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	<title>Diana Costa Gomes, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Diana Costa Gomes, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Como explicar a morte às crianças?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-explicar-a-morte-as-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diana Costa Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Diana Costa Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[explicar a morte às crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A forma como as crianças compreendem a morte depende, obviamente, do seu estádio de desenvolvimento.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-explicar-a-morte-as-criancas/">Como explicar a morte às crianças?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Explicar a morte às crianças é um dos motivos pelos quais me procuram. A forma como as crianças compreendem a morte depende, obviamente, do seu estádio de desenvolvimento.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em idade pré-escolar (2 aos 5 anos) a criança está numa fase egocêntrica e muito literal na forma como interpreta o mundo. Logo, deverão evitar-se eufemismos e explicações vagas, e baseá-las em factos. Mais, nesta idade, a criança percebe a morte como um estado temporário.&nbsp;</strong></h2>



<p>A pessoa morta ainda come, respira e assim que acordar retornará à vida (basta ver nas brincadeiras a quantidade de vezes que a mesma pessoa morre e “desmorre”&#8230;). É importante explicar-se à criança que aquela pessoa, ou animal, que morreu não pode andar, respirar, comer&#8230;&nbsp;</p>



<p>A morte não é uma forma de dormir e quem morre não volta a acordar. Deverá ser dito à criança que as pessoas e/ou animais morrem quando estão muito, muito, muito velhinhos e enfatizar o muito, muito porque, aos olhos das crianças em idade pré-escolar, os pais e os professores são, muitas vezes, velhos!</p>



<p>Há muitas formas de doença e de estar doente, mas as pessoas só morrem quando estão muito, muito doentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Já na idade escolar (6 aos 9 sensivelmente), as crianças distinguem perfeitamente fantasia e realidade. Outro fator importante é que aqui já sentem culpa.</strong></h2>



<p>Contrariamente à fase anterior, já não vêem a morte como temporária. O facto de a compreenderem não quer dizer, contudo, que consigam lidar com ela. Um dos pensamentos comuns é: “Se aquele morreu, então aquele também pode morrer”, e é daqui que advém o medo de perder os pais. Outro exemplo é: “Se aconteceu aquele, também me pode acontecer a mim”, e a criança pode vir a desenvolver alguns medos.</p>



<p>Mais, a morte traz mudança e a criança nesta idade receia trato diferente por parte dos pares, amigos, professores, familiares&#8230;</p>



<p>Deverão evitar-se eufemismos e não devemos ter medo de dizer “morte” ou “morreu”. “Foi levado” ou “Foi fazer uma grande viagem…”, por exemplo, são eufemismos que poderão alimentar os receios de abandono das crianças e poderão desenvolver ansiedade e confusão. Nunca dizer: “Fechou os olhos” ou “Foi dormir”. Isto poderá desenvolver nas crianças medo de ir para a cama à noite.</p>



<p>Não há mal nenhum no facto de a criança ver o pai ou a mãe chorar. As crianças precisam de aprender como expressam a dor. Quando a mãe ou o pai chora, isto mostra-lhe que é permitido chorar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os pré-adolescentes (10 aos 12 anos) reagirão de forma muito diferente face ao grupo anterior. Já estão aptos a compreender o impacto que a morte tem neles próprios e na família. </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Ipn8y' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Os pré-adolescentes poderão ter questões relacionadas com crenças culturais e religiosas, e poderão querer saber mais sobre o céu, o inferno e a vida após a morte. Por outro lado, têm já uma visão de futuro e serão naturais questões de como aquela perda irá refletir-se na sua vida futuramente. Por outro lado, não são incomuns nesta fase comportamentos de negação: “Não sinto nada” ou “Não quero saber”, aos quais será necessário prestar atenção.</p>



<p>A melhor postura será mostrarmo-nos abertos e disponíveis para que possa expressar a sua dor. Quer isto dizer, passar algum tempo a sós com o pré-adolescente ou, por outro lado, deixar que esteja a <a href="https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=pfbid02K6tXX7djsGLxQ8jtwovNbmU23wUZRaFg4nWAfzi3YkPNAHxE9gFV9LsqQTiUeFjil&amp;id=100075794965811" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sós</a> com a sua dor (ver fotografias, ouvir música, etc.). Não obstante, não devemos mostrar tolerância excessiva ou ignorar comportamentos agressivos e <em>acting out</em>. Será, se os houver, altura para procurar ajuda profissional.</p>



<p>Os adolescentes possuem uma abordagem compreensiva idêntica à do adulto. Não possuem, todavia, mecanismos para a elaborar, dado o turbilhão emocional desta fase do desenvolvimento. Devido à convicção da sua imortalidade e omnipotência característica desta fase do desenvolvimento, é-lhes difícil aceitar a morte. A confrontação com a morte pode intensificar a pressão que já sentem à medida que enfrentam o futuro e suas incertezas. A reação poderá variar entre raiva, depressão e, sobretudo, poderá mudar abruptamente e oscilar com frequência.</p>



<p>Aqui será importante prestar atenção a sinais de depressão e mudanças de comportamento. Nesta fase, é particularmente importante a interação com os pares para que o adolescente não se sinta “diferente” por causa da morte e se consolide o sentimento de pertença.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Partilhar emoções com as crianças/adolescentes é mais saudável do que escondê-las. Aprenderão que chorar e mostrar dor são formas naturais de expressar dor e não há mal nenhum em fazê-lo.</strong></h2>



<p>&#8211;<em> “E se me perguntar ‘porquê’?”</em></p>



<p>Eu digo que não há mal nenhum em responder:</p>



<p>&#8211; <em>“Sabes, eu também me pergunto o mesmo!&#8230;”</em></p>



<p>Lembre-se que existe ajuda especializada para o ajudar a lidar com este acontecimento disruptivo e que afeta não apenas a criança/adolescente, mas toda a dinâmica familiar.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Ipn8y' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Tristeza: O melhor antidepressivo do mundo</title>
		<link>https://simplyflow.pt/tristeza-o-melhor-antidepressivo-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diana Costa Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Diana Costa Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Silêncio]]></category>
		<category><![CDATA[Tristeza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estar triste não é estar deprimido, pelo que não faz sentido “tratar” a tristeza.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na minha prática clínica atual, noto uma mudança na percepção das emoções. A ideia de que existem emoções negativas, tais como a tristeza, está a dissipar-se. Consideradas como <em>non gratas</em>, muitas vezes tentamos evitá-las, camuflá-las ou ignorá-las, como se fossem um incómodo a evitar.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>A verdade é que não existem emoções intrinsecamente negativas.&nbsp;</strong></strong></h2>



<p>Algumas emoções são desconfortáveis porque, na maioria das vezes, não fomos ensinados a lidar com elas desde cedo. Crescemos a ouvir frases como: “Não fiques triste”; “Não chores”; “Vamos dar tautau à mesa que bateu no bebé!”. E se somos do sexo masculino, o reforço é ainda maior com o ditado: “Os homens não choram”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estas narrativas ecoam ao longo da nossa jornada de crescimento, cristalizam-se, tornando-se parte do nosso diálogo interno e moldando a forma como percebemos a vulnerabilidade.</strong></h2>



<p>Muitas pessoas que procuram ajuda terapêutica veem a vulnerabilidade como fraqueza. Parte do trabalho terapêutico é desmontar essa ideia e aprender a abraçar a vulnerabilidade, desenvolvendo autocompaixão. A tristeza, muitas vezes, desempenha um papel adaptativo fundamental e é essencial reconhecê-la. Ou seja, ela precisa de lá estar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estar triste não é o mesmo que estar deprimido, assim como felicidade não é sinónimo de euforia.</strong></h2>



<p>O silêncio não é vazio, mas, sim, uma presença que nos obriga a estar em contato connosco mesmos. No entanto, muitas pessoas têm dificuldade em aceitar o silêncio e sentem a necessidade de <a href="https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=pfbid0RR8Uhs9vJXGxM8cbMk18GfHW5bagJi73KtmhN2XQq92BWnz2hsYRqLUj9631LkUWl&amp;id=100075794965811" target="_blank" rel="noreferrer noopener">preenchê-lo</a> a todo o custo, evitando confrontar-se com sua própria presença.</p>



<p>Como psicóloga, acredito que <strong>o silêncio pode ser tão, ou até mais, revelador do que palavras</strong>. Recordo-me de “Maria”, uma mulher que vivia a braços com uma depressão profunda e que, numa fase avançada da terapia, me disse isto: “É bom podermos contar com o silêncio quando estamos tristes”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O silêncio não é ausência, é presença.</strong></h2>



<p>Muitas vezes evitamos a nossa própria presença, mantendo-nos ocupados com distrações e objetivos externos para evitar o confronto com nós mesmos. Essa constante fuga de nós mesmos gera ansiedade e sentimentos negativos. A busca incessante por novidades e entretenimento, especialmente nas redes sociais, pode aumentar o vazio interior.</p>



<p>A ideia de que o aborrecimento pode ser evitado através de estímulos contínuos é ingénua. Quanto mais tentamos evitá-lo, mais entediados nos sentimos. Estou convencida de que o tédio é importante para a criança ser uma boa companhia para si mesma e que “não fazer nada” é essencial para ela adquirir competências para a sua vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em vez de tentar “tratar” a tristeza, é importante reconhecer o seu valor.</strong></h2>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Estar triste não é estar deprimido, pelo que não faz sentido “tratar” a tristeza.&nbsp;Até porque a tristeza pode mesmo ser considerada o melhor antidepressivo que existe.</p>



<p>Hoje, como mãe de dois rapazes, jamais direi aos meus filhos: “Os homens não choram”.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-muGJd' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>Como explicar a guerra às crianças?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-explicar-a-guerra-as-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diana Costa Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Diana Costa Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perante as imagens de guerra veiculadas pela comunicação social, todos aqueles que lidam de perto com crianças expressam dúvidas e preocupações.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Perante as imagens de guerra veiculadas pela comunicação social, todos aqueles que lidam de perto com crianças expressam dúvidas e preocupações. O que devemos comunicar às crianças? Como comunicar? O que comunicar? Que quantidade de informação? É que, se por um lado, não devemos adiantar informação, camuflá-la não parece ser o caminho.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É importante não esconder das crianças a realidade, ainda que ela seja dura e cruel.&nbsp;</strong></h2>



<p>Sem alarmismos, <strong>é importante que não deixemos passar despercebida a situação, sobretudo quando são elas que nos interpelam sobre o assunto</strong>.&nbsp;</p>



<p>Ainda que difícil, a abordagem ao problema da guerra é de uma importância extrema porque dá aos adultos a oportunidade de ajudarem as crianças a sentirem-se seguras, e a conhecerem e compreenderem melhor o mundo em que vivem.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Na sua gramática, o que elas nos pedem, muitas vezes é, de alguma forma: “Traduz-me isto”. </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-zdUvp' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Sobre como o fazer, é necessário atender a um conjunto de fatores como sejam: a idade, o nível de desenvolvimento e de maturidade cognitiva, as circunstâncias de vida das crianças, a sua realidade social e familiar.</p>



<p>Considera-se importante criar também na escola condições e oportunidades para falar com as crianças e com os jovens sobre a guerra; proporcionar-lhes oportunidades para expressarem – através do diálogo, de jogos, de histórias, do desenho – as suas angústias e inquietações. Encorajar a verbalização das preocupações e dos medos das crianças. Não evitar as suas perguntas, e adequar as explicações e as respostas à idade e maturidade das crianças.</p>



<p>Devemos também evitar rótulos de “os bons” e os “maus”. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/03/pexels-polina-tankilevitch-5257333-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-21711" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/03/pexels-polina-tankilevitch-5257333-1024x683.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/03/pexels-polina-tankilevitch-5257333-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/03/pexels-polina-tankilevitch-5257333-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/03/pexels-polina-tankilevitch-5257333-1536x1024.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/03/pexels-polina-tankilevitch-5257333-2048x1365.jpg 2048w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/03/pexels-polina-tankilevitch-5257333-1920x1280.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/03/pexels-polina-tankilevitch-5257333-1170x780.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/03/pexels-polina-tankilevitch-5257333-585x390.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/03/pexels-polina-tankilevitch-5257333-263x175.jpg 263w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Acima de tudo, devemos esforçar-nos para que as crianças percebam as formas de resolução de conflitos, que passa pelo diálogo e acordos. </strong></h2>



<p><strong>Não se deve recear as perguntas das crianças nem a expressão das suas inquietações, deve-se antes dar espaço para que expressem aquilo que sentem, partilhando angústias e receios.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-zdUvp' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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