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	<title>Bárbara Ramos Dias, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Bárbara Ramos Dias, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Educar para um uso da tecnologia mais positivo, construtivo e saudável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ecrãs]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este é um tema sobre o qual as opiniões se dividem. Afinal, devemos educar com ou sem tecnologia? Como em tudo na vida, há sempre vantagens e desvantagens para ambas as opções. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/educar-para-um-uso-da-tecnologia-mais-positivo-construtivo-e-saudavel/">Educar para um uso da tecnologia mais positivo, construtivo e saudável</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Este é um tema sobre o qual as opiniões se dividem. Afinal, devemos educar com ou sem tecnologia? Como em tudo na vida, há sempre vantagens e desvantagens para ambas as opções. Vejamos quais. </strong></p>



<p>Uns são a favor do uso da tecnologia e vêm-na como um forma de culturização, outros consideram-na uma fonte de discórdia e de ausência de convívio familiar e social. A Associação Americana Pediátrica, em 2014, defendeu que as <strong>crianças com menos de 2 anos não devem ter qualquer&nbsp; contato com nenhum aparelho eletrónico</strong>. E <strong>as com mais de 2 anos devem ter no máximo 2h</strong> de contato diário. O que está longe de ser a realidade em Portugal e no mundo inteiro!</p>



<p>A mesma organização diz que essas crianças correm maior risco de ser obesas agressivas e consumistas. A verdade é que ficam muito mais agressivos com os pais, passam horas em frente ao ecrã, isolam-se e até deixam de sair de casa. Há ainda estudos que indicam que <strong>o uso abusivo da tecnologia</strong> <strong>causa alterações cerebrais a nível da inteligência não verbal, bem como perda de memória espacial.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas será assim? Será que existe mesmo uma relação de causa-efeito?</strong></h2>



<p>O ideal é que possam usar as novas tecnologias porque elas fazem parte da nossa evolução e da nossa vida atual. No entanto, é importante que seja com conta, peso e medida. O que é que isto quer dizer? Que o uso da tecnologia deve ser intercalado com outras atividades que os mantenham afastados dos ecrãs, tal como, por exemplo, saltar à corda, desenhar, correr, surfar, ir ao parque, andar de patins, jogar às cartas, jogar a jogos de tabuleiro com os pais, etc.. E, como nunca é demais reforçar, atividades em família, além de serem divertidas, consolidam a relação de confiança entre todos os membros desse clã familiar.&nbsp;</p>



<p><strong>Uma curiosidade, que tenho reparado em consultório, é que o QI dos adolescentes está mais elevado em relação à média do que na nossa geração.</strong> Na nossa geração a média seria entre o intervalo 90/100, agora é no intervalo 120/130 para um grande número de adolescentes. O que quer dizer que a nível cognitivo trará algum desembaraço cerebral.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O engraçado é que não queremos que passem tantas horas agarrados aos ecrãs, mas a verdade é que a culpa é nossa!&#8230;</strong></h2>



<p>Não gosto muito de culpabilizações, nem de rótulos, mas vejamos: <strong>eles gritam e nós, como estamos cansados, damos o tablet para se entreterem; eles não comem e nós colocamos o tablet à frente para que comam tudo; para evitar birras no restaurante colocamos logo o tablet na sua frente</strong>… Na <a href="https://simplyflow.pt/guia-de-confinamento-para-pais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pandemia</a>, as novas tecnologias foram a solução para que muitos pais conseguissem trabalhar. Então, eles aprenderam o que nós ensinámos. E agora o que fazer? <strong>Relembrar como é bom desenhar, correr, rir, jogar cartas, passear, saborear a natureza, brincar na rua, saltar etc.</strong></p>



<p>Ensinamos os miúdos a usar bem os talheres, a terem as ditas regras de etiqueta, a atravessar a estrada, <strong>temos também de os&nbsp; ensinar a usar a Internet em segurança, com limites e regras muito bem definidas</strong>. Alertando para todos os perigos e dando alternativas aos jogos, aos vídeos do YouTube, ao scroll infinito no TikTok.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O problema não são as redes sociais ou os ecrãs, o desafio é o uso ou abuso que permitimos que as nossas crianças façam deles.&nbsp;</strong></h2>



<p>Sempre que essa utilização é excessiva existem inúmeras competências, habilidades e vivências essenciais para o saudável desenvolvimento da criança, que ficarão altamente comprometidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual o impacto do uso excessivo de redes sociais nas crianças?&nbsp;</strong></h2>



<p>O abuso de redes sociais por parte das crianças e dos jovens, podem influenciar diretamente o seu dia-a-dia. Aqui ficam alguns exemplos do que lhes é “roubado” pelo uso excessivo das tecnologias:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Tempo para brincar;</li>



<li>Diminuição do rendimento escolar;</li>



<li>Qualidade do <a href="https://simplyflow.pt/o-que-fazer-para-que-o-meu-filho-se-deite-cedo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sono</a>;</li>



<li>Novas experiências;</li>



<li>Criatividade e imaginação;</li>



<li>Tempo com a família e amigos;</li>



<li>Contacto&nbsp;com&nbsp;a&nbsp;Natureza;</li>



<li>Estímulos sensoriais e motores;</li>



<li>Capacidade de foco e concentração;</li>



<li>Oportunidade de lidar com frustrações;</li>



<li>Habilidades socioemocionais.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>10 Sinais de alerta para dependência dos ecrãs</strong></h2>



<p>É muito importante que os pais estejam alerta e consigam identificar os sinais do abuso de tecnologia:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-hSau7' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Alteração no sono;</li>



<li>Mudanças de humor repentinas;</li>



<li>Ansiedade e preocupação constante;</li>



<li>Exponencial agressividade;</li>



<li>Desinteresse noutras atividades;</li>



<li>Queda do rendimento escolar;</li>



<li>Impaciência exacerbada;</li>



<li>Irritabilidade constante e agitação interna;</li>



<li>Alteração comportamento geral;</li>



<li>Alteração na alimentação (não comem para não parar o que estão a fazer).<strong>&nbsp;</strong></li>
</ol>



<p>Então, como podem os pais fazer frente à dependência das novas tecnologias?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3 Dicas para não existir abuso de tecnologias:</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Se eles são o nosso espelho e se queremos que não abusem, temos de ser os primeiros a não o fazer</strong>;</li>



<li><strong>Definam as regras em conjunto e estabeleçam </strong><a href="https://www.facebook.com/barbararamosdias.pt/posts/pfbid02zY6CwhSZ1e1Mo3Z6GaMtfEHKxYM5goCECuqirXSXJeVwtzzFR3yqasT4g5ceea2Ml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>incentivos</strong></a> (não financeiros, com atividades, jogos para fazerem em família);</li>



<li>Sejam firmes, é natural que eles testem os limites, também já tivemos a idade deles e fizemos o mesmo. <strong>Cabe-nos ser firmes, manter regras e limites, sempre com muito amor e pepitas de alegria</strong>.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A verdade é que muitos pais têm medo de tirar os telemóveis aos filhos. Mas, isso não deverá acontecer, pois eles sentem as nossas inseguranças!</strong></h2>



<p>Ser mãe/pai chato é <strong>saber dizer “não” ao abuso de redes sociais</strong>.</p>



<p>Alguns pais dizem-me coisas como: “Ela vai morrer sem telemóvel”; “Se lhe tiro o telemóvel, ele agarra-o com força e fica agressivo”. Mas após serem firmes, o comportamento dos miúdos muda. E aparecem os pais a dizer: “Obrigada, nunca pensei que ele sobrevivesse sem telefone. Afinal os adolescentes conseguem viver sem tecnologia, vou avisar os outros pais”.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É possível viver sem tablet, telefone, playstation, e jogos! Pelo menos umas férias ou umas horas.&nbsp;</strong></h2>



<p>Por outro lado, os miúdos partilham comigo que no início foi difícil. Só lhes apetecia partir tudo (como acontece na ressaca de outra qualquer dependência). Mas, <strong>com o passar do tempo, voltaram a fazer coisas que já não faziam há muito tempo como: passear com a família, desenhar, ler, jogar jogos de tabuleiro, fazer puzzles, brincar com os mais novos, escrever</strong>, etc.. E os pais ainda partilham que <strong>os miúdos voltam a ser mais companheiros, brincalhões, voltam a partilhar mais tempo com a família e a serem mais amigos, doces, meigos e sem agressividade</strong>. Parece até que recuperaram os abraços e beijinhos dos filhos, o que é tão bonito.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Proibir não é solução!&nbsp;</strong></h2>



<p>Lembra-se que o fruto proibido é o mais apetecido! Então, opte por dar o exemplo. Partilhe com o(s) seu(s) filho(s) as histórias da sua adolescência. Conte-lhe o que fazia na altura, quais as atividades a que se dedicava. É também importante reforçar que <strong>cada família tem as suas regras</strong>, as suas vivências, a sua cultura, e, por isso, não há certo nem errado. <strong>Tudo está certo! Estamos sempre a aprender.</strong> Se errarmos, não faz mal, temos a vida toda para aprender a fazer cada vez melhor.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-hSau7' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Os primeiros amores dos nossos filhos</title>
		<link>https://simplyflow.pt/os-primeiros-amores-dos-nossos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 16:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Namoros]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novos desafios surgem com a adolescência de um filho, nomeadamente os primeiros namoros e muitas são as questões associadas: Como encarar? Qual a idade certa para namorar? Devo ou não conhecer o namorado? Afinal, como lidar com os primeiros amores dos nossos filhos?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>“Vou comprar uma caçadeira!” “Agora vão ser só cabelos brancos.”</em></strong><strong> Estas são algumas frases que os pais de meninas costumam dizer quando estas chegam à adolescência. Novos desafios surgem com a adolescência de um filho, nomeadamente os primeiros namoros e muitas são as questões associadas: Como encarar? Qual a idade certa para namorar? Devo ou não conhecer o namorado? Levo lá para casa ou nem quero ver? Longe da vista, longe do coração! Tenho medo que… Afinal, como lidar com os primeiros amores dos nossos filhos?</strong></p>



<p>Acredita, se conseguires manter uma boa relação com a tua filha ou filho e confiares na educação que lhe deste e nos valores que passaste, tudo vai correr bem. Quanto mais criticares, julgares ou proibires, pior será, pois eles farão exatamente o contrário, nem que seja só para te irritar ou contrariar, faz parte do processo.&nbsp;</p>



<p>Por mais que nos preparemos para estas situações, nunca estamos, principalmente quando se trata do primeiro namoro da filha, da nossa menina.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O mais importante é manter a calma e a razão.&nbsp;</strong></h2>



<p>Isto para não corrermos o risco de afastar os nossos filhos, ao invés de os aproximar de nós. É crucial, mostrarmo-nos abertos e capazes de os acolher (ao casal), mesmo em situações que para nós sejam desafiantes, porque caso contrário, terão tendência a fugir de nós e a esconder-nos as coisas importantes. Ou pior, irem pedir ajuda a pessoas de pouca confiança e que se aproveitem disso!&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A postura proibitiva, em geral, não os impede de fazerem nada que nós não gostaríamos que fizessem.</strong></h2>



<p>Pelo contrário, pode até incentivá-los a encontrarem meios de fazer as mesmas coisas sem que saibamos e, em geral, a maioria consegue, acredite. Face a isto, vale muito a pena repensar as nossas postura.</p>



<p>Enquanto mãe de 3 filhos, dois deles adolescentes, e psicóloga há mais de 20 anos, penso que como pais não nos cabe apenas vivermos na ditadura do “sim” ou “não”. <strong>Também nós, pais, temos de aprender.&nbsp;</strong></p>



<p>Também nós precisamos saber lidar com a frustração e a incapacidade para lidar com as situações que vão chegando. <strong>Cada filho tem a sua personalidade, cada um é único, com talentos e desafios específicos, logo, para cada uma há uma forma diferente de agir, precisando medir a maturidade e modo de intervenção com cada filho.</strong> Não se trata de idade cronológica, mas, sim, da maturidade que cada um deles demonstra no stress do dia a dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ser apenas contra os filhos namorarem é escolher ser contra a natureza dos acontecimentos da vida e acabar por obrigá-los a mentir ou esconder.&nbsp;</strong></h2>



<p>E, por isso, estarão a viver em sobressalto, mentira, ansiedade e sem terem o teu apoio. Haverá alguma vantagem nisto? Claro que não! Assim, eles vão procurar colo e atenção e compreensão noutro local. Normalmente, bem pior. Então, como lidar com estes momentos quando achas que o teu filho ainda é muito jovem para namorar? <strong>Conversar é o melhor remédio</strong>!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como lidar com os primeiros amores dos nossos filhos?</strong></h2>



<p>Coloca as dicas que deixo em prática, de modo a que não te tornes o pior inimigo das tuas filhas ou filhos, numa altura tão importante como esta:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-jGFTi' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Podes <strong>começar por perguntar</strong>:&nbsp; <em>“O que sentes por ele? O que achas que ele sente por ti? Não será cedo? Talvez vocês sejam ainda são muito novos… Mas, olha, o mais importante é o respeito pelo corpo e por ti própria… Não faças nada só para agradar o outro e lembra-te que o teu corpo é o teu tesouro”</em>;</li>



<li><strong>Sê empática/o</strong>, não desvalorizes o que ela/e diz sentir. Às vezes, aquilo que para nós pais parece uma tontice, para eles pode ser muito sério;</li>



<li><strong>Cria cumplicidade</strong>, se conversarem diariamente, sem julgamentos e críticas, se mostrares interesse e mantiveres um discurso aberto e positivo, vais estar a dar abertura para que partilhem o que sentem. Esta cumplicidade vai ajudar a que se sintam mais confiantes em pedir ajuda, se for necessário. Ou até através dessas conversas, nós nos apercebermos se algo não estiver bem. Assim, manter um diálogo aberto vai dar <a href="https://www.facebook.com/barbararamosdias.pt/posts/pfbid02gdy923D8fCKwACy6FimLA68s6zrBgc54BLoPKXezExNUSYcfdVQ16LR5QTpmWVgNl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">liberdade</a> e espaço para a partilha; </li>



<li><strong>Sê exemplo</strong>. Os nossos filhos são o nosso espelho, assim, repetem o que vêm no relacionamento dos pais ou dos pais com outras pessoas. Neste sentido, vamos dar exemplo de comportamento de cumplicidade, harmonia e respeito na relação;</li>



<li><strong>Constrói uma base segura</strong>, ou seja, a “casa como castelo”. Embora passem pouco tempo em casa, devem sentir a casa como um porto seguro e um refúgio para onde ir em caso de perigo, caso contrário irão procurar outras companhias. Eles precisam sentir confiança, colo e segurança para partilhar as suas necessidades, medos e angústias. Partilhar e ser ouvinte não é ser o melhor amigo. É crucial manter regras e limites, isso fá-los-á sentirem mais seguros. Não mudes as regras em relação a horários, estudos e tarefas em casa só porque o adolescente começou a namorar. O namoro deve acontecer sem modificações nas responsabilidades que o adolescente já tinha;</li>



<li><strong>Mantém uma relação de respeito, </strong><strong>baseada no afeto, proximidade e aceitação, ao mesmo tempo que promoves a autonomia e independência.</strong> Ao transmitir essas características, os pais ajudam o adolescente a manter relações amorosas mais saudáveis, como espelho do que aprendem e sentem;</li>



<li><strong>Faz acordos e incentivos</strong>. Não acordos <a href="https://simplyflow.pt/10-dicas-para-ensinar-o-valor-do-dinheiro-as-criancas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">financeiros</a>, mas de fazer algo que eles gostem, alguma experiência, as experiências ficam, os bens materiais passam.  A melhor solução aqui é fazer entender a importância dos estudos e estabelecer trocas. Por exemplo: <em>“Quando tiveres média de 16 podes estar mais tempo com o teu namorado”</em>. </li>



<li><strong>Está por perto</strong>. Convida o/a namorado/a para vir a vossa casa. Assim, consegues observar melhor a relação entre eles, ao mesmo tempo que observas a dinâmica e vais conhecendo melhor a outra pessoa. Consegues observar, perceber se é boa influência, se tens de alertar para alguma coisa, perceber se a relação é sadia ou se está tomando rumos que possam prejudicar. Mas lembra-te que preservar o espaço deles também é importante;</li>



<li><strong>Não proíbas</strong>. Se os pais proibirem, o adolescente provavelmente fará o mesmo, mas escondido. Manter a tranquilidade é a melhor forma para passarem por esse momento;</li>



<li>Olha para o lado positivo, para o copo meio cheio. <strong>Muitos pais só conseguem perceber o lado negativo do namoro, mas o namoro pode proporcionar várias aprendizagens ao adolescente como habilidades de negociação e empatia, por exemplo.</strong> Além disso, o namoro pode potencializar o seu sentido de identidade, desenvolver competências sociais e habilidades emocionais. Os inícios e términos também podem promover o desenvolvimento de resiliência, ajudando o adolescente no seu desenvolvimento emocional. Nem tudo é mau;</li>



<li>Principalmente, <strong>não te culpes por não saber muito bem como agir nas situações</strong>. Todas as mudanças e novidades exigem um tempo de adaptação, sendo o importante encarar esta nova fase como algo natural.</li>



<li>Por fim, e não menos importante, é a <strong>visita ao ginecologista para tirar as suas dúvidas</strong>. Sim, preparar as nossas filhas para o mundo é crucial. É importante conhecerem o corpo, saberem as limitações e orientações, e saberem cuidar da sua saúde íntima.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Apoio, compreensão e atenção</strong></h2>



<p>Eu própria já lidei com o primeiro namoro da minha filha de 16 anos. Dou-lhes todo o meu apoio, compreensão e atenção. Gosto que venham para perto de mim e tiro todas as suas dúvidas. Agora com o filho do meio, também já começam as dúvidas e partilhas, também já tem 14 anos e começam a existir as primeiras paixões e cabeça no ar.<strong> Falar abertamente sobre a sexualidade é muito importante para que se sintam à vontade de partilhar e questionar</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-jGFTi' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O amor que procuras está dentro de ti!</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-amor-que-procuras-esta-dentro-de-ti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passei a vida a procurar no outro aquilo que está tão perto – o amor-próprio. Se não nos amarmos e respeitarmos a nós mesmos, seremos incapazes de amar os outros.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-amor-que-procuras-esta-dentro-de-ti/">O amor que procuras está dentro de ti!</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Demorei muitos anos para perceber que o amor que procurava, nos namorados ao longo da minha adolescência e mais tarde no pai dos meus filhos, estava dentro de mim. Primeiro tinha de me amar, para depois, sim, conseguir amar e deixar amar-me.&nbsp;</strong></p>



<p>Sempre me senti sozinha, a sensação, perceção de abandono e rejeição eram uma constante, uma ferida tão profunda que procurava sempre o amor e reconhecimento no outro para preencher o meu vazio. E cada vez que o outro saía, a crosta saltava também, e lá vinha a ferida aberta novamente a doer horrores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A minha criança interior sofria e procurava no outro o amor, o reconhecimento e a aceitação.&nbsp;</strong></h2>



<p>Quando isso não existia, surgia um vácuo tão profundo, que resultava num estado depressivo, de apatia e incapacidade para lidar com a frustração. Tinha sempre a esperança de encontrar alguém que preenchesse esse buraco. E, sim, sou psicóloga, e, sim, os psicólogos também têm depressões e estados profundos de ansiedade e também aprendem a lidar com a gestão emocional ao longo da vida.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Passei a vida a procurar no outro aquilo que está tão perto – o amor-próprio.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Se não nos amarmos e respeitarmos a nós mesmos, seremos incapazes de amar os outros.</strong></p>



<p>Costumo comparar esse vazio interno, que tantos me dizem sentir em gabinete, com um bolo. Imaginemos que o nosso vazio é um “bolo”, se o preenchermos com o namorado ou marido, quando ele sai, ficamos num gigante buraco. Agora se preenchermos esse “bolo” connosco, com as coisas que nos dão prazer e que nos fazem rir, quando esse namorado sai, qualquer que seja o motivo para tal, então não irá fazer grande mossa. Podemos ficar tristes, mas não ficamos no tal vazio profundo, porque esse amor ou pessoa, eram apenas uma cerejinha no topo do bolo e não o bolo completo. Com ela estávamos melhor, mas sem ela também vivemos bem. <strong>Esta metáfora ajudou-me a perceber que o amor está sempre dentro de mim.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O amor que tanto procuras está dentro de ti!</strong></h2>



<p>Frases como: <em>“És feia”; “Não consegues”; “És má”;&nbsp; “Só fazes disparates”; “Nunca vais ser ninguém”; “Não fazes nada de jeito”; “Não tens corpo para usar isso”</em>&#8230; são motes para crescermos com baixa autoestima. Todos nós em criança acreditamos no que os nossos pais nos dizem e frases como estas vão contribuir para as nossas crenças limitantes enquanto adultos, e, consequentemente, pensamentos negativos sobre nós próprios.&nbsp;</p>



<p>Sei disto porque durante anos disse a mim própria que detestava as minhas pernas, que eram horríveis, e isso porque o meu pai, obviamente não propositadamente, mas, sim, para me proteger, dizia que eu não tinha corpo para vestir saias porque tinha excesso de peso. Cresci a acreditar nisso e a fazer cada vez pior a mim própria, ou seja, a engordar mais e mais. E o pior é que encontrava pessoas pelo meu caminho que vinham exatamente reforçar e validar essa crença dizendo: <em>“Da cintura para cima é que és gira”; “Cortava-te as perninhas como se faz com rãs”;&nbsp; “Estás gordinha”; “Tens de emagrecer”; “Ao menos gorda ninguém gosta de ti, ficas minha para sempre”</em>&#8230; até que parei e comecei a olhar para mim. Aprendi a amar-me e a aceitar-me para além de umas pernas. O mais engraçado é que depois quando casei, o pai dos meus filhos durante 16 anos adorava as minhas pernas!&nbsp;</p>



<p>Passei a cuidar mais de mim, com esforço, persistência, e, no início, aquilo que me soava a falso, tonto, ridículo, com o tempo vim perceber que resultava.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>“Adoro as minhas pernas.”</em></strong></h2>



<p>Dizia esta frase diariamente enquanto punha creme para celulite e andava quilómetros de bicicleta.&nbsp;</p>



<p>Claro que já tive recaídas depois disso, cada vez que engordava, depois das gravidezes… Sou humana. Mas, hoje cuido de mim e mimo as minhas pernas, faço massagens, exercício, afirmações, visualizações e não desisto de um dia gostar de me ver outra vez de calções de ganga. E sabes uma coisa? No outro dia, olhei para o espelho e disse:<em> “Olha, estou a gostar das minhas pernas… Estão definidas…”</em>.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="18676" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-18.17.58.jpeg" alt="" class="wp-image-18676" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-18.17.58.jpeg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-18.17.58-225x300.jpeg 225w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-18.17.58-300x400.jpeg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-18.17.58-460x613.jpeg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-18.17.58-160x213.jpeg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-18.17.58-320x427.jpeg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-18.17.58-480x640.jpeg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-18.17.58-640x853.jpeg 640w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" data-id="18675" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-19.58.07-m.jpeg" alt="" class="wp-image-18675" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-19.58.07-m.jpeg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-19.58.07-m-225x300.jpeg 225w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-19.58.07-m-300x400.jpeg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-19.58.07-m-460x613.jpeg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-19.58.07-m-160x213.jpeg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-19.58.07-m-320x427.jpeg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-19.58.07-m-480x640.jpeg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-05-at-19.58.07-m-640x853.jpeg 640w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
</figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alguns dizem que cuidarmos de nós é vaidade, egoísmo, egocentrismo, eu não acredito. </strong></h2>



<p><strong>Sei que somos formatados para satisfazer os outros, a expectativa dos pais, os desejos e exigências dos professores, ordens dos adultos&#8230; Lutamos desesperadamente para ter o reconhecimento dos outros, achamos que só assim somos amados por eles. Mas, assim, vamos perdendo a nossa essência.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não deixes que te deitem abaixo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Atitudes de arrogância revelam medo, insegurança e necessidade de afirmação. Essas atitudes são apenas escudos para esconder as carências. Pensa nisso sempre que uma pessoa te deitar abaixo ou alguém arrogante te tentar diminuir. <strong>O amor é bom, respeitoso com compaixão, se não for assim, não é amor, é </strong><a href="https://simplyflow.pt/amor-patologico-quando-amar-se-torna-um-vicio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>amor patológico</strong></a><strong>, doença ou mesmo violência psicológica.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Todos temos direito de ser amados, como temos direito de respirar.</strong>&nbsp;</h2>



<p><strong>Aqueles que não se sentiram amados na infância ou sentiram o amor condicionado pelo comportamento, crescem a acreditar que não merecem ser amados e, por isso, desenvolvem pensamentos negativos associados a si mesmos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem se ama entra em sintonia com tudo o que o universo tem de melhor.&nbsp;</strong></h2>



<p>Por isso, respira fundo, abre os ombros, expande o tórax, dá espaço ao teu coração para se expandir. <strong>Quanto mais energia, maior a expansão e as crenças antigas são substituídas por novos pensamentos de amor-próprio. </strong>Pode demorar, mas tu consegues aprender que o amor está dentro de ti, e que não precisas do reconhecimento e de aceitação do outro para te sentires amada. Assim é a cura, uma harmonia entre corpo, espírito e mente. Liberta a tua criança que se sente em solidão, já és adulta!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><em>“<strong>Então o que fazer? Como encontrar esse amor dentro de nós?”</strong></em></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-PQTj3' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Aceita que és especial e maravilhosa, sem vergonha. Acredita que não há ninguém como tu, que tens talentos e que mereces o teu próprio amor e aceitação;</li><li>Age para a mudança, com foco, fé, persistência, nunca desistas, sê consistente e coerente com as tuas atitudes e decisões;</li><li>Junta-te a pessoas que te ajudem a vibrar em positivo, e não que pelo contrário, que te façam sentir mais insegura;&nbsp;</li><li>Ri muito, o sorriso abre o teu coração. Leva-te menos a sério, vai devagar, saboreia a vida e diverte-te;</li><li>Aceita-te como és, para promoveres as mudanças que queres;</li><li>Relaxa, cuida de ti 5 a 10 minutos por dia, pelo menos;</li><li>Medita, dentro de nós estão sempre as melhores respostas. Andamos o dia inteiro em stress, assim, para e escuta o que o teu coração diz num local silencioso;</li><li>Usa afirmações positivas. Podes reprogramar o teu cérebro com o que quiseres: <em>“Eu sou boa”; “Eu gosto das minhas pernas”; Eu sou feliz”; “Eu sou amada”</em>&#8230; e repete quantas vezes forem necessárias até acreditares e passar a ser uma realidade, mesmo que no início te sintas tonta e aches que não é verdade;&nbsp;</li><li>Visualiza o que queres alcançar (criar imagem mental como se já existisse), vive como se já tivesses os teus desejos alcançados. Confia na vida e no que ela tem para ti. Tudo o que é teu, a ti virá;</li><li>Agradece, a gratidão é um íman para as coisas boas, a gratidão gera abundância;</li><li>Pensa sempre nas coisas boas que tens, normalmente ficamos agarrados às coisas negativas a que nos criticaram na infância. Liberta-te dessas críticas, isso não é teu;</li><li>Perdoa-te, perdoa os outros. Perdoa-te por não te amares quando não te amaram. Isso abre a porta do fluxo do amor, liberta-nos de um peso nas costas e abre espaço para o amor-próprio;</li><li>Faz o exercício do espelho. Declara-te todos os dias ao espelho e dá um Hi5. Assim, estás a reconhecer-te e a valorizar-te;</li><li>Escolhe ter pensamentos e palavras positivas, que te alimentem e deem apoio. Acredita, nós temos o poder de escolha. Os nossos pensamentos constroem o nosso futuro;</li><li>Percebe que o passado não tem poder nenhum sobre nós e decide viver no aqui e agora. Lembra-te que ansiedade é excesso futuro e depressão é excesso de passado;</li><li>Desapega-te do passado, imagina que o início é agora, é hoje que vais criar o que queres o teu potencial;</li><li>Liberta as crenças limitadoras. Aproveita o presente. Desapega-te do passado, tu não és os medos que sentiste em criança, nem as tuas crenças, nem as opiniões dos pais e/ou professores, e muito menos as suas limitações! Identifica as tuas crenças limitativas e desapega-te. Tira a negatividade do teu coração;</li><li>Aprende com os erros e não te critiques: <em>“Sou tão impulsiva”; “Sou má mãe”; “Fiz tudo mal…”</em>. Diz antes coisas positivas e verdadeiras a teu respeito: <em>“Errei, mas é assim que vou crescer e aprender a ser cada vez melhor. Não vou repetir este comportamento porque aprendi”</em>. A crítica gera culpa e não mudança;&nbsp;</li><li>Não te assustes, não tenhas medos por tudo, não antecipes cenários negativos. Não aches logo que vai acontecer o pior. Substitui os pensamentos negativos em afirmações positivas;</li><li>Elogia-te. O elogio levanta a auto-estima e faz com que valorizes as tuas conquistas. As palavras têm grande poder;&nbsp;</li><li>Sai do papel de vítima e passa para o papel de vencedor. A vítima queixa-se e culpabiliza o outro. O vencedor aceita a sua parte de culpa e encontra solução para os seus desafios;</li><li>Aceita que todos temos dias maus ou menos bons. Nesses dias fica sossegada a “lamber” as feridas;&nbsp;&nbsp;</li><li>Trata-te bem, tem paciência para esperar os resultados;</li><li>Compreende que és mais do que um corpo com celulite, alto, baixo, gordo, magro, com borbulhas ou estrias, por muito que mudes o exterior, o vazio interno fica. É esse que tem de ser trabalhado;</li><li>Não tenhas medo da mudança. Às vezes ficamos em situações negativas, só por medo da mudança, mas isso são apenas ervas daninhas nas nossas vidas;</li><li>Celebra as pequenas vitórias, por muito&nbsp; pequeninas que te pareçam;</li><li>Ama-te e não esperes que o outro te valorize. Já não és criança, não precisas de chamar à atenção, de reconhecimento e de valorização externa. O amor está dentro de ti;&nbsp;</li><li>Acredita que mereces o melhor;</li><li>Procura ajuda, sozinha é mais difícil. A Psicoterapia ajuda-nos a crescer e evoluir de forma saudável. Eu sou psicóloga há mais de 20 anos e faço psicoterapia também. Faz bem a todos nós;</li><li>Cuida do corpo é a casa onde moras. Ama e cuida da casa onde moras, descobre o que mais gostas de fazer e que te dê prazer e não que te faz sofrer, se não, não é amor-próprio, é suplício;&nbsp;</li><li>Cuida da tua alimentação, ela é o combustível do corpo e da energia.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque achamos que gostar de nós e cuidar de nós é egoísmo?</strong></h2>



<p>Quando pensamos no amor que sentimos por um filho, associamos a que ele cresça e se desenvolva com as suas características próprias. Procuramos aceitá-lo e conhecê-lo tal como é, e não como gostaríamos que ele fosse. Acolhemos as suas necessidades e estimulamos os seus talentos, ajudamos a superar as suas dificuldades, colocando limites nas suas atitudes para que valorize os direitos dos outros. Olhamos com amor, respeito, valorização, levando-o a gostar de si como ser único, bonito e especial que é, levando-a a amar-se a si mesmo. Então, porque não fazemos isso connosco mesmos?&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Somos adultos, vamos cuidar de nós como cuidaríamos de um filho.&nbsp;</strong></h2>



<p>Sente gratidão profunda por cada dia que passa, no aqui e agora, como o potencial melhor dia da tua vida.</p>



<p>Questiona-te:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O que podes fazer hoje para seres feliz?&nbsp;</li><li>O que podes fazer para sentir alegria hoje?&nbsp;</li><li>O que poderia acontecer hoje para ser o dia mais alegre da tua vida?&nbsp;</li></ul>



<p>Ouve as respostas no teu coração e cérebro, e verás a mudança a acontecer dentro de ti!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Permite amar-te e aceitar o que a vida tem para ti! Não há idade para começar, só precisas aceitar e estar disponível.&nbsp;</strong></h2>



<p>Aceita que estás feliz agora e as coisas boas vão acontecendo uma atrás da outra. <a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=446073844186034&amp;set=pb.100063502676713.-2207520000..&amp;type=3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tudo está sob o teu controle</a>. Tu decides no que vais focar a tua atenção, no positivo ou no negativo, na gratidão ou na escassez.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tudo o que mais queres está do outro lado do medo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Enfrenta os teus medos e terás tudo aquilo que mais ambicionas. Sê grata, aceita-te, acredita em ti e nas tuas capacidades, cuida-te, volta-te para ti, para a tua verdadeira essência, desbloqueia os botões da solidão, do medo e da frustração. Vai ao inconsciente, às tuas memórias de dor, limpa e conecta-te contigo. Foi através dessa conexão, e de conversas curadoras e profundas comigo própria que surgiu uma nova Bárbara. Faz isso contigo também, <strong>mereces</strong>!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-PQTj3' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Consegues tudo o que queres</title>
		<link>https://simplyflow.pt/consegues-tudo-o-que-queres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Consegues tudo o que queres]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O livro “Consegues tudo o que queres!” é um livro bastante diferente dos que tenho escrito até hoje. É um livro verdadeiro, romanceado, mas muito intenso, forte, envolvente, e de fácil leitura, onde tanto adolescentes como os pais se têm identificado.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tens um filho difícil de lidar? Estás de cabelos em pé? Quantas vezes já pensaste que não conseguias fazer mais? Que não eras boa mãe ou pai? Que não eras bom filho? Que seria impossível? Que não mereces? Que os filhos deviam vir com livro de instruções? Que não consegues mesmo!</strong></p>



<p>O livro “<a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=446073844186034&amp;set=pb.100063502676713.-2207520000..&amp;type=3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Consegues tudo o que queres!</a>”, lançado em Junho deste ano e já na 3.ª edição, graças à inspiração que Nossa Sra de Fátima me deu durante aqueles dois meses de escrita intensa. Este é um livro bastante diferente <a href="https://www.presenca.pt/collections/colecao-barbara-ramos-dias" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dos que tenho escrito</a> até hoje. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="820" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/capa-livro-consegues-tudo-o-que-queres-Barabra-Ramos-Dias-820x1024.jpg" alt="Consegues" class="wp-image-18402" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/capa-livro-consegues-tudo-o-que-queres-Barabra-Ramos-Dias-820x1024.jpg 820w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/capa-livro-consegues-tudo-o-que-queres-Barabra-Ramos-Dias-240x300.jpg 240w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/capa-livro-consegues-tudo-o-que-queres-Barabra-Ramos-Dias-768x959.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/capa-livro-consegues-tudo-o-que-queres-Barabra-Ramos-Dias-1229x1536.jpg 1229w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/capa-livro-consegues-tudo-o-que-queres-Barabra-Ramos-Dias-460x575.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/capa-livro-consegues-tudo-o-que-queres-Barabra-Ramos-Dias-160x200.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/capa-livro-consegues-tudo-o-que-queres-Barabra-Ramos-Dias-320x400.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/capa-livro-consegues-tudo-o-que-queres-Barabra-Ramos-Dias-480x600.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/capa-livro-consegues-tudo-o-que-queres-Barabra-Ramos-Dias-640x800.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/capa-livro-consegues-tudo-o-que-queres-Barabra-Ramos-Dias-960x1199.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/capa-livro-consegues-tudo-o-que-queres-Barabra-Ramos-Dias-1120x1399.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/capa-livro-consegues-tudo-o-que-queres-Barabra-Ramos-Dias.jpg 1440w" sizes="(max-width: 820px) 100vw, 820px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>É um livro verdadeiro, romanceado, mas muito intenso, forte, envolvente, e de fácil leitura, onde tanto adolescentes como os pais se têm identificado.&nbsp;</strong></h2>



<p>Uns choram, outros riem, outros ainda revivem as suas experiências de infância, outros encontram respostas para os desafios diários, percebendo que <strong>não são os únicos no mundo a sentir-se da forma estranha</strong>, com pensamentos obsessivos e descontrolados, com a agravante de não reconhecerem aquela pessoa que vêm refletida no espelho, o chamado “monstro do espelho”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cresci a ouvir e a integrar “Consegues tudo o que queres, tens é de querer!” e foi nisso que acreditei até há bem pouco tempo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Hoje, acredito que devo ter força e coragem para seguir os meus sonhos, lutar por eles com consistência, menos intensidade e mais persistência, com mais tranquilidade, mas também muito mais diluído no tempo, bem…. mas isso daria um outro livro, quem sabe.&nbsp;</p>



<p>Sempre fui impulsiva, lutadora e queria os resultados no imediato e, de facto, sempre consegui concretizar a maioria dos meus projetos, mas atualmente adquiri mais maturidade emocional. Percebi que tenho de lutar com persistência e consistência, sem pressas, sem querer tudo para ontem. Hoje vejo que, até de certa forma, era uma grande arrogância a minha forma de pensar, que conseguia tudo o que queria… Claro que não é assim tão simples. É preciso lutar, ter persistência e consistência, muito trabalho acompanhado também de alguma sorte. Mas, isso chama-se <strong>crescer e evoluir enquanto ser humano</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Trata-se de uma história verídica em formato de entrevista clínica e diálogo direto em gabinete, entre a Bárbara (psicóloga) e a Pipinha (adolescente).&nbsp;</strong></h2>



<p>A verdade é que tem sido esse o feedback dos leitores:&nbsp;</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Hokub' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><em>“Revi-me tanto…”;&nbsp;</em></p>



<p><em>“Chorei a ler, ri, dei gargalhadas e vivi esta história, parecia a minha…”;&nbsp;</em></p>



<p><em>“Obrigada deu-me imensa força, apareceu na minha vida no momento certo”; “Deste-me coragem… vou conseguir também”.</em></p>



<p>Isto fez-me acreditar que estava no caminho certo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Através da psicoterapia é possível adquirir ferramentas, aprender diversas estratégias e dicas adequadas que podem ajudar pais e </strong><a href="https://simplyflow.pt/como-sao-os-jovens-de-hoje-em-dia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>adolescentes</strong></a><strong> a chegar à solução.&nbsp;</strong></h2>



<p>“Consegues tudo o que queres!” retrata a vida de uma adolescente com os <a href="https://simplyflow.pt/o-meu-filho-ja-quer-sair-com-os-amigos-e-agora/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desafios</a> próprios da idade, com os pais, namorados, amigas, sexualidade, consumos, inseguranças, motivação para o estudo, entre outros. Ao longo do livro são retratadas sessões de psicoterapia em gabinete psicológico, onde vou dando várias dicas para solucionar todos estes desafios de forma positiva.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Com este livro, empolgante e envolvente, pais, professores e educadores vão aprender a melhor lidar com seus adolescentes e os adolescentes vão identificar-se com problemas da Pipinha e, assim, saber melhor como resolvê-los.&nbsp;&nbsp;</strong>&nbsp;</h2>



<p>Através da coragem para arriscar percebemos que conseguimos tudo o que queremos, temos é de lutar por isso e acreditar! Com amor no coração e persistência. Entra na vida da doce e peste Pipinha e delicia-te!&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Hokub' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O que fazer para que o meu filho se deite cedo?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-fazer-para-que-o-meu-filho-se-deite-cedo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da maioria das pessoas não ter conhecimento, está provado cientificamente que o ciclo do sono dos adolescentes é bastante diferente do nosso. Assim, somos nós, adultos, que devemos ensiná-los a educar o seu sono. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-que-fazer-para-que-o-meu-filho-se-deite-cedo/">O que fazer para que o meu filho se deite cedo?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Apesar da maioria das pessoas não ter conhecimento, está provado cientificamente que o ciclo do sono dos adolescentes é bastante diferente do nosso. Assim, somos nós, adultos, que devemos ensiná-los a educar o seu sono. Como? Recorrendo a explicações simples, claras, com regras, amor, carinho e, principalmente, sem gritos, nem obrigações.</strong></p>



<p>Se os adolescentes perceberem o funcionamento biológico do seu corpo, o porquê dos sentimentos e pensamentos repetitivos durante a noite, o seu comportamento muda proporcionalmente, como se fosse magia! Com discussões e proibições, vão fazer exatamente o oposto. Esconder o telemóvel na cama, deixar a “capa do telemóvel a carregar” no sítio onde os pais o obrigam a deixar supostamente durante a noite, deitarem-se tarde, recorrerem a telemóveis antigos durante a noite, sair pela janela e voltar antes que os pais acordem, entre muitos outros disparates próprios da idade que oiço em partilha no consultório.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual a </strong><strong>solução? Existe uma chave para o sucesso?</strong></h2>



<p>Ensiná-los a terem alternativas saudáveis e em verdade.&nbsp;</p>



<p>Sabias que há muitos adolescentes que consomem estupefacientes à noite só porque percebem que desta forma conseguem parar os pensamentos repetitivos de medos, ansiedades e desafios do dia seguinte, e assim encontram a forma de dormir melhor? Pois é! Aquilo que acabo de partilhar choca. Choca muito, mas é a realidade. Aliás há muitos adultos que também bebem álcool para conseguirem dormir, então porquê o espanto? E nós em adolescentes o que fazíamos? Vamos colocar-nos no “sapato” dos nossos pestinhas e pensar como gostaríamos que os nossos pais tivessem agido connosco, nesta fase tão desafiante e de incertezas e amarguras, que pareciam gigantescas, muito embora, hoje nos pareçam ridículas.</p>



<p><strong>Valoriza os sentimentos dos teus filhos, ajuda-os a compreendê-los, não lhes dês respostas, mas ajuda-os a pensar, ouve-os, e abraça-os, abraça-os muito. </strong>O colo é o maior amigo da autoestima e da educação positiva, claro sempre com regras e limites bem definidos, eles também precisam dessa segurança, mas sem superproteção, isso deixa-os mais inseguros e com baixa autoestima, sentindo-se incapazes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como fazer para um adolescente se deitar cedo?</strong></h2>



<p>Vamos, então, iniciar pela explicação biológica: os adolescentes produzem <strong>Melatonina </strong>(hormona do sono) num horário mais tardio que os adultos e do que as crianças, por isso têm também sono mais tarde. É uma questão química e biológica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer?</strong></h2>



<p><strong>Explicares-lhe isto! </strong>A consciência liberta. Com esta consciência, eles percebem que têm formas de regular o ciclo normal do sono.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>11 Dicas para ajudar um adolescente a dormir cedo:&nbsp;</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-ldfL8' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Partilha a informação que aqui te deixo para melhorarem o <strong>ritmo e higiene de sono</strong>;</li>



<li>Tomar<strong> melatonina</strong> (substância natural à venda nas Farmácias e ervanárias) às 21h para terem sono mais cedo;</li>



<li><strong>Não terem acesso a redes </strong>antes de dormir;</li>



<li>Fazerem algo prazeroso e tranquilo antes de dormir, como, por exemplo, ler um livro positivo, acender uma vela, ouvir música tranquila;</li>



<li>Adormecer com<strong> meditação </strong>(há específicas para dormir e para adolescentes);&nbsp;</li>



<li>Beber um <strong>shot de chá </strong>de camomila. Ou seja, colocas dois dedos de água quente numa chávena pequena com uma saqueta de chá de camomila e deixas atuar durante, mais ou menos, 20 minutos. Este chá que é normalmente mais claro, vai ficar escuro. É para beber de uma só vez e sem açúcar claro! É só um golo, não custa nada;</li>



<li>Ter ambientador no quarto com aroma alfazema, alecrim, eucalipto ou outro aroma tranquilizante e colocar também umas <strong>gotinhas na almofada</strong>;</li>



<li>Ter <strong>luz </strong>de presença para perceberem que as sombras que imaginam e alguns vêm, são só da sua imaginação;</li>



<li>Ter <strong>ambiente tranquilo</strong> na hora de dormir, <strong>sem <a href="https://simplyflow.pt/como-gerir-o-stress-e-as-discussoes-em-familia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">discussões</a>, gritos</strong> e conflitos;</li>



<li>Dar-lhes um <strong>beijinho de boa noite</strong> carinhoso, aconchega-os com amor! Mesmo que te pareça que eles não querem. Todos querem, mas fazem-se de “durões”;</li>



<li>Obriga-os a que tenham uma <strong>prática desportiva</strong> ou exercício físico regular, isso é crucial para a higiene do sono.</li>
</ol>



<p>No entanto, e tenho pensado muito nisto, o Ministério da Educação deveria ajustar os horários de aulas dos <a href="https://simplyflow.pt/como-sao-os-jovens-de-hoje-em-dia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">adolescentes</a>, fazendo com que tivessem horários mais tardios, de acordo com o seu ciclo normal do sono, ou seja, terem aulas só da parte da tarde, por exemplo. Felizmente, há algumas escolas que já o fazem. Mas, uma vez que isso ainda não acontece em todas as escolas e colégios, <strong>vamos ensiná-los a sentirem-se o melhor possível e não ralhar porque se deitam tarde</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-ldfL8' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>A tua luz ilumina ou apaga o teu filho?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-tua-luz-ilumina-ou-apaga-o-teu-filho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Nov 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há decisões desafiantes na vida que nos dão luz ou que nos apagam. Consequentemente, e como espelho, apagamos ou iluminamos os nossos filhos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Todos temos a nossa luz própria e cabe-nos a nós ter a coragem de a acender ou a manter apagada. Há decisões desafiantes na vida que nos dão luz ou que nos apagam. Consequentemente, e como espelho, apagamos ou iluminamos os nossos filhos.</strong></p>



<p>Não sou super mulher, antes pelo contrário, tenho imensos defeitos, como todos nós. Erro e vou aprendendo com esses mesmos erros. E, durante alguns anos senti-me apagada, perdida, sem luz, sem brilho, sem vontade de rir e até de viver. Cheguei a acreditar que nunca mais iria conseguir recuperar a dita luz que todos dizem ver em mim. Até que a minha filosofia de vida passou a ser: “Só faço os meus filhos felizes quando eu estou feliz, quando eu estou iluminada, quando sinto essa luz”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Permite ser tal e qual como és.&nbsp;</strong></h2>



<p>Na minha opinião, <strong>a paz interior dá-te brilho</strong>. Por isso, permite que ela entre na tua vida. Dança, brinca, lê, contata a natureza, faz desporto. <strong>Tens luz quando te permites ser tu próprio, quando falas sem medo do que os outros vão pensar, quando ris às gargalhadas até te doer a barriga.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ter brilho é amar sem medo.</strong></h2>



<p>É saber agradecer. É quando saboreias cada momento sem julgamento. É aproveitar o não fazer nada. É libertar máscaras sem necessidade de agradar. É ser simples. É ajudar sem esperar nada em troca. E, muito importante, lembra-te que as pessoas tóxicas apagam a tua luz, por isso afasta-as.</p>



<p>Diz-se muito que as crianças não aprendem com o que nós, adultos, dizemos, mas, sim, com o que fazemos. Mas, há ainda quem diga mais, que <strong>os nossos filhos aprendem através da percepção que têm da forma como nos veem a acreditar e a vivenciar as coisas e o mundo</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Permite que a paz interior entre na tua vida e te ilumine.&nbsp;</strong></h2>



<p>Quando estás em paz, educas pela paz, dás valores às crianças baseados na empatia, alegria, ajuda ao próximo, na resiliência, na capacidade para conseguir ultrapassar os desafios. Sim porque todos temos problemas na vida, cabe-nos escolher se queremos ficar no papel de vítima e culpar o mundo, ou queremos ser vencedores e arranjar diversas soluções, assumindo, assim, a nossa parte no processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O amor dá luz.&nbsp;</strong></h2>



<p>Refiro-me principalmente ao amor-próprio, não o que esperamos que o outro nos dê. A vida é tão mais bonita com paz e amor, e é isso que nos dá luz. Acredita que <strong>os teus filhos sentem se estás triste ou feliz, se tens luz ou sombra, e, como espelho, vão reproduzir isso para as suas vidas</strong>. Por exemplo: se nós chegamos a casa todos os dias a gritar, a dizer que estamos cansados e sem paciência, então eles vão acreditar que trabalhar é um sacrifício e uma tristeza. Então, <strong>preferes ter razão ou paz no coração?</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mais amor-próprio, por favor! Ou não é isso que queres passar aos teus filhos?</strong></h2>



<p>O nosso cérebro é elástico. <strong>Está na hora de aprender a ver a luz em vez de olhar sempre para a sombra, para o negativo, para o “vai-se andando”</strong>. Sei que é difícil quebrar padrões e ver positivo no que sempre vimos como negativo. Não é de um dia para o outro, mas com treino, quando se torna hábito, passa a ser necessário e de vontade. Lembra-te: <strong>nós somos a soma das nossas experiências, cabe a ti escolhê-las</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como escolhes viver: com luz ou sem luz? </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-RfPuB' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>Reflete sobre as seguintes questões: O que te dá luz? O que te ilumina quando te vês ao espelho? </strong>Descobre a tua alegria interior, a tua alegria de viver.&nbsp;</p>



<p>Sejamos transparentes com os nossos filhos, quando nós estamos bem, eles estão bem. Quando estamos mal, eles estão mal. Não há bons e maus pais, não existem culpas. Mas, acreditem&#8230;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a href="https://simplyflow.pt/pais-positivos-educam-filhos-bem-sucedidos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Pais positivos</strong></a><strong> educam filhos bem sucedidos.</strong></h2>



<p>É <a href="https://www.facebook.com/barbararamosdias.pt/posts/1956532581191500" target="_blank" rel="noreferrer noopener">um trabalho em equipa</a> manteres a tua luz acesa e a do teu filho. Por isso, é importante que te perguntes: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>O que te faz sentir feliz?&nbsp;</li><li>O que acende essa luz?&nbsp;</li><li>O que podes fazer para elogiar o teu filho em vez de o criticares?&nbsp;</li><li>O que podes fazer para não passares o dia a gritar?&nbsp;</li><li>Como lhe podes dar responsabilidade?&nbsp;</li><li>Como podes aprender a respeitar as suas opiniões?&nbsp;</li><li>O que o faz feliz?</li><li>O que o faz sorrir?&nbsp;</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E tudo isto é luz!</strong></h2>



<p>Lembra-te, estamos sempre a aprender, ter <a href="https://simplyflow.pt/como-lidar-com-o-medo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">medo</a> da mudança é ficar para trás.</p>



<p>Leva deste artigo só aquilo que te fizer sentido, não há receitas mágicas.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-RfPuB' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Como são os jovens de hoje em dia?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-sao-os-jovens-de-hoje-em-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A evolução dos tempos existe obviamente, e ainda bem. Mas, isso não quer dizer que o mundo agora é melhor ou pior do que antigamente, apenas é diferente</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No século XIX os portugueses referiam-se uns aos outros por “vossa excelência”. No século XX os jovens escrevem “vc”, seguido de “kkkk” e carinhas (emojis). Provavelmente os nossos netos já só vão escrever “v”. Com isto quero dizer que a evolução dos tempos existe obviamente, e ainda bem. Mas, isso não quer dizer que o mundo agora é melhor ou pior do que antigamente, apenas é diferente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os jovens de hoje em dia</strong></h2>



<p>São os jovens de hoje em dia menos inteligentes do que nós éramos? Não! São até capazes de ter uma percepção muito mais rápida das coisas do que nós tínhamos.</p>



<p>A noção de amizade, sim, é diferente. Hoje têm cinco mil amigos. Nos anos 90 tínhamos os amigos da rua da escola e pouco mais.</p>



<p>O tempo livre era passado na rua, a subir às árvores, a andar de bicicleta, a tocar campainhas e fugir, ao telefone a pregar partidas com coisas tão simples como: “Estou a ligar para o Sr. Coelho? É para avisar que já tenho aqui as cenouras”, até termos o cadeado no telefone! Agora o tempo livre é passado na Internet, com amigos virtuais.</p>



<p>Os nossos pais chateavam-se e mandavam-nos para casa. Hoje nós mandamo-los para a rua.</p>



<p>Os quartos estavam repletos de posters nas paredes, de coleções de latas, a música era ouvida nos walkman, e quando as cassetes encravavam pegávamos na caneta e desenrolávamos. Os tamagotchi, os tetris, os elásticos, as bolas eram os nossos jogos mais evoluídos. Hoje têm os seus ídolos à distância de um clique</p>



<p>Tínhamos de estar a “gramar” com os anúncios sem adormecer para ver o fim de um filme. Agora puxam para a frente e já está. Passávamos horas a ver “Fame”, outras séries e telenovelas. Eles veem Netflix.</p>



<p>Estávamos sempre feridos das quedas de bicicleta, desbotávamos jeans com lixívia. Hoje compram em qualquer loja calças com buracos e/ou desbotadas.</p>



<p>Para estudar, escrevíamos folhas e folhas até termos calos no dedos. As cábulas eram metros de papelinhos enrolados nas canetas BIC. Hoje está tudo no telemóvel.&nbsp;</p>



<p>Íamos à biblioteca quando precisávamos de investigar sobre um assunto. Hoje o Dr. Google explica tudo.</p>



<p>O diário era secreto e escondíamos do mundo inteiro. Hoje o giro é expor o nosso dia a dia nas redes sociais.</p>



<p>Os conflitos aconteciam na rua. Hoje são nas redes sociais.&nbsp;</p>



<p>Antigamente pedíamos em namoro com papéis voadores, com uma cruz, com “Sim” e “Não”. Hoje os pedidos são feitos no Instagram ou no Whatsapp.</p>



<p>Como não tínhamos telefone, ninguém controlava onde estávamos e a fazer o quê. Hoje os telefones dos nossos filhos dão-nos a localização precisa de onde estão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que permanece igual?</strong></h2>



<p>As drogas, as tatuagens, o umbigo à mostra, as calças rasgadas, as discussões entre irmãos, a preguiça de não querer fazer nada, a apatia, a oscilação entre tristeza e alegria, isso é igual.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Então, agora que nos recordamos da nossa adolescência, continua a achar que os jovens de hoje em dia são muito diferentes?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-h1LoZ' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A adolescência é uma fase de grandes transformações, onde os jovens não se reconhecem &#8211; os braços são grande demais, desengonçados, os pêlos aparecem, a voz modifica-se… É o chamado “monstro do espelho”. Já não são crianças, não são ainda adultos e não se reconhecem. Não sabem quem são, andam à procura de uma nova identidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em busca de uma nova identidade.&nbsp;</strong></h2>



<p>Há mudanças a nível cerebral, a produção de dopamina diminui drasticamente, o pensamento é muito mais rápido, daí anteciparem cenários e desenvolverem a ansiedade. Precisam de constantes desafios para sentirem que a vida é boa e prazerosa. Não percebem se o olhar dos outros é bom ou mau, daí terem muitas vezes baixa auto-estima. Precisam de ação, de testar limites e dificuldades para se manterem motivados. Acham que conseguem fazer tudo e que os pais não sabem nada! Os pais deixam de ser ídolos, passando a ser os pares a sua identificação.</p>



<p>Esta é uma fase em que os pais precisam de estar muito atentos e presentes, mas habitualmente o que acontece é precisamente o contrário, como os pais não os compreendem, afastam-se. Mas o problema é que nem eles, adolescentes, se compreendem. Somos nós, adultos, que devemos ajudá-los.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não é preciso ser “amigão”, mas, sim, “amigo”.&nbsp;</strong></h2>



<p>O &#8220;amigão&#8221; não se importa com as consequências. Não alerta, nem transmite segurança. O amigo <strong>está lá, mas põe limites</strong>. <strong>Brinca, mas fica sério quando precisa</strong>. <strong>Alerta para perigos</strong>. Eles estão a criar uma imagem de si próprios e vão identificar-se com quem estiver perto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A autoimagem é formada pelos pares.</strong></h2>



<p>Se o seu grupo o aceita, valoriza, valida, motiva, então ele vai sentir-se capaz de fazer muitas coisas e tem uma boa auto-estima. Se o grupo o deprecia, diminui, faz Bullying, isso vai influenciar na sua auto imagem, vai ferir a sua identidade e auto-estima. O perigo é quando são valorizados por fazerem disparates e só coisas erradas.</p>



<p>Então, pais, estejam por perto. <strong>Supervisão e não superproteção</strong>! Tragam os <a href="https://simplyflow.pt/o-meu-filho-ja-quer-sair-com-os-amigos-e-agora/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">amigos</a> para casa, observem a dinâmica do grupo, sejam flexíveis, com tempo de qualidade, não é preciso muito tempo, mas, sim, tempo de entrega e qualidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vai continuar a dizer que esta é a geração rasca? Ou vai ajudá-los a encontrarem-se num mundo melhor, a serem adultos seguros, que sabem lidar com frustração?&nbsp;</strong></h2>



<p>Sim, precisam de atenção, mas não de superproteção. Precisam de <a href="https://simplyflow.pt/sou-mae-chata-com-prazer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">limites</a>, de aprender a crescer seguros, para saberem lidar com os desafios. Têm de ter riscos moderados para serem adultos que se relacionam bem na sociedade. Saberem viver bem, com riscos controlados, e principalmente sem se magoarem, nem magoarem ninguém.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Substitua o castigo pelo incentivo, a crítica pelo <a href="https://simplyflow.pt/pais-positivos-educam-filhos-bem-sucedidos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">elogio</a>, os sermões por escutar a sua opinião, observe sem interferir e tudo vai dar certo.</strong></h2>



<p>Vamos ajudar os nossos adolescentes a serem ainda melhores do que nós. Sem comparações, nem acusações, mas, sim, com grupos saudáveis.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-h1LoZ' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>&#8220;O meu filho já quer sair com os amigos! E agora?&#8221;</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-meu-filho-ja-quer-sair-com-os-amigos-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São muitos os pais que sentem algumas dificuldades em conversar com os filhos durante a adolescência, principalmente quando começa a surgir esta fase das “saídas com os amigos”.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os miúdos estão fartos de “Nãos”. “Não faças isso”; “Não digas isso”; “Não podes ir”; “Não podes ver”; “Não podes estar tantas horas ao telemóvel”; “Não batas no teu irmão”. Mas, nós, pais, também estamos exaustos. Por um lado, devemos explicar que não dizemos “não” só por dizer ou porque não gostamos deles. Por outro, cabe-nos reforçar que o “não” é para ser levado a sério. Não se culpe, o “não” só o vai ajudar a crescer e a tornar-se um adulto mais seguro. &#8220;Então, e o que fazer quando o meu filho começa a pedir para sair à noite?&#8221;, pergunta-me.  </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Po</strong><strong>rque não posso sair à noite? Já tenho 15 anos.”</strong></h2>



<p>Quando estes adolescentes questionam os pais acerca disto, o que eles querem perceber é se os/as amigos/as podem sair porque é que eles não podem.&nbsp;</p>



<p>Eles sentem-se muito crescidos e independentes, facto que os leva a pensar saber tudo acerca do mundo que os rodeia. A questão é que se esquecem, ou desconhecem, os perigos que poderão ter de vir a enfrentar. Acreditam que são suficientemente capazes de lidar com todas as situações que o mundo tem para lhes mostrar. Aliás, estão ansiosos por provar ao mundo, e aos pais, que conseguem tudo sozinhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A autonomia é crucial na fase da adolescência.&nbsp;</strong></h2>



<p>Esta é uma etapa sensível, em que não devemos retirar-lhes toda a autonomia, sob pena de lhes causar uma quebra de autoconfiança que os pode prejudicar no futuro. Mas, por outro lado, também não podemos deixá-los trilhar o caminho sozinhos, pois sabemos que os perigos são muitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vamos, então, dar-lhes liberdade com responsabilidade.</strong></h2>



<p>Já dizia o meu pai assim o dizia. Funcionou comigo e com minha irmã. É o que faço com meus filhos, e penso que também está a funcionar. Um/a menino/a de 14 ou 15 anos que seja responsável na escola, também pode começar a ter alguma liberdade. Caso contrário, na minha opinião, não terá responsabilidade para fazer as “coisas dos mais velhos”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quer dizer que os pais podem e devem apoiar momentos de liberdade social? </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-JH1Pb' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>Sim, mas de forma gradual, controlada e segura.</strong> Pode começar por sair para ir almoçar com os/as amigos/as ao café fora da escola, ir ao cinema ou mesmo para uma ida à praia. Se nestas pequenas experiências cumprir todas as regras de segurança e ordens estabelecidas, então pode ir passando às fases seguintes. O mais importante é a maturidade e não a idade, no meu ponto de vista. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 Dicas para falar com os adolescentes:</strong></h2>



<ol class="wp-block-list"><li>Ter clareza no discurso;</li><li>Usar frases curtas objetivas e sem rodeios;</li><li>Falar a verdade com amor no coração;</li><li>Não ter medo;</li><li>Lembrar-se que está a fazer o melhor.</li></ol>



<p>São muitos os pais que sentem algumas <a href="https://simplyflow.pt/guia-de-cabeceira-para-pais-desesperados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dificuldades</a> em conversar com os filhos durante a adolescência, principalmente quando começa a surgir esta fase das “saídas com os amigos”. Assim, aqui ficam dois exemplos de diálogos para terem uma ideia de como abordar este tipo de assuntos evitando conflitos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Sei que já és responsável e consegues tomar conta de ti. E também sei o quanto é fácil no meio da conversa e da boa disposição cometermos alguns excessos que nos podem fazer não pensar da forma mais correta. Acredito que não vais fazer nada de mal, confio em ti. No entanto, há experiências que deves ter só com determinada idade. É por algum motivo que só se entra nas discotecas aos 16 anos. Todas as nossas ações têm consequências e mostram a nossa maturidade. Se ainda não tens idade para trabalhar (18 anos), ou mesmo conduzir mini car (16 anos), também não tens idade para ir a locais onde não podes deslocar-te sozinho/a, beber álcool, pagar os consumos que gostarias de fazer, nem tens idade legal para entrar. Lembras-te, no outro dia ficaste duas horas em casa sozinho/a e tiveste medo (estavas em tua casa, no teu espaço protegido), como podes ter maturidade para sair à noite para ambientes abertos ou fechados onde estão pessoas estranhas? Quem não quer, nem consegue por iniciativa própria pôr a mesa do jantar, também não pode ter a liberdade de consumir bebidas em estabelecimentos noturnos com o dinheiro dos pais. Lembra-te, liberdade, autonomia e independência são valores que vamos ganhando ao longo da vida, com o poder das nossas escolhas diárias.</li><li>Sei que te custa muitas vezes quando não te deixo fazer o que tens vontade. Mas sabes, às vezes custa-me mais a mim do que a ti. Aliás, tenho a certeza que me custa mais, mas é para o teu bem. Um dia vais perceber isso. Quando te digo “não” é porque é necessário e não por não gostar de ti. É exatamente porque me preocupo contigo que às vezes tenho de o dizer. Por exemplo, quando quiseste escorregar pelo corrimão das escadas e a mãe disse que não, fi-lo porque vi que podias cair e magoar-te. O “não” foi para te proteger e isso também é amor. Quando querias gomas e eu não te comprei, disse-te que “não” porque sei que o açúcar em excesso faz mal. Além disso, se cada vez que me pedires alguma coisa eu te der, depois não irás dar valor a nada. Vais ver que assim darás valor a cada presente que te dão ou a cada momento especial vivido porque consegues saborear de outra forma. Quando te digo que “não”, há sempre uma explicação e, mesmo que te custe, isto também é uma forma de amor porque sei e acredito que estou a fazer o melhor para ti. Assim, só vais sair à noite quando perceber que tens maturidade e responsabilidade para isso.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>9 Dicas para os&nbsp; pais lidarem com ansiedade:</strong></h2>



<p>Também existem inúmeros pais que ficam ansiosos quando os filhos chega a estas fases. Assim, aqui ficam também algumas dicas:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Lembre-se que não há pais perfeitos;</li><li>Não há culpa, todos erramos e temos a vida toda de pais para fazer sempre melhor;</li><li>pensem antes de responder, pois muitas vezes uma má resposta gera <a href="https://simplyflow.pt/como-gerir-o-stress-e-as-discussoes-em-familia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">discussão</a>;</li><li>Lembrem-se que vocês, pais, são os adultos;</li><li>Sejam firmes, não cedam a “choradilhos”;</li><li>Expliquem razões de forma simples e direta;</li><li>Se está irritado/a, vá dar uma volta e não fale de cabeça quente;</li><li>Cuide de si, só conseguimos estar bem com os outros se estivermos bem connosco próprios;</li><li>Faça yoga, meditação, exercício diário. <a href="https://www.facebook.com/barbararamosdias.pt/photos/a.1110577535787013/1886006328244126/?type=3&amp;__xts__[0]=68.ARDS_kER4WTMjCKnGrUx7A4TTtRZNj1ohZ3ROMOsHrs5Oc_l43iI-mmHHmnqdXgfsys8sQ2xQJCMHaYPGEvDW27ov_Y2Y5LH3cU8zn0P_x45bORh0mJ6JWCI8s7Ge7MJfbedGMRyBssyHuSjEFHmk1dSWSkX40QUrDNwkBo0hGB82OqqOEF-JgodWIaMFAvsxm-oniLzU1JviBic_xrqRimi5pg3M3c0D1rkquNhq4rSNrj9PgSQA7o37ZUcVL4BxX-cvKRFO2BSjNtTHSPFn8DdyMpiZxlVYUPexN5fORa1oT1c10I6wQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cuide-se diariamente</a>, pelo menos, 15 e verá que a ansiedade diminui muito.</li></ol>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-JH1Pb' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Guia de cabeceira para pais desesperados</title>
		<link>https://simplyflow.pt/guia-de-cabeceira-para-pais-desesperados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Eneagrama]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Guia de cabeceira para pais desesperados]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sentes que há dias em que o teu filho te leva ao limite? Que não ouve o que dizes? Não desanimes. “Guia de cabeceira para pais desesperados” é um livro que foi escrito a pensar em ti. Escrito por mim, uma psicóloga que tem não uma, mas, sim, três doces pestinhas. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/guia-de-cabeceira-para-pais-desesperados/">Guia de cabeceira para pais desesperados</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><strong>Sentes que há dias em que o teu filho te leva ao limite? Que não ouve o que dizes? Não desanimes. “Guia de cabeceira para pais desesperados” é um livro que foi escrito a pensar em ti. Escrito por mim, uma psicóloga que tem não uma, mas, sim, três doces pestinhas.</strong> </strong></p>



<p>Senti e percebi, através dos pedidos de ajuda, que muitos pais ficaram desesperados na altura do primeiro confinamento. Foram muitos os telefonemas e as mensagens a pedir ajuda e também com simples desabafos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Guia de cabeceira para pais desesperados &#8211; 9 formas de educar através do eneagrama</strong></h2>



<p>O objetivo <a href="https://www.presenca.pt/products/guia-de-cabeceira-para-pais-desesperados" target="_blank" rel="noreferrer noopener">deste livro</a> é ajudar-te a conhecer e compreender melhor a tua família através do <a href="https://simplyflow.pt/diz-me-como-se-porta-o-teu-filho-e-digo-te-como-podes-agir-com-ele/">eneagrama</a>, uma ferramenta que estuda a personalidade, ensina-nos a valorizar os talentos e a desdramatizar os “desafios”, conseguindo, assim, um maior equilíbrio e felicidade familiar, com menos conflitos e discussões. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="684" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/FL_livros_Simplyflow-684x1024.jpg" alt="Guia de cabeceira para pais desesperados" class="wp-image-14896" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/FL_livros_Simplyflow-684x1024.jpg 684w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/FL_livros_Simplyflow-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/FL_livros_Simplyflow-768x1150.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/FL_livros_Simplyflow-1025x1536.jpg 1025w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/FL_livros_Simplyflow-1367x2048.jpg 1367w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/FL_livros_Simplyflow-460x689.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/FL_livros_Simplyflow-160x240.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/FL_livros_Simplyflow-320x479.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/FL_livros_Simplyflow-480x719.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/FL_livros_Simplyflow-640x959.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/FL_livros_Simplyflow-960x1438.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/FL_livros_Simplyflow-1120x1678.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/FL_livros_Simplyflow-scaled.jpg 1709w" sizes="(max-width: 684px) 100vw, 684px" /></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Mas, se eles têm os mesmos pais e a mesma educação porque são tão diferentes?”&nbsp;</strong></h2>



<p>Fácil! Porque têm diferentes personalidades, percepções, crenças, medos, energias e motivações. E é aqui que entra o eneagrama, que estudo a personalidade, dividindo sujeitos em 9 tipologias: Perfeccionista, Prestativo, Competitivo, Romântico, Observador, Questionador, Entusiasta, Controlador e Harmonioso. Mas, atenção, é importante lembrar que, primeiro, não somos números, nem robots, somos pessoas com todas as nossas individualidades. E, segundo, as crianças encontram-se em desenvolvimento psicológico, pelo que vão evoluindo nos seus comportamentos, talentos e pontos a melhorar.&nbsp;</p>



<p>Agora, imagina, com a ajuda desta fantástica ferramenta, conseguires melhorar a comunicação com os teus filhos, deixares de gritar de manhã à noite, conseguires ditar as regras, bem como todos os desafios que nós, pais, passamos regularmente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Desde que o eneagrama entrou na minha vida que tudo começou a fazer muito mais sentido.</strong></h2>



<p>O eneagrama fez-me repensar os meus relacionamentos familiares, laborais, sociais e até comigo própria, tendo tido grande impacto na minha qualidade de vida. A comunicação e a interação com os outros passou a ser um processo mais consciente e eficaz.&nbsp;</p>



<p>Cá em casa somos todos diferentes, mas complementamo-nos. Uma casa cheia: eu sou tipo 7 (Entusiasta), a Francisca 6 (Precavido), o Vasco 8 (Controlador) e o Vicente 3 (Competitivo), o que é divertido gerir e educar.</p>



<p><strong>Aprendi a lidar com os meus filhos de forma diferente, a perceber melhor os seus talentos, motivações, medos e aspetos a melhorar. Motivá-los para estudar e para cumprirem as tarefas passou a ser bem mais fácil. A comunicação melhorou</strong> e as discussões diminuíram apenas porque nos compreendemos. Ou seja, agora conseguimos colocar-nos “no sapato do outro”. Resultado: maior harmonia em casa. Claro que somos uma família normal, onde também existem discussões, mas o certo é que conseguimos comunicar melhor.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Testemunhos: </strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-1N6E8' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>. Pedro, 13 anos &#8211; Tipo 8, Confrontador</strong></h4>



<p>Num ato de desespero, depois de ter partido a Playstation do meu filho, a saltar de salto alto em cima dela até a partir, procurei a Bárbara.&nbsp;</p>



<p>Todos os dias havia discussões e gritaria. E tudo por causa dos jogos. Ele ficava agressivo comigo e com pai quando nós o mandávamos fazer alguma coisa e parar de jogar. Tentámos tudo: desligar a Internet, esconder cabos, etc.. Nada funcionou. Estávamos desesperados. Ele dava cabo de nós. Não aguentava muito mais tempo.</p>



<p>Já sem muita esperança, e porque tivemos boas referências, procurámos a Bárbara. Após avaliação com eneagrama, percebemos a sua personalidade e passámos a lidar com ele de forma muito diferente, valorizando os talentos, não admitindo agressividade connosco e o principal, não cedendo a quebrar as regras e os limites. São poucas as regras, mas sem cedência. Regras firmes, com momentos de colo e atenção.</p>



<p>A Bárbara ensinou-nos que os pontos fortes dele são a autoconfiança e a frontalidade. Os pontos a melhorar são a teimosia, a raiva e a impulsividade.</p>



<p>Basicamente o que fizemos foi transformar a agressividade dele em afeto. Como? Dei-lhe um abraço num dia de discussão e perguntei: “Porquê essa dor toda? O que se passa? Posso ajudar-te? Não precisas dessa raiva… Não precisas de ser o mais forte da família”. E ele vergou e chorou descontroladamente.&nbsp;</p>



<p>Como desarmei o seu braço de ferro, ele não me levantou mais a mão, nem a voz. Acabou o medo, e por isso acabou a tormenta. O mal foi que quando ele era pequeno achávamos muita piada a ele ser mandão e levantar a mão, mas depois, na adolescência, isso não tem piada absolutamente nenhuma.</p>



<p>Atenção, como diz a Bárbara, não existem receitas mágicas, a mudança não é imediata e depende da nossa persistência. Claro que ele ainda testa os limites, claro que tenta, mas como nós já agimos de outra forma, ele também o faz. Chegamos a ter dias tranquilos, sem discussões.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Teresa&nbsp;</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>. Família Marques</strong></h4>



<p>Procurei a Bárbara para melhorar o relacionamento da minha família. Sou separada do pai dos meus filhos e há quatro anos que estou com outra pessoa. Nesse sentido, pedi à Bárbara que fizesse a avaliação de cada um de nós e nos ensinasse a lidar melhor uns com os outros.&nbsp;</p>



<p>O meu companheiro é tipo 5 (Observador), tem uma inteligência superior à média, é responsável e precisa de espaço para estar sozinho e reservado. Eu sou o oposto, temperamental, distraída, dinâmica e criativa, mas muito cabeça no ar, tipo 7 (Entusiasta).&nbsp;</p>



<p>O meu filho mais velho, o Guilherme, é muito parecido comigo, daí haver discussões constantes. Um dos princípios que a Bárbara me ensinou foi a balizar as regras, ou seja, devem ser poucas, mas firmes. Explicar que “este ato vai ter esta consequência”. O Guilherme adora karts e é muito bom nisso. Assim, em combinação com a Bárbara, incentivei-o nos karts, mas só se tivesse boas notas na escola, caso contrário saía. Fizemos uma tabela no Excel com as notas dele, em comparação com a média da turma, e planeámos o estudo e as explicações. O objetivo mínimo era 14 valores. O que é certo é que ele mudou o comportamento na escola e em casa, porque tinha o incentivo dos karts.</p>



<p>O mais novo, o Francisco, é mais direto, faz tudo para agradar, está sempre disponível para tudo e todos, mas tem dificuldade em pedir ajuda. Temos estado a trabalhar no sentido de ele começar a olhar para si mesmo. O surf tem sido um desbloqueador espetacular.</p>



<p>Graças a esta ferramenta e à Bárbara, temos tido cada vez mais momentos tranquilos e divertidos em família. O mais importante é respeitarmos os limites uns dos outros. E dar espaço para o meu companheiro estar no canto dele sozinho de vez em quando tem sido um grande fator de mudança.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Margarida&nbsp;</strong></p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografias por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/">Verónica Silva</a></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-1N6E8' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Guia de confinamento para pais</title>
		<link>https://simplyflow.pt/guia-de-confinamento-para-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem um adolescente que lhe põe os cabelos em pé ou deixa desesperado? Então, este artigo é para si! É que para além de Psicóloga há 20 anos, também sou mãe e para a/o ajudar criei este guia de confinamento para pais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tem um adolescente que lhe põe os cabelos em pé ou deixa desesperado? Então, este artigo é para si! É que para além de Psicóloga há 20 anos, também sou mãe e para a/o ajudar criei este guia de confinamento para pais.&nbsp;</strong></p>



<p>Estamos em novo confinamento, os pais estão desesperados, cansados, stressados, adolescentes e as crianças estão tristes, irritadas, fartas dos gritos dos pais, com vontade de fugir. A realidade é que nada podemos fazer. Estas são as regras e é assim para todos nós. Então, já que estamos em confinamento com os nossos filhos, vamos <strong>aproveitar para criar laços mais seguros e consistentes</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Do que precisam as crianças? E os pais?</strong></h2>



<p>As crianças precisam de atenção, de colo, rotinas, gritar, saltar, correr pela casa, sujar, desarrumar… No fundo precisam de simplesmente serem crianças. E nós só precisamos ter <strong>paciência </strong>para tolerar e lidar com as birras, que são nada mais, nada menos do que puras chamadas de atenção. É a maneira que conhecem para mostrar o descontentamento que estão a sentir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É extremamente importante que existam limites.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Ter força para colocar limites não é fácil, principalmente quando estamos esgotados. </strong>Mas temos de ir buscar forças e paciência “budistas” de modo a termos paz e harmonia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como gerir o stress durante quarenta?</strong></h2>



<p>Para além de psicóloga, sou mãe de uma adolescente, um pré adolescente e uma criança. Há dias em que tenho os cabelos em pé. O que faço nessas alturas? Cuido do meu <strong>Eu</strong> &#8211; salto no trampolim ou vou dar uma volta de bicicleta para gerir melhor o stress.</p>



<p>Nesta <a href="https://simplyflow.pt/quarentena-pais-a-beira-de-um-ataque-de-nervos/">fase</a>, os nossos filhos só precisam de colo, abraços, muita atenção, de serem ouvidos e da nossa compreensão. <strong>Evitem os gritos e os castigos, substituam por elogios e incentivos.</strong> Os gritos só fazem com que cresça exponencialmente a agressividade nas crianças.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como gerir melhor o stress familiar durante o confinamento?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Xu5V7' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list"><li>Regras;</li><li>Relações saudáveis;</li><li>Não pedir perfeição, mas, sim, esforço;</li><li>Serem otimistas;</li><li>Serem bons “espelho”;</li><li>Usar muito a inteligência emocional na disciplina e regras;</li><li>Ter horários fixos e rotinas;</li><li>Ouvir, acolher, não reprimir e aceitar.</li></ol>



<p>Isto tudo é muito giro, mas como podemos fazer na prática?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>24 dicas p</strong><strong>ara gerir melhor o stress familiar durante a confinamento:&nbsp;</strong></h2>



<ol class="wp-block-list"><li>Lembra-te que já foste adolescente e recorda como gostavas que os teus pais lidassem contigo; </li><li>Cuida de ti, nutre o teu Eu (higiene mental), pois se fizeres coisas que gostas tens mais paciência para apoiar os teus filhos;</li><li>Organiza regras e rotinas;</li><li>Substitui a crítica pelo elogio;</li><li>Aproveita para recriares a relação com o teu adolescente;</li><li>Ouve o que ele tem para te contar, sem julgar, nem dar grandes discursos; </li><li>Fica atenta/o às necessidades dele(s);</li><li>Tem uma atitude vencedora e positiva;</li><li>Mostra interesse pelas coisas dele(s) &#8211; Filmes, séries, músicas;</li><li>Dá colo, porque, sim, ele(s) ainda gosta(m);</li><li>Partilha as tuas histórias e aventuras de adolescente, assim ele(s) aprende(m) a partilhar também contigo as suas histórias; </li><li>Incentiva a que se portem bem e a cumprirem jogos ao fim da tarde todos juntos; </li><li>Descobre coisas para fazerem em conjunto, como, por exemplo: dançar, cozinhar, tocar instrumentos musicais, plantar, pintar, fazer barros, legos, teatro,etc.;</li><li>Proibir não é solução, aproveita para brincar mais com ele(s);</li><li>Dá o exemplo, pois os filhos são o nosso “espelho”;</li><li>Façam refeições juntos com horários fixos e rotineiros;</li><li>Arranja alternativas ao tablet;</li><li>Encoraja a autonomia e responsabilidade;</li><li>Está atenta/o a sinais de tristeza e mudança de comportamento do sono, alimentação, apatia;</li><li>Insiram-no(s) nas tarefas da casa;</li><li>Esclarece as dúvidas que te coloca(m);</li><li>Dê tempo livre, pois ele(s) precisa(m) descansar;</li><li>Deixe tempo para ele(s) falar(em) com amigos online;</li><li>Apoio-o(s) e diz que tens orgulho nele(s). Tem uma atitude encorajadora e não desencorajadora (“sei que vais conseguir”, em vez de “não estudas nada&#8230; és horrível”).  </li></ol>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Xu5V7' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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