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	<title>Daniela Andrade, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Daniela Andrade, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Depressão e suicídio na infância e na adolescência</title>
		<link>https://simplyflow.pt/depressao-e-suicidio-na-infancia-e-na-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A depressão e a ansiedade duplicaram nas crianças e nos adolescentes devido ao isolamento social causado pela pandemia. Assim como o sedentarismo, a obesidade e os comportamentos aditivos (com especial destaque as redes sociais e os videojogos). É, por isso, muito importante estarmos atentos aos sinais que as crianças e os adolescentes nos dão diariamente.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/depressao-e-suicidio-na-infancia-e-na-adolescencia/">Depressão e suicídio na infância e na adolescência</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A depressão e a ansiedade duplicaram nas crianças e nos adolescentes devido ao isolamento social causado pela pandemia. Assim como o sedentarismo, a obesidade e os comportamentos aditivos (com especial destaque as redes sociais e os videojogos). É, por isso, muito importante estarmos atentos aos sinais que as crianças e os adolescentes nos dão diariamente.</strong></p>



<p>A depressão é causada por sentimentos de descrença e de falta de esperança em algo ou alguém. Estes sentimentos limitam a capacidade que a criança ou jovem tem em pensar e encontrar soluções alternativas para um determinado problema e/ou situação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sinais aos quais devemos estar atentos:&nbsp;</strong></h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-1024x1024.jpg" alt="sinais depressão" class="wp-image-17622" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-1024x1024.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-300x300.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-150x150.jpg 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-768x769.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-460x460.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-100x100.jpg 100w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-160x160.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-320x320.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-480x480.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-640x641.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-960x961.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1.jpg 1061w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Tristeza e perda de esperança</strong></h3>



<p>A tristeza corrói-nos por dentro assim como a desilusão (de algo ou de alguém). Por vezes a tristeza, sendo ela tão profunda, faz com que a pessoa desacredite nela e nos outros. Perde a esperança de que a sua situação melhore, que a pessoa que perdeu volte para ela, que seja perdoada por isto ou aquilo, que a pessoa que tanto gosta e está doente melhore, etc…</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Irritabilidade e agressividade</strong></h3>



<p>A irritabilidade e a agressividade andam de mãos dadas com a pessoa que sofre de depressão. Como a pessoa não tem a capacidade de agir de forma a encontrar solução para o seu problema, irrita-se mais facilmente e torna-se agressiva (nos atos e nas palavras) por se sentir frustrada em não conseguir reverter a situação na qual se encontra.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Isolamento</strong></h3>



<p>A criança e jovem que sofre de depressão tem tendência a afastar-se dos seus familiares e amigos. Fecha-se numa concha e não demonstra o seu verdadeiro estado de alma. Este isolamento faz com que a pessoa evite o contacto com os outros e, por isso, dificulta uma boa comunicação, apoio e aconselhamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Choro fácil e frequente</strong></h3>



<p>O estado depressivo é de tal ordem que basta a pessoa ouvir o seu próprio nome e as lágrimas caem-lhe pelo rosto. A emotividade e a sensibilidade estão descontroladas e andam também de mãos dadas com a pessoa que sofre de depressão. Este choro é uma consequência de várias emoções.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Insucesso escolar</strong></h3>



<p>A desmotivação por não ter os melhores resultados, por não perceber a matéria, por não se identificar com aquele professor e/ou colega de carteira, por ter dificuldade em estudar a partir de casa, por não gostar mesmo daquela matéria, por sentir falta de atividades práticas e em grupos pode levar a um estado depressivo. É importante não exigir mais do que a criança e adolescente consegue dar. É fundamental prestar apoio e decidir juntamente com o aluno qual o caminho a seguir para inverter a situação e ganhar motivação pelos estudos e pela escola.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Fadiga e falta de energia</strong></h3>



<p>É normal que a criança e adolescente, estando num quadro depressivo, tenha falta de energia e se sinta constantemente cansado/a. Isto porque, quando se está triste, quando se está mais em baixo, tem-se menos apetite e por conseguinte alimenta-se mal. Por outro lado, também existem alterações no sono que vão deixar a pessoa mais cansada quando acorda do que quando se deitou.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Agitação</strong></h3>



<p>O facto de não sabermos o que fazer para resolver o nosso <a href="https://www.facebook.com/socialeducatorsconsultancy/posts/468065018385678" target="_blank" rel="noreferrer noopener">problema</a>, sair de um quadro depressivo, ter motivação para agir e fazer acontecer o que gostaríamos que acontecesse, provoca uma certa dose de ansiedade e de agitação. A mente do ser humano só sossega quando tem as coisas controladas e a pessoa vive em paz com as situações e/ou desafios que lhe vão aparecendo diariamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Perda de interesse nas atividades</strong></h3>



<p>Se a criança e adolescente evita estar com familiares e amigos, é normal que também perca todo o interesse em fazer as atividades que até então gostava de fazer. A mente está voltada para o problema e não para a festa que vai haver logo à noite em casa da Maria ou do Manuel. É, por isso, fundamental que os <a href="https://simplyflow.pt/as-melhores-estrategias-para-uma-parentalidade-positiva/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pais</a> incentivem os seus filhos a conviverem com os seus amigos, convidando os amigos dos filhos a virem até lá a casa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Mudanças no sono e na alimentação</strong></h3>



<p>Como referido anteriormente, o sono e a alimentação sofrem alterações quando a pessoa se encontra com uma situação de depressão. Na verdade, não é só o sono e a alimentação que sofrem alterações, o próprio aspecto físico também sofre. Pois a pessoa perde a vontade de se vestir, de se cuidar e até em alguns casos de fazer a sua prática de higiene pessoal diariamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Dores e mau estar físico inexplicáveis</strong></h3>



<p>O desconforto é de tal ordem que o corpo sofre com as consequências provocadas pela privação do sono e por uma alimentação desequilibrada. O corpo dá-nos sempre sinais de como está a nossa mente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Sentimento de culpa e de inutilidade</strong></h3>



<p>A depressão leva uma pessoa a sentir que não tem aptidão para fazer nada, que não é suficientemente boa para merecer algo (um objecto, um trabalho, um amor) e que a culpa de isto ou aquilo acontecer foi sua. Enquanto não trabalhar este estado de alma, a culpa, a pessoa não consegue sair deste quadro depressivo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Dificuldade de concentração</strong></h3>



<p>Uma pessoa com depressão não consegue concentrar-se no óbvio e ter a destreza de encontrar as soluções para os seus problemas, caso contrário não estaria a viver uma situação de depressão. Perde-se a concentração, a motivação e o foco no que é realmente importante.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Pensamentos sobre morte e suicídio</strong></h3>



<p>Passa pela cabeça da pessoa que se morrer fica o assunto resolvido, que não provoca mais sofrimento aos outros, nem atrapalha mais a vida a ninguém.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Todos estes pensamentos são legítimos, mas é aí que todo o alerta deve ser acionado.</strong></h2>



<p><strong>Mas, como?</strong></p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-T0SCx' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Primeiramente saiba que, <strong>o suicídio é a segunda maior causa de morte na adolescência</strong>, sendo que a primeira são os acidentes rodoviários.</p>



<p>Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que <strong>o suicídio infojuvenil acontece depois da puberdade, entre os 15 e os 19 anos de idade.</strong></p>



<p>E quais são os<strong> fatores</strong> que levam uma criança ou adolescente a colocar um ponto final na sua curta, mas marcante história de vida?</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Falta de comunicação com os pais e amigos;</li><li>Relacionamento familiar conflituoso;</li><li>Insucesso escolar e stress académico;</li><li>Morte de um familiar ou amigo próximo;</li><li>o fim de uma relação amorosa;</li><li>Mudança de casa, escola, cidade, país e, em alguns casos, de estrutura familiar (adoção e famílias de acolhimento);</li><li>Bullying e humilhação;</li><li>Rejeição social devido à orientação sexual, etnia, religião, etc.;</li><li>Doenças mentais e doenças físicas;</li><li>Falta de propósito e de objectivos de vida;</li><li>Angústia, frustração, depressão e raiva.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como podemos ajudar a evitar uma depressão ou um desfecho tão trágico, como o suicídio?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Ter atenção</strong> aos sinais de depressão;</li><li><strong>Ser compreensiva/o</strong> e ouvir apenas (sem julgamentos) o que o seu filho tem para lhe contar. De forma alguma, lhe diga o que deve ou não fazer, apenas o faça sentir-se ouvido e entendido por si;</li><li><strong>Encorajar o seu filho a conviver mais com os amigos</strong>. É importante não estarem isolados dos amigos e fazerem atividades juntos;</li><li>Garanta uma <strong>alimentação saudável </strong>e a prática de<strong> exercício físico</strong> (mesmo que seja em casa). Por exemplo: peça para ele ser o seu personal trainer, assim garante que ele está a fazer algo bom para ele;</li><li><strong>Consulte um pedopsiquiatra para uma melhor recomendação</strong>. Cada caso é um caso e deve ser entendido de forma cuidada, única e especial.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Contactos para ter sempre à mão:&nbsp;</strong></h2>



<p>Partilho aqui também alguns <strong>contactos de instituições de apoio </strong>que podem ser úteis a qualquer um de nós e que deve ficar registado, para além da agenda telefónica do telemóvel, num lugar visível e acessível a todos os membros da sua família.</p>



<p>Partilhe toda esta informação com os seus familiares e amigos, porque quem vê caras não vê corações, e esta situação pode estar a ser vivida nas mesmas quatro paredes que você, ou ao virar da esquina.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>SOS VOZ AMIGA</strong> (número gratuito), entre as 16h e as 24h – 213 544 545</li><li><strong>CONVERSA AMIGA</strong> (número gratuito), entre as 15h e as 22h – 808 237 327 e 210 027 159</li><li><strong>SOS ESTUDANTE</strong>, entre as 20h e as 01h – 239 484 020</li><li><strong>TELEFONE DA ESPERANÇA</strong>, entre as 20h e as 23h – 222 080 707</li><li><strong>TELEFONE DA AMIZADE</strong>, entre as 16h e as 23h – 228 323 535</li></ul>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-T0SCx' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>As melhores estratégias para uma parentalidade positiva</title>
		<link>https://simplyflow.pt/as-melhores-estrategias-para-uma-parentalidade-positiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 May 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Família]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade Positiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas vezes perguntam-me o porquê de as crianças não virem com manual de instruções e a minha resposta é muito simples, não é preciso. E porquê? Porque o segredo está numa boa comunicação e no respeito pelo indivíduo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/as-melhores-estrategias-para-uma-parentalidade-positiva/">As melhores estratégias para uma parentalidade positiva</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Parentalidade pode ser exercida por qualquer pessoa que assuma um conjunto de valores e tarefas envolvidos na educação e no desenvolvimento de uma criança. E todos sabemos que uma vida com crianças nem sempre é fácil… Juntamente com os abraços e os mimos, existem situações ao longo do crescimento da criança, com as quais os pais/cuidadores têm que saber lidar. Por isso, hoje, com base na parentalidade positiva, partilho estratégias para que a sua família viva em plena harmonia e felicidade.&nbsp;</strong></p>



<p>Muitas vezes perguntam-me o porquê de as crianças não virem com manual de instruções e a minha resposta é muito simples, não é preciso. E porquê? Porque <strong>o segredo está numa boa comunicação e no respeito pelo indivíduo</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma boa comunicação e o respeito são a base de qualquer relação.&nbsp;</strong></h2>



<p>Numa relação entre um adulto e uma criança, esses valores tornam-se ainda mais importantes na medida em que as mesmas afetam as emoções das crianças (e as crianças mais novas ainda estão a descobrir o que é isto de ter emoções &#8211; o que são e para que servem) e a personalidade delas também (que se desenvolve nos primeiros anos de vida do indivíduo).&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é importante as crianças experienciarem na infância?</strong></h2>



<p>Para que a criança cresça numa relação positiva com os pais e seus pares, se tornem cidadãos responsáveis e sejam capazes de ultrapassar obstáculos na vida adulta, existem fatores cruciais que as crianças devem experienciar na sua infância, tais como:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A criança deve sentir-se amada e cuidada por todos à sua volta;</li><li>Deve crescer com diretrizes que a vão ajudar a desenvolver o controle das próprias emoções e ter confiança nas suas próprias ações;</li><li>Viver num ambiente rico em oportunidades de exploração do mundo e que lhe permita seguir as suas paixões e interesses;</li><li>Deve ser reconhecida e valorizada como pessoa e ser integrada em grupos;</li><li>Ser lembrada que é totalmente correto ser da forma que é. Não apontar defeitos ao corpo ou à sua personalidade;</li><li>Ter uma primeira experiência educativa de excelência, com educadores, professores e auxiliares que a apoiem a ultrapassar qualquer obstáculo e que lhe dêem ênfase às suas qualidades, habilidades e interesses.</li></ul>



<p>Para além destes fatores, os pais devem ter em conta que<strong> as crianças gostam de saber o que estão a sentir</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O cérebro de uma criança desenvolve-se até por volta dos seus 6 anos.&nbsp;&nbsp;</strong></h2>



<p>Muitas crianças ainda estão neste processo de desenvolvimento e, portanto, alguns pais pensam que as crianças estão a testar os limites do adulto, mas não. Estão apenas a <strong>tentar perceber quais as ações que determinam certas emoções</strong> em vocês, pais. E é aqui que entra a parentalidade positiva e as estratégias a adotar. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Parentalidade positiva &#8211; Que estratégias adoptar?</strong></h2>



<p>Por exemplo: Você diz para não mexer no comando, mas a criança vai mexer. E vai mexer porquê? Porque:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-aK7IN' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list"><li>Não foi explicado à criança o porquê de você não querer que se mexa no comando. Porque estraga? Porque magoa? Porque queima a mão? A criança não sabe o porquê e, então, se lhe explicar, pode ser que na próxima vez ela não tenha essa curiosidade em mexer;</li><li>Fazendo o contrário do que lhe foi pedido (não mexer no comando), a criança vai ter a curiosidade em mexer para perceber que emoção lhe provoca. Ou seja, a mãe/o pai/o cuidador fica zangado, irritado, triste, chora ou ri? É importante lembrar-se que a criança não o está a provocar, mas, sim, a tentar perceber as emoções que o cérebro está ainda a assimilar.&nbsp;</li></ol>



<p>Deixo-vos aqui algumas estratégias para uma parentalidade positiva, para aplicarem em casa com os vossos filhos:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Ouvir a criança&nbsp;</strong></h3>



<p>Muitas vezes os sentimentos das crianças são rejeitados e elas ficam muito tristes e chateadas. Por vezes, os pais ainda tentam dar uma solução lógica, mas isso parece não ser o suficiente para ajudar. Então, se apenas ouvir a explicação da criança e dizer algo simples, como, por exemplo, um “OH”, faz com que a criança se sinta entendida.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Dar nomes aos sentimentos</strong></h3>



<p>A criança está triste porque um amigo hoje não foi à escola. Diga à criança que o que ela está a sentir é tristeza. Por exemplo: “Oh meu amor, consigo ver que estás triste porque o teu amigo hoje não foi à escola”.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Fantasiar acontecimentos</strong></h3>



<p>Pegando o exemplo anterior, diga à criança: “Vamos acreditar que o teu amigo amanhã volta à escola. Mas, se não voltar, amanhã ligamos para casa dele e dizes que tens saudades dele”.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Criar uma lista de regras (em conjunto enquanto casal e pais) que gostariam de ver a ser respeitadas por todos os membros da família</strong></h3>



<p>Essas regras devem ser colocadas num local à vista de todos e devem essencialmente ser regras positivas e não de punição.&nbsp;</p>



<p>Os pais devem ensinar como aplicar estas regras nas situações básicas do dia-a-dia e tornarem-se os modelos ideais para os seus filhos. Sabemos todos que os filhos são o reflexo dos pais. Portanto, não se pode esperar que a criança faça algo sem a referência de um adulto.&nbsp;</p>



<p>Exemplos de regras a aplicar em casa:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Tratar todos com respeito;</li><li>Se usar alguma coisa, colocar de volta no local corretamente;</li><li>No caso de sujar alguma coisa, limpar;</li><li>Falar sempre a verdade e nunca ter medo de admitir um erro.&nbsp;</li></ol>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Evitar culpar, chamar nomes, ameaçar ou dar ordens à criança</strong></h3>



<p>Alguns pais têm dificuldade em controlar os nervos e a sua irritabilidade. Exprima o que sente à criança e explique-lhe o porquê de você ter ficado triste com A ou B comportamento. Diga o que o irrita realmente, mas também reforce o que adora que aconteça. Por exemplo: “Eu não gosto mesmo nada quando acabas de brincar e deixas os teus brinquedos todos espalhados no chão, mas fico bastante feliz quando te lembras e guardas os teus brinquedos”.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Ensine em vez de punir</strong></h3>



<p>Se punir uma criança vai perceber que a punição não surtiu o efeito que desejava, que seria a criança comportar-se corretamente. Então, em vez de recorrer à punição, ensine a criança a ter comportamentos corretos.&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Evite dizer “Não”</strong></h3>



<ul class="wp-block-list"><li>Evite dizer à criança: “Não faças isso”. Diga antes: “Gostava que parasses de fazer isso”. O ‘Não’ surge aqui como uma imposição e, por si só, tem uma conotação negativa que devemos evitar quando queremos praticar uma parentalidade positiva.</li><li>Ofereça outras opções à criança. Por exemplo, a criança quer beber um refrigerante. Em vez de dizer: “Não bebes isso”, diga antes: “Preferes beber água ou sumo de fruta?”.</li></ul>



<p>Aplicando estas <a href="https://www.facebook.com/socialeducatorsconsultancy/photos/a.109033380955512/253790396479809/?type=3&amp;theater" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estratégias</a> e adotando uma comunicação positiva, a vida familiar torna-se mais harmoniosa, aumentando a cumplicidade entre todos os membros da família.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-aK7IN' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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