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	<title>Carla Rosa, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Carla Rosa, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Quais são os efeitos do stress no nosso corpo?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/quais-sao-os-efeitos-do-stress-no-nosso-corpo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jan 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[carla rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[osteopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A chegada da pandemia desencadeou grandes níveis de stress. Sabemos agora que nada é certo e que de um momento para o outro podemos perder o controlo das nossas vidas, e isto aumentou ainda mais os níveis de stress tornando-os muito alarmantes.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/quais-sao-os-efeitos-do-stress-no-nosso-corpo/">Quais são os efeitos do stress no nosso corpo?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O stress faz parte do nosso dia-a-dia devido às constantes preocupações e tensões a que estamos expostos, às exigências, aos desafios e pressões, sejam elas, profissionais, pessoais, emocionais, familiares, financeiras, culturais, entre outras. É importante entender quais os efeitos que o stress tem no nosso corpo a curto e a longo prazo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O stress provoca muitas alterações no nosso corpo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Com o passar do tempo pode até provocar doenças irreversíveis e doenças auto-imunes, entre outras. E cada vez aparecem mais patologias novas devido ao aumento de stress a que estamos sujeitos atualmente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cada um de nós tem uma resposta diferente ao stress.</strong></h2>



<p>A nossa reação ao stress vai provocar-nos várias alterações quer ao nível físico, quer ao nível psicológico.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Numa primeira fase, quando nos sentimos em perigo, temos uma reação conhecida por “Luta ou Fuga”.</strong></h2>



<p>Esta reacção é activada pelo nosso sistema nervoso, que é o responsável pelas seguintes manifestações no nosso corpo:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>ativam-se as glândulas sudoríparas, produzindo <strong>suor</strong>;</li><li>dá-se um <strong>aumento da tensão arterial</strong>;</li><li>o <strong>fluxo sanguíneo dirige-se para os músculos</strong>;&nbsp;</li><li>as <strong>pupilas dilatam-se</strong> para uma melhor visão;</li><li>dá-se um <strong>aumento da capacidade pulmonar</strong>;</li><li>o <strong>fluxo de saliva e </strong>a<strong> função digestiva diminuem</strong>;</li><li><strong>libertam-se hormonas</strong>, como a adrenalina;</li><li><strong>aumenta o ritmo cardíaco</strong>;</li><li>dá-se uma <strong>inibição da bexiga e funções excretórias</strong>;&nbsp;&nbsp;</li><li>o <strong>fígado liberta mais glicose</strong>.</li></ul>



<p>Todos já passamos por esta fase. Temos dificuldade em ficar quietos, mas muitas vezes, e arriscaria até dizer na maioria das vezes, temos mesmo de ficar parados e calados, como se estivéssemos “a engolir as nossas emoções e vontades”.&nbsp; Porém, isso não faz com que o nosso corpo pare de ter estas reações internas e, por isso, chega a uma segunda estapa: a fase da resistência.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Depois segue-se a fase da resistência.&nbsp;</strong></h2>



<p>Nesta fase, o corpo está muitas vezes a activar todas as reacções anteriormente descritas e começa a ficar cansado. Dependendo da reação do organismo de cada pessoa, podem desencadear-se algumas patologias, tais como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Arritmias cardíacas;</li><li>Dificuldade na digestão;</li><li>Síndrome do cólon irritável;&nbsp;</li><li>Tensão arterial alta;</li><li>Tendência para depressão;</li><li>Entre outros.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E, por último, a fase da exaustão.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Se não tivermos consciência do mal a que o nosso corpo está exposto, tanto fisicamente, como mentalmente, podemos entrar facilmente na fase de exaustão.</strong> É aí que começam a falhar as nossas adaptações ao stress e há um déficit das reservas de energia.&nbsp;</p>



<p><strong>A maioria dos sintomas somáticos e psicossomáticos destacam-se mais nesta fase, uma vez que o nosso organismo tem uma resistência limitada e começa a entrar em falência.</strong> Assim, começam a aparecer várias patologias, como por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Diabetes;</li><li>Fadiga Crónica / Encefalomielite Miálgica;&nbsp;</li><li>Síndrome de exaustão;</li><li>Doenças auto-imunes;</li><li>Esgotamento;</li><li>Entre outras.</li></ul>



<p>São<strong> doenças de adaptação </strong>em que o organismo vai identificar o meio de menor resistência, provocando uma <strong>desvitalização gradual e sistémica</strong>.<strong> E quando se chega a este ponto, podemos entrar numa fase irreversível.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como evitar as consequências do stress?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-urgwl' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>É muito importante <strong>praticar exercício físico</strong> para quebrar a rotina do corpo, que está sujeito diariamente a movimentos e posturas repetitivas, que, muitas vezes, provocam lesões com o passar do tempo. Além disso, ajuda-nos também a libertar a adrenalina e noradrenalina que vamos acumulando ao longo dos dias, evitando que cheguemos às fases mais complicadas.</p>



<p><strong>O sedentarismo é nocivo para a nossa saúde física e mental. </strong>O nosso corpo precisa de movimento para que exista uma hosmeostase entre todos os sistemas e isso traz-nos vitalidade, ou seja, saúde a todo o nosso corpo (físico e mental).</p>



<p>O trabalho de um Osteopata é ajudar a promover essa homeostasia entre os sistemas. Como? Trabalhando o sistema nervoso, sanguíneo, respiratório e músculo-esquelético. Este trabalho deve ser feito preferencialmente como preventivo, de forma a evitar as fases mais complicadas da exposição constante a altos níveis de stress.</p>



<p>A <a href="https://simplyflow.pt/osteopatia-forma-prevencao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Osteopatia</strong></a> ajuda a restabelecer a parte física e fisiológica do corpo, mas, dependendo do que está a causar o stress, é importante também uma <strong>ajuda psicológica</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Psicologia e Osteopatia complementam-se na perfeição no combate ao stress em muitos casos.</strong></h2>



<p>A chegada da pandemia desencadeou grandes níveis de stress e o medo, a incerteza, a solidão, a exaustão por excesso de trabalho, a dor, a tristeza, a angústia, a raiva e a perda, entre outros, passaram a fazer parte da vida de inúmeras pessoas. Sabemos agora que nada é certo e que de um momento para o outro podemos perder o controlo das nossas vidas, e isto aumentou ainda mais os níveis de stress tornando-os muito alarmantes! </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É urgente parar!&nbsp;</strong></h2>



<p>A nossa rotina é tão corrida que muitas vezes nem temos tempo para pensar em mais nada. Vivemos de forma robótica, sem tempo para <a href="https://www.facebook.com/carlarosaosteopata/posts/1294800180993176" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pensar</a>. Por isso, grande parte das pessoas anda toda a vida a fazer o que é socialmente correto, sem pensar se é o que realmente quer ou o que lhe faz sentido.</p>



<p>Ter nem que sejam 30 minutos diários para<strong> parar </strong>e fazer uma <a href="https://simplyflow.pt/os-beneficios-da-meditacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>meditação</strong></a> é essencial.  Esta é uma prática que vai ajudar a refletir e a ouvir a sua voz interior, traz calma, foco, concentração, baixa substancialmente os níveis de stress e, com o tempo, saberá exactamente aquilo que quer e o que não quer.</p>



<p><strong>Escolha-se primeiro a si para depois dar o melhor de si aos outros</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-urgwl' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>A coragem para abraçar o nosso propósito de vida</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-coragem-para-abracar-o-nosso-proposito-de-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2020 07:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[carla rosa]]></category>
		<category><![CDATA[osteopatia]]></category>
		<category><![CDATA[propósito]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parabéns ao Simply Flow e a todos os que fazem parte deste projecto. Parabéns a ti,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns ao Simply Flow e a todos os que fazem parte deste projecto. Parabéns a ti, Fátima Lopes, por apostares na qualidade e na diferenciação. Esta é, sem dúvida, uma plataforma que faz a diferença na área da Saúde e do Bem-estar. E eu sinto uma grande alegria e gratidão por estar neste projecto desde o primeiro dia e ter acreditado nele.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nada acontece por acaso… </strong></h2>



<p>No Simply Flow o mês de Outubro é dedicado ao tema celebração e como nesta vida nada é por acaso, curiosamente também eu estou numa fase da vida de celebração. Celebro, finalmente, a união entre o meu trabalho de osteopata e o meu lado espiritual. E, por isso, acho que vale a pena partilhar convosco um pouco da minha história.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O despertar do lado espiritual durante a infância</strong></h2>



<p>Desde pequena que tenho uma sensibilidade diferente, aos olhos de alguns. Comecei por ver e sentir coisas que não sabia explicar e, por isso, fugia delas. Evitava o silêncio, dançava muito, tentava não estar sozinha. Tudo coisas que me permitissem abstrair de pensar nesse meu lado “estranho”.</p>



<p>Enquanto fui miúda não falei disto a ninguém porque achava que “não era normal” e tinha receio que pensassem que não estava bem da cabeça. Estava fora de questão cultivar o lado espiritual ou deixar que tivesse expressão na minha vida, por isso pu-lo sempre de parte.&nbsp;</p>



<p>À medida que fui crescendo e quando pensava que profissão queria ter, só percebia que queria lidar com pessoas, estar em contacto com elas. Até que a vida me empurrou para a fisioterapia e de uma maneira inesperada. Foi através de uma acção promocional que fiz num Health Club que me interessei pela Fisioterapia e rapidamente percebi que o meu caminho era esse.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ter a intuição como bússola</strong></h2>



<p>Nesta minha caminhada de evolução pessoal e profissional sempre segui a minha intuição. Primeiro trabalhei por conta própria. Depois acabei por trabalhar numa clínica, onde tive um primeiro contacto com a Osteopatia. Fiquei fascinada e apaixonei-me por esta área. Perceber que, de forma manual, podemos fazer a diferença no corpo de uma pessoa é fantástico e foi, sem dúvida, o que me levou a tirar o curso de Osteopatia.</p>



<p>Se olhar para trás, o meu lado espiritual, as formações que fiz e os trabalhos que tive, conduziram-me ao momento de decisão em que me encontro agora. Engraçado verificar que foi o Universo que me foi mostrando qual o caminho a seguir e, por isso, sinto-me muito grata.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como desenvolver a espiritualidade? </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-2BnTR' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Tinha 22 anos quando comecei a investigar mais sobre espiritualidade. De facto, quando nos interessamos e procuramos saber mais sobre o tema, o nosso lado espiritual vai-se desenvolvendo cada vez mais. O mais fantástico é que simultaneamente na minha&nbsp; vida vão aparecendo pessoas com a mesma sensibilidade, como se fosse uma confirmação de que este é o meu caminho.</p>



<p>Comecei a prestar mais atenção às pessoas e, mesmo sem dar por isso, comecei a sentir o seu estado de espírito. Comecei também a sentir a vibração dos sítios onde ía e com isso começaram a acontecer, com muito mais frequência, coisas sem explicação. Porém, nunca me senti assustada. Sempre respeitei bastante qualquer tipo de manifestação. Aliás, as manifestações fazem parte da minha vida e sou muito grata por isso.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os benefícios de estar conectada</strong></h2>



<p>Quando comecei a tratar pessoas na área da Osteopatia, havia alturas em que, mesmo sem os outros se aperceberem, eu sentia coisas ou algo se manifestava mesmo externamente. Aos poucos fui começando a lidar com estas experiências de forma natural porque consegui perceber porque tais coisas aconteciam comigo.</p>



<p>Até que houve um dia em que estava a tratar a minha melhor amiga e senti abertura para deixar este meu lado expressar-se. Comecei a sentir e a visualizar coisas que iam acontecer e coisas que ela precisava de saber. Quando a trato sinto o quanto a nossa ligação é forte. O facto de partilharmos a mesma fé ainda nos aproxima mais. O certo é que a partir desta experiência com a minha amiga, percebi que se estivesse mais conectada com a pessoa que estava a tratar, sentia-a mais.&nbsp;</p>



<p>Ao princípio só o fazia com pessoas em quem tinha confiança e que viviam um lado espiritual. A essas deixava-me entregar ao que sentia e a informação fluía. Mesmo sem falar nada, as pessoas mais sensíveis percebiam que não era só o meu tratamento de Osteopatia que as fazia melhorar. Algumas até me diziam que se sentiam muito bem a outros níveis. Até que começaram a vir pessoas recomendadas por amigos e que me diziam logo para estar à vontade e dizer o que sentia. Hoje sei que só preciso de me deixar ir e conectar-me com a pessoa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma paragem forçada, uma tomada de consciência</strong></h2>



<p>Esta época que estamos a viver, trouxe coisas menos boas, mas também coisas muito boas. Tal como tantas pessoas, vi-me isolada em casa, sem trabalhar porque o meu trabalho passa por tocar nas pessoas, estar próxima delas e isso era, exactamente, o que não podíamos fazer. Acabei por ficar só comigo mesma. E aí aconteceu uma coisa muito interessante.&nbsp;</p>



<p>Não sentia vontade de estar em frente à televisão a ver séries ou qualquer outra coisa. Tudo isso me parecia uma perda de tempo. Optei por fazer caminhadas no meio da natureza e que me faziam sentir o coração cheio e repleto de energia. Comecei a fazer meditação, o que me permitiu ficar mais centrada em mim. Quando me apercebi, estava de frente para a minha própria vida e com tempo para a analisar e refletir. Senti que tinha uma vontade imensa de viver o meu lado espiritual, o lado que esteve sempre em espera e que nunca deixei que tivesse expressão na minha vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não há coincidências! </strong></h2>



<p>Mais uma vez o Universo facilitou-me a vida pondo-me a ver um <a href="https://www.youtube.com/watch?v=eT2-1odWxf0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">documentário</a> que amei e que me deixou com vontade de ler o livro da mulher que o inspirava, Louise Hay. Como estávamos em altura de pandemia, não consegui comprar o livro. Fui buscar um dos meus livros, decidida a não adiar mais a vivência da minha espiritualidade. Quando me levanto e olho para debaixo da minha mesa, reparo num livro que estava escondido atrás dos outros e não sei porquê, peguei nele. Qual não é o meu espanto quando vejo que é um livro da tal senhora que tinha inspirado o documentário . Tinha-o em casa e nem sabia!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A união entre a Osteopatia e a Espiritualidade </strong></h2>



<p>A partir desse dia, tudo se tornou muito claro e as informações passaram a vir ter comigo mesmo sem contar com elas. Refleti sobre o que queria fazer com o meu lado espiritual. Perguntei-me se iria deixar novamente este lado só para meia dúzia de pessoas, com quem sentisse confiança ou se, de uma vez por todas, ia casar a Espiritualidade com a Osteopatia e fazer ainda com mais alma aquilo que me apaixona. A resposta foi: “Avança sem medo. Não há razão para que o medo continue a condicionar as tuas escolhas”. E eu decidi finalmente abraçar as duas coisas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A coragem de abraçar o nosso propósito, a nossa missão</strong></h2>



<p>Sinto hoje que sou melhor terapeuta e não é o ego a falar. Hoje, ao olhar para as pessoas sinto-as de verdade. Sei o que hoje as minhas mãos fazem, o que as minhas palavras conseguem e que antes não conseguiam. Isto só é possível porque a espiritualidade está finalmente de mãos dadas com a <a href="https://simplyflow.pt/osteopatia-forma-prevencao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Osteopatia</a>. E esta é uma união mesmo necessária porque hoje sabemos que por vezes as dores físicas têm origem na alma. </p>



<p>Hoje sou uma mulher grata e cheia de razões para celebrar a vida.&nbsp;</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-2BnTR' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Falemos de Dores de Cabeça</title>
		<link>https://simplyflow.pt/falemos-de-dores-de-cabeca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2019 08:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[carla rosa]]></category>
		<category><![CDATA[cefaleias]]></category>
		<category><![CDATA[dor de cabeça]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cefaleias ou, como todos dizemos, dores de cabeça Normalmente, quando uma pessoa sente uma dor de&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/falemos-de-dores-de-cabeca/">Falemos de Dores de Cabeça</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>Cefaleias ou, como todos dizemos, dores de cabeça</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Normalmente, quando uma pessoa sente uma dor de cabeça, não pensa porque é que apareceu ou o que fez desencadear a dor. Existem muitos tipos de dor de cabeça e por isso é importante estar atento aos sintomas. Se tiverem alguma persistência, anote-os para comunicar ao seu médico, porque isso ajuda muito no diagnóstico. </span><b>Cada cefaleia tem um tratamento diferente.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se sabe a origem ou o tipo de dor, torna-se mais fácil encontrar o tratamento adequado e, até mesmo, evitar novos episódios.</span></p>
<h2><b>Quais são os tipos de dor de cabeça mais comuns?</b></h2>
<h3><b>Cefaleia de Tensão</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A cefaleia de tensão provoca uma dor incómoda, aperto ou pressão ao redor da testa, ou na parte de trás da cabeça e do pescoço. Algumas pessoas dizem que parece uma braçadeira a apertar o crânio. Muitas vezes chamadas de dores de cabeça por stress, são o tipo mais comum nos adultos e subdividem-se em dois géneros:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Dores de cabeça de tensão episódica, que ocorrem menos de 15 dias por mês;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Dores de cabeça de tensão crónica, que acontecem mais de 15 dias por mês.</span></li>
</ul>
<p><b>Estas dores de cabeça podem durar de 30 minutos a alguns dias. O tipo episódico começa geralmente de forma gradual e a meio do dia. As dores de cabeça crónicas vêm e duram um longo período de tempo. </b><span style="font-weight: 400;">A dor pode ficar mais forte ou diminuir ao longo do dia, mas quase sempre está lá. As dores de cabeça de tensão, por norma, não impedem de fazer as atividades diárias. São causadas pela contração involuntária de músculos da cervical e occipital (parte de trás do pescoço e base do crânio). Normalmente este tipo de dor atinge mais as mulheres.</span></p>
<h4><b>Causas</b></h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Má postura;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Stress (por um pico de stress ou exposição diária ao stress e, neste caso, a dor pode tornar-se crónica);</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Ansiedade;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Cansaço;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fome;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Excesso de exercício físico;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Falta de ferro;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Bebidas alcoólicas;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Cafeína;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Problemas dentários.</span></li>
</ul>
<h4><b>Sintomas</b></h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Leve pressão ou dor que poderá ser só de um lado, à frente ou atrás da cabeça;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Irritabilidade;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Dificuldade de concentração;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fadiga;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Mais sensível ao barulho ou às luzes;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Insónias.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso das cefaleias de tensão, a osteopatia pode ajudar, levando o corpo a reorganizar-se, ou seja, fazendo um ajuste à estrutura do corpo, activando a circulação, relaxando os músculos e inibindo o sistema nervoso periférico.</span></p>
<h3><b>Enxaquecas</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra das cefaleias mais comuns são as enxaquecas, que também atingem mais as mulheres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É uma dor de cabeça que, muitas vezes começa como uma dor normal, e se transforma em dor pulsátil, geralmente apenas num lado da cabeça. A dor pode durar horas ou dias e pode tornar-se incapacitante. </span><b>As enxaquecas podem ser hereditárias.</b><span style="font-weight: 400;"> Se um dos pais sofrer de enxaqueca, o filho terá 50% de probabilidade de vir a ter e, se os dois pais tiverem, as probabilidades aumentam para 75%.</span></p>
<h4><b>Sintomas</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O sintoma mais conhecido de alerta é a aura que pode ocorrer antes ou durante a dor de cabeça e que pode incluir flashes de luz, pontos cegos ou formigueiro num lado do rosto e, mais raramente, no braço.</span></p>
<p><b>As enxaquecas podem progredir em quatro fases.</b><span style="font-weight: 400;"> Nem todas as pessoas passam por todas as fases, pois cada caso é um caso.</span></p>
<p><b>1. Pró-dromo</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um ou dois dias antes de uma enxaqueca, é possível perceber mudanças subtis que alertam para uma enxaqueca futura, incluindo:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Prisão de ventre;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Mudanças de humor;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Desejos de comida;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Rigidez do pescoço;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Sede;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Bocejo frequente.</span></li>
</ul>
<p><b>2. Aura</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A aura pode ocorrer antes ou durante a enxaqueca. A maioria das pessoas experimenta enxaquecas sem aura. As auras são sintomas do sistema nervoso e traduzem-se em distúrbios visuais como, por exemplo, pontos ou luzes brilhantes a piscar, pontos cegos, visão embaçada, perda de visão temporária e linhas onduladas ou irregulares. Uma enxaqueca com aura pode estar associada à fraqueza do membro (enxaqueca hemiplégica).</span></p>
<p><b>3. Crise</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma enxaqueca geralmente dura de 4 a 72 horas, se não for tratada. A frequência com que as dores de cabeça ocorrem, varia de pessoa para pessoa. As enxaquecas podem ser raras ou ocorrer várias vezes por mês. Durante uma enxaqueca, pode sentir:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Sensibilidade à luz, ruído e cheiros;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Náuseas;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Vómitos;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Tontura;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Dor de estômago;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Dor de barriga;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Diarreia;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Perda de apetite;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fadiga;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Palidez;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Em alguns casos raros, pode ter febre.</span></li>
</ul>
<p><b>4. Pós-drome</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fase final, conhecida como pós-drome, acontece depois de uma crise de enxaqueca. Pode sentir-se prostrado e muito cansado, enquanto algumas pessoas se podem sentir exultantes. Nas 24 horas seguintes, também pode experimentar a sensação de confusão, tontura, fraqueza e sensibilidade à luz e som.</span></p>
<p><b>Casos raros de Enxaqueca:</b></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Enxaqueca oftalmoplégica;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Enxaqueca hemiplégica;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Enxaqueca oftálmica;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Enxaqueca com aura do tronco cerebral.</span></li>
</ul>
<h3><b>Cefaleia Sinusal</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta dor normalmente é latejante e, se baixarmos ou mexermos a cabeça para o lado, fica mais forte. </span><b>Sente-se mais na testa, por cima dos olhos ou nas maçãs do rosto.</b><span style="font-weight: 400;"> Quando a dor é muito forte, a sensação é que ‘apanha’ os ouvidos e, às vezes, até os dentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sinusite aguda é uma infeção dos seios paranasais (a região das maçãs do rosto, ao lado do nariz, por cima dos olhos e na testa), que faz com que as cavidades em redor das vias nasais, fiquem inflamadas e provoque edema. Isto provoca acumulação de muco que, por sua vez, desencadeia um processo inflamatório e infeccioso, do qual podem resultar secreções aumentadas, congestão, tosse e dores de cabeça.</span></p>
<h3><b>Cefaleia em salvas</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Este tipo de cefaleia atinge mais os homens. A dor pode ser constante ou latejante e existem dois tipos:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong>Crónica</strong>, que aparece com regularidade e depois desaparece, mas num curto espaço de tempo;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong>Episódica</strong>, que pode estar um período maior sem aparecer.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Normalmente provoca edema, congestão nasal, vermelhidão da pálpebra e lacrimejo e, em alguns casos, pode haver queda da pálpebra.</strong> A dor normalmente é unilateral, apanhando só um olho. Pode dar-se por trás do olho ou em torno dele e, em alguns casos, pode irradiar para a testa, têmpora, nariz, bochecha ou gengiva superior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas pessoas podem experimentar náusea ou episódios de aura, parecidos com os sintomas da enxaqueca. Há também quem sinta o couro cabeludo tenso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ataques parecem estar ligados ao ritmo circadiano, que é o nosso “relógio biológico”, uma vez que a regulação do ciclo circadiano é no hipotálamo. Essa estrutura cerebral é responsável por alguns mecanismos muito importantes para a regulação do corpo humano, incluindo controlo da temperatura, da regulação hormonal e do sono.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas vezes estes ataques dão-se na mesma altura do dia ou em determinadas épocas do ano. <strong>Os episódios nocturnos normalmente são mais fortes.</strong> Inalar oxigénio pode ser muito eficaz no tratamento destas cefaleias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cefaleia em salvas pode ser hereditária ou ser desencadeada pelo estilo de vida, como o consumo de tabaco e álcool. Por isso mesmo, deve evitar:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Tabaco;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Álcool;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Calor intenso;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Altas altitudes;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Muito stress;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Banhos muito quentes;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Alimentos com alta quantidade de nitratos.</span></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>A Osteopatia como forma de prevenção</title>
		<link>https://simplyflow.pt/osteopatia-forma-prevencao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2018 08:57:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[carla rosa]]></category>
		<category><![CDATA[osteopatia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos temos as nossas rotinas e o nosso trabalho, que nos ocupa grande parte do tempo.&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos temos as nossas rotinas e o nosso trabalho, que nos ocupa grande parte do tempo. E, no dia-a-dia, ganhamos posturas de defesa em movimentos muitos simples sem sequer nos darmos conta disso. Só que a verdade é que ao adoptarmos posturas de compensação nas horas de trabalho, a maior parte das vezes na mesma posição, tem como consequência o aparecimento de dores.</p>
<p>O organismo altera-se e vão-se verificando modificações na nossa parte interna: alterações na coluna, tensões nos músculos, congestão nos tecidos, alterando a forma como os fluídos fluem pelo nosso corpo. O sistema nervoso periférico, que tem origem na coluna, vai, por consequência, alterar o trabalho dos órgãos e vísceras, e, dependendo da pessoa e do seu quotidiano, vai expressar-se mais na zona que estiver debilitada. E, quando se instala o quadro de dor, é habitual pensar: &#8220;Isto vai passar!&#8221;.</p>
<h2><strong>De forma inconsciente, todos adoptamos posturas de defesa.</strong></h2>
<p>O nosso corpo, que é uma máquina perfeita, adapta-se a uma postura que lhe seja mais confortável, mesmo sendo uma má postura, desde que &#8220;mascare&#8221; a dor. São as chamadas posturas de defesa, que adoptamos, na maioria dos casos, de forma inconsciente.</p>
<p>Com o tempo o nosso organismo vai tentar combater este processo, mas o que vai ocorrer é o agravamento do quadro clínico, surgindo mais dor e desconforto. Com posturas de compensação da coluna vão alterar-se os arcos fisiológicos e, com o tempo, começam a aparecer lesões, não só na coluna como nos órgãos e vísceras.</p>
<h2><strong>Como se define a lesão Osteopática?</strong></h2>
<p>A lesão Osteopática define-se patologicamente como uma anomalia estrutural, manifestando-se através de pressão ou irritação, que produzem uma desorganização funcional levando à diminuição da capacidade imunitária de todo o corpo ou de uma só parte. Em síntese, a patologia tem a sua origem no deficiente funcionamento estrutural que destabiliza a base do sistema imunológico do organismo, representando este processo um desequilíbrio entre estrutura e função.</p>
<h2><strong>A visão da Osteopatia. </strong></h2>
<p>Por esta razão, a visão que a Osteopatia tem sobre a doença baseia-se:</p>
<ul>
<li>Na desorganização das condições estruturais;</li>
<li>No mau funcionamento das condições funcionais entre fluídos, nervos, tecidos e órgãos. E, consequentemente, num desequilíbrio entre órgãos ou tecidos que são envolvidos por um dos fluídos (sangue ou linfa).</li>
</ul>
<h2><strong>A patologia de toda a enfermidade deriva da fisiologia exacerbada ou deprimida.</strong></h2>
<p>A nossa susceptibilidade às doenças depende do grau de desvio que apresentamos, no que diz respeito à normalidade da integração no organismo, da capacidade normal de resistência de todas as partes do corpo e da capacidade das toxinas e/ou dos micro-organismos para invadir e causar mudanças. Esta é a base para que se produzam processos degenerativos. O que quero dizer com isto é que as bactérias podem atacar o corpo quando existe algum tipo de fragilidade ou vulnerabilidade. Todas as doenças têm a sua origem em algum tipo de deficiência imunológica.</p>
<h2><strong>É importante reajustar toda a nossa estrutura e combater as más posturas.</strong></h2>
<p>Posto isto, é seguro dizer-se que é de extrema importância um reajustamento de toda a nossa estrutura, segundo um ponto de vista equilibrado, e se consiga combater as más posturas adquiridas no dia-a-dia.</p>
<p>Como prevenção, e caso não se verifiquem queixas, devemos consultar um Osteopata, pelo menos, de dois em dois meses.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A nossa cervical (parte 2)</title>
		<link>https://simplyflow.pt/nossa-cervical-parte-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2017 19:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[carla rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje vamos continuar a falar sobre a nossa Cervical. Sobre duas lesões que até aparecem com&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Hoje vamos continuar a falar sobre a nossa Cervical.</b></p>
<p>Sobre duas lesões que até aparecem com alguma frequência.</p>
<p>Mas atenção e como já referi se tiver algum sintoma na Cervical, muitas vezes não é o problema primário, pode ser uma consequência de outra lesão.</p>
<p><b><br />
Lesão em chicote<br />
</b>Normalmente associada a acidentes de carro, mas também pode acontecer em desportos de contacto (artes marciais, futebol, rugby, entre outros), quedas e outros. O efeito de chicote acontece quando o pescoço subitamente sofre uma hiperextensão para trás ou para a frente, que poderá provocar uma lesão nas vertebras, nos músculos, nos tendões, nos ligamentos e até mesmo na medula. Se não for tratado atempadamente, poderá vir a provocar outras complicações tanto músculo-esqueléticas como neurológicas. A dor pode surgir logo após o trauma, como passado dias, meses ou anos. Pode ser na cervical ou podem ser dores de cabeça que começam na occipital e irradiam até à testa, como nos ombros, na dorsal alta ou nos membros superiores. Os sintomas podem ser tonturas, cefaleias, menor amplitude ao virar a cabeça de um lado ou do outro, tensão muscular, parestesias, distúrbios auditivos ou de visão, dificuldade em engolir, fadiga, problemas de concentração ou mesmo de memória, entre outros.</p>
<p>Quando uma pessoa já sofre de uma degeneração numa ou em mais vértebras cervicais, com esta lesão pode haver o agravamento desta condição.</p>
<p>Existe um conjunto de nervos importantes que provêm da cervical e que enerva os membros superiores &#8211; o Plexo braquial. Muitas vezes, no caso de lesão que afete este plexo, o normal funcionamento dos membros superiores vai ficar comprometido. Há muitas formas de lesão do Plexo Braquial, mas a grande maioria é devida a traumas, principalmente decorrentes de acidentes de automóvel ou de mota, quedas, por armas de fogo, por carga pesada nos ombros e desportos de grande impacto. Estas lesões são mais comuns nos homens mas também podem acontecer no bebé durante o parto.</p>
<p>Dependendo da mecânica da lesão, as raízes nervosas do plexo Braquial podem sofrer estiramento, rutura ou avulsão.</p>
<p>Os sintomas desta lesão é que nos vão indicar qual a área afetada, ou seja se houver dificuldade em movimentar o ombro, poderá haver algum tipo de lesão nas raízes de C5 e C6, por exemplo.</p>
<p>Tudo isto pode provocar falta de força, encurtamentos musculares, rigidez nas articulações, atrofias, alterações de sensibilidade, alterações músculo-esqueléticas do membro afetado. Neste caso, o corpo vai adaptar-se à lesão o que poderá provocar alterações na postura.</p>
<p><b><br />
Torcicolo<br />
</b>O Torcicolo pode ser causado por vários fatores como: hérnias de disco cervicais, stress, artrose cervical, má postura de cabeça, trabalhar no computador, espasmo muscular, problemas dentários, entre outros.</p>
<p>O Torcicolo promove uma alteração da posição da cabeça e limitação no movimento do pescoço, o que leva a uma má postura.</p>
<p>Devido à dor, pode ocorrer uma modificação da posição da cabeça e um bloqueio da movimentação do pescoço. Mas podem ocorrer outros tipos de dor que pioram a movimentação ou que irradiam, “descendo” do pescoço em direção ao braço ou “subindo” para a cabeça.</p>
<p>O tratamento ajuda a recuperar o normal funcionamento dos fluidos o que vai ajudar a diminuir a inflamação. Fazendo um ajuste global do corpo, vai ajudar a recuperar a mobilidade do pescoço e diminuir o espasmo muscular cervical.</p>
<p><b><br />
Torcicolo congénito<br />
</b>Há crianças a serem diagnosticadas com torcicolo congénito</p>
<p>O Torcicolo congénito é um encurtamento do músculo esternocleidomastóideo que pode dever-se a um processo de fibrose durante a gestação devido a um mau posicionamento da cabeça ou a uma rutura durante o trabalho de parto, ou ainda por outro motivo cuja causa é desconhecida.</p>
<p>O Torcicolo congénito é a terceira causa mais frequente de anomalia músculo-esquelética congénita. Quanto mais rápido for o diagnóstico e o tratamento, mais se contribui para o sucesso de cura desta patologia, tendo em conta que a participação ativa dos pais em casa contribui bastante e faz toda a diferença.</p>
<p>Quanto mais tarde for diagnosticado mais probabilidades de se agravar e trazer outras complicações.</p>
<p>Mas atenção pois se tiver algum sintoma na Cervical, muitas vezes não é o problema primário, pode ser uma consequência de outra lesão.</p>
<p>Por isso muita atenção à vossa cervical e à dos vossos filhos.</p>
<p>Aposte na prevenção.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A nossa cervical &#8211; Parte 1</title>
		<link>https://simplyflow.pt/nossa-cervical-parte-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2017 17:13:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[carla rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na coluna vertebral, uma sobrecarga de esforço pode causar uma variedade enorme de problemas. Se é uma&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na coluna vertebral, uma sobrecarga de esforço pode causar uma variedade enorme de problemas.</p>
<p>Se é uma situação que afeta mais o tecido mole, então temos um caso clínico de mialgia.</p>
<p>Na coluna temos uma série de arcos que têm que funcionar juntos para amortecer o impacto que se cria em cada ação da coluna. Quando há uma restrição de movimento, a função amortecedora dos arcos fica disfuncional o que vai provocar uma lesão vertebral.</p>
<p>Essas lesões vertebrais podem ser de vários tipos: pode ser a relação entre as vértebras que pode manifestar-se como uma discopatia, um bloqueio a nível articular afetando a vértebra ou a costela. Se estas lesões não são tratadas atempadamente e mantêm a disfunção, então o processo degenerativo vai acelerar, pois não existindo movimento de compressão e descompressão entre as vértebras, a circulação dos fluídos que nutrem os discos e a cartilagem vai ser afetada. Com o tempo, acaba por provocar uma diminuição de espaço entre as vértebras, causando mais pressão nas articulações e afetando o espaço do Sistema Nervoso.</p>
<p>Na cervical o espaço é mais estreito e móvel, formado por vértebras, articulações, ligamentos e músculos pelos quais passam nervos, vasos sanguíneos, o esófago, a traqueia e a medula.</p>
<p>A nossa coluna tem tendência a ajustar-se à linha de gravidade, ou seja, mesmo que haja uma lesão na coluna vertebral a nossa cabeça e coluna vão adaptar-se e ajustar-se o mais possível para que o corpo possa andar o mais ereto possível. Por isso, quando avaliamos a cervical temos que ter em consideração toda a coluna, pois muitas vezes a lesão primária encontra-se noutro sítio da coluna.</p>
<p>Hoje em dia, muitas pessoas sofrem de dores na cervical, devido ao trabalho e às rotinas diárias. A nossa coluna passa por muitas agressões e a cervical é a zona mais afetada pois sofre de lesões da própria cervical e também se vai adaptar a outras lesões que provêm de outro sítio da coluna, também com acidentes de viação, no desporto ou situações que podem surgir mesmo no nascimento.</p>
<p>Existe um conjunto de nervos importantes que provêm da cervical e que vai enervar os membros superiores &#8211; o Plexo braquial. Muitas vezes, quando acontece alguma lesão que afete este plexo o normal funcionamento dos membros superiores pode ficar comprometido.<br />
Os problemas na cervical trazem associados variadíssimos sintomas: dores de cabeça, tonturas, cefaleias, formigueiro nos membros superiores, zumbidos nos ouvidos, entre outros.</p>
<p>É importante não esquecer que a cervical vai sofrer alterações também por outras disfunções ou patologias da coluna, pois no caso de lesão a coluna adapta-se de maneira a que o corpo ande o mais ereto possível, próximo do centro de gravidade e procurando uma postura mais antiálgica, portanto uma postura totalmente errada. Com isto a cervical sofre sempre. Muitas vezes as queixas começam pela cervical mesmo sendo um problema secundário, por isso é de extrema importância a avaliação global do corpo.</p>
<p>É muito importante ter em atenção a vossa postura e qualquer alteração ou queixa, consulte um especialista, pois faz toda a diferença. Deixar arrastar uma situação de dor ou má postura só vai agravar a situação e o processo de recuperação.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/nossa-cervical-parte-1/">A nossa cervical &#8211; Parte 1</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>O peso das novas tecnologias na nossa postura</title>
		<link>https://simplyflow.pt/peso-das-novas-tecnologias-na-nossa-postura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2017 19:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[carla rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acho muito importante falar sobre as novas tecnologias e a influência que tem na nossa postura.&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/peso-das-novas-tecnologias-na-nossa-postura/">O peso das novas tecnologias na nossa postura</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acho muito importante falar sobre as novas tecnologias e a influência que tem na nossa postura.</p>
<p>Hoje em dia todos nós usamos telemóvel, iPad, tablets, computadores, que facilitam e muito a nossa vida por um lado, mas esquecemo-nos que quando passamos muito tempo neles a nossa postura está totalmente errada e nem damos por isso, porque estamos concentrados no que estamos a fazer.</p>
<p>O que acontece é que fazemos um esforço enorme na nossa cervical e dorsal. Mais grave, é que cada vez mais cedo os nossos filhos ficam dependentes deles também, ainda estão a formar a sua postura, que por esse andar será totalmente errada.</p>
<p>Hoje em dia as crianças em vez de irem brincar para a rua, ficam em casa agarradas ao computador ou iPad e deixam de brincar, o que leva a más posturas, muitas vezes a um mau desenvolvimento ao nível da motricidade que é essencial, ou seja, um conjunto de funções nervosas e musculares que possibilitam os movimentos, sendo que os movimentos são prioritários para haver movimento de toda a nossa estrutura física ou fisiológica.</p>
<p>Todos nós, pais, temos cada vez mais uma vida super ocupada e, infelizmente, cada vez menos tempo para estarmos com os nossos filhos, mas acho que é importante saber o que a inércia pode fazer ao corpo de uma criança.</p>
<p>Nos jovens, e porque cada vez mais estudam pelo computador, é muito importante estudar a melhor postura para eles. Trato cada vez mais jovens de tenra idade devido a más posturas.</p>
<p>Pais, uma vez que a postura deles se está a formar é de extrema importância termos isso em atenção, e se possível fazer uma consulta com um especialista para vos poder alertar e aconselhar. Quantas vezes ouvem os vossos filhos queixarem-se de dores de cabeça ou de coluna (e muitos deles nem se queixam) ? Lembrem-se que vai afetar o futuro deles.</p>
<p>Se nos lembrarmos como nos sentimos depois de passar algum tempo no computador ou no iPad, telemóvel ou portátil… com dores na dorsal, na cervical, dores de cabeça, tonturas&#8230;</p>
<p>Muitas vezes, como todos temos as nossas profissões, e como já falamos, fazemos movimentos repetitivos todos os dias, e mais cedo ou mais tarde, aparecem as lesões mais ou menos graves. Mas se à nossa rotina juntarmos o exercício físico, vamos ajudar, e muito na prevenção dessas mesmas doenças, porque ativamos todo o nosso organismo e toda a nossa estrutura mexe &#8211; essencial para evitar lesões.</p>
<p>Com os nossos filhos não é diferente. Habituá-los a mexer, a exercitar o corpo desde cedo cria neles um hábito que vai fazer toda a diferença no seu futuro. O movimento mexe com toda a nossa estrutura, tanto física como fisiológica, essencial para um bom desenvolvimento.</p>
<p>Vamos combater a inércia e o sedentarismo que tão nocivo é para todos nós. A nossa cervical não é só músculos, medula, ligamentos. De lá saem também, como em toda a coluna, os nervos que vão enervar estruturas muito importantes.</p>
<p>Por exemplo: Nervos que vão enervar o diafragma, pleura e pericárdio; o plexo braquial que vai enervar os músculos do ombro, braço, mão, tórax anterior e posterior, assim como as conexões do coração e pulmões entre o plexo cardíaco e pulmonar, de um lado, e o plexo braquial do outro; olhos, sistema circulatório, linfático, nariz, Garganta e por aí fora&#8230;</p>
<p>É importante saberem que não são só os ossos e músculos que ficam afetados pela má postura, se houver um mau funcionamento da estrutura da coluna pode afetar também algum órgão ou víscera.</p>
<p>No próximo <em>post</em> vou falar especificamente da cervical, das suas lesões e o que pode afetar.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/peso-das-novas-tecnologias-na-nossa-postura/">O peso das novas tecnologias na nossa postura</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>A ajuda dos nossos patudos na nossa saúde</title>
		<link>https://simplyflow.pt/ajuda-dos-patudos-na-nossa-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2017 17:58:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[carla rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje estava a pensar falar sobre ombro ou cervical, mas fica para o próximo post. Tenho&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/ajuda-dos-patudos-na-nossa-saude/">A ajuda dos nossos patudos na nossa saúde</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje estava a pensar falar sobre ombro ou cervical, mas fica para o próximo post.<br />
Tenho que falar sobre um episódio que se passou comigo e com a ajuda da nossa especialista de Psicologia de Performance Ana Ramires foi uma história com um final feliz.</p>
<p>O meu filho chegou-me a casa com uma bola de pelo, linda, linda, linda. Contou-me que a iam entregar a um canil, uma patudinha que ainda nem sequer tinha dois meses. Como tenho duas gatas e um cão e pouco tempo para lhe dar a atenção que ela precisava, decidimos que tínhamos que encontrar um lar para ela, onde fosse feliz e com a ajuda da especialista Ana, a Nuba está numa família linda e feliz e nós muito felizes por ela e por essa família que a Nuba vai encher de mimo.</p>
<p>Os animais dão-nos um amor incondicional que não se encontra em mais lado nenhum e precisam da nossa atenção para serem felizes.<br />
Com eles podemos e devemos exercitar-nos, ao passeá-los. Todos os dias vou passear o meu Pepe de manhã antes de ir para o trabalho, quando chego a casa, depois de um dia de trabalho, e á noite. Ao fazê-lo ativo a circulação, trabalho a minha postura e relaxo.</p>
<p>No fim de semana nada melhor que um passeio na praia com os nossos amigos de quatro patas. Se repararem faz bem a tudo &#8211; corpo e mente.</p>
<p>O movimento é uma coordenação neuromuscular, mexe com toda a nossa estrutura, tanto física como fisiológica. A nível físico vai ativar toda a parte articular e muscular. A nível fisiológico vai ativar os fluidos e a parte neuromuscular. Nas crianças, o movimento é essencial para o desenvolvimento neurológico, intelectual e ao nível da motricidade e, com um cão, brincam, correm, riem… nada melhor para o seu desenvolvimento.</p>
<p>Nos jovens o movimento é essencial para o equilíbrio de todas as estruturas e boa nutrição do corpo, para que cresçam e se desenvolvam com uma boa qualidade de vida.<br />
Nos mais idosos é igualmente importante, pois a massa muscular tem tendência a diminuir e por isso é preciso incentivá-la, trabalhá-la com caminhadas e nada melhor que o fazer na companhia do melhor amigo do homem. Já referi isto no Post do movimento, mas é bom referir novamente para se aperceberem como estes amigos nos podem ajudar, e muito.</p>
<p>Por isso, como estão a ver, ao passearmos os nossos patudos pelo menos três vezes ao dia estamos a quebrar aqueles maus vícios que trazemos do nosso dia-a-dia: de estamos sempre a fazer os mesmos movimentos, de más posturas, ou porque estamos muito tempo sentados. Com um cão é impossível ter uma vida sedentária.<br />
Faz-nos bem a nós e também aos nossos amigos de quatro patas, pois obriga-nos a uma vida mais ativa.<br />
Para além de serem uma ótima companhia.<br />
O meu Pepe é o meu melhor amigo, um membro da família e um excelente seguro de saúde.</p>
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		<title>Viver com dor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2017 18:02:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
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<div class="column">
<p>Ninguém gosta de viver com dor.</p>
<p>Todos os dias no consultório assisto a todo o tipo de reações à dor. É certo que ninguém gosta de sofrer, até aí estamos todos de acordo. Mas temos que decidir como reagir a ela.</p>
<p>A dor pode ser muito forte e muitas vezes quando é aguda é difícil superá-la, mas não impossível. Tudo depende da forma como a encaramos, ou seja: temos, aquelas pessoas que se entregam à dor, parece que são consumidas pela situação, normalmente são pessoas com tendência a serem mais depressivas, o tratamento vai ser longo, pois a recuperação é mais lenta, porque geralmente são pessoas mais negativas.</p>
<p>Temos aquelas pessoas que desde o inicio lutam contra a dor que pode ir em 2 sentidos, aquelas que aguentam a dor até não conseguirem se mexer ou aquelas que se tratam e que fazem tudo para recuperarem, pessoas positivas que procuram a cura, normalmente são pessoas com uma boa recuperação.</p>
<p>Todas as pessoas são diferentes e reagem de maneira diferente, mas as que lutam contra a dor e querem ultrapassá-la têm a força para isso e a sua recuperação é mais rápida. A nossa parte psicológica comanda tudo.</p>
<p>Já assisti a pessoas que se entregaram à dor e estiveram meses para se sentirem melhor. As pessoas que lutam contra a dor mas de maneira negativa para elas, porque fazem tratamento sentem-se melhor e continuam a trabalhar, mesmo sendo aconselhadas para parar, são as pessoas que mais vão fazer tratamento, pois não ficam curadas totalmente. E as pessoas que mesmo os médicos dizendo que podem não andar mais, lutam e esforçam-se tanto que passado um tempo estão a fazer coisas que todas as pessoas fazem, é fantástico assistir a isso, é muito inspirador, são lições de vida.</p>
<p>Estes casos de sucesso deviam ser mais divulgados pois são exemplos como a força de vontade e o positivismo fazem milagres. Mas e voltando outra vez à questão da prevenção que pode evitar as dores agudas, aposte na prevenção.</p>
<p>Pessoas que têm dificuldade em se sentirem positivas num episódio de dor devem procurar ajuda do especialista que precisam bem como de uma ajuda psicológica. Tenho lido os textos da minha colega Ana Ramires que é uma ajuda preciosa para nos ajudar a ultrapassar obstáculos ou a Rute Caldeira que nos ajuda a ver o que há de melhor em nós. São duas especialidades poderosas para complementar o tratamento e ajudar e muito na recuperação.</p>
<p>Resumindo está nas nossas mãos a nossa recuperação.</p>
<p>Carla Rosa</p>
<p><a href="mailto:carlarosaosteopata@gmail.com">carlarosaosteopata@gmail.com</a></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/carlarosaosteopata/">https://www.facebook.com/carlarosaosteopata/</a></p>
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		<title>Lesões sobre esforço repetitivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2017 16:05:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já abordei superficialmente este tema noutros textos anteriores, mas hoje falo um bocadinho sobre o que esses movimentos e essas posturas podem fazer ao nosso corpo.</p>
<p>Todos nós no nosso dia-a-dia, temos rotinas que nos levam a fazer esforços repetitivos devido à nossa profissão, seja ela qual for, a atividades desportivas, à vida sedentária e escolar. Exemplos de profissões com esforços repetitivos: Dentistas, cirurgiões, operários fabris, mecânicos, empregadas domésticas, desportistas, administrativos, arquitetos, entre outras. Também os idosos e os estudantes têm muitas rotinas repetitivas.</p>
<p>Isso traz-nos um padrão e cada um reage em consequência do esforço e da zona do corpo mais afetada. Dependendo de cada esforço, pode afetar mais os membros superiores ou inferiores e zonas específicas da coluna.</p>
<p>Refiro-me a uma sobrecarga muscular, uma irritação nos tendões (Tendinites), Bursites, Capsulítes. Nas articulações pode manifestar-se como artrite e tudo isto é resultado de uma sobrecarga mecânica.</p>
<p>Na coluna vertebral, uma sobrecarga de esforço pode causar uma variedade enorme de problemas. Se é uma situação que afeta mais o tecido mole, então temos um caso clínico de mialgia. Na coluna temos uma série de arcos que têm que funcionar juntos para amortecer o impacto que se cria em cada ação da coluna. Quando há uma restrição de movimento, a função amortecedora dos arcos fica disfuncional o que vai provocar uma lesão vertebral.</p>
<p>Essas lesões vertebrais podem ser de vários tipos: pode ser a relação entre as vertebras que pode manifestar-se como uma discopatia, um bloqueio a nível articular afetando a vertebra ou costela. Se estas lesões não são tratadas atempadamente e mantêm a disfunção, então o processo degenerativo vai acelerar, porque não existindo movimento de compressão e descompressão entre as vertebras, a circulação dos fluídos que nutrem os discos e a cartilagem vai ser afetado. Com o tempo, acaba por provocar uma diminuição de espaço entre as vertebras, causando mais pressão nas articulações e afetando o espaço do Sistema Nervoso.</p>
<p>Na atividade desportiva, quando fazemos muitos movimentos repetitivo, como por exemplo no Ténis, existe a probabilidade de desenvolver uma tendinite no membro superior que usa a raquete ou no membro inferior em que se apoia.</p>
<p>Os ciclistas, devido á sua postura e ao número de horas em competição, têm tendência a ter mais lesões a nível da coluna.</p>
<p>Os mecânicos, devido às suas posições forçadas durante muito tempo, têm tendência a ter mais lesões de coluna, assim como os dentistas.</p>
<p>Portanto, como já referi tantas vezes, temos que olhar para nós, fazer exercício físico e procurar um especialista antes do aparecimento das lesões, para que se possa corrigir e nutrir eficazmente o nosso corpo.</p>
<p>Deve ser um desporto com que se identifiquem e que vos dê prazer para tirarem o maior proveito.</p>
<p>Já experimentaram o Yoga?</p>
<p>Aconselho-vos a experimentar. É uma prática muito completa e que faz bem ao corpo e à cabeça.</p>
<p>Carla Rosa</p>
<p><a href="mailto:carlarosaosteopata@gmail.com">carlarosaosteopata@gmail.com</a></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/carlarosaosteopata">https://www.facebook.com/carlarosaosteopata</a></p>
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