossos olhos -, que causam uma angústia tão grande nos mais pequeninos. Erradamente deu certo. Perpetuando esta relação &#8211; ou falta dela -, com aquilo que sentimos. E claro que desde cedo vamos “ensinando”, mesmo não querendo, que aquilo que sentimos pode não ser válido e que, acima de tudo, ninguém nos compreende.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É, então, urgente pararmos o ciclo. E começarmos a fazer diferente.&nbsp;</strong></h2>



<p>E é por trabalhar também nesta área que surgiu <a href="https://zeroaoito.pt/produto/vamos-falar-sobre-dias-dificeis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">este livro</a>. Para ajudar as crianças e os adultos a pensarem que <strong>os dias difíceis existem em todas as idades, pelos mais diferentes motivos</strong>. E principalmente conversar sobre o que podemos fazer nestes momentos: desde o colo, à escuta e ao brincar livre, <strong>todos nós procuramos a relação para que os dias difíceis não sejam tão assustadores</strong>. E à boleia da imaginação, das ilustrações que contam uma história dentro de uma história, vamos acolhendo as emoções e aprendendo a gostar de todas elas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vamos falar sobre dias difíceis?&nbsp;</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-AmGN0' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Um livro que fala sobre sofrimento, emoções, dias difíceis mas também sobre o facto de não termos de enfrentar os nossos problemas sozinhos, com a certeza de que o outro estará lá para nós, não para fingir que os dias difíceis não existem, mas para nos ajudar a lidar com eles. E, assim, vamos continuando o rumo da vida, com muitas histórias por contar…&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="714" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/livro-Filipa-Malo-Franco-714x1024.jpg" alt="Vamos falar sobre dias difíceis? " class="wp-image-21453" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/livro-Filipa-Malo-Franco-714x1024.jpg 714w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/livro-Filipa-Malo-Franco-209x300.jpg 209w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/livro-Filipa-Malo-Franco-768x1101.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/livro-Filipa-Malo-Franco-585x839.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/livro-Filipa-Malo-Franco.jpg 800w" sizes="(max-width: 714px) 100vw, 714px" /></figure></div>


<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-AmGN0' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/vamos-falar-sobre-dias-dificeis/">Vamos falar sobre dias difíceis? </a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Isolamento e Quarentena: Ansiedades, medos e medidas a tomar em prol da saúde mental</title>
		<link>https://simplyflow.pt/isolamento-e-quarentena-ansiedades-medos-e-medidas-a-tomar-em-prol-da-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2020 07:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=11423</guid>

					<description><![CDATA[<p>“O Mundo nunca mais vai ser igual.” Não vai, o que não é necessariamente negativo. Estamos&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/isolamento-e-quarentena-ansiedades-medos-e-medidas-a-tomar-em-prol-da-saude-mental/">Isolamento e Quarentena: Ansiedades, medos e medidas a tomar em prol da saúde mental</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“O Mundo nunca mais vai ser igual.” Não vai, o que não é necessariamente negativo. Estamos todos a experienciar algo histórico, que nos vai marcar sem a mínima dúvida. Muito de nós vai mudar, está a mudar. O Mundo como o conhecemos também, e, enquanto humanidade, vamos dar outro valor à palavra união, resistência e força.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“O mundo nunca mais vai ser igual.” </strong></h2>



<p>E, atualmente, estamos perante uma situação que julgámos nunca acontecer durante a nossa existência, apesar de todos os avisos ao longo dos anos. Sentimo-nos como atores num filme de ficção científica, em cenário apocalíptico, e, por breves momentos de manhã, acreditamos que tudo não passou de um pesadelo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estamos ansiosos, stressados e com medo. </strong></h2>



<p>Para além da presença deste inimigo e de uma frota invisível que ameaça (e mata) o mundo, somos obrigados, por um lado, a enfrentá-lo na linha da frente, a assegurar os bens essenciais e a vida dos demais, e, por outro &#8211; dependendo claro da nossa profissão -, somos vivamente aconselhados ou obrigados a ficarmos em casa, isolados da vida a que fomos acostumados.&nbsp;</p>



<p>Estamos preocupados com a nossa saúde física, mas também a nossa saúde mental se encontra em campo de batalha, fragilizada e assustada. Neste artigo foco-me apenas na ansiedade e stress, mas gostava de deixar a ressalva de que, perante a presente situação (ou semelhantes), a ansiedade em excesso não é o único obstáculo à saúde mental, e que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), <strong>é natural que nesta fase as pessoas se possam sentir “tristes, ansiosas, confusas, assustadas ou zangadas”, podendo outras psicopatologias serem uma consequência da mesma. Perante estes cenários, alerto para a importância do apoio psicológico</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Precisamos de compreender o stress e a ansiedade, para que possamos lidar melhor com o que estamos a sentir. </strong></h2>



<p>O stress e a ansiedade fazem parte do nosso dia-a-dia e ainda bem. Todas as emoções são adaptativas, protegem-nos e permitem-nos interagir com o mundo que nos envolve, quando sentidas de forma adaptativa. Nesta linha de raciocínio, também o stress &#8211; uma resposta do nosso corpo perante um agente stressor -, e a ansiedade &#8211; caracterizada por sentimentos de tensão, preocupação e insegurança, podendo ser acompanhada por sintomas físicos -, são essenciais à vida. Novamente, quando adaptativos e controlados.</p>



<p>Porém, de facto, esta guerra é com um inimigo invisível, que se disseminou rapidamente e, consequentemente, não nos sentimos seguros nem na rua, nem com o outro ou mesmo com as nossas roupas e pele. Como tal, a nossa resposta de stress ativa mal colocamos o pé na rua, quando alguém que mora connosco chega a casa, quando estamos a trabalhar ou quando vemos as notícias ou/e estamos ansiosos e preocupados com o nosso futuro, com os outros e com o Mundo. Estamos sobrecarregados e rodeados de estímulos. Sentimos que a nossa sobrevivência é ameaçada constantemente. Como seria de esperar, o nosso sistema nervoso simpático &#8211; responsável por responder em situações de stress e que nos permite reagir -, encontra-se hiperestimulado e podemos estar perante um desequilíbrio entre o mesmo e o nosso sistema nervoso parassimpático &#8211; essencial para que o nosso corpo retorne a um estado emocional estável e de calma.</p>



<p><strong>Os maiores níveis de ansiedade e stress sentidos na presente situação são normais. Permitem-nos agir, estar mais alerta e implementar todas as medidas aconselhadas, mas, devemos adoptar certas medidas para os minimizar quando em excesso e encontrarmos um equilíbrio.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como manter o equilíbrio? </strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Defina objetivos, mantenha rotinas habituais de sono e alimentação, e explore a sua criatividade.</strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-UOP3g' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>As rotinas são essenciais e não é por acaso que são uma das medidas mais aconselhadas durante esta quarentena. Isto porque, as rotinas organizam-nos, dão-nos uma sensação de controlo e estrutura que é necessária nesta fase. Como sugestão, explore novas tarefas e competências (por exemplo: pintar, bricolage, jardinagem, cozinhar, escrever, gravar um podcast&#8230;). Defina objetivos concretos e metas diárias (por exemplo: limpezas, ler livros, exercício físico, escrever um blog etc.). Mantenha-se&nbsp; activo/a o mais possível.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Evite pensamentos destrutivos e encontre um sentido positivo para a sua quarentena. </strong></h3>



<p>Atualmente podemos sentirmo-nos “presos” a sentimentos e pensamentos, passando minutos, horas ou dias a pensar no mesmo assunto, o que resulta em maiores níveis de ansiedade e stress. Pensar quanto tempo falta, que a vida era melhor há uns meses atrás, e entrar em negação da presente realidade só vai gerar maior ansiedade, sem qualquer benefício<strong> </strong>Precisamos de maior disciplina com a nossa mente. Esta é uma situação temporária, e, ao invés de pensarmos “estou presa/o aqui”, podemos pensar “agora tenho tempo para ler aquele livro, tempo para mim, tempo para ver e fazer o que não conseguia”. É crucial darmos o sentido positivo à nossa quarentena/isolamento.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Mantenha-se em contacto com o outro todos os dias. </strong></h3>



<p>Nós somos seres sociais e o isolamento tem um impacto negativo na nossa saúde mental. Felizmente, atualmente somos muito avançados ao nível das tecnologias, facilitando este processo. Como tal, invista em vídeo chamadas, mensagens e chamadas telefónicas. Fale com os vizinhos pela janela. Combine jantares e almoços via vídeo. Partilhe com o outro experiências, momentos, sentimentos, emoções e mensagens de esperança. Se souber de alguém que está sozinho nesta quarentena, ligue-lhe. Todos os dias.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4.</strong> <strong>Vamos parar as correntes de fake news</strong> <strong>e alarmismo e não abusar das notícias.</strong></h3>



<p>Notícias sim, porque é essencial mantermo-nos informados, mas de preferência uma vez por dia. Não queremos sobrecarregar-nos de informação e estímulos desnecessários. Sobre as fake news e alarmismos, estas só aumentam o pânico e a sensação de insegurança. Informação apenas através de fontes credíveis e fidedignas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Abrace o mindfulness no seu dia-a-dia. </strong></h3>



<p>Mindfulness ou atenção plena, pode ser uma competência, ferramenta ou estado. Neste caso, queremos mais momentos tranquilos e focados no momento presente no nosso dia-a-dia.<strong> </strong>Esta é uma medida muito promovida, mas essencial. É importante ativar o sistema nervoso parassimpático e minimizar o excesso de estímulos stressantes. Um banho relaxante, meditação, yoga, pintar, ler… o que resultar para si, invista, todos os dias.</p>



<figure class="wp-block-embed-soundcloud wp-block-embed is-type-rich is-provider-soundcloud wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://soundcloud.com/terra-maya/isolamento-e-quarentena-ansiedades-medos-e-medidas-a-tomar-em-prol-da-saude-mental
</div></figure>



<p>Em suma, estamos todos mais ansiosos, preocupados com o futuro. É normal, e alguma ansiedade é necessária para que se continuem a implementar medidas. Mas, o pânico é o nosso maior inimigo.  Agora é o momento de pensarmos dia-a-dia com a certeza de que o ser humano e a ciência vão resolver esta situação. Temos todos os médicos, cientistas, epidemiologistas do mundo a trabalhar para a resolução do problema. Profissionais que já encontraram inúmeras respostas para muitos outros vírus e este não vai ser diferente. Só precisamos de lhes dar tempo e para isso temos de ficar em casa. Resiliência é a palavra-chave para superarmos esta batalha. Estamos mais unidos que nunca. <strong>Um por todos e todos por um.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-UOP3g' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/isolamento-e-quarentena-ansiedades-medos-e-medidas-a-tomar-em-prol-da-saude-mental/">Isolamento e Quarentena: Ansiedades, medos e medidas a tomar em prol da saúde mental</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Espelho meu, espelho meu, que preciso de dizer eu?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/espelho-meu-espelho-meu-que-preciso-de-dizer-eu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2020 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=10969</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nós somos de “modas” e existem temas aos quais damos primazia em diferentes momentos, gerações e,&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/espelho-meu-espelho-meu-que-preciso-de-dizer-eu/">Espelho meu, espelho meu, que preciso de dizer eu?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nós somos de “modas” e existem temas aos quais damos primazia em diferentes momentos, gerações e, actualmente, o tema em voga é o bem-estar, e todas as técnicas, relatos e opiniões para termos uma vida mais tranquila, cheia de amor-próprio e felicidade &#8211; e ainda bem. Contudo, penso também que a saúde mental acaba por ser abordada de forma leviana, o positivismo é transmitido de forma excessiva &#8211; e, consequentemente, desadaptativa &#8211; e as técnicas transmitidas como uma fórmula mágica que se aplicam a tudo e a todos, o que não é verdade (felizmente!). Todos temos direito a uma opinião de facto, e considero muito positivo e enriquecedor partilharmos o que resultou connosco, expressarmos aquilo que sentimos e que pensamos, mas deve existir um limite entre o que resultou connosco e o que se pode aplicar em massa, ou o que é efectivamente benéfico. Por vezes consideramos que pequenas técnicas podem não fazer bem, mas também mal não fazem. Porém, infelizmente não é assim tão linear.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É necessário existir rigor e consciência de que a saúde mental é delicada. </strong></h2>



<p>É necessário existir rigor, consciência de que a saúde mental é delicada e que nós <strong>temos a nossa individualidade que deve ser respeitada</strong>. Não existem fórmulas mágicas, técnicas milagrosas, afirmações positivas para atrair amor, dinheiro, auto-estima, entre muitas outras promessas que acompanham sempre a tão famosa mudança de mindset, como o segredo para a cura de todas as perturbações mentais e problemas diversos. Não é assim tão simples, porque se o fosse, a saúde mental não estaria num patamar tão desafiante como o actual. Segundo a Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde mental, em Portugal, “entre as perturbações psiquiátricas, as perturbações de ansiedade são as que apresentam uma prevalência mais elevada (16,5%), seguidas pelas perturbações do humor, com uma prevalência de 7,9%.”,&nbsp; e citando o Público, “<a href="https://www.publico.pt/2018/11/22/sociedade/noticia/quase-quinto-populacao-portuguesa-sofre-problemas-mentais-1852004">de acordo com o relatório Health at a Glance 2018, divulgado esta quinta-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), 18,4% da população portuguesa sofre de doença mental, onde se inclui ansiedade, depressão ou problemas com o consumo de álcool e drogas</a>”. <strong>É preciso uma maior consciência sobre estes números, desmistificar a ideia de que Psicologia e Psiquiatria “é só para malucos” (que não é) e que por vezes precisamos de pedir ajuda, por vezes não está tudo bem, nem tem de estar. Devemos também esquecer a ideia de que só devemos sentir emoções positivas e que a felicidade é algo constante e linear. Nós somos humanos com todas as nossas imperfeições e subjectividade. E está tudo certo.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Afirmações positivas para todos? Talvez não… </strong></h2>



<p>Depois desta longa introdução e sobre as afirmações positivas, quando me desafiaram para escrever sobre este tema, aquilo que respondi foi que considerava que a minha opinião não era a que o leitor iria querer ler, ou que fosse ao encontro com o objetivo inicial deste tema, sendo que não poderia escrever sobre algo que me transmite algum “comicho”, a não ser que fosse absolutamente sincera. Isto porque, é mais confortável lermos e ouvirmos que vai tudo correr bem, que basta dizermos ao espelho “eu gosto de mim” e “eu sou perfeita”, vezes suficientes para que a nossa auto-estima se eleve miraculosamente e que nos tornemos uma pessoa super confiante. E, <strong>de facto, para algumas pessoas, as frases positivas são como um conforto, porque não chocam com a nossa realidade, mas para outras (as que mais precisam delas por sinal), podem ter o efeito contrário</strong>. A ciência refere, inclusivamente, que para as pessoas com boa auto-estima e que já se sentem bem consigo mesmas, as afirmações positivas parecem fornecer um impulso positivo embora de baixo efeito (Wood, Perunovic, &amp; Lee, 2009). Mas, para as pessoas com uma auto-estima fragilizada, as afirmações positivas parecem ser não apenas ineficazes, mas realmente prejudiciais em alguns casos (Wood, Perunovic, &amp; Lee, 2009). Prejudiciais sim, leram bem. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Então, que cuidados devemos ter com as afirmações positivas? </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-YJNCk' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Adaptar </strong></h3>



<p>Antes de mais, acredito que <strong>devemos ter presente que somos seres subjetivos e que o que funciona com a pessoa X, não funciona com a pessoa Y</strong>. Posso ter um/a amigo/a que lê afirmações positivas ao espelho todas as manhãs e que adora, e comigo ser algo que me deixa desconfortável e está tudo certo. Não é por isso que serei menos que ninguém, nem que não vou conseguir superar isto ou aquilo.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Utopia vs Realidade </strong></h3>



<p><strong>A mente é genial, tal como as palavras podem ter um impacto considerável nos nossos pensamentos e acções, a mente também tem o discernimento de perceber se a afirmação é exagerada ou adequada.</strong> Quando vamos contra a nossa realidade, entramos em conflito connosco mesmos, o que pode causar sofrimento. Imaginemos o seguinte cenário: se uma pessoa com algumas fragilidades ao nível da autoestima e amor-próprio, ler continuamente a frase “eu sou perfeita”, pode ficar ainda mais frustrada por ser uma frase muito desfasada da realidade &#8211; até porque a perfeição não existe -, como também, por pensar que “resulta” com toda a gente menos com ela. Ao invés de dizermos por exemplo “eu gosto de mim” podemos dizer “eu quero melhorar a relação comigo mesma” passando de uma afirmação irreal para uma real tendo um efeito diferente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Afirma sucessos, conquistas e emoções </strong></h3>



<p>Não serve de nada afirmarmos sobre situações que não correspondem à realidade, nem vamos atrair a felicidade, dinheiro, relações, sucesso através de uma sequência de palavras que dizemos ao espelho todas as manhãs. Contudo, nem todas as afirmações positivas são desprovidas de sentido na minha opinião. Considero que<strong> o auto-reforço positivo é extremamente importante, tendo um papel considerável na nossa motivação intrínseca e relação connosco mesmos, então porque não afirmar todas as nossas pequenas conquistas que tão rapidamente tendemos a esquecer? </strong>Como por exemplo: “hoje completei os meus objetivos no trabalho”, “hoje levantei-me para ir treinar e fiquei muito feliz comigo”, “hoje acreditei em mim e consegui”, “hoje sinto-me mais em baixo e está tudo certo…”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em modo conclusão… </strong></h2>



<p>Actualmente parece que estamos perante uma geração menos crítica, que procura respostas imediatas, fórmulas mágicas (porque é mais aliciante, eu percebo), e caminhos rápidos. Considero que essa é uma das razões para a presente situação (desconcertante) na área do bem-estar e saúde mental. Pensamos pouco, muito pouco, e não o queremos fazer na verdade. Enfrentar as dores, as emoções e todos os seus processos subjacentes dói, então preferimos camuflar com uma falsa imagem. Preferimos ferramentas com falsas promessas e ficamos dependentes delas. Assumimos como verdade aquilo que vemos e não vamos mais além. Rapidamente interiorizamos que somos nós que não nos enquadramos, que estamos errados e não colocamos em cima da mesa que<strong> somos humanos, com as nossas individualidades e subjetividade</strong>, e procuramos uma felicidade inatingível e uma situação irreal, que nos vai conduzir a uma frustração interminável! Voltando às afirmações positivas… se te fazem sentir melhor utiliza, mas adapta. Se não te fizerem sentido, está tudo certo. Continua o teu percurso imperfeito (e ainda bem que o é!).</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-YJNCk' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/espelho-meu-espelho-meu-que-preciso-de-dizer-eu/">Espelho meu, espelho meu, que preciso de dizer eu?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é a espiritualidade?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-e-a-espiritualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2019 08:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=10414</guid>

					<description><![CDATA[<p>Actualmente estamos numa Era muito focada no bem-estar, espiritualidade, yoga, meditação. Por um lado, é muito&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-a-espiritualidade/">O que é a espiritualidade?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Actualmente estamos numa Era muito focada no bem-estar, espiritualidade, yoga, meditação. Por um lado, é muito positivo que exista uma maior consciencialização nestas áreas. Contudo, noto também que existe uma grande confusão perante certos conceitos e que mesmo a espiritualidade tem sido alvo de algumas questões. Se por um lado alguns a relacionam com a religião, outros com a meditação, outros consideram que é “algo de guru”.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas, afinal o que é a espiritualidade? </strong></h2>



<p>Antes de mais, quando falamos de espiritualidade, temos de ter em conta de que <strong>não existe uma definição universal</strong> e que esta, de uma forma geral, abrange uma multidimensionalidade de factores e é subjectiva, e este é um ponto importante a tocar. Como tal, não existe uma única definição sendo que ao estudarmos diversos autores percebemos o quão ténue é a linha que limita o que é a espiritualidade. Contudo, ainda que durante muito tempo a religião e espiritualidade tenham sido sinónimos, actualmente já existem vários autores que os distinguem – apesar das suas semelhanças. Até porque, hoje em dia, <strong>existe um elevado número de pessoas que se considera “espiritual, mas não religiosa”</strong>.<strong> </strong>Inclusivamente Dalai Lama enfatiza esta distinção, referindo que a religião está relacionada com a salvação, ensinamentos religiosos, orações, dogmas, sendo que a espiritualidade, por sua vez, está relacionada com qualidades do espírito humano (p.e. amor, compaixão, paciência, tolerância, perdão) que promovem felicidade tanto a si como aos outros.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-9GLJD' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Começando pela origem da palavra “espírito”, esta é originária do latim “spiritus”, que é uma tradução do termo grego “pneuma” que significa “respiração”. De facto, a espiritualidade e espírito por um lado remetem para uma certa misticidade, sendo que muitos consideram que é algo distante da ciência e como tal, “se não sou uma pessoa religiosa, não acredito no além, então não sou espiritual”. Contudo, já Carl Sagan referia que:&nbsp; “A noção de que a ciência e a espiritualidade são de alguma forma mutuamente exclusivas, faz um desserviço para ambos”. E de facto, a espiritualidade tem sido amplamente estudada e a sua relação com a felicidade e bem-estar explorada.</p>



<p>Em suma,<strong> a espiritualidade apesar de subjetiva, é diferente de religião e tem sido relacionada com uma maior conexão connosco, com o outro, com a Natureza e algo transcendente</strong>. Quando falamos de algo transcendente pode ser uma energia, um Deus, ou Fé em algo mais, como um propósito de vida, algo que nos transcende enquanto apenas seres-humanos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A minha experiência: </strong></h2>



<p>No meu caso, quando comecei a explorar a minha espiritualidade de uma forma mais profunda, <strong>consegui sentir uma conexão espiritual que me permitiu amar incondicionalmente, e ver toda a beleza que me envolve e que outrora parecia não existir</strong>. Posso dizer que as influências orientais tiveram um grande papel em mim, com a ressalva de que a espiritualidade não é exclusiva das mesmas. Também, o voluntariado consciencializou-me, para a importância de<strong> uma maior conexão com o outro e com o Mundo no geral</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Somos todos um. </strong></h2>



<p>Em suma, se voltarmos à tradução da palavra “spiritus”, ou seja, “respiração”, o significado original de “espírito” é “aquele do sopro da vida” e de facto, “sopro da vida”, ou “respiração”, é o que temos em comum com todos os seres vivos. É aquilo que nos alimenta, que nos dá vida. A espiritualidade envolve o corpo, a mente e a alma, pressupondo a sua profunda ligação, como também, a sua conexão com tudo o que nos envolve, seja através da meditação, yoga, orações, voluntariado, religião, reflexões, sendo que algo caracterizante destes momentos espirituais é um <strong>profundo sentido de unidade com todos e com a Natureza, um sentimento de pertença ao universo como um todo. Somos todos um.</strong></p>



<p>* Informação complementar disponível no podcast Terra Maya<br></p>



<figure class="wp-block-embed-soundcloud wp-block-embed is-type-rich is-provider-soundcloud wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://soundcloud.com/terra-maya/e10-espiritualidade-religiao-e-ciencia
</div></figure>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-9GLJD' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-a-espiritualidade/">O que é a espiritualidade?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Objetivos plausíveis vs impossíveis</title>
		<link>https://simplyflow.pt/objetivos-plausiveis-vs-impossiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2019 15:31:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=10260</guid>

					<description><![CDATA[<p>Setembro é um mês de regresso. De regresso à rotina, a nós mesmos e a novas&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/objetivos-plausiveis-vs-impossiveis/">Objetivos plausíveis vs impossíveis</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Setembro é um mês de regresso. De regresso à rotina, a nós mesmos e a novas metas. À semelhança de Janeiro, estes são meses onde tendemos a repensar nos nossos objetivos, onde, por norma, voltamos a traçar prioridades, metas e queremos ter mais sucesso e ser mais saudáveis.</p>



<p>Este é um mês onde somos invadidos por uma enorme motivação, mas aliado a essa vontade existe, por norma, uma grande dificuldade: traçarmos objetivos impossíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A verdade é que nós queremos tudo, mas queremos tudo ao mesmo tempo.</strong></h2>



<p>Queremos ir ao ginásio todos os dias, praticar yoga de preferência todos os dias, meditar, ter uma alimentação saudável, preparar marmitas e ainda conciliar com a nossa vida (trabalho, casa, família…). No final do dia nós <strong>queremos tudo, mas todo este processo nos causa mais frustração que tranquilidade. E porquê? Porque nos comprometemos com objetivos impossíveis, objetivos demasiado ambiciosos sem ter em consideração que temos de ter tempo, de ser flexíveis e que a semana tem sete dias, logo não precisamos de fazer tudo, todos os dias</strong>. De facto, estipularmos objetivos impossíveis só gera frustração, deceção e faz-nos querer desistir e dizer: “pronto fica para o ano”… quem nunca. Mas, não, não fica para o ano e vamos cortar este ciclo e conseguir fazer mais por nós!</p>



<p>Se trabalho metade do meu dia, tenho família, outras responsabilidades, muito provavelmente abraçar objetivos como praticar actividade física, yoga, meditação, passear e ler por exemplo, todos os dias, porque só assim se consegue “ser feliz e tranquilo”, não me parece viável. E acredito não ser por aí o caminho. Até porque <strong>cada um deve encontrar a sua fórmula mágica, tendo presente que somos seres individuais, subjetivos e que o que funciona para a pessoa x não tem necessariamente que funcionar para a pessoa y</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como traçar objetivos plausíveis?</strong></h2>



<p>A verdade é que temos de nos adaptar. Adaptar a nós mesmos, às nossas prioridades no momento presente, à impermanência que é a vida e aceitar que salvo algumas excepções, <strong>é na mudança gradual que a verdadeira transformação tem lugar</strong>. Devemos <strong>procurar objetivos adaptados à nossa realidade e mesmo que numa primeira análise nos pareça que não vamos conseguir adoptar certas alterações na nossa vida, devemos estipular prioridades</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é que é para mim o segredo?</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Defina as suas prioridades </strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-F5EnW' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'>



<p>Antes de mais, <strong>é muito importante fazermos uma auto-reflexão sobre a nossa realidade</strong>. É positivo termos ambições, objetivos, projectos de vida e querermos ser melhores, mas também é comum pensarmos: “eu até queria, mas não tenho tempo”. É então importante reflectirmos sobre a nossa vida, sobre o tempo investido em tarefas que não podemos alterar (por exemplo: trabalho, família, actividades domésticas, e outras), para depois termos consciência sobre o nosso tempo livre para outras actividades. <strong>Mediante esta reflexão, é importante definirmos prioridades para o momento presente, tendo consciência que as mesmas se podem alterar ao longo do tempo.&nbsp;</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Estabeleça objetivos reais</strong></h3>



<p>Depois de termos prioridades definidas, é tempo de estipularmos objetivos reais. Vamos tomar o seguinte exemplo: Quero cuidar do meu corpo, ser mais saudável e vou-me inscrever num ginásio. O nosso primeiro impulso é pensar que queremos logo perder uns kg no primeiro mês e treinar todos os dias. Depois percebemos que não conseguimos e ou é 8 ou 80. Porquê? Podemos <strong>definir objetivos e metas mais curtas</strong> como ir três vezes por semana por exemplo, <strong>para que possamos ver resultados e continuar motivados</strong>. E o mesmo se aplica a outras dimensões na nossa vida, <strong>sempre tendo presente o que não podemos alterar na nossa vida e que devemos também guardar um momento para nós e para os nossos, que é tão importante</strong>.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Disciplina e auto-motivação</strong></h3>



<p>De facto<strong> a disciplina e consistência é a chave para o sucesso</strong>. Tendo presente que tudo o que é levado ao extremo pode acarretar consequências. <strong>É importante sermos disciplinados e dedicados, mas sem nos prendermos demasiado nisso. </strong>Pegando no exemplo do ginásio: se em determinada semana não conseguir ir as três vezes por semana, não me devo rebaixar pois em vez de me motivar, desmotivo e fico frustrada/o. <strong>Uma pitada de flexibilidade é sem dúvida essencial!</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Defina objetivos por si </strong></h3>



<p>A motivação extrínseca – relacionada com o ambiente que nos rodeia, ao outro e às situações e aos fatores externos-, é importante, mas <strong>a motivação intrínseca – do próprio indivíduo, associada a metas, objetivos e projetos pessoais-, é essencial para ultrapassar as diversas adversidades e obstáculos que fazem parte da vida</strong>.&nbsp;</p>



<p>Nota final: Sou uma apaixonada pela área do bem-estar e desenvolvimento pessoal e como tal, para além do meu trabalho com o <a href="http://www.terramaya.pt/">Terra Maya</a>, no meu segundo livro “<a href="http://www.terramaya.pt/2018/11/28/terra-maya-um-ano/">Terra Maya- Um ano</a>” encontra uma ferramenta prática que a/o ajuda neste processo de crescimento e busca por um maior bem-estar.&nbsp;</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-F5EnW' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>&nbsp;<br></p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/objetivos-plausiveis-vs-impossiveis/">Objetivos plausíveis vs impossíveis</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>12 pequenas mudanças para ser mais feliz no Ano Novo</title>
		<link>https://simplyflow.pt/12-pequenas-mudancas-para-ser-mais-feliz-no-ano-novo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Dec 2018 18:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Maya]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=8468</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este tem sido um ano muito importante para mim. Marcado pela palavra amor, criar o Terra&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/12-pequenas-mudancas-para-ser-mais-feliz-no-ano-novo/">12 pequenas mudanças para ser mais feliz no Ano Novo</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este tem sido um ano muito importante para mim. Marcado pela palavra amor, criar o <a href="http://www.terramaya.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Terra Maya</a> foi das melhores decisões que tomei na minha vida.</p>



<p>De facto, como todas as decisões importantes &#8211; pelo menos de acordo com a minha experiência -, tive de sair da minha zona de conforto. Pensando nisso, cada mudança de rumo da minha vida &#8211; mudança de curso, voluntariado internacional, o Terra Maya&#8230;-, advém de uma decisão marcada pelo medo, receio de falhar e muitas dúvidas.&nbsp;</p>



<p><strong>A maior lição? O medo e o falhanço é algo positivo. Afinal,&nbsp; não é assim que aprendemos?</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como tudo evoluiu… </strong></h2>



<p>Em Março de 2017 criei o Terra Maya. Em Junho de 2018 saiu para o mundo o meu primeiro livro, “<a href="https://www.wook.pt/livro/terra-maya-filipa-malo-franco/22006642" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Terra Maya</a>”, que fala das minhas mudanças, daquilo que resultou comigo e aborda, claro, o ser humano de uma forma holística &#8211; corpo, mente e espírito -, no que toca a um maior bem-estar e felicidade. Pode dizer-se que é a teoria daquilo que acredito.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="819" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20180614_114158_298-1-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-13097" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20180614_114158_298-1-819x1024.jpg 819w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20180614_114158_298-1-240x300.jpg 240w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20180614_114158_298-1-768x960.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20180614_114158_298-1-1229x1536.jpg 1229w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20180614_114158_298-1-1638x2048.jpg 1638w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20180614_114158_298-1-460x575.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20180614_114158_298-1-160x200.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20180614_114158_298-1-320x400.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20180614_114158_298-1-480x600.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20180614_114158_298-1-640x800.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20180614_114158_298-1-960x1200.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20180614_114158_298-1-1120x1400.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20180614_114158_298-1.jpg 1960w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



<p>Os meses que se seguiram foram maravilhosos devido à forma como este “bebé” foi recebido. Muito feedback, carinho e amor por este livro, que ainda me enche o coração todos os dias. Realmente, nunca imaginei receber tanto amor e estou muito grata.</p>



<p>Paralelamente, <strong>surgia frequentemente a dúvida sobre como implementar a mudança</strong>, principalmente porque nós temos sempre aquela tendência do “tudo ou nada” &#8211; se é para mudar é em grande e esquecemo-nos que no que toca a rotinas, hábitos e tempo, nem sempre é assim tão fácil. Porquê? Porque nos comprometemo com objectivos impossíveis e o impossível, resulta, invariavelmente, em frustração.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="863" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20181222_154718_818-1-863x1024.jpg" alt="" class="wp-image-13098" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20181222_154718_818-1-863x1024.jpg 863w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20181222_154718_818-1-253x300.jpg 253w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20181222_154718_818-1-768x912.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20181222_154718_818-1-1294x1536.jpg 1294w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20181222_154718_818-1-1725x2048.jpg 1725w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20181222_154718_818-1-460x546.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20181222_154718_818-1-160x190.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20181222_154718_818-1-320x380.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20181222_154718_818-1-480x570.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20181222_154718_818-1-640x760.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20181222_154718_818-1-960x1140.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20181222_154718_818-1-1120x1330.jpg 1120w" sizes="(max-width: 863px) 100vw, 863px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não existe uma fórmula mágica </strong></h2>



<p>Antes de mudarmos é fulcral entender que no que toca a um maior bem-estar, claro que <strong>não existe uma poção, uma palavra mágica que te posso dar.</strong> Não existe porque cada caso é um caso, cada pessoa tem uma história, experiência e competências diferentes e este caminho de autodesenvolvimento e autodescoberta, é apenas nosso, depende unicamente de nós e nunca nos podemos esquecer disso. <strong>O poder está unicamente em ti e naquilo que te faz mais feliz e ninguém o pode substituir.</strong></p>



<p>Porém,&nbsp; existem, sim, ferramentas e pequenas dicas, que podem ajudar nesta busca individual e foi esse o meu principal objectivo com o segundo livro, de acordo com aquilo que resultou comigo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Terra Maya &#8211; um ano: 12 pequenas mudanças para ser mais feliz </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Ntl6q' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Vamos então passar da teoria à prática. Em “<a href="https://www.wook.pt/livro/terra-maya-um-ano-filipa-malo-franco/22391776" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Terra Maya — Um ano: 12 pequenas mudanças para ser mais feliz</a>”, o meu maior objectivo é que implementes, de forma gradual, as mudanças que abordei no primeiro livro, que continues as que te&nbsp; fazem sentido e que deixes de parte as que ao fim de um mês, não te acrescentaram nada.&nbsp;</p>



<p>São 12 mudanças, com um encadeamento lógico, que considero essenciais para uma maior conexão connosco, com o outro e com a Natureza, começando claro com o &#8220;Organiza a tua vida&#8221;, porque sem este passo, sem uma reflexão sobre os nossos objectivos e tempo disponível,&nbsp; não podemos criar espaço para a mudança.</p>



<p>Resumidamente, até porque não quero desvendar muito, <strong>são 21 dias – o tempo necessário para a implementação de um hábito -, repletos de dicas, exercícios práticos para te conheceres melhor e para cultivares uma maior relação contigo </strong>associados a uma componente de agenda. Também, todos os meses encontras um balanço do mês, para promover a reflexão e autocrítica construtiva, e sugestões com o objetivo de alcançar uma vida mais equilibrada, englobando uma abordagem holística nos três vetores: mente, corpo e alma.</p>



<p><strong>Este é, sem dúvida, um livro para o coração, uma ferramenta de transformação. </strong>Um livro que podes escrever, pintar, preencher como sentes. Um livro que permite que escrevas diariamente o que te apetece – sejam compromissos, pensamentos, sentimentos, emoções, frases etc. <strong>Um livro que é só teu. Profundamente.</strong></p>



<p>Para o completar, disponibilizo também no <a href="http://www.terramaya.pt">meu blog</a> vários anexos que podes imprimir para tornar esta ferramenta ainda mais completa &#8211; planner semanal, mensal e anual, como também um planner de refeições e calendário lunar.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="684" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/20181128728372459615838680-1-684x1024.jpg" alt="" data-id="13095" data-full-url="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/20181128728372459615838680-1.jpg" data-link="https://simplyflow.pt/12-pequenas-mudancas-para-ser-mais-feliz-no-ano-novo/20181128728372459615838680-2/" class="wp-image-13095" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/20181128728372459615838680-1-684x1024.jpg 684w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/20181128728372459615838680-1-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/20181128728372459615838680-1-768x1151.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/20181128728372459615838680-1-1025x1536.jpg 1025w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/20181128728372459615838680-1-460x689.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/20181128728372459615838680-1-160x240.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/20181128728372459615838680-1-320x479.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/20181128728372459615838680-1-480x719.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/20181128728372459615838680-1-640x959.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/20181128728372459615838680-1-960x1438.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/20181128728372459615838680-1-1120x1678.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/20181128728372459615838680-1.jpg 1335w" sizes="(max-width: 684px) 100vw, 684px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="684" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/FB_IMG_1543365258025-01-1-684x1024.jpeg" alt="" data-id="13096" data-full-url="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/FB_IMG_1543365258025-01-1.jpeg" data-link="https://simplyflow.pt/12-pequenas-mudancas-para-ser-mais-feliz-no-ano-novo/fb_img_1543365258025-01-2/" class="wp-image-13096" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/FB_IMG_1543365258025-01-1-684x1024.jpeg 684w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/FB_IMG_1543365258025-01-1-200x300.jpeg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/FB_IMG_1543365258025-01-1-768x1151.jpeg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/FB_IMG_1543365258025-01-1-1025x1536.jpeg 1025w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/FB_IMG_1543365258025-01-1-460x689.jpeg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/FB_IMG_1543365258025-01-1-160x240.jpeg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/FB_IMG_1543365258025-01-1-320x479.jpeg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/FB_IMG_1543365258025-01-1-480x719.jpeg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/FB_IMG_1543365258025-01-1-640x959.jpeg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/FB_IMG_1543365258025-01-1-960x1438.jpeg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/FB_IMG_1543365258025-01-1-1120x1678.jpeg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/FB_IMG_1543365258025-01-1.jpeg 1335w" sizes="(max-width: 684px) 100vw, 684px" /></figure></li></ul></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="628" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG-20181127-WA0042-01-1-1024x628.jpeg" alt="" class="wp-image-13099" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG-20181127-WA0042-01-1-1024x628.jpeg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG-20181127-WA0042-01-1-300x184.jpeg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG-20181127-WA0042-01-1-768x471.jpeg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG-20181127-WA0042-01-1-460x282.jpeg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG-20181127-WA0042-01-1-160x98.jpeg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG-20181127-WA0042-01-1-320x196.jpeg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG-20181127-WA0042-01-1-480x294.jpeg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG-20181127-WA0042-01-1-640x392.jpeg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG-20181127-WA0042-01-1-960x589.jpeg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG-20181127-WA0042-01-1-1120x687.jpeg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/12/IMG-20181127-WA0042-01-1.jpeg 1502w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Este vai ser o teu ano. </strong></h2>



<p>Embarca nesta aventura comigo e conecta-te contigo, com o outro e com o mundo!</p>



<p>Com amor,&nbsp;</p>



<p>Filipa&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia destaque por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/">Verónica Silva</a>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Ntl6q' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/12-pequenas-mudancas-para-ser-mais-feliz-no-ano-novo/">12 pequenas mudanças para ser mais feliz no Ano Novo</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Mindfulness pode mudar a sua vida?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-mindfulness-pode-mudar-a-sua-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 08:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mindfulness]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=8147</guid>

					<description><![CDATA[<p>Confesso que sou uma grande amante do tema Mindfulness – demasiado até -, e não é&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-mindfulness-pode-mudar-a-sua-vida/">O Mindfulness pode mudar a sua vida?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Confesso que sou uma grande amante do tema </span><span style="font-weight: 400;">Mindfulness </span><span style="font-weight: 400;">– demasiado até -, e não é por acaso que dediquei grande parte do meu mestrado a ler sobre o tema e a tentar perceber o porquê deste </span><span style="font-weight: 400;">hype</span><span style="font-weight: 400;"> em torno desta palavra.</span></p>
<h2><b>Qual a definição de Mindfulness?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No que toca à definição, </span><b>a verdade é que ainda não existe um consenso na literatura, sendo que o </b><b>Mindfulness</b><b> pode ser considerado uma competência, um estado ou uma ferramenta</b><span style="font-weight: 400;">. De qualquer forma, este conceito é proveniente do budismo e traduz-se como: </span><span style="font-weight: 400;">atenção plena.</span></p>
<h2><b>O que nos oferece a atenção plena?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Tal como o nome indica, está então relacionado com a nossa atenção e consciência do momento presente, envolvendo consequentemente, uma regulação da nossa atenção e uma postura sem julgamento. Na realidade, </span><b>a atenção plena permite-nos ver a situação de uma forma objectiva, afastada e sem um julgamento emocional, o que nos pode ajudar a encontrar aspectos positivos em algo que em primeira análise poderia ser altamente destrutivo</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inclusivamente, </span><b>esta consciência e aceitação do momento presente, são considerados antídotos contra algumas formas comuns de sofrimento psicológico, como a ruminação, ansiedade, stress e depressão</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>A minha experiência:</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste caso, não há melhor exemplo do que falar da minha experiência. Há uns anos era extremamente stressada,</span><b> vivia focada no passado e no futuro, antecipava tudo o que era problemas – que depois acabavam até por nem existir -, e vivia numa ansiedade constante</b><span style="font-weight: 400;">. Até que descobri o </span><span style="font-weight: 400;">Mindfulness</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Comecei a ler mais sobre o tema, a explorar a minha competência e a contrariar o meu primeiro impulso de pensamento. </span><b>A meditação </b><b>mindfulness</b><b> foi, sem dúvida, uma grande ferramenta e foi na prática diária que comecei a olhar para as situações de uma forma diferente</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através da meditação </span><span style="font-weight: 400;">mindfulness</span><span style="font-weight: 400;"> treinamos a nossa forma de focarmos a nossa atenção, de evitarmos o julgamento constante daquilo que pensamos e sentimos, e é bastante simples: de uma forma resumida, </span><b>basta focarmos a nossa atenção na nossa respiração ou nos nossos sentidos</b><span style="font-weight: 400;">. Uma respiração consciente tem um grande poder no nosso corpo e mente, e é uma ferramenta fantástica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Claro que, todos temos altos e baixos e, por vezes, encontro-me perante situações que me deixam altamente stressada – e por um lado ainda bem, porque como vimos </span><a href="https://simplyflow.pt/stress-bicho-papao-ou-aliado/"><span style="font-weight: 400;">neste meu post</span></a><span style="font-weight: 400;">, o stress não é necessariamente um bicho papão -, antecipo problemas e sou bastante crítica comigo, com a situação e/ou com os outros. Mas, também é verdade que </span><b>aprendi a parar</b><span style="font-weight: 400;">, a contrariar esta ruminação, este pensamento que se pode tornar destrutivo e a ver o copo “meio cheio”.</span></p>
<h2><b>Mas, então, como é que o </b><b>Mindfulness</b><b> pode mudar a nossa vida? </b></h2>
<ol>
<li>
<h3><b> Dá-nos uma nova perspectiva</b></h3>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A chave é, sem dúvida, esta atitude sem julgamento e a observação dos nossos sentimentos, pensamentos e situação. Ao não julgarmos, evitamos aquela cascata de pensamentos como “eu nunca consigo”, “acontece sempre assim”, “não há outra forma”. A aceitação é a grande palavra-chave: aceitar que a perfeição não existe e focarmo-nos mais no momento presente.</span></p>
<ol start="2">
<li>
<h3><b> Evita a ruminação e pensamentos/emoções negativas </b></h3>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao aceitarmos sem julgamento os nossos pensamentos, sentimentos e emoções, conseguimos diminuir a prevalência de emoções/sentimentos negativos, até porque, conseguimos mais facilmente fazer uma auto-regulação. Isto porque, não deixamos que os mesmos nos absorvam e em vez de nos entregarmos logo, conseguimos detectá-los, respirar fundo e entender porque é que os estamos a sentir, reduzindo a impulsividade.</span></p>
<ol start="3">
<li>
<h3><b> Impacto na nossa auto-estima</b></h3>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos indicam que o aumento desta experiência de </span><span style="font-weight: 400;">mindfulness</span><i><span style="font-weight: 400;">,</span></i><span style="font-weight: 400;"> contribui para o aumento da nossa autoestima isto porque, acaba por influenciar, diminuindo a nossa autocrítica devido a uma atitude sem-julgamento, como também, influencia a prevalência de sentimentos e perspetiva mais positiva.</span></p>
<ol start="4">
<li>
<h3><b> Aumenta a nossa conexão com os nossos próprios sentimentos e pensamentos </b></h3>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Devido à componente de observação presente neste conceito – observação daquilo que sentimos e pensamos, mas sem julgamento -, também permite uma maior conexão connosco, porém evitando o enviesamento. Observamos aquilo que sentimos e pensamos, mas sem criticar. A minha sugestão é que durante a meditação </span><span style="font-weight: 400;">mindfulness</span><span style="font-weight: 400;">, aponte num papel todos os pensamentos, sentimentos e emoções que vai ter inevitavelmente, para que possa depois reflectir sobre eles com calma e consciência.</span></p>
<ol start="5">
<li>
<h3><b> Aumenta a nossa concentração e desempenho profissional</b></h3>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a prática da meditação </span><span style="font-weight: 400;">mindfulness</span><span style="font-weight: 400;">, promovemos o desenvolvimento das nossas competências de atenção e auto-regulação, ao treinarmos o foco da nossa atenção na nossa respiração, ou nos nossos sentidos enquanto caminhamos ou tomamos banho, por exemplo. Quando fazemos uma actividade, a nossa mente não para, e temos uma grande tendência para pensar no passado, naquilo que temos para fazer e nos emails que nos falta responder. É importante aprender a parar, a desligar quando queremos e a focarmo-nos na tarefa que estamos a fazer de momento.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-8150" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/11/IMG_20180618_200306_686-819x1024.jpg" alt="" width="819" height="1024" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/11/IMG_20180618_200306_686-819x1024.jpg 819w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/11/IMG_20180618_200306_686-240x300.jpg 240w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/11/IMG_20180618_200306_686-768x960.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/11/IMG_20180618_200306_686-460x575.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/11/IMG_20180618_200306_686-160x200.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/11/IMG_20180618_200306_686-320x400.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/11/IMG_20180618_200306_686-480x600.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/11/IMG_20180618_200306_686-640x800.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/11/IMG_20180618_200306_686-960x1200.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/11/IMG_20180618_200306_686-1120x1400.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/11/IMG_20180618_200306_686.jpg 1960w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com amor,</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Filipa</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-mindfulness-pode-mudar-a-sua-vida/">O Mindfulness pode mudar a sua vida?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que diz a ciência sobre a influência da espiritualidade no bem-estar?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-diz-a-ciencia-sobre-a-influencia-da-espiritualidade-no-bem-estar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Aug 2018 20:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=7463</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nos últimos tempos tem existido um grande interesse em definir espiritualidade e em estudar o impacto&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-que-diz-a-ciencia-sobre-a-influencia-da-espiritualidade-no-bem-estar/">O que diz a ciência sobre a influência da espiritualidade no bem-estar?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos tempos tem existido um grande interesse em definir espiritualidade e em estudar o impacto que esta tem na saúde e bem-estar.</span></p>
<h2><b>Antes de mais, quando falamos de espiritualidade, temos de ter em conta que não existe apenas uma definição universal.</b><b> </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Fisher, citado pela Professora Doutora Maria João Gouveia, a saúde espiritual, de uma forma geral, abrange uma multidimensionalidade de factores, que incluem uma </span><b>“harmonia e qualidade das relações que as pessoas estabelecem consigo próprias, com os outros, com o ambiente e com o Outro transcendente”</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Outro transcendente? Mas, espiritualidade é sinónimo de religião?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda que durante muito tempo, a religião e espiritualidade tenham sido sinónimos, actualmente já existem vários autores que os distinguem – apesar das suas semelhanças. Até porque, actualmente, </span><b>existe um elevado número de pessoas que se considera “espiritual, mas não religiosa”</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando falamos de religião, temos em conta que esta envolve crenças, práticas e rituais relacionados com o sagrado/divino. Já a espiritualidade é um pouco mais complicada de definir, por ser mais pessoal e subjectiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a bibliografia (que podem consultar no final do texto), existem algumas </span><b>características comuns no que toca a diferentes definições para  a espiritualidade</b><span style="font-weight: 400;">, sendo que se podem destacar:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Relação com algo, para além das dimensões físicas, psicológicas e sociais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Relação com a busca de um propósito ou sentido para a vida;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Ser uma experiência subjectiva;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Inclui uma conexão positiva com a natureza e com os outros.</span></li>
</ol>
<h2><b>De que modo a espiritualidade influencia o bem-estar? </b><b> </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Actualmente tem existido um enorme interesse nesta área, principalmente porque parece que a espiritualidade pode ser um precedente no que toca ao bem-estar, nomeadamente na relação com afectos positivos, apoio social, auto-estima, desenvolvimento pessoal, satisfação e felicidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de ainda não existir um consenso no que concerne ao porquê desta relação e quais os mecanismos ou estilos de vida que contribuem, a verdade é que já existem vários estudos que se debruçam sob o impacto da espiritualidade, em pessoas que lidam com várias situações stressantes – incluindo doenças degenerativas e terminais – visto que esta parece reduzir o stress, influenciando a prevalência de emoções positivas.  Paralelamente, encontrar um sentido e propósito para a nossa vida, afecta a nossa perspectiva perante a mesma, como também, a existência de algo transcendente, permite uma maior confiança e respostas a questões existenciais como “de onde viemos”, “porque estamos aqui”, etc.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A relação com os outros, a empatia, a compaixão e altruísmo também parecem ser fulcrais, consistindo num maior suporte social, conexão e emoções positivas.</span></p>
<h2><b>A minha experiência: </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No meu caso, quando comecei a explorar a minha espiritualidade de uma forma mais profunda, </span><b>consegui sentir uma conexão espiritual que me permitiu amar incondicionalmente, e ver toda a beleza que me envolve e que outrora parecia não existir.</b><span style="font-weight: 400;"> Posso dizer que as influências orientais tiveram um grande papel, visto que a meditação e o yoga, ao me ajudarem na maior conexão comigo, abriram-me os horizontes e mostraram-me uma energia que desconhecia. Também, o voluntariado consciencializou-me, para a importância de uma maior conexão com o outro e com o Mundo no geral.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">Todas as pessoas surgem neste planeta com um objectivo específico e um conjunto único de talentos. Se encontrarem o ambiente propício, as sementes desabrocham e permitem-nos expressar os nossos dons neste mundo.” </span></p></blockquote>
<p style="text-align: right;"><span style="font-weight: 400;">Shankara</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bibliografia: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Koenig, H. G. (2012). Religion , Spirituality , and Health : The Research and Clinical Implications, 2012. https://doi.org/10.5402/2012/278730</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Pinheiro Morais Gouveia, M. J. (2011). «Flow disposicional e o bem-estar espiritual em praticantes de actividades físicas de inspiração oriental», 286. Retirado de </span><a href="http://repositorio.ispa.pt/bitstream/10400.12/1226/1/TES%20GOUV1.pdf"><span style="font-weight: 400;">http://repositorio.ispa.pt/bitstream/10400.12/1226/1/TES GOUV1.pdf</span></a></li>
</ul>
<p>Nota: A fotografia foi tirada no Cerdeira Village, Lousã.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-que-diz-a-ciencia-sobre-a-influencia-da-espiritualidade-no-bem-estar/">O que diz a ciência sobre a influência da espiritualidade no bem-estar?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O falhanço existe (e ainda bem).</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-falhanco-existe-e-ainda-bem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2018 08:24:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Filipa Maló Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=7267</guid>

					<description><![CDATA[<p>Antes de mais, gostava que imaginasses uma vida sem a probabilidade de falhanço. Em que qualquer&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-falhanco-existe-e-ainda-bem/">O falhanço existe (e ainda bem).</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Antes de mais, gostava que imaginasses uma vida sem a probabilidade de falhanço. Em que qualquer decisão que tomes, tem uma consequência certa e está destinada ao sucesso. Uma vida em que a palavra «erro» não existe e «falhar» muito menos. Não existem dificuldades, porque a vida é fácil e tudo corre bem, sempre. O que sentes?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando pensamos em fracasso, claro que sabemos que lhe estão associadas palavras como «falhar», «não conseguir», «medo», entre muitas outras. Palavras essas que nos assustam e que não queremos enfrentar, quando estamos perante uma situação. Mas, também é verdade que </span><b>o medo é algo que nos impede de evoluir</b><span style="font-weight: 400;">. Temos medo do fracasso, temos medo de não cumprir com os nossos objectivos, de não corresponder às expectativas, nossas e dos outros. Temos uma tendência natural para ver os erros como um verdadeiro problema, que só acarreta aspectos negativos à nossa vida.  Mas, será mesmo assim?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se virmos sob outra perspectiva, se o falhanço não existisse – voltando ao início deste texto – era tudo demasiado fácil. Sem a sua hipotética presença, não havia risco, e a meu ver, traria mais consequências negativas do que benefícios.</span></p>
<h2><b>Destaco três aspectos que considero importantes, quando falamos do lado positivo do falhanço. </b></h2>
<h3><b>1. Desafia-nos constantemente.</b> <b> </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem a hipotética presença do falhanço, não existe risco, e sem ele, não existem os desafios que tanto nos preenchem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo quando falhamos e não conseguimos atingir o nosso desafio com sucesso, temos de admitir que enfrentar uma situação arriscada, acaba por ser recompensador. Só o facto de lutar por algo, torna-nos mais persistentes, e é um sinal de coragem, porque superamos diversos medos, o que também nos alimenta o ego.</span></p>
<h3><b>2. Contribui para a nossa aprendizagem. </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos sabemos que depois de um falhanço, por norma, vem uma aprendizagem. Tal como é comum ouvirmos os nossos pais e avós dizerem «deixa-o cair, para aprender a levantar».</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Percebermos o que é que não funciona, o que não devemos fazer e como é que determinada situação não deve ser gerida, por exemplo, é extremamente importante, e essa aprendizagem do que «não funciona» apenas se consegue com o falhanço, seja ele qual for!</span></p>
<h3><b>3. Cria novas oportunidades </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é segredo nenhum – e já todos ouvimos dizer – que «a magia acontece, fora da tua zona de conforto». Quando nos desafiamos, superamos os nossos medos, quando arriscamos, saímos da nossa zona de conforto e com novas abordagens, com novas formas de pensar e novos caminhos, vêm novas oportunidades que nos podem conduzir por lugares outrora inimagináveis. Se não existisse falhanço, não existia risco e sem este, nunca poderíamos sair da nossa zona de conforto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por vezes, falhamos, sim. Por vezes ficamos tristes, chateados, magoados quando o mesmo acontece. Por vezes parece que a vida é injusta e que tudo nos corre mal. Nem sempre conseguimos controlar todas as variáveis que nos envolvem e por mais aprendizagens que tenhamos feito, nem sempre é sucesso garantido. Mas, vivermos sem falhanços era demasiado fácil, demasiado controlável e, na minha opinião, sem a verdadeira essência da vida:</span><b> o efeito surpresa</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><b>Por isso é que digo, o falhanço existe, e ainda bem.</b></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">O fracasso costuma fazer as pessoas pensar. Desperta-nos para quem somos realmente e para o que verdadeiramente queremos, e acaba com a autocomplacência.”</span></p></blockquote>
<p style="text-align: right;"><span style="font-weight: 400;">Robin Sharma, “O Santo, o Surfista e a Executiva”</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-falhanco-existe-e-ainda-bem/">O falhanço existe (e ainda bem).</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: simplyflow.pt @ 2025-09-30 04:42:18 by W3 Total Cache
-->