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	<title>Diana Cruz, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Diana Cruz, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Relações com narcisistas</title>
		<link>https://simplyflow.pt/relacoes-com-narcisistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diana Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
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		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
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		<category><![CDATA[relações tóxicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Grande parte das relações tóxicas são estabelecidas entre alguém com características de personalidade egocentradas e alguém que sente que deve suportar as agruras do amor.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/relacoes-com-narcisistas/">Relações com narcisistas</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na minha prática clínica, e sobretudo desde que escrevi o meu livro <em>“</em><a href="https://www.presenca.pt/products/nao-e-amor-e-uma-relacao-toxica?srsltid=AfmBOorWMFgfUsZ9od5OkQ4562NHtwYOm0Z_88PaNlTOOiEG93OFUAn_" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Não é Amor, é uma relação tóxica</em></a><em>”</em>, muitas mulheres e homens procuram-me com dúvidas sobre se estão em relações com pessoas narcisistas ou se estão simplesmente confusas, e vêm em busca de compreensão, pois não se sentem felizes, acolhidas e respeitadas nos seus relacionamentos.</p>



<p>Maioritariamente, estas pessoas sentem vergonha de si mesmas por estarem em relações onde se sentem agredidas; sentem zanga por não conseguirem sair; sentem culpa pela relação ser tão negativa e destrutiva; e sentem angústia por estarem convictas de que não conseguem viver sem a pessoa que as maltrata, mas em quem procuram todo o apoio.</p>



<p>Poucas estão verdadeiramente conscientes de que foram vítimas de <em>love bombing</em>, arrastadas rapidamente para uma relação que parecia ser tudo o que nunca seria: amorosa, cuidadora e feliz. É por isso que gostava de partilhar algumas ideias que possam contribuir para que quem viveu tudo isto possa <strong>compreender melhor o que são pessoas com características narcisistas e o que são </strong><a href="https://simplyflow.pt/nao-e-amor-e-uma-relacao-toxica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>relações tóxicas</strong></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Relações saudáveis vs. Relações tóxicas</strong></h2>



<p>Se uma relação saudável é afetivamente nutritiva, potenciadora do desenvolvimento de cada um dos seus elementos, positiva e luminosa, uma relação tóxica, pelo contrário, é negativa, desgastante e prejudicial para o bem-estar da vítima, que vê obstaculizado todo o seu projeto de crescimento individual e até de expressão pessoal.</p>



<p>A pessoa tóxica apresenta comportamentos de falta de empatia persistente, manipulação, falta de respeito por si e pelos limites saudáveis do seu parceiro ou parceira; bem como instrumentalização deste, esperando que ele se comporte sempre, e apenas, em função das necessidades do parceiro tóxico. Note que a pessoa tóxica considera a outra pessoa um prolongamento de si, ao seu “serviço” e, por isso, não tem qualquer intenção de cuidar verdadeiramente do outro ou de considerar a necessidade de reciprocidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Impacto da falta de empatia e da manipulação</strong></h2>



<p>Esta falta de empatia faz com que o parceiro se sinta incompreendido, isolado e desvalorizado, gerando um sofrimento intenso que é internalizado pela vítima. Tudo isso destrói o amor-próprio e cria crenças negativas acerca de si mesma,que a destroem lentamente nas várias facetas da sua vida.</p>



<p>Além disso, nestas relações, existe um exercício de poder e controlo bastante exuberantes que têm como objetivo o controlo do outro: das suas circunstâncias, relacionamentos, comportamentos e até pensamentos e opiniões. Estas características revelam a falta de aceitação, o desrespeito e a desvalorização presentes nessas relações — <strong>tudo o que o amor não é</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O ciclo destrutivo de uma relação narcisista</strong></h2>



<p>Como pode perceber, a esta dinâmica relacional faltam todos os pilares básicos de uma relação verdadeiramente de amor, tornando-se nefastas para a auto-estima, identidade, energia e saúde mental de quem vive esta disfuncionalidade relacional.&nbsp;</p>



<p><em>Bom, se é tão simples e tão negativo, então «só» temos que sair da relação, não é?</em></p>



<p>Não, habitualmente, não é bem assim que acontece; trata-se de um fenómeno bastante mais complexo do que isso. É importante que tenhamos esta realidade bem clara, para que as vítimas de relações tóxicas não se sintam culpabilizadas pelo que estão a viver, ou viveram no passado.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A dinâmica da vítima e do narcisista</strong></h2>



<p>Grande parte das relações tóxicas são estabelecidas entre alguém com características de personalidade egocentradas e alguém que sente que deve suportar as agruras do amor, para com isso provar o seu merecimento e a sua capacidade de viver amor verdadeiro. O problema é que estas relações não são de amor verdadeiro e, mesmo que passe toda a sua vida nesta relação, este sentimento de merecimento do amor nunca será possível, conduzindo a vítima para um estado de cada vez maior fragilidade.</p>



<p>As pessoas com características narcisistas são, regra geral, sedutoras; alguém que conquista a simpatia dos outros e que tem a habilidade de ir ao encontro dos interesses e necessidades deles, como forma de os conquistar. Nas relações amorosas, estas pessoas tóxicas seduzem intensamente porque parecem “sonhos tornados em realidade” que geram paixão intensa na outra pessoa e, como tal, esta vai investir neste relacionamento e nas expectativas de que ele seja “perfeito”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A escalada do conflito e o desgaste emocional</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-o3hup' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Com o passar do tempo, estas relações começam a viver cada vez mais períodos de comunicação negativa, desqualificação, agressividade emocional e verbal. Para além disso, a relação é cada vez mais unilateral: não existe espaço para os dois uma vez que o parceiro tóxico tem a expectativa de ser constantemente admirado e notado, ouvido e aceite.&nbsp;</p>



<p>A relação torna-se cada vez mais conflituosa, as reações cada vez mais negativas com a irritabilidade e a crítica do parceiro narcisista na ordem do dia. O outro elemento do casal sente que não há espaço para si e para os seus gostos, que nada do que faz está correto, que os seus sucessos são desprezados e até ridicularizados, os seus estados emocionais incompreendidos e desvalorizados, e a sua única função na relação parece ser a de regular os estados emocionais do parceiro tóxico, em qualquer momento e independentemente dos seus próprios estados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O impacto na saúde mental da vítima</strong></h2>



<p>Em pouco tempo, a vítima começa a acreditar que não tem valor ou merecimento, que internaliza as dificuldades de comunicação, a crítica e a agressividade da relação, como sendo culpa sua e de todas as incapacidades que o seu parceiro ou parceira lhe apontam. Coloca em si a responsabilidade unilateral de ter perdido “aquele lado” sedutor, agradável, “perfeito” que ele mostrava na fase de sedução, pelo que continua a tentar ser melhor para rever essa fase da relação em que tudo parecia correr bem.</p>



<p>Em paralelo, e como referi, a identidade da pessoa que vive estas relações está cada vez mais fragilizada e carente de amor-próprio e valorização. Por tudo isto, e a violência experienciada, o sofrimento emocional que a vítima sofre é exponencial.</p>



<p>Na maioria dos casos, as pessoas desenvolvem depressões, incapacidade de tomar decisões, falta de confiança nas suas capacidades, quebra do desempenho laboral, isolamento e afastamento total dos amigos e familiares, ausência de qualquer tipo de autocuidado; e também um sentimento de não conseguirem viver sem este relacionamento que gera uma angústia tão intensa e marcada que impede a pessoa de conseguir identificar e preencher as suas próprias necessidades internas de afeto e de respeito, e até de sobrevivência.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância da ajuda e do apoio especializado</strong></h2>



<p>Como referi inicialmente, estas pessoas ficam muito confusas acerca do que está a acontecer com elas. Sentem-se sozinhas, incompreendidas e não têm condições emocionais para alavancar uma mudança na relação que as ajude a reconhecerem-se, como eram antes: alegres, bem-sucedidas, cuidadosas não só consigo próprias e ativas na sua rede de suporte social. Muitas destas pessoas estão tão perdidas e isoladas que não sabem como pedir ajuda.</p>



<p>O apoio de familiares e amigos é muito importante, e a ajuda especializada pode ser determinante, uma vez que estas relações representam um processo muito diferente de uma relação de amor, e sair delas representa muito mais do que um luto por uma relação saudável que foi vivida e terminada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um caminho de recuperação e esperança</strong></h2>



<p>É verdade que se trata de um processo longo e doloroso em que a sua experiência amorosa e de confiança nos outros será revista e trabalhada. Crenças como “o amor exige sofrimento” ou “o amor vai mudar a outra pessoa” precisam de ser substituídas e amadurecidas.&nbsp;</p>



<p>Só assim será possível vivenciar uma mudança que regenere a esperança e permita experimentar o verdadeiro amor, reconhecimento e cuidado, e integrar a convicção de que se é digno de tudo isto.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-o3hup' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O papel terapêutico da água</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-papel-terapeutico-da-agua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diana Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Diana Cruz]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A água representa um componente essencial da nossa vida enquanto promotor do bem-estar, prevenindo problemas de saúde não só física, mas também emocional.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-papel-terapeutico-da-agua/">O papel terapêutico da água</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Que a água é absolutamente fundamental para a nossa existência já não é uma surpresa para nós. Não será, certamente, por acaso que vivemos no “Planeta Azul” – o planeta cheio de água; ou que o nosso corpo tem água em 60% da sua constituição; ou que o cérebro, órgão responsável pelo comando de quase tudo o que se passa connosco, é também ele, constituído maioritariamente por água. Todo o nosso equilíbrio enquanto sistema vivo, que somos, depende também da hidratação sem a qual o normal funcionamento das nossas células, órgãos, glândulas, não pode ser garantido.</p>



<p><strong>Já reparou quantas vezes, por diferentes motivos, foi aconselhado a aumentar o seu consumo de água e a melhorar a sua hidratação, ou a realizar atividades que promovam o contacto com a água, seja através de banhos ou simplesmente da possibilidade de permanecer algum tempo a ouvi-la?</strong></p>



<p>O papel terapêutico da água nas nossas vidas tem sido explorado e aprofundado desde a Antiguidade, sempre na perspetiva do seu efeito na melhoria não só dos estados físicos, mas também dos estados mentais e na melhoria do humor, em geral.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é o efeito da desidratação nos estados mentais e emocionais?</strong></h2>



<p>Atualmente, está bem demonstrado o efeito da desidratação nos estados mentais e emocionais, podendo destacar-se vários sintomas, nomeadamente, fadiga, redução da atenção e da concentração, dores de cabeça, insónia, irritabilidade, oscilações do humor, humor depressivo, ansiedade, sensação de cansaço psicológico,&nbsp; confusão mental e também maior reatividade emocional, ou seja, tendência para reagir mais intensamente a estímulos ou situações que não causariam reações tão exageradas, em circunstâncias normativas. O que isto significa é que <strong>a desidratação afeta até o modo como interpretamos um determinado estímulo ou situação como stressante</strong>, ou seja, os níveis de stress percebido. Isto acontece através do seu efeito no aumento da hormona cortisol muito «famosa» por ser a hormona do stress (dado que ela se eleva em situações de elevado stress). O que se verifica é que esta hormona também se eleva quando o corpo está desidratado e, consequentemente – como já deve estar a imaginar – isso coloca-nos em estado de alerta, prontos para lidar com situações stressantes e perigosas que, neste caso, são nada mais e nada menos do que: <strong>a desidratação</strong>!</p>



<p>O aumento do cortisol e o estado de ativação que ele provoca em nós tem efeitos mesmo muito negativos no nosso bem-estar e na saúde geral. Ele contribui para alterações de humor e elevada irritabilidade, e está associado ao aumento da ansiedade e a perturbações do sono, quer através da diminuição da sua qualidade quer no aumento da insónia, desregulando os ciclos de sono que são essenciais ao nosso bem-estar. Claro está que esta hormona está também associada a alterações cognitivas importantes, como as da memória.</p>



<p>E não se esqueça: a elevação crónica do cortisol, facilitada pelos estados de desidratação, aumenta a resposta inflamatória e a sobre ativação do sistema imunitário, o que médio e longo prazo contribui para doenças inflamatórias, autoimunes, que como sabemos podem dar lugar a problemas de saúde verdadeiramente graves e com impacto direto e destrutivo na sua vida e no seu bem-estar psicológico, claro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Hidrate-se. A Hidratação é essencial para a regulação do cortisol e, como tal, do stress e da inflamação, contribuindo para reduzir o risco de doença.</strong></h2>



<p>A desidratação provoca um conjunto de reações físicas já que ela representa um desafio e um problema para o organismo que precisa de água para a regulação da maioria dos seus processos sistémicos. E o seu efeito na produção hormonal e regulação dos seus órgãos, não se limita à sua associação ao cortisol.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O consumo adequado de água está também muito ligado à produção de opióides naturais que são as nossas hormonas de bem-estar ou, como gosto de dizer, as «hormonas da alegria», como as endorfinas.&nbsp;</strong></h2>



<p>As endorfinas melhoram o nosso humor, transmitem sensação de prazer e relaxamento e até aliviam a dor, funcionando como um analgésico natural. Quando estamos em estado de desidratação, o cérebro perde eficiência e a adequada produção destes opióides pode ficar comprometida, prejudicando todo o bem-estar que lhes está associado.</p>



<p>Também é por isso que é tão importante a hidratação durante o exercício físico – para que a hidratação não diminua reduzindo também a eficiência do seu organismo. Mais, o exercício físico estimula a produção de endorfinas e contribui para a regulação do cortisol; juntamente com a hidratação, eles representam um par perfeito para a melhoria dos seus estados emocionais e do seu bem-estar psicológico, promovendo boas sensações e um estado de tranquilidade e calma.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É mais difícil sentir stress, reagir negativamente e alimentar estados depressivos ou de ansiedade, quando estamos neste equilíbrio, não é?</strong></h2>



<p>Aqui vão então <strong>algumas ideias que podem melhorar a sua relação com a água</strong>:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-9Eok8' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A primeira, como não podia deixar de ser, é: consuma-a! Beba água, por favor, diariamente. Como os médicos costumam dizer, devemos hidratar-nos sempre e não quando sentimos sede;</li>



<li>Privilegie alimentos ricos em água, pois vão contribuir para a melhor hidratação;</li>



<li>Faça exercício físico e, se possível, exercite-se também em meio aquático. O treino sujeito à resistência da água é muito positivo para os nossos ossos e articulações, para além dos benefícios em sensações de relaxamento e bem-estar. Qualquer que seja a modalidade escolhida, não se esqueça de que o exercício físico deve vir sempre acompanhado de uma boa hidratação;</li>



<li>Passe tempo ao ar-livre em contacto com a natureza; tomar banhos de mar, ouvir a corrente dos rios, avistar a cor da água que preenche o nosso planeta proporciona alívio da perceção de stress e alívio dos sintomas de ansiedade. Aproveite para estar com pessoas de quem goste;</li>



<li>Tome um bom banho depois de um dia stressante, isso vai ajudá-lo a relaxar os seus músculos e a sua mente, promovendo um melhor descanso. Nesse momento, foque-se na sensação da água no seu corpo e tente desviar todas as preocupações desse espaço – pratique um «banho mindfulness»;</li>



<li>Medite e aproveite a sonoridade maravilhosa da água para focar a sua atenção durante o seu estado meditativo. Comece por desafiar-se a meditar apenas alguns minutos – com a prática terá oportunidade de meditar por períodos mais longos de tempo.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A água é terapêutica. </strong></h2>



<p>Através de uma boa hidratação, sobretudo,<strong> a água representa um componente essencial da nossa vida enquanto promotor do bem-estar, prevenindo problemas de saúde não só física, mas também emocional</strong>. Como vimos, o seu efeito no nosso organismo é muito direto, contribuindo para o bom funcionamento dos nossos órgãos vitais e para a produção de hormonas e neurotransmissores que contribuem para estados de humor positivos, para a regulação dos estados de ansiedade e para sensações de prazer e alegria. Aproveite esta «receita» natural para contribuir mais para o seu autocuidado e bem-estar geral.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-9Eok8' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Não é amor, é uma relação tóxica</title>
		<link>https://simplyflow.pt/nao-e-amor-e-uma-relacao-toxica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diana Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[não é amor é uma relação tóxica]]></category>
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		<category><![CDATA[Relações Amorosas]]></category>
		<category><![CDATA[relações tóxicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas relações tóxicas só existe espaço para um. Esta é, habitualmente, a minha primeira resposta quando alguém me pergunta como é que pode perceber se está numa relação tóxica.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/nao-e-amor-e-uma-relacao-toxica/">Não é amor, é uma relação tóxica</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Nas relações tóxicas só existe espaço para um.” Esta é, habitualmente, a minha primeira resposta quando alguém me pergunta como é que pode perceber se está numa relação tóxica.</strong></p>



<p>O que eu quero dizer com isto é que as relações tóxicas revelam um padrão em que um parceiro tem comportamentos que são prejudiciais emocionalmente, podendo também sê-lo fisicamente. O tipo de violência que encontramos nestas relações é, regra geral, menos óbvio e explícito, sendo mais frequente a violência psicológica – aquilo a que chamo o terrorismo emocional – do que a violência física.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estas relações são pautadas por falta de empatia do parceiro tóxico, desrespeito pelos limites do outro (mesmo quando estes são expressos explicitamente) e comunicação hostil ou agressiva, marcada por crítica constante.</strong></h2>



<p>A estas características soma-se que o parceiro tóxico encara a vítima como alguém que existe na relação para corresponder às suas expectativas, para colmatar as suas necessidades e regular as suas emoções. Não existe espaço para a individualidade e necessidades da vítima, ela é <strong>instrumentalizada</strong> em prol das necessidades do parceiro tóxico. O parceiro tóxico tem a expectativa e faz a exigência de que seja a vítima a “adaptar-se” totalmente, a “moldar-se”, negando a importância de também ele próprio trabalhar ativamente na construção da relação.</p>



<p>A verdade é que, na maioria dos casos, estamos na presença de um companheiro com características muito egocentradas ou narcisistas. Ele não se preocupa verdadeiramente com o bem-estar da outra pessoa; esta é um instrumento dos objetivos do parceiro narcisista.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas se realmente assim é, porque é que alguém inicia e permanece nestes relacionamentos?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-yKqUL' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><a href="https://www.dianacruz-psicologia.com/post/quando-o-amor-se-torna-t%C3%B3xico-como-reconhecer-e-superar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estas relações</a> revelam um ciclo de existência muito característico e que faz com que elas se tornem tão <strong>traumáticas</strong>. Inicialmente, o parceiro tóxico apresenta-se como a pessoa “ideal” para si. Demonstra-se atento, apaixonado, amoroso, tem os mesmos interesses e os mesmos objetivos de vida que a parceira tem. São “almas gémeas” e a relação parece ser um “conto de fadas”. O parceiro tóxico faz isto mimetizando uma relação de partilha profunda, como se fossem parecidos em tudo, tivessem os mesmos interesses, objetivos de vida e necessidades, são “100% compatíveis”. Para além disso, ele utiliza <strong><em>love bombing</em></strong><em> </em>(bomba de amor) como forma de aumentar a atração, ou seja, ele inunda a vítima de elogios, declarações de amor, músicas, mensagens… etc…. Frequentemente, a vítima sente que nunca conheceu alguém tão romântico e tão apaixonado por si.</p>



<p>Esta fase de sedução aumenta muito o desenvolvimento de sentimentos de paixão e amor e contribui para desenvolver um vínculo forte e “instantâneo”: ninguém quer perder a sua “alma gémea” pelo que a partir deste momento a pessoa que é seduzida fica muito vulnerável e tudo fará para manter esta relação, mesmo quando ela entra na fase seguinte.</p>



<p>Numa segunda etapa, o seu parceiro deixa de parecer perfeito e começam as agressões e as verdadeiras dificuldades. A vítima passa a ter acesso à pessoa que o parceiro realmente é, a verificar como ele é autocentrado e desinteressado das necessidades dela. A <strong>comunicação é hostil</strong>, crítica e ofensiva. Para além disso, o <strong>controlo</strong> passa a ser muito óbvio com o total <strong>desrespeito</strong> pela privacidade e autonomia da parceira, ciúme e desqualificação, contribuindo para uma situação em que a parceira fica cada vez mais isolada dos seus amigos e família e com sentimentos de inadequação, que contribuem para que ela se ponha em causa, às suas competências e até à sua capacidade de julgamento e de decisão.</p>



<p>Com o passar do tempo, esta relação é não mais do que um padrão agressivo de interação em que a vítima não consegue suprir nenhuma das suas necessidades, sente-se confusa e não compreende porque é que a sua relação “perfeita” se transformou neste pesadelo. Os sentimentos de culpa e vergonha pelo estado da relação são habituais e contribuem mais fortemente para que a vítima queira ficar na relação para tentar “repará-la”, ao invés de querer sair.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ao longo do tempo, tenho conversado com muitas pessoas que passaram por este tipo de relações. É verdade que se trata maioritariamente de mulheres, mas os homens também podem viver este trauma de maneiras muito semelhantes.&nbsp;</strong></h2>



<p>Em todos os casos de pessoas que tenho oportunidade de escutar posso verificar <strong>uma quebra significativa do bem-estar</strong>, do desempenho laboral ou académico, a diminuição da autoestima e da autoconfiança que deixa estas pessoas convictas de que não conseguem sair destas relações ou as merecem.&nbsp;</p>



<p>Muitas vezes, estas pessoas estão <strong>verdadeiramente deprimidas</strong>, com problemas profissionais porque têm dificuldade em trabalhar, e estão muito sozinhas porque foram isoladas na relação. Isso deixa-as mesmo muito vulneráveis a doença psicológica e até mesmo física.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recuperar e libertar-se é difícil e desafiante, mas possível com trabalho e apoio, não apenas profissional, mas também da sua rede de suporte.&nbsp;</strong></h2>



<p>Para conseguir evoluir na sua regeneração é importante que se reencontre com a pessoa que é e possa identificar as suas necessidades e competências, as suas forças e fragilidades. Existe muito trabalho de desenvolvimento que tem de ser feito, nomeadamente, na identificação dos seus <strong>limites pessoais e necessidades</strong>, e no desenvolvimento de padrões de <strong>autocuidado</strong> que lhe possam devolver a autoconfiança e o controlo da sua vida ativa, tal como acontecia antes desta <a href="https://www.presenca.pt/products/nao-e-amor-e-uma-relacao-toxica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relação tóxica</a> aterrorizar a sua vida e a sua identidade.</p>



<p>Lembre-se que antes de tudo isto, era uma pessoa competente, independente e absolutamente capaz de tomar decisões acerca da sua própria vida. <a href="https://www.dianacruz-psicologia.com/post/hist%C3%B3rias-da-psicoterapia-quantas-vezes-vou-me-poder-reerguer" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Regenerar-se</strong></a><strong> implica compreender que parte de si se ligou ao seu parceiro tóxico e regenerar o seu sistema de crenças para que, </strong>futuramente,<strong> esteja mais fortalecida</strong> e possa encontrar relações verdadeiramente de amor.</p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="668" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Nao-e-Amor-e-Uma-Relacao-Toxica_MAIL-668x1024.jpg" alt="relação tóxica" class="wp-image-21494" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Nao-e-Amor-e-Uma-Relacao-Toxica_MAIL-668x1024.jpg 668w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Nao-e-Amor-e-Uma-Relacao-Toxica_MAIL-196x300.jpg 196w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Nao-e-Amor-e-Uma-Relacao-Toxica_MAIL-768x1178.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Nao-e-Amor-e-Uma-Relacao-Toxica_MAIL-1002x1536.jpg 1002w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Nao-e-Amor-e-Uma-Relacao-Toxica_MAIL-1336x2048.jpg 1336w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Nao-e-Amor-e-Uma-Relacao-Toxica_MAIL-1170x1794.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Nao-e-Amor-e-Uma-Relacao-Toxica_MAIL-585x897.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Nao-e-Amor-e-Uma-Relacao-Toxica_MAIL-scaled.jpg 1670w" sizes="(max-width: 668px) 100vw, 668px" /></figure></div>


<p>Tenho vindo a compreender, através da experiência que as crenças que temos em relação ao amor, representam uma parcela muito importante deste trabalho de regeneração.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Amor não é um bem de consumo rápido, perecível, que nos obriga a desistir de tudo aquilo que somos e fazemos</strong>.&nbsp;</h2>



<p><strong>O Amor implica compromisso e adaptação sim, mas adaptação mútua. </strong>É um trabalho, um investimento, que fazemos em algo que vale a pena porque reconhecemos o valor do outro e o valor da relação. Ao longo dos tempos, temos recebido pistas de que o “verdadeiro” Amor parece um conto de fadas e que devemos procurar alguém que seja “tal e qual” como nós, completamente compatível. Estas crenças precisam de ser desmistificadas: <strong>o Amor, assim como o nosso bem-estar, implicam tolerância, aprendizagem e muita partilha</strong>.</p>



<p><strong>No Amor, tem de haver lugar para dois</strong>.</p>



<p></div>
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<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/nao-e-amor-e-uma-relacao-toxica/">Não é amor, é uma relação tóxica</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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