<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Eugénio Leite, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
	<atom:link href="https://simplyflow.pt/author/eugenio-leite/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://simplyflow.pt/author/eugenio-leite/</link>
	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 13 Aug 2024 01:31:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/logo.png</url>
	<title>Eugénio Leite, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
	<link>https://simplyflow.pt/author/eugenio-leite/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>É possível prevenir a Degenerescência Macular da Idade (DMRI)?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/e-possivel-prevenir-a-degenerescencia-macular-da-idade-dmri/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eugénio Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Degenerescência Macular da Idade]]></category>
		<category><![CDATA[DMRI]]></category>
		<category><![CDATA[Eugénio Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
		<category><![CDATA[Olhos]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Visão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=22578</guid>

					<description><![CDATA[<p>Esta doença atinge cerca de 30 milhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/e-possivel-prevenir-a-degenerescencia-macular-da-idade-dmri/">É possível prevenir a Degenerescência Macular da Idade (DMRI)?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Degenerescência Macular da Idade (DMRI) é uma das principais causas da perda de visão na terceira idade. É uma doença degenerativa e progressiva que afeta a área central da retina, a mácula, levando à perda da visão central devido ao “envelhecimento” da mácula, a zona mais sensível da retina.</p>



<p>Em Portugal, esta patologia atinge mais de 300 mil pessoas e, por ano, surgem cerca de 3 mil novos casos de DMRI. Este facto deve-se ao aumento da esperança média de vida, tornando o diagnóstico e o tratamento precoce essenciais na sua prevenção e tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os fatores de risco?</strong></h2>



<p>Geralmente, a causa mais comum é o envelhecimento, mas esta é uma condição que pode ser agravada por outros fatores de risco, tais como: tabagismo, colesterol, hipertensão e radiação solar. A visão fica turva (sem foco e nitidez) e vai piorando com o tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Esta doença atinge cerca de 30 milhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).&nbsp;</strong></h2>



<p>Em muitos locais, é ainda desconhecida. Por exemplo, 80% dos brasileiros nunca ouviu falar da DMRI, o que é alarmante. Esta falta de informação, extensível a muitos outros países, leva a um enorme descuido no controlo periódico da visão. Afeta 10% da população acima de 65 anos de idade, de acordo com a Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo (SBRV). Costuma surgir a partir dos 50 anos e manifesta-se sob dois tipos ou num tipo misto dos dois tipos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tipos de DMRI</strong></h2>



<p><strong>Existem predominantemente duas formas de DMRI: a forma “seca” e a forma “húmida”.</strong> Embora atingindo um número mais reduzido de doentes, a DMRI “húmida” é a responsável pela maioria dos casos de cegueira relacionados a esta doença. Nas situações de DMRI “húmida”, há aparecimento de vasos sanguíneos anormais (neovascularização) que acabam por rebentar, dando origem a hemorragias e cicatrizes no fundo do olho. Existe ainda a forma mista, cuja evolução e gravidade vão depender da forma predominante.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Causas&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Esta é uma doença resultante de anos de descuido dos princípios de uma vida saudável e preventiva</strong>, quer sob o ponto de vista de hábitos alimentares, tabágicos, alcoólicos ou de exercício. Não esquecer outras patologias, como hipertensão arterial, colesterol, triglicerídeos, lipídios ou fatores medicamentosos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É possível prevenir?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-q6gTN' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A retina destruída pela DMRI não é recuperável, e a perda de <a href="https://simplyflow.pt/olhos-as-8-principais-perguntas-sobre-saude-ocular/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">visão</a> é permanente. No entanto, já existem tratamentos que impedem ou retardam a progressão da doença. Os tratamentos disponíveis vão desde a utilização de antioxidantes, injeções intra vítreas de antiangiogénicos ou corticosteroides até à cirurgia para remoção de membranas neovasculares e à fotocoagulação por laser.</p>



<p>Embora os dados clínicos ainda não comprovem inequivocamente alguns resultados existentes, <strong>a prevenção da DMRI consiste basicamente em evitar os fatores de risco, principalmente o tabagismo e o álcool, controlar fatores de risco como colesterol, triglicerídeos ou lípidos elevados, adotar uma dieta rica em vegetais de folhas verdes e pobre em gordura, usar óculos escuros com filtros UV e consultar regularmente o oftalmologista</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que nos mostram os estudos já existentes?</strong></h2>



<p>Vários estudos têm mostrado que o fator hereditário explica parte da DMRI, mas ainda não há muita informação sobre a proporção do peso da genética e do tipo de hereditariedade. Testes de alimentação feitos com uma população de portadores de DMRI têm indicado que uma dieta rica em verduras, especialmente folhas verdes, pode ser benéfica para evitar o desenvolvimento da DMRI. Suplementos nutritivos como a zeaxantina e a luteína também estão a ser testados para a DMRI, nomeadamente o estudo AREDS. Ainda que as pesquisas não tenham indicado um benefício comprovado dos antioxidantes para evitar a DMRI ou evitar a sua progressão, os investigadores alertam para que se evitem doses exageradas de medicamentos antioxidantes, uma vez que estudos já comprovaram efeitos secundários das grandes doses sobre os doentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em suma, a DMRI é uma patologia dependente da idade, mas com um forte componente resultante de descuidos alimentares, falta de exercício, hábitos tabágicos ou fatores endócrinos, cuja fatura se pagará décadas mais tarde.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Adotar um estilo de vida saudável ao longo da vida é essencial para prevenir esta doença.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-q6gTN' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/e-possivel-prevenir-a-degenerescencia-macular-da-idade-dmri/">É possível prevenir a Degenerescência Macular da Idade (DMRI)?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É possível corrigir o estrabismo?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/e-possivel-corrigir-o-estrabismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eugénio Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Feb 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Estrabismo]]></category>
		<category><![CDATA[Eugénio Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Olhos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde ocular]]></category>
		<category><![CDATA[Visão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=21410</guid>

					<description><![CDATA[<p>O estrabismo, uma condição ocular caracterizada pelo desalinhamento dos olhos, é uma preocupação que afeta todas as idades, exigindo abordagens distintas para crianças e adultos. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/e-possivel-corrigir-o-estrabismo/">É possível corrigir o estrabismo?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O estrabismo, uma condição ocular caracterizada pelo desalinhamento dos olhos, é uma preocupação que afeta todas as idades, exigindo abordagens distintas para crianças e adultos. Será que é possível corrigir mesmo que seja muito evidente?</strong></p>



<p><strong>Os diferentes tipos de estrabismo têm todos correção cirúrgica com índices de sucesso elevados, mas nem sempre total.</strong> Convém dividi-los consoante a idade e causa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estrabismo nas crianças</strong></h2>



<p>Na criança, a primeira medida de tratamento a ser tomada é a prescrição de óculos, caso haja necessidade. É o estrabismo acomodativo, já que o tratamento passa pela correção do erro refrativo (hipermetropia) através de óculos.</p>



<p>Se há ambliopia ou olho preguiçoso deve ser realizado um oclusor sobre o olho com boa visão para a estimular a visão do olho preguiçoso.</p>



<p>Se a problemática se mantiver é necessário realizar uma cirurgia aos músculos oculares. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estrabismo nos adultos</strong></h2>



<p>Nos adultos com estrabismo latente (forias), o tratamento é o uso de óculos, se necessário, e exercícios de <a href="https://www.facebook.com/ClinicasLeite/videos/a-avalia%C3%A7%C3%A3o-de-ort%C3%B3ptica-nas-cl%C3%ADnicas-leite-%C3%A9-mais-do-que-um-exame-%C3%A9-um-cuidado-/910786943328446/?locale=pt_PT" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ortóptica</a> devem ser usados para manter o alinhamento dos olhos.</p>



<p>Nas formas de estrabismo evidente no adulto é necessária uma intervenção cirúrgica ocular para correção.</p>



<p>Se ocorreu por causa da perda de visão, esta terá de ser, primeiramente, corrigida e só depois se avança para a realização de intervenção cirúrgica. Corrigir erros refrativos é mandatório nestes doentes (óculos ou cirurgia).</p>



<p>A cirurgia deve ser realizada se houver indicação cirúrgica. Sendo que se o estrabismo for adquirido (paralítico), deve-se intervir cirurgicamente só após tratamento médico com oclusão de um dos olhos para evitar a diplopia, durante pelo menos seis meses.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A cirurgia não pode ser realizada com tecnologia laser.</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-dyOUv' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Isto acontece porque a problemática não está no olho, mas, sim, na musculatura extraocular e o procedimento cirúrgico não é feito dentro do <a href="https://simplyflow.pt/riscos-e-cuidados-essenciais-para-uma-boa-saude-ocular/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">olho</a>. Assim, <strong>a técnica cirúrgica será escolhida consoante o tipo de estrabismo em causa</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-dyOUv' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/e-possivel-corrigir-o-estrabismo/">É possível corrigir o estrabismo?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qual o impacto da diabetes na saúde ocular?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/qual-o-impacto-da-diabetes-na-saude-ocular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eugénio Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Eugénio Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
		<category><![CDATA[retinopatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde ocular]]></category>
		<category><![CDATA[Visão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=20829</guid>

					<description><![CDATA[<p>Detetar problemas oculares o mais cedo possível e iniciar rapidamente o seu tratamento irá prevenir problemas mais graves no futuro.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/qual-o-impacto-da-diabetes-na-saude-ocular/">Qual o impacto da diabetes na saúde ocular?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>“Sou diabético. Que cuidados devo ter com a minha visão e que situações devo evitar para prevenir problemas oculares?”</em> Estas são algumas dúvidas que afetam a maioria das pessoas com diabetes. Mas, afinal qual é o impacto desta doença na saúde ocular dos pacientes?</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A retinopatia diabética é uma complicação da diabetes que atinge cerca de 75% das pessoas com a doença e é responsável por 4,8% dos casos de cegueira no mundo.&nbsp;</strong></h2>



<p>A retinopatia pode também ser hipertensiva, relativa a pressão arterial elevada que afeta a circulação. Pode ainda ocorrer a retinopatia miópica, geralmente devido a alta miopia. Uma complicação séria decorrente da retinopatia é o edema macular. É possível tratar nos estágios iniciais, porém a perda de visão pode ser irreversível em alguns casos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Consultar um oftalmologista é o primeiro passo.&nbsp;</strong></h2>



<p>O primeiro passo, básico e de enorme importância, é consultar um oftalmologista, para examinar os seus olhos e definir a periodicidade de controlo de acordo com o grau da sua retinopatia diabética, mesmo que a acuidade visual seja aparentemente boa.&nbsp;<strong>Detetar problemas oculares o mais cedo possível e iniciar rapidamente o seu tratamento irá prevenir problemas mais graves no futuro.</strong>&nbsp;</p>



<p>Questione o seu oftalmologista sobre a possível existência de cataratas ou <a href="https://simplyflow.pt/glaucoma-recupere-a-qualidade-da-sua-visao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">glaucoma</a>. Se pretende engravidar em breve ou se está grávida e é diabética, consulte um oftalmologista durante o primeiro trimestre da gestação.&nbsp;</p>



<p>A retina tem uma rede de minúsculos vasos sanguíneos que são facilmente danificáveis com glicemias altas e particularmente variáveis (alta e baixas, alternantes) assim como pode coexistir uma pressão arterial elevada por uns longos períodos o que agravará as lesões destes vasos sanguíneos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Manter a glicemia e pressão arterial o mais próximo do padrão de normalidade possível é essencial para evitar a retinopatia diabética.&nbsp;</strong></h2>



<p>A retinopatia diabética é uma das três principais causas de cegueira irreversível e o descontrolo metabólico é a principal causa de agravamento desta problemática. Logo <strong>ter um excelente controlo metabólico da glicémia é peça básica no controlo do aparecimento e/ou evolução da retinopatia diabética</strong>, mas não esquecer também a importância de fatores agravantes como a tensão arterial, gorduras do sangue (colesterol, lipídios, triglicerídeos). Realçar ainda que é benéfico manter uma vida saudável com a prática de exercício físico de forma regular.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>“A retinopatia diabética tem tratamento?”&nbsp;</em></strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-z3gQ5' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>O tratamento da retinopatia diabética é difícil e complexo, pois há múltiplos fatores que intervêm para que resulte. </strong>O atraso no tratamento é a causa mais relevante para que o tratamento não seja tão eficaz. O controlo de fatores agravantes, como, o controlo metabólico da glicemia, pressão arterial, perda de peso, perfil lipídico-colestrol-triglicerídeos, ou função renal, é crucial para a eficácia do tratamento. No entanto, em casos mais graves outros tipos de estratégias mais agressivas serão necessárias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A retinopatia diabética é classificada em vários graus de gravidade (de 1 a 5). Assim, consoante o nível de complicações maior será a complexidade da intervenção necessária.&nbsp;</strong></h2>



<p>Nos estádios mais precoces, como, por exemplo, nos doentes sem retinopatia diabética aparente, com retinopatia diabética não proliferativa mínima (grau 1), ou em que não seja possível quantificar qualquer sinal de retinopatia diabética (grau 2) é necessária apenas vigilância periódica frequente. Nestes casos, uma gestão correta do controlo metabólico da diabetes poderá ajudar a prevenir o avanço de complicações a nível ocular.&nbsp;</p>



<p>Por outro lado, nos estádios mais avançados, como na retinopatia diabética proliferativa (grau 3), na avançada, com ou sem edema macular diabético (grau 4), ou na retinopatia diabética proliferativa avançada com hemovítreo (presença de sangue no interior do olho, no humor vítreo), descolamento de retina tracional ou edema macular diabético crónico com uma resposta ineficaz (grau 5) são necessárias intervenções mais agressivas em complexidade e invasivas. Para estes doentes, existem três tipos principais de tratamento da retinopatia diabética:&nbsp;&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Terapia de fotocoagulação com laser </strong>&#8211; Atua sobre os novos vasos sanguíneos desenvolvidos na parte anterior do olho, como resultado do avanço da RD. Estes, por serem mais fracos, causam facilmente hemorragias. Este tratamento está aconselhado em doentes com retinopatia diabética proliferativa de alto-risco e, em alguns casos, retinopatia diabética não proliferativa grave. Os sistemas laser mais recentes são mais precisos, permitindo uma redução da formação de lesões na retina e provocam menos inflamação. Entre as possíveis complicações contam-se, por exemplo, uma redução da visão periférica noturna, ver um padrão provocado pelo laser por alguns meses ou um pequeno ponto no centro do campo de visão. Não esquecer que é uma técnica destrutiva logo criando zonas cegas de visão;</li>



<li><strong>Injeção intraocular de fármacos </strong>&#8211; Entre os medicamentos indicados para o tratamento da retinopatia diabética e do edema macular diabético, os mais importantes são os agentes anti-fator de crescimento endotelial vascular (v<em>ascular endothelial growth factor</em>, VEGF), seguido de corticosteróides. Os fármacos anti-VEGF são administrados por injeção intra vítrea (administração na cavidade vítrea) e bloqueiam a ação do VEGF. O VEGF é um mediador bioquímico do organismo que estimula o crescimento anormal de vasos sanguíneos. Estão, por isso, indicados no tratamento da retinopatia diabética proliferativa e edema macular diabético que ameaça o centro da mácula. Geralmente, o tratamento é iniciado com bólus inicial de 3 doses, sendo 1 vez por mês, e, que depois é ajustada à evolução da retinopatia diabética, podendo mesmo cessar ou passar a uma administração menos frequente. Algumas pessoas com edema macular diabético, todavia, têm melhores resultados com injeções intra vítreas de corticosteróides. Existem atualmente disponíveis implantes que libertam de forma prolongada corticosteróides e que podem ter benefícios potenciais duráveis em olhos sujeitos a cirurgia vítreo-retiniana;</li>



<li><strong>Cirurgia </strong>&#8211; Em casos mais graves, em que existe uma quantidade importante de sangue acumulado no olho ou tecido cicatricial extenso, que poderá causar ou já causou deslocamento da retina, será possivelmente necessário recorrer a cirurgia vítreo-retiniana. Nesta é removido parte do humor vítreo do olho (substância transparente, tipo «gelatina» que preenche o espaço atrás das lentes do olho), qualquer tecido cicatricial e usar laser para prevenir a deterioração da retina.</li>
</ul>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-z3gQ5' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/qual-o-impacto-da-diabetes-na-saude-ocular/">Qual o impacto da diabetes na saúde ocular?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qual o impacto da COVID-19 na nossa visão?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/qual-o-impacto-da-covid-19-na-nossa-visao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eugénio Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Eugénio Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
		<category><![CDATA[Olhos]]></category>
		<category><![CDATA[pós-COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Sars-CoV-2]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde ocular]]></category>
		<category><![CDATA[Visão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=20670</guid>

					<description><![CDATA[<p>O olho emergiu como um possível ponto de entrada para o coronavírus, mas também como um local onde a doença pode manifestar-se. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/qual-o-impacto-da-covid-19-na-nossa-visao/">Qual o impacto da COVID-19 na nossa visão?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Embora o SARS-CoV-2 seja considerado principalmente um vírus respiratório, existe um potencial risco de transmissão ocular devido à ligação do vírus à superfície ocular e à disseminação através do filme lacrimal para a via aérea superior. À medida que continuamos a aprender sobre os novos efeitos oftalmológicos da COVID-19, devemos estar atentos a quaisquer novos sintomas que possam surgir nos nossos olhos.</strong> </p>



<p>Ao longo dos últimos anos, vivemos ao lado do SARS-CoV-2, inicialmente considerado predominantemente um síndrome respiratório agudo severo, mas, que à medida que a pandemia evoluiu, demonstrou ser uma ameaça multi-órgão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O olho emergiu como um possível ponto de entrada para o coronavírus, mas também como um local onde a doença pode manifestar-se.&nbsp;</strong></h2>



<p>A superfície ocular atua como um possível ponto de transmissão e como uma região onde o material viral pode acumular-se, resultando em alterações inflamatórias diretas devido à infecção viral ou como resultado da inflamação sistémica. Assim, tanto a superfície ocular quanto o sistema lacrimal podem desempenhar um papel na infecção viral de duas maneiras: primeiro, como porta de entrada do vírus; segundo, como uma possível fonte de disseminação do vírus pelo corpo, através da via lacrimal que alcança a via aérea superior.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Embora a principal forma de transmissão do SARS-CoV-2 continue a ser através de gotículas respiratórias presentes na via aérea inferior, foram identificadas partículas virais noutros tecidos e secreções.&nbsp;</strong></h2>



<p>Uma pequena percentagem de doentes com SARS-CoV-2 apresenta secreções conjuntivas positivas com partículas virais, seja como um achado isolado ou como parte de uma infeção sistémica. Este facto foi comprovado num estudo retrospetivo feito em Wuhan, China, onde 12 dos 38 pacientes hospitalizados com <a href="https://simplyflow.pt/perceber-a-covid-19/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">COVID-19</a> apresentaram sintomas oculares.</p>



<p>Inicialmente, nos estudos observacionais, <strong>a conjuntivite era o sintoma predominante</strong>, embora a sua prevalência variasse de 0,08% a 31,6%, excluindo as crianças, para as quais o único estudo disponível revelou uma prevalência de 14,8%. <strong>Os sintomas mais comuns incluem hiperemia (olhos vermelhos), edema da conjuntiva, lacrimejamento, secreções, fotofobia, ardor ou olho seco</strong>. No entanto, também foram relatados casos mais graves.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Até ao presente não tem sido possível relacionar a duração ou severidade da infeção COVID-19 e os sintomas oculares.</strong></h2>



<p>Estudos clínicos recentes descobriram o potencial envolvimento da retina na infeção por SARS-CoV-2. Em um desses estudos, 12 adultos que foram observados entre o 11º e o 33º dia após os primeiros sintomas de COVID-19 apresentaram lesões na retina. Surpreendentemente, apesar dessas lesões, a visão dos pacientes estava preservada.</p>



<p>Os sintomas neurológicos foram detectados em cerca de 36.5% dos doentes, incluindo sintomas como diplopia. Ainda que seja desconhecida a relação entre os sintomas neuro-oftalmológicos e o COVID-19, o mecanismo subjacente parece ser um efeito.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas graves relacionados com uma infeção grave por COVID-19</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-04PJq' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Devemos considerar os sintomas oftalmológicos relacionados com uma infeção grave por COVID-19, que podem envolver o olho em situações críticas, patologia vascular, infeções e inflamações secundárias, assim como efeitos secundários da medicação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Estado crítico:</strong> Na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI), podem ocorrer várias manifestações oculares, como queratopatia de exposição, que pode resultar numa lesão na córnea e na perda de visão, ou até em complicações mais graves, como oclusão da artéria central da retina. No entanto, este tipo de complicações podem ser prevenidas;</li>



<li><strong>Patologia vascular:</strong> Doentes em estado crítico têm uma predisposição para eventos trombóticos, descritos como coagulopatia associada à COVID-19, o que pode levar à oclusão da artéria central da retina;</li>



<li><strong>Síndromes de infeção ou inflamação secundárias:</strong> Como acontece com qualquer infecção viral, há uma predisposição para infecções bacterianas secundárias, como celulite peri-orbitária, que se manifesta com edema nas pálpebras, proptose e restrição da mobilidade extraocular;</li>



<li><strong>Efeitos secundários da medicação:</strong> O uso de diferentes e potentes medicamentos pode resultar em efeitos secundários, tais como visão turva ou inflamação ocular. Por isso, é essencial levar sempre em consideração a medicação que o paciente está a tomar.</li>
</ul>



<p><strong>Enquanto aprendemos os novos efeitos oftalmológicos da COVID-19 devemos estar alerta para sintomas novos que surjam nos nossos </strong><a href="https://simplyflow.pt/olhos-as-8-principais-perguntas-sobre-saude-ocular/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>olhos</strong></a><strong>.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-04PJq' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/qual-o-impacto-da-covid-19-na-nossa-visao/">Qual o impacto da COVID-19 na nossa visão?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Riscos e Cuidados Essenciais para uma boa Saúde Ocular</title>
		<link>https://simplyflow.pt/riscos-e-cuidados-essenciais-para-uma-boa-saude-ocular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eugénio Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Aug 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[conjuntivite]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Eugénio Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Glaucoma]]></category>
		<category><![CDATA[lentes de contacto]]></category>
		<category><![CDATA[miopia]]></category>
		<category><![CDATA[olhos vermelhos]]></category>
		<category><![CDATA[queratocone]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde ocular]]></category>
		<category><![CDATA[uveíte]]></category>
		<category><![CDATA[Visão]]></category>
		<category><![CDATA[visão turva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=20378</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste artigo, exploraremos 7 questões relacionadas com oftalmologia e abordaremos aspectos cruciais para preservar a visão.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/riscos-e-cuidados-essenciais-para-uma-boa-saude-ocular/">Riscos e Cuidados Essenciais para uma boa Saúde Ocular</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Neste artigo, exploraremos 7 questões relacionadas com oftalmologia. Desde os riscos do uso de lentes de contacto até as possíveis complicações do glaucoma e a importância de estabelecer limites para o uso de tecnologias digitais pelas crianças, abordaremos aspectos cruciais para preservar a visão. Aprenda sobre uveíte, conjuntivite e os sinais de alerta para problemas oculares que requerem atenção imediata. Descubra também as implicações do queratocone e o potencial da cirurgia para tratar a miopia severa. Os seus olhos merecem cuidados especiais, e estamos aqui para orientá-lo nessa jornada pela saúde visual.</strong>  </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Tenho grande miopia (18 dioptrias). Recomenda a cirurgia?</strong></h2>



<p>Sim, desde que sejam cumpridos os critérios básicos de segurança (inclusão/exclusão), idade, estabilidade refrativa, profundidade da câmara anterior, exclusão de doenças gerais ou locais impeditivas (por exemplo, glaucoma ou retinopatia diabética) e boas condições da retina. É essencial realizar uma avaliação da retina, incluindo a coroidose miópica degenerativa, antes de prosseguir com o procedimento cirúrgico. No caso de miopia muito alta ou córnea muito fina, a cirurgia a laser, LASIK, não é indicada devido aos riscos futuros de desenvolver um queratocone iatrogénico. Nestes casos, a opção é a cirurgia de implante de lentes intraoculares fáquicas, usada especialmente para a correção de altas miopias.</p>



<p>As lentes intraoculares fáquicas são seguras, duradouras e reversíveis (a lente permanece enquanto desejado, mas pode ser removida a qualquer momento) com poucas e controláveis complicações. Se o paciente tiver mais de 40 anos e desejar operar a miopia, deve ser informado de que a sua visão de perto vai piorar, assim como em qualquer pessoa que vê bem, devido ao aparecimento da presbiopia, onde esticamos o braço para ler. O paciente irá perder a vantagem que os míopes têm na visão de perto e inevitavelmente precisará usar óculos para leitura. Esse não é um problema da cirurgia, mas uma questão relacionada com a evolução normal da idade da pessoa.</p>



<p>O princípio básico para o sucesso da cirurgia de correção dos erros refrativos (miopia, hipermetropia e astigmatismo) é uma avaliação pré-operatória correta e o respeito aos parâmetros de segurança de cada procedimento. Contudo, é importante fazer um aviso, a grande questão nos altos míopes é a coroidose miópica degenerativa, o que deve ser monitorizado cuidadosamente devido ao risco de progressão para a perda de acuidade visual. Apesar de a cirurgia permitir que o paciente deixe de usar óculos ou lentes de contato, não tem qualquer efeito na evolução da doença.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. O que é o Queratocone e qual o melhor tratamento?</strong></h2>



<p>O Queratocone é uma doença não-inflamatória e distrófica da córnea que se manifesta em pessoas jovens e pode progredir, normalmente, até aos 40 anos. Afeta cerca de uma pessoa em cada mil e, geralmente, é bilateral, embora assimétrico na maioria dos casos. É considerada uma doença hereditária e quando existe histórico familiar de queratocone é importante procurar um oftalmologista para uma detecção precoce da doença e acompanhamento ou vigilância.</p>



<p>Esta doença consiste na deformação progressiva da córnea, tornando-a mais fina e alterando a sua curvatura, e resulta na diminuição da acuidade visual. Inicialmente, a visão pode ser corrigida com óculos, mas a evolução da doença pode levar a quadros sem possibilidade de correção.</p>



<p>Os <strong>primeiros sintomas</strong> associados ao queratocone incluem o aparecimento de miopia e astigmatismo, imagens-fantasma, halos em torno das luzes, instabilidade refrativa e dores de cabeça frequentes causadas pelo esforço ocular. Dado que esses sintomas também podem estar presentes noutros problemas oftalmológicos, a avaliação por um médico oftalmologista é fundamental.</p>



<p>O <strong>diagnóstico</strong> precoce é a melhor maneira de iniciar um tratamento eficaz para deter a progressão da doença. Uma avaliação clínica e exames complementares de diagnóstico, incluindo a topografia corneana, são necessários para uma avaliação adequada.</p>



<p>Atualmente, uma das técnicas mais utilizadas e com melhores resultados para interromper a progressão do queratocone é o Crosslinking da Córnea, uma técnica que aumenta a resistência biomecânica da córnea, impedindo assim o avanço da doença. O <strong>tratamento</strong> é realizado através da aplicação de riboflavina, combinada com a irradiação da córnea com luz UV-A para aumentar a rigidez da córnea e impedir sua deformação contínua.</p>



<p>O Crosslinking da Córnea apresenta melhores resultados quando aplicado em casos em que a deformação corneana ainda permite uma boa visão com correção através de óculos, tornando crucial um diagnóstico precoce e adequado.</p>



<p>Em fases mais avançadas da doença, o tratamento pode envolver cirurgia. Nos casos em que a córnea mantém sua transparência, a cirurgia pode consistir na introdução de anéis intracorneanos. Se a transparência estiver comprometida e o queratocone estiver numa fase mais avançada, pode ser necessária uma cirurgia de transplante de córnea. Os transplantes de córnea podem ser penetrantes, substituindo completamente a córnea, ou lamelares anteriores profundos, preservando sua camada mais interna.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. </strong><a href="https://simplyflow.pt/a-crianca-e-as-novas-tecnologias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>As crianças e as novas tecnologias</strong></a><strong>: Devemos estabelecer regras ou evitar aborrecimentos?</strong></h2>



<p>Num mundo cada vez mais dominado pela tecnologia, é fácil encontrar crianças que mal sabem dar o laço nos atacadores dos sapatos, mas já estão a navegar na Internet e a usar smartphones ou tablets. No entanto, surge a questão sobre se essa inserção tão precoce no mundo da tecnologia é benéfica para a criança ou se é apenas uma forma dos adultos a manterem sossegada, prescindindo de atividades turbulentas, mas enriquecedoras para o seu desenvolvimento.</p>



<p>Um estudo realizado pela AVG Technologies em 2014, com famílias de todo o mundo, demonstrou que 66% das crianças entre 3 e 5 anos de idade conseguiam usar jogos de computador, 47% sabiam como usar um smartphone, mas apenas 14% eram capazes de dar o laço nos atacadores dos sapatos sozinhas.</p>



<p>A terapeuta Cris Rowan, por exemplo, defende que o uso de tecnologia por menores de 12 anos é prejudicial ao desenvolvimento e aprendizagem da criança. Segundo ela, a superexposição da criança a telemóveis, Internet, tablets ou televisão está relacionada ao déficit de atenção, atrasos cognitivos, dificuldades de aprendizagem, impulsividade e problemas em lidar com sentimentos como a raiva. Outros problemas comuns seriam a obesidade (devido à menor atividade física), privação de sono (se usam as tecnologias dentro do quarto) e o risco de dependência das tecnologias, além das consequências sobre o sistema ocular.</p>



<p>De forma resumida, o uso prolongado das novas tecnologias pode afetar o sistema ocular de duas maneiras, enquadrando-se no Síndrome Visual dos monitores das novas tecnologias:</p>



<p>Primeiro, ao olhar para um ecrã ou um livro, o reflexo de pestanejo diminui, o que provoca uma maior evaporação da lágrima. Outra alteração dos utilizadores crónicos e prolongados (acima de 4h/dia) de ecrãs é o degradar do funcionamento das glândulas de Meibomius, que existem nas pálpebras e são responsáveis pela produção do componente lipídico da lágrima. Este componente melhora a lubrificação do olho e estabiliza a lágrima, reduzindo a sua evaporação. Estas duas alterações provocam sintomas de olho seco, como sensação de corpo estranho, ardor, olhos vermelhos, sensação de peso nas pálpebras, necessidade de pestanejar ou fechar os olhos.</p>



<p>Segundo, o olhar por longos períodos para um objeto próximo provoca no olho a necessidade de fazer um esforço acrescido para focar esse mesmo objeto, a acomodação. A acomodação por períodos longos leva a cansaço ocular, causando sintomas como visão turva temporária, dores de cabeça, dificuldade de focagem ou sensação de peso nos olhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. O Glaucoma pode levar à cegueira?</strong></h2>



<p><strong>O glaucoma é uma das três principais causas de cegueira irreversível em todo o mundo. </strong>Estima-se que existam cerca de 90 milhões de pessoas com <a href="https://simplyflow.pt/glaucoma-recupere-a-qualidade-da-sua-visao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">glaucoma</a>, e em Portugal, há cerca de 140 mil casos, dos quais aproximadamente 7 a 10 mil resultam em cegueira.</p>



<p>Os custos diretos e indiretos associados ao glaucoma são significativos. Por exemplo, no Reino Unido, em 2004, os gastos chegaram a cerca de 130 milhões de libras por ano, custeados pelo contribuinte. Em países desenvolvidos, como referência naquele mesmo ano, foram gastos cerca de 5 milhões de euros por cada 100 milhões de habitantes. É importante ter consciência dos custos associados ao Sistema Nacional de Saúde (SNS), afetando a todos nós, bem como os custos para o próprio doente, especialmente quando muitos enfrentam dificuldades para adquirir a medicação necessária. Além disso, existem fatores de extrema importância e não quantificáveis, como a perturbação da qualidade de vida do doente e da família.</p>



<p><strong>Embora não haja cura definitiva para o glaucoma, os tratamentos existentes, como medicação, laser e cirurgia, conseguem atrasar a progressão da doença e minimizar os efeitos na qualidade de vida do paciente, reduzindo assim os custos para o doente e a sociedade.</strong></p>



<p><strong>A detecção precoce é fundamental</strong>, dada a irreversibilidade das lesões causadas pelo glaucoma. Embora a terapêutica médica com colírios seja preferível por não ser invasiva, a eficácia dos fármacos existentes e a adesão do doente ao tratamento muitas vezes são insuficientes, o que leva à progressão contínua da doença. Em casos mais avançados, pode ser necessário recorrer a atitudes terapêuticas mais agressivas, como a cirurgia, que tem maiores custos e complicações.</p>



<p>Em 2016, surgiu um novo tipo de laser com tecnologia micropulsada, aplicada sem a necessidade de invasão do olho, apresentando resultados promissores. Esse novo Iridex Cyclo G6 Glaucoma System representa uma poderosa e única arma na luta para travar a progressão do glaucoma, especialmente em doentes difíceis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Olhos vermelhos e visão turva: conjuntivite ou risco de perder a visão?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-7e65B' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Quando surge o olho vermelho com visão turva, pode haver risco de perder a visão, e<strong> nem sempre é apenas uma conjuntivite</strong>. Esta combinação de sintomas é comum e pode ser provocada por diversos fatores ou problemas associados à vida quotidiana. No entanto, não devemos atribuir de imediato a causa a uma simples conjuntivite.</p>



<p>Podemos dividir as <strong>possíveis causas</strong> em dois grupos, com diferentes níveis de gravidade, mas todas devem ser levadas a sério, e uma delas é uma referência única de patologia grave:</p>



<p><strong>1. Hábitos de vida:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Consumo de álcool associado ou agravado pela privação de sono;</li>



<li>Reações alérgicas a elementos ambientais externos, como polens ou poluição, ou de origem interna, como poeiras, mofo/humidade, pêlos de animais ou ácaros. Neste caso, pode ser uma conjuntivite alérgica, que não é contagiosa, mas causa desconforto, prurido, ardor, inchaço das pálpebras, fotofobia, sensação de corpo estranho e lacrimejo. Essas situações geralmente retornam à normalidade após a resolução das causas.</li>
</ul>



<p><strong>2. Traumatismos, infeções e perturbações imunitárias:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Traumas oculares, queimaduras químicas, infeções como toxoplasmose, tuberculose, ou perturbações imunitárias como lúpus ou artrite reumatóide, podem causar uveíte, que também se manifesta com olho vermelho e visão turva. Esses sintomas podem ser acompanhados de dor ocular, cefaleias ou alterações no campo visual. Nesses casos, o grau de gravidade implicará o risco de sequelas com perda de visão.</li>
</ul>



<p><strong>3. Alteração da pressão intraocular (glaucoma):</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quando há um desequilíbrio entre a produção e eliminação do humor aquoso no olho ocorre hipertensão ocular ou glaucoma. Os doentes com glaucoma apresentam perda gradual de visão, especialmente do campo visual periférico, além de vómitos, náuseas, dores oculares, fotofobia, além do olho vermelho e visão turva. Nesse caso, há um risco real de perda definitiva do campo visual e, em última instância, da acuidade visual.</li>
</ul>



<p>Como podemos perceber, esse binómio aparentemente inofensivo pode ter implicações finais muito diferentes e, por isso, <strong>o olho vermelho com visão turva pode ter múltiplas e diversas causas com potencial de gravidade variável.</strong> Logo, <strong>é essencial procurar um/A oftalmologista para um diagnóstico correto e tratamento adequado</strong>. A solução geralmente passa pelo controlo preventivo ou eliminação da causa, e é recomendável a criação de uma rotina de consulta periódica com o oftalmologista.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6. O que é uma uveíte?</strong></h2>



<p>A uveíte é uma <strong>inflamação intraocular</strong> que afeta o trato uveal, uma camada vascular média do olho, composta por três partes: íris (porção anterior), corpo ciliar (porção intermediária) e coróide (porção posterior). Existem <strong>dois tipos de uveíte</strong>, classificados de acordo com a duração dos sintomas: aguda e crónica. A uveíte aguda tem um início rápido e dura entre duas a seis semanas, enquanto a crónica tem um início mais lento e pode durar mais de seis semanas, podendo até manter-se por muitos meses. É importante referir que a uveíte <strong>pode levar a uma cegueira irreversível se não for tratada a tempo</strong>.</p>



<p>Os <strong>sintomas </strong>mais comuns de uveíte incluem dor ocular e peri-ocular, fotofobia, edema palpebral e vermelhidão ao redor da córnea. É caracterizada pela ausência de secreção ocular, pupila miótica, reflexo ao estímulo luminoso reduzido e visão turva.</p>



<p>As uveítes podem ter diversas <strong>causas</strong>, como artrite reumatóide juvenil, toxoplasmose, herpes, citomegalovírus, bactérias, entre outras. Algumas uveítes estão associadas a doenças específicas, como a doença de Behçet e a Síndrome de Vogt-Koyanagi-Harada, mas boa parte dos casos tem causa desconhecida.</p>



<p>Se não for tratada adequadamente e a tempo, a uveíte pode causar danos irreversíveis ao olho, como glaucoma, descolamento de retina ou cicatrizes na retina, o que pode levar à redução permanente da visão.</p>



<p>O paciente com uveíte requer uma atenção especial e deve ser tratado como portador de uma doença complexa, sendo abordado por uma equipa médica multidisciplinar.</p>



<p>Quando a causa da uveíte não é identificada, o <strong>tratamento</strong> adotado é não-específico e inclui o uso de corticosteroides e anti-inflamatórios não-hormonais, além de midriáticos e drogas imunodepressoras para controlar a inflamação e evitar complicações graves.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7. Qual o risco de usar lentes de contacto?</strong></h2>



<p>O uso de <a href="https://simplyflow.pt/6-regras-para-uma-utilizacao-segura-de-lentes-de-contacto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lentes de contacto</a> pode apresentar riscos para a saúde ocular, e muitas pessoas que as utilizam desconhecem ou ignoram os cuidados necessários, aumentando o perigo para os seus olhos. Existem <strong>procedimentos essenciais que devem ser seguidos para garantir uma boa utilização das lentes de contacto</strong>:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Não lavar as lentes com água corrente, pois esta é tratada e pode conter microrganismos que são prejudiciais aos olhos;</li>



<li>Não humedecer as lentes com saliva, pois pode introduzir bactérias e outros agentes prejudiciais. Em situações de emergência, é preferível utilizar soro fisiológico ou lágrimas artificiais para lubrificar e limpar os olhos e as lentes de contacto;</li>



<li>Prestar atenção ao reaproveitamento da solução de limpeza e trocar periodicamente as caixas de armazenamento das lentes, pois estas podem ficar contaminadas;</li>



<li>Não usar lentes de contacto prescritas há muito tempo ou usá-las durante períodos muito prolongados, especialmente durante o sono. O descanso é essencial para a córnea receber nutrientes, lubrificação e oxigenação adequados, e dormir com as lentes pode levar a lesões oculares;</li>



<li>Ter cuidado especial ao colocar as lentes de contacto antes da maquilhagem, para evitar o contato com produtos cosméticos que podem irritar os olhos;</li>



<li>Não ignorar sinais de desconforto, como olho vermelho, visão turva ou qualquer outro sintoma ocular. Estes sinais devem ser investigados por um/a oftalmologista, pois podem indicar problemas mais sérios;</li>



<li>Limitar o uso diário das lentes de contacto a 8 ou 9 horas para evitar fadiga ocular e desconforto.</li>
</ol>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-7e65B' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/riscos-e-cuidados-essenciais-para-uma-boa-saude-ocular/">Riscos e Cuidados Essenciais para uma boa Saúde Ocular</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As 8 principais perguntas sobre saúde ocular</title>
		<link>https://simplyflow.pt/olhos-as-8-principais-perguntas-sobre-saude-ocular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eugénio Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Eugénio Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
		<category><![CDATA[oftalmologista]]></category>
		<category><![CDATA[Olhos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde ocular]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=19160</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os olhos são a nossa janela para o mundo que nos rodeia e, consequentemente, motivo de preocupação, pois ninguém deseja ficar preso na escuridão. Assim, deixamos aqui oito perguntas comuns e pertinentes que múltiplas vezes fazemos a nós próprios.  </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/olhos-as-8-principais-perguntas-sobre-saude-ocular/">As 8 principais perguntas sobre saúde ocular</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os olhos são a nossa janela para o mundo que nos rodeia e, consequentemente, motivo de preocupação, pois ninguém deseja ficar preso na escuridão. Assim, deixamos aqui oito perguntas comuns e pertinentes que múltiplas vezes fazemos a nós próprios. </strong> </p>



<p>Comecemos pela questão mais pertinente que será seguramente esta:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Qual a nossa primeira opção para uma consulta: um oftalmologista ou um optometrista?</strong></h2>



<p>Inequivocamente, a resposta será sempre o oftalmologista e a explicação é simples e objetiva: o oftalmologista é o profissional mais bem preparado para lidar com a normalidade, mas sobretudo para detectar as alterações quando elas ainda não são perceptíveis e achamos que estamos bem. Um optometrista por formação tem duas opções, ou trabalha na vertente óptica &#8211; execução da preparação e montagem de lentes em armações &#8211; ou na avaliação dos erros refrativos como sejam miopia, hipermetropia, astigmatismo ou presbiopia, pois a sua formação em doenças oftalmológica é muito básica logo insuficiente. Em conclusão,<strong> deve consultar por rotina um oftalmologista </strong>e só numa urgência de precisar de repor uns óculos que se estragaram recorrer a um optometrista, e aqui chamo atenção que o deve fazer a um optometrista que não execute o seu exame dentro de uma óptica, pois há que distinguir a execução da refração, prescrição de uma graduação e a venda das lentes e armação.</p>



<p>E, ao responder a esta questão logo se levantam três outras questões, a saber:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Quando deve uma criança ser observada pela primeira vez?</strong></li>



<li><strong>Qual a periodicidade das consultas de oftalmologia?</strong></li>



<li><strong>Quais os sinais ou sintomas de alerta para a necessidade de anteciparmos uma consulta?</strong></li>
</ul>



<p>Analisemos, então, cada uma delas, até pela importância extrema destas no futuro da nossa visão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Quando deve uma criança ser observada pela primeira vez?</strong></h2>



<p>Neste caso a resposta terá duas vertentes. Primeira vertente, a criança apresenta “olhos tortos” ao nascer ou nos primeiros meses, ou um pouco mais tarde se começar a aproximar os objetos dos olhos para os ver, aqui a resposta é de imediato. Devemos perceber o que está por detrás de tal situação para correção imediata, pois uma criança desenvolve o sistema visual até cerca dos 9-10 anos e se não o fizer ficará com uma visão diminuída, por exemplo, o chamado olho preguiçoso, para além de perder a noção da terceira dimensão. Obviamente, não esgotamos aqui os sinais ou sintomas de visão perturbada, logo os pais e educadores devem estar atentos a qualquer sinal que possa indicar que a criança vê mal.</p>



<p>Segunda vertente, tudo parece normal, olhos direitos, criança parece ver bem ao longe e perto, então entre os 12 e 18 meses deve fazer uma consulta de rotina.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Qual a periodicidade das consultas de oftalmologia?</strong></h2>



<p>Neste caso a resposta tem múltiplas facetas, e, assim comecemos pela mais simples, de quem vê aparentemente bem e não tem qualquer queixa. Nas primeiras duas a três décadas de vida, deve fazê-lo com periodicidade entre os 12 e 18 meses. E, a partir dos 40 anos, deve fazê-lo anualmente.</p>



<p>Num segundo caso, se houver doenças como miopia, hipermetropia, astigmatismo, insuficiência e convergência, <a href="https://simplyflow.pt/glaucoma-recupere-a-qualidade-da-sua-visao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">glaucoma</a>, retinopatia diabética, degenerescência macular de idade e estas só a título de exemplo, deve fazê-lo de acordo com a <strong>indicação do seu oftalmologista</strong> pois há inúmeros fatores em causa e só mesmo ele pode avaliar, e, mais ninguém.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Quais os sinais ou sintomas de alerta para a necessidade de anteciparmos uma consulta?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-lf8ba' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>De uma forma simples, <strong>sempre e quando sentirmos que estamos a ver pior ou de uma forma diferente</strong>. Assim como se nos aparecerem sinais ou sintomas como: pontos negros flutuantes, visão turva, “remelo”, ardor ou comichão, perda brusca de visão, dor ocular, dificuldade em focar as imagens, as letras como que a saltarem quando lemos, dificuldade em lermos por períodos um pouco mais prolongados, ou seja, <strong>sempre que algo surgir diferente da nossa habitual visão ou “normalidade” do dia a dia.</strong></p>



<p>E, como falamos de correção de erros refrativos, miopia, astigmatismo e outros, uma questão que se coloca, pois óculos todos podemos usar e em qualquer idade mas e <a href="https://simplyflow.pt/6-regras-para-uma-utilizacao-segura-de-lentes-de-contacto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lentes de contacto</a>, será que também todos podemos usar?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Existe um limite de idade para usar lentes? “Tenho 60 anos. Devo ter algum tipo de cuidado adicional?”</strong></h2>



<p>É um mito, porque lida com a idade e talvez tenha surgido por causa da crença de que com a idade os olhos ficam mais secos. Isto combinado com a ideia de que muitos idosos necessitam de lentes bifocais pode ter levado muitos a acreditar que não existe alternativa para os óculos progressivos tradicionais.<br><br>Presentemente, já existem lentes de contato bifocais e multifocais, o que alarga o seu uso a todas as idades. Mas, alguns tópicos devem ser tidos em consideração, como seja a questão de ter olhos secos, o que muitas vezes resultará num uso de lentes desconfortáveis, número de horas excessivo ou frequentar ambientes inadequados, o que também pode tornar desconfortável o uso das lentes de contacto. Existem múltiplas marcas que oferecem lentes de contacto com diferentes características que ajudam a reter a humidade nos olhos e que se combina com a utilização de uma lágrima artificial adequadamente escolhida. Isso fez com que se pudesse aumentar drasticamente a idade de uso confortável e desfrutar dos benefícios das lentes de contato. A opção deverá ser sempre discutida com o profissional de saúde e levar em consideração as características dos olhos.</p>



<p>Permitam-me deixar-vos aqui mais quatro ou cinco situações ou perguntas para vossa reflexão, a saber:</p>



<p>E, porque hoje vivemos numa sociedade altamente <a href="https://simplyflow.pt/a-crianca-e-as-novas-tecnologias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tecnológica</a> e onde o uso de monitores que vão desde as enormes televisões aos minúsculos écrans de telemóveis, sobretudo este, é abusivo por todos pelo tempo que passamos à sua frente, temos a seguinte questão:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6. “Os meus olhos estão constantemente secos, ao ponto da sensação me causar grande desconforto ao longo do dia. Como é que o problema pode ser tratado?”</strong></h2>



<p>O olho seco é uma anormal lubrificação da superfície do olho que se manifesta quando as pessoas produzem lágrimas insuficientes ou com défice nalguma das suas camadas. É uma das queixas mais comuns e é facilmente confundido com outras doenças, tais como infeções ou alergias oculares.</p>



<p>Os sintomas frequentes do olho seco são: ardor, comichão, irritações, fotofobia, vermelhidão, visão turva, lacrimejamento, sensação de corpo estranho e incómodos para visão de perto e longe.</p>



<p>O tratamento do olho seco deve ser feito não apenas para o próprio bem-estar da pessoa, mas para não colocar em risco a integridade da córnea. <strong>O tratamento do olho seco varia de acordo com a sensibilidade do doente e deve ser baseado no diagnóstico efetuado pelo oftalmologista.</strong></p>



<p>São várias as formas de tratar o olho seco que vão desde colírios, às lágrimas artificiais ou à oclusão da drenagem de lágrimas, retardando a saída do filme lacrimal. Outra forma de tratamento está dependente do diagnóstico da causa do olho seco.</p>



<p>Sabemos que 80% dos casos resultam da produção deficiente camada lipídica do filme lacrimal pelas glândulas de Meibomius. Um inovador laser E-Eye permite estimular as glândulas e regularizar o filme lacrimal, resolvendo em cerca de 87-92% e por períodos de 3 a 5 anos o olho seco. É uma resposta eficaz, comoda para o doente que deixa de haver a necessidade do uso permanente de gotas.</p>



<p>Mas, há pouco abordamos as crianças e os estrabismos (“olhos tortos”), assim desmistifiquemos algumas questões.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7. É possível corrigir o estrabismo, mesmo que seja muito evidente?</strong></h2>



<p><strong>Os diferentes tipos de estrabismos têm todos correção cirúrgica com índices de sucesso elevados, mas nem sempre total e convém dividi-los consoante a idade e causa.</strong></p>



<p>Na criança a primeira medida do tratamento do estrabismo a ser tomada é a prescrição de óculos, caso haja necessidade. É o possível estrabismo acomodativo, cujo tratamento passa pela correção do erro refrativo (hipermetropia) através de óculos.</p>



<p>Se há <a href="http://www.saudebemestar.pt/pt/clinica/oftalmologia/ambliopia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ambliopia ou olho preguiçoso </a>deve proceder-se ao seu tratamento com um oclusor sobre o olho com melhor visão para a estimular a visão do olho preguiçoso ou de acordo com a condição oftalmológica em causa.</p>



<p>Se o estrabismo se mantiver é necessário avançar para a sua correção através da cirurgia aos músculos oculares. De referir que o uso de óculos é independente da uma intervenção cirúrgica.</p>



<p>Nos adultos com o chamado estrabismo latente (forias), o procedimento passa pela prescrição de óculos, se necessário, e, pelos exercícios de ortóptica para tentar manter o alinhamento dos olhos.</p>



<p>Nas formas de estrabismo evidente no adulto a única opção passa pela intervenção cirúrgica para a obtenção da correção.</p>



<p>Se o estrabismo ocorreu pela perda de visão, esta terá de ser, primeiramente, corrigida e só depois se avança para a realização de uma intervenção cirúrgica se necessária. A correção dos erros refrativos é mandatória nestes doentes (óculos ou cirurgia).</p>



<p>A cirurgia para estrabismo deve ser realizada somente se houver indicação cirúrgica. No caso dos estrabismos paralíticos por doença ou traumatismo deve-se aguardar pelo menos 6 a 12 meses antes de se avançar para a cirurgia de estrabismo.</p>



<p>Em conclusão, no tratamento do estrabismo manifesto da criança as fases são, primeiro, corrigir o erro refrativo, segundo, detectar se existem ambliopias num dos olhos e instituir o tratamento (oclusão), terceiro, realizar o tratamento cirúrgico. A técnica cirúrgica será escolhida consoante o tipo de estrabismo em causa.</p>



<p>No estrabismo adquirido (paralítico) deve-se intervir cirurgicamente após tratamento médico com oclusão de um dos olhos para evitar a diplopia, durante pelo menos seis meses.</p>



<p>Um último tópico, <strong>a cirurgia de estrabismo não é possível de ser efetuada com tecnologia laser, ou seja, não existe qualquer técnica cirúrgica realizada com laser</strong>.</p>



<p>Uma das queixas mais frequentemente referidas na consulta é o aparecimento de pontos negros, e, assim clarifiquemos alguns aspetos:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>8. “Vejo, com frequência, pequenas manchas negras a flutuar. Pode ser sinal de algum problema de visão? O que devo fazer?”</strong></h2>



<p>Não são mais que pequenas opacificações (flutuações) que se formam no vítreo (substância gelatinosa transparente que preenche o globo ocular) e percebidas como sendo manchas, nuvens, pontos ou teias de aranha. Na maioria das vezes são células que se agrupam e de pouca importância. Podem aparecer e desaparecer e, em geral, o paciente aprende a conviver com elas e quando necessário faz movimentos com os olhos fazendo com que as flutuações saiam do seu campo visual.</p>



<p>As flutuações ou miedsópsias podem ter diferentes origens conforme sua causa e magnitude. A flutuação pode ser um pequeno grupo de células, descolamento parcial ou total do vítreo, células de sangue flutuantes no vítreo ou células produto de uma inflamação intraocular.</p>



<p><strong>As flutuações ou moscas volantes não têm tratamento específico. Contudo, se surgirem repentinamente e em grande número, podem ser sinais de graves problemas de retina, como rasgaduras e/ou descolamento de retina. E, nestes casos, deve-se consultar de imediato um oftalmologista.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-lf8ba' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/olhos-as-8-principais-perguntas-sobre-saude-ocular/">As 8 principais perguntas sobre saúde ocular</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>6 Regras para uma utilização segura de lentes de contacto</title>
		<link>https://simplyflow.pt/6-regras-para-uma-utilizacao-segura-de-lentes-de-contacto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eugénio Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Eugénio Leite]]></category>
		<category><![CDATA[lentes de contacto]]></category>
		<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
		<category><![CDATA[Olhos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Visão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=16822</guid>

					<description><![CDATA[<p>O uso de lentes de contacto é um procedimento seguro desde que se respeitem algumas regras simples.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/6-regras-para-uma-utilizacao-segura-de-lentes-de-contacto/">6 Regras para uma utilização segura de lentes de contacto</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A correção de erros refrativos em qualquer uma das suas vertentes &#8211; miopia, astigmatismo, hipermetropia ou presbiopia &#8211; pode fazer-se de duas formas: primeiro, uso de óculos, a forma mais comum e a que devemos ter sempre disponível independentemente de optarmos pela segunda hipótese, lentes de contacto. Obviamente neste caso não estamos a excluir a hipótese cirúrgica. Concentremos a nossa atenção no uso de lentes de contacto, que é um procedimento seguro desde que se respeitem algumas regras simples.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O uso de lentes de contacto é um procedimento seguro desde que se respeitem algumas regras simples:</strong></h2>



<ol class="wp-block-list"><li>Não devem ser usadas mais de 8 a 10 horas por dia, e devem ser retiradas sempre que possível nomeadamente quando estiver em casa;</li><li>Deve ter-se especial atenção ao frequentar ambientes poluídos;</li><li>Devem ter-se cuidados de higiene sempre que se mexer nas lentes de contacto, para evitar infeções;</li><li>Deve-se ter os cuidados de higiene adequados e específicos com o tipo de  lentes de contacto que usa &#8211; diárias, semanais, mensais ou permanentes &#8211; respeitando as indicações de cada produto de limpeza das mesmas e não tentar “economizar”, pois isso irá aumentar o risco de complicações oculares, nomeadamente infeções;</li><li>Se os olhos ficarem vermelhos deve retirar-se de imediato;</li><li>Em caso de conjuntivite ou qualquer outra doença ocular externa &#8211; alergia, queratite ou outra &#8211; não devem ser usadas. </li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como prevenir possíveis complicações?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-BOk3d' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Os cuidados de limpeza, manutenção ou rejeição das lentes de contacto, assim como do sistema de limpeza, a educação do paciente sobre horário de uso e “sinais de alerta” e as consultas regulares para avaliação oftalmológica, são cuidados essenciais na prevenção de complicações infeciosas, tóxicas e alérgicas.</p>



<p>Mas, mais importante e <strong>antes de começar a usar</strong>,<strong> é</strong> <strong>obrigatório consultar um oftalmologista</strong>,<strong> </strong>pois deve-se verificar se os olhos têm condições para suportar as lentes de contacto, nomeadamente, curvatura da córnea, bom filme lacrimal, algum processo inflamatório ativo, como blefarite, ou analisar se atividade profissional, desportiva ou de lazer da pessoa se adequa ao uso das mesmas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>Que tipo de lentes de contacto escolher &#8211;</strong> diárias, semanais, mensais ou permanentes?</strong></h2>



<p>A opção pelo tipo de lentes de contacto deve ser ponderada tendo vários parâmetros em questão, condições do olho, refração, tipo de atividade da pessoa, número de horas de uso previsíveis. Por exemplo, se pretendermos apenas usar para atividades específicas, como atividade desportiva, a opção lógica será lentes de contacto diárias, mas se o uso for para o dia a dia, a opção lógica recairá numa lente semanal ou mensal. Pelo que<strong> deve ser um oftalmologista a prescrever ou, pelo menos, a aconselhar o uso das lentes de contacto e tipo das mesmas.</strong></p>



<p>O uso de lentes de contacto comporta duas fases distintas, e que devem ser adequadamente abordadas, a saber, fase de adaptação e fase de uso diário sem nunca se entrar na fase de uso abusivo (horas a mais de uso ou mesmo dormir com lentes de contacto) pelos riscos que este abuso pode comportar.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Na <strong>fase de adaptação</strong>, o habituar-se ao seu uso vai depender de cada pessoa, pois nem sempre é fácil o gesto de colocar ou retirar a lente de contacto, assim como o olho pode não aceitar bem o contacto com a mesma provocando incómodo ou lacrimejo;&nbsp;</li><li>Na <strong>fase de uso</strong> <strong>diário</strong>, devemos tomar em consideração as regras anteriormente explicitadas e que significam tão somente usufruir das vantagens do uso das lentes de contacto sem complicações.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são as consequências do uso abusivo?</strong></h2>



<p>A <strong>fase de uso abusivo </strong>nunca deve ser atingida, pois pode comportar complicações. As mais frequentes são resultantes do trauma, diminuição da humidificação da córnea assim como da oxigenação da mesma e que levam ao aparecimento de queratites ou úlceras da córnea ou infeções por fungos, bactérias ou parasitas. A avaliação oftalmológica e o tratamento com medicação específica e adequada, juntamente com a diminuição ou mesmo suspensão do uso das lentes de contacto, são essenciais para a recuperação no caso de complicações oculares causadas pelo seu uso abusivo.</p>



<p>A lente de contacto para todos os efeitos é um corpo estranho em constante contato com um dos mais delicados tecidos do corpo humano, a córnea, numa interação que nem sempre será pacífica e tranquila. Por isso, o utilizador deve ser cuidadoso com os seus olhos de modo a nunca correr o risco de ter complicações oculares que possam conduzir à diminuição ou perda da visão.</p>



<p><strong>O <a href="https://www.clinicasleite.pt/especialidades/oftalmologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">oftalmologista</a> deve ser o seu conselheiro e orientador na sua opção pelo uso de lentes de contacto, pois todo o processo é dinâmico e, por isso, requer avaliação periódica e modificações de comportamentos</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-BOk3d' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/6-regras-para-uma-utilizacao-segura-de-lentes-de-contacto/">6 Regras para uma utilização segura de lentes de contacto</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Glaucoma &#8211; Recupere a qualidade da sua visão</title>
		<link>https://simplyflow.pt/glaucoma-recupere-a-qualidade-da-sua-visao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eugénio Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Eugénio Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Glaucoma]]></category>
		<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
		<category><![CDATA[Olhos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Visão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=14504</guid>

					<description><![CDATA[<p>O glaucoma corresponde a um grupo de doenças que podem danificar o nervo óptico e originar perda da visão e cegueira. Todavia, e com um tratamento precoce, é possível proteger os olhos contra a perda de visão grave. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/glaucoma-recupere-a-qualidade-da-sua-visao/">Glaucoma &#8211; Recupere a qualidade da sua visão</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O glaucoma corresponde a um grupo de doenças que podem danificar o nervo óptico e originar perda irreversível da visão e cegueira. Todavia, e com um tratamento precoce, é possível proteger os olhos contra a perda de visão grave.&nbsp;</strong></p>



<p>O nervo ótico consiste num feixe de mais de 1 milhão de fibras nervosas, que liga a retina ao cérebro. A retina é o tecido sensível à luz presente no fundo do olho. Para uma boa visão, é necessário que o nervo ótico seja saudável e permita transmitir os impulso nervoso até ao cérebro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>De que modo o glaucoma de ângulo aberto provoca lesões no nervo ótico?</strong></h2>



<p>Na zona anterior do olho, existe um espaço que se denomina câmara anterior. Existe um líquido transparente, humor aquoso, que flui continuamente para dentro desta câmara, vindo do corpo ciliar onde se forma, nutrindo os tecidos circundantes. O líquido é produzido na parte posterior da íris, corpo ciliar, via pupila e saindo da câmara anterior, no ângulo formado entre a iris e a córnea. Quando o líquido chega ao ângulo, passa através de uma rede esponjosa, que atua como um ralo, e deixa o olho. Por vezes, quando o líquido chega ao ângulo, atravessa esta rede de forma muito lentamente. À medida que o líquido se acumula, a pressão no interior do olho sobe até um nível que pode provocar lesões no nervo ótico. Contudo, outro mecanismo é possível mas de forma inversa, formação excessiva e drenagem normal.</p>



<p>Quando o nervo ótico sofre lesões decorrentes do aumento da pressão, pode desenvolver glaucoma de ângulo aberto e perda de visão. É por esta razão que se torna importante o controlo da pressão existente dentro do olho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“O aumento da pressão ocular significa que tenho glaucoma?”</strong></h2>



<p>Não necessariamente. <strong>O aumento da pressão ocular implica que está em risco de desenvolver glaucoma, mas não significa que tem a doença.</strong></p>



<p>Uma pessoa só tem glaucoma se o nervo ótico estiver danificado. Quando há um aumento da pressão ocular, mas não está presente lesão no nervo ótico, não se considera que exista glaucoma, mas, sim, risco para o seu desenvolvimento. Siga os conselhos do seu oftalmologista.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Posso desenvolver glaucoma se tiver um aumento da pressão ocular?”</strong></h2>



<p>Não necessariamente. <strong>Nem todas as pessoas com aumento da pressão ocular irão desenvolver glaucoma.</strong> Algumas pessoas podem tolerar melhor uma pressão ocular mais elevada do que outras. Paralelamente, determinado nível de pressão ocular pode ser elevado para uma pessoa, embora seja normal para outra.</p>



<p>O facto de vir ou não a desenvolver glaucoma depende do nível de pressão que o seu nervo ótico consegue tolerar sem sofrer lesões. Este nível é diferente para cada pessoa. É por esta razão que <strong>um exame oftalmológico aprofundado é considerado extremamente importante</strong>, uma vez que poderá ajudar o seu oftalmologista a determinar o nível de pressão ocular que, no seu caso, é considerado normal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Posso desenvolver glaucoma sem aumento da pressão ocular?”</strong></h2>



<p>Sim. <strong>O glaucoma pode desenvolver-se sem aumento da pressão ocular. </strong>Esta forma de glaucoma denomina-se <strong>glaucoma de baixa pressão ou glaucoma de pressão normal</strong>. Não é tão frequente como o glaucoma de ângulo aberto. E, depende do limiar de resistencia á pressão ocular, neste caso muito baixo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem se encontra em risco de desenvolver glaucoma de ângulo aberto?</strong></h2>



<p><strong>Qualquer pessoa pode desenvolver glaucoma. </strong>Algumas apresentam um risco mais elevado, sendo que nestas se incluem indivíduos de raça negra com mais de 40 anos de idade e pessoas com história familiar de glaucoma.</p>



<p>Um exame oftalmológico aprofundado pode revelar mais fatores de risco, nomeadamente pressão ocular elevada, espessura da córnea reduzida e alterações estruturais do nervo óptico. Em algumas pessoas que apresentam combinações destes fatores de alto risco, medicamentos sob a forma de gotas oculares reduzem significativamente o risco de desenvolvimento de glaucoma.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os sintomas?</strong></h2>



<p>Inicialmente, o glaucoma de ângulo aberto não apresenta qualquer sintoma. Não provoca qualquer dor. A visão não se altera.</p>



<p>À medida que o glaucoma se mantém sem tratamento, as pessoas com glaucoma irão perder, de uma forma lenta, a sua visão periférica na totalidade. É como se estivesse a olhar através de um túnel. Com o passar do tempo, a visão em frente pode diminuir, até que deixa de existir qualquer visão. Nesta fase a perda de visão é irreversível. O glaucoma pode desenvolver-se num ou em ambos os olhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como é feito um diagnóstico?</strong></h2>



<p>O glaucoma é detetado <strong>através de um exame oftalmológico exaustivo </strong>que inclui:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-2eLtD' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Avaliação da acuidade visual</strong> – Este exame, efetuado com um quadro, mede a visão a várias distâncias;</li><li><strong>Avaliação do campo visual</strong> – Este exame avalia a visão periférica. Ajuda o seu oftalmologista a saber se perdeu visão lateral, um sinal de glaucoma;</li><li><strong>Exame oftalmológico com dilatação ocular</strong> – São colocadas gotas nos seus olhos para alargar ou dilatar a pupila. O seu oftalmologista utiliza uma lente de ampliação especial para examinar a retina e o nervo ótico, em busca de sinais de lesão e outros problemas oculares. Após o exame, a sua visão próxima pode permanecer turva durante várias horas;</li><li><strong>Tonometria </strong>– Existem vários aparelhos que medem a pressão no interior do olho. Para a realização deste exame, pode ser necessário colocar gotas de anestésico no seu olho;</li><li><strong>Paquimetria</strong> – É colocada uma gota de anestésico no seu olho. O seu oftalmologista utiliza um instrumento dotado de ondas ultra-sónicas para medir a espessura da sua córnea.&nbsp;</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“O que posso fazer caso já tenha perdido alguma visão devido ao glaucoma?”</strong></h2>



<p>Se já perdeu alguma visão devido ao glaucoma, questione o seu oftalmologista sobre serviços para indivíduos com baixa visão e dispositivos que o possam ajudar a tirar o máximo partido da visão que lhe resta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Existe cura para o glaucoma?</strong></h2>



<p><strong>Não existe cura para o glaucoma.</strong> Não é possível restabelecer a visão que se perde pela doença.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os tratamentos para o glaucoma?</strong></h2>



<p>O tratamento imediato para o glaucoma de ângulo aberto em fase inicial pode atrasar a progressão da doença. É por esta razão que <strong>o diagnóstico precoce é extremamente importante</strong>.</p>



<p>Entre as terapêuticas disponíveis para o glaucoma, incluem-se medicamentos, trabeculoplastia laser, cirurgia convencional ou uma combinação destas. Embora estes tratamentos possam poupar a visão que resta, não conseguem melhorar a visão que já foi perdida pelo glaucoma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">“<strong>O que posso fazer para proteger a minha visão?”</strong></h2>



<p>Se está a ser tratado para o glaucoma, cumpra com a medicação todos os dias. <strong>Consulte o seu oftalmologista regularmente.</strong></p>



<p>Também pode ajudar a proteger a sua visão dos seus familiares e amigos que possam ter um risco elevado para desenvolver glaucoma – indivíduos de raça negra com mais de 40 anos de idade, todas as pessoas com mais de 60 anos de idade e pessoas com história familiar de glaucoma. Encoraje-os para que efetuem, no mínimo, um exame oftalmológico aprofundado com dilatação ocular de dois em dois anos. Lembre-se: a redução da pressão ocular nas fases precoces do glaucoma reduz a velocidade de progressão da doença e ajuda a poupar a visão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“O que devo perguntar ao meu oftalmologista?”</strong></h2>



<p>Pode proteger-se contra a perda de visão colaborando com o seu oftalmologista. Faça perguntas e obtenha as informações de que precisa para cuidar de si e da sua família.&nbsp;</p>



<p><strong>Aqui ficam algumas das questões a colocar:</strong></p>



<p>Sobre a perturbação ou doença ocular:</p>



<p>&nbsp;Qual é o meu diagnóstico?</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O que provocou a minha doença?</li><li>A minha doença tem tratamento?</li><li>De que modo esta doença irá afetar a visão, presentemente e no futuro?</li><li>Deverei estar alerta relativamente a qualquer sintoma em particular e comunicar-lhe se este ocorrer?</li><li>Deverei fazer alguma alteração do meu estilo de vida?</li></ul>



<p>Sobre o tratamento:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Qual é o tratamento para a minha doença?</li><li>Quando é que o tratamento será iniciado e quanto tempo irá durar?</li><li>Quais são os benefícios deste tratamento e até que ponto é bem sucedido?</li><li>Quais são os riscos e efeitos adversos associados a este tratamento?</li><li>Existem alimentos, medicamentos ou atividades que deva evitar enquanto estiver a fazer este tratamento?</li><li>Se o meu tratamento incluir a toma de medicamentos, o que deverei fazer se me esquecer da dose?</li><li>Encontram-se disponíveis outros tratamentos?</li></ul>



<p>Sobre os exames:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A que tipo de exames serei submetido?</li><li>O que poderei esperar descobrir com estes exames?</li><li>Quando é que saberei os resultados?</li><li>Deverei fazer alguma coisa em especial para me preparar para os exames?</li><li>Estes exames acarretam algum efeito secundário ou risco?</li><li>Será necessário fazer mais exames posteriormente?</li></ul>



<p>Outras sugestões:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Se não compreender as respostas do seu oftalmologista, coloque-lhe perguntas até ficar esclarecido;</li><li>Tire notas ou peça a um amigo ou familiar que o faça;</li><li>Peça ao seu oftalmologista que lhe faculte as instruções por escrito.</li></ul>



<p>Atualmente, os doentes desempenham um papel ativo nos seus cuidados de saúde. <strong>Seja um doente ativo nos seus cuidados oftalmológicos. Mas, também não se esqueça que um resultado eficaz para travar esta doença depende somente e em exclusivo de um diagnostico precoce mas sobretudo do cumprimento sem falhas do tratamento que lhe for prescrito.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-2eLtD' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/glaucoma-recupere-a-qualidade-da-sua-visao/">Glaucoma &#8211; Recupere a qualidade da sua visão</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>2020: A Nova Visão no Séc. XXI</title>
		<link>https://simplyflow.pt/2020-a-nova-visao-no-sec-xx/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eugénio Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 07:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Eugénio Leite]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Visão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=12672</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ano de 2020 começou, como tantos outros, neste mundo chamado Terra, mas seguramente irá terminar&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/2020-a-nova-visao-no-sec-xx/">2020: A Nova Visão no Séc. XXI</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2020 começou, como tantos outros, neste mundo chamado Terra, mas seguramente irá terminar de uma forma que só encontra semelhanças nos filmes de ficção.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>There is nothing invisible in this universe! There is only out lack of eyesight.”&nbsp;</p><cite>Mehmet Murat Ildan</cite></blockquote>



<p>Um vírus desconhecido para a espécie humana, com capacidade de disseminação à altura do mundo em que vivemos, a era novas tecnologias, palavra dita na China, palavra ouvida na Europa, os hábitos mudaram testando a capacidade de adaptação humana, os limites da resiliência pessoal foram levados aos limites, as famílias que se viam fugazmente no dia-a-dia foram obrigadas a conviver num espaço limitado e exclusivamente entre si, os hábitos externos de vida foram abruptamente interrompidos, o medo de adoecer, dos efeitos da doença ou mesmo da morte dispararam exponencialmente, enfim o nosso mundo ruiu, havia que reformular, readaptar, reorganizar hábitos e vida.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Loucura é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes.”&nbsp;</p><cite>Albert Einstein</cite></blockquote>



<p>Mas, sobretudo, manter a nossa ligação a esse mundo que nos acolhe, para manter o nosso equilíbrio e sanidade mental, exteriorizar os nossos sentimentos e receios, manter em curso readaptado a vida pessoal, familiar, profissional ou somente a ligação social, solidária ou lúdica.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>O seu tempo é limitado, então não desperdices vivendo a vida de outra pessoa…”</p><cite>Steve Jobs</cite></blockquote>



<p>Mas, como fazê-lo? Ou melhor, que órgão sensorial temos que nos permite esta ligação nas suas múltiplas vertentes, como apreciar a beleza que nos rodeia, “falar” com o mundo ou pessoas, “expressar” os nossos sentimentos ou receios, comunicar tudo isto em direto ou via os meios desta era digital?</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-YEZCf' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Como num quiz, a resposta é somente uma… a <strong>Visão</strong>, acrescida pela beleza do próprio olho, seja verde, azul, violeta, roxo ou simplesmente castanho.</p>



<p><strong>Preservemos esse dom maravilhoso que se chama Visão cuidando dos nosso Olhos com amor.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Ação sem visão é apenas passatempo.&nbsp;</p><p>Visão sem ação é meramente sonhar acordado. </p><p>Mas visão com ação pode mudar o mundo.”</p><cite>Nelson Mandela</cite></blockquote>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-YEZCf' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/2020-a-nova-visao-no-sec-xx/">2020: A Nova Visão no Séc. XXI</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Início do ano letivo: a oportunidade para avaliar os seus olhos e criar novos e saudáveis hábitos</title>
		<link>https://simplyflow.pt/inicio-do-ano-letivo-a-oportunidade-para-avaliar-os-seus-olhos-e-criar-novos-e-saudaveis-habitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eugénio Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2019 08:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Eugénio Leite]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=10106</guid>

					<description><![CDATA[<p>O início do ano letivo é uma oportunidade única para efetuar uma avaliação oftalmológica nas crianças&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/inicio-do-ano-letivo-a-oportunidade-para-avaliar-os-seus-olhos-e-criar-novos-e-saudaveis-habitos/">Início do ano letivo: a oportunidade para avaliar os seus olhos e criar novos e saudáveis hábitos</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O início do ano letivo é uma oportunidade única para efetuar uma avaliação oftalmológica nas crianças e simultaneamente uma aula educativa para pais e filhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância de uma avaliação oftalmológica de rotina</strong></h2>



<p><strong>Cerca de 10% a 15% das crianças apresentam patologia ocular capaz de influenciar o rendimento escolar e estima-se que entre 20% a 25% das crianças que não acompanham as aulas o façam por dificuldades visuais, o que motiva o seu desinteresse.</strong></p>



<p>De entre estas causas citemos a miopia, hipermetropia, astigmatismo, estrabismo ou a insuficiência de convergência. Há que referir que se uma criança não está desperta para o que é “ver bem” vai achar que o que vê é “normal”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A deteção precoce dos problemas oculares vai permitir uma melhor abordagem e solução</strong></h2>



<p>Segundo, como se sabe, a deteção precoce dos problemas oculares vai permitir uma melhor abordagem e solução, para <strong>maximizar as hipóteses de recuperação da visão e das capacidades da criança</strong>.</p>



<p>Terceiro, não esquecer que férias no presente não significa brincar na rua, campo ou praia, mas contém uma forte componente de <a href="https://simplyflow.pt/a-crianca-e-as-novas-tecnologias/">novas tecnologias</a> com todos os efeitos desgastantes que tem sobre o olho: a fadiga ocular.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais os objetivos básicos do exame oftalmológico?</strong></h2>



<p>Assim, o exame oftalmológico vai ter como objetivos básicos os seguintes:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Deteção e correção dos erros refrativos: miopia, astigmatismo, hipermetropia;</li><li>Deteção e indicação terapêutica para a insuficiência de convergência;</li><li>Deteção de eventuais doenças, i.e., queratocone (córnea) ou uma ambliopia (olho preguiçoso);</li><li>Dar conselhos sobre saúde ocular e como nos devemos comportar com os olhos.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como cuidar da saúde dos nossos olhos?</strong></h2>



<p>Aqui ficam alguns conselhos:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-MUFri' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'>

</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Postura adequada quando se lê ou se trabalha com novas tecnologias (televisão, tablets ou computadores);</li><li>Tomar em consideração a luminosidade do meio de trabalho;</li><li>Usar os óculos que lhe foram recomendados;</li><li>Efetuar pausas na sua atividade;</li><li>Não mexer nos olhos sem lavar antes as mãos;</li><li>Não usar qualquer medicação ocular que não a receitada pelo seu oftalmologista;</li><li>Efetuar consultas regulares, até aos 2 anos de forma semestral e depois dos 2 anos de forma anual.</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Criar o hábito da consulta oftalmológica antes do início do ano lectivo</strong></h2>



<p>Este tipo de comportamento &#8211; uma consulta regular &#8211; cria o hábito da consulta oftalmológica antes do início do ano letivo, melhora o rendimento escolar, o(a) professor(a) e a família agradecem, a escola fica feliz e os prémios da vida surgem.</p>



<p><strong>Cuide dos seus olhos e cuidará também da sua carreira académica: a escola.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-MUFri' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/inicio-do-ano-letivo-a-oportunidade-para-avaliar-os-seus-olhos-e-criar-novos-e-saudaveis-habitos/">Início do ano letivo: a oportunidade para avaliar os seus olhos e criar novos e saudáveis hábitos</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: simplyflow.pt @ 2026-05-24 22:06:56 by W3 Total Cache
-->