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	<title>Arícia Garrido da Silva, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jun 2023 14:42:36 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arícia Garrido da Silva, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>(Re)Conecta-te ao prazer</title>
		<link>https://simplyflow.pt/reconecta-te-ao-prazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arícia Garrido da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Arícia Garrido da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Prazer]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sentidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O prazer é cada vez mais abordado em consultas médicas. Há muito a discutir sobre este tema, e nada melhor do que começar perguntando: “Como é a tua relação com o prazer?”. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/reconecta-te-ao-prazer/">(Re)Conecta-te ao prazer</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O prazer é cada vez mais abordado em consultas médicas. Há muito a discutir sobre este tema, e nada melhor do que começar <strong>por perguntar</strong>: “Como é a tua relação com o prazer?”. </strong></p>



<p>É natural que perguntes: “De que tipo de prazer estamos a falar?”. Gostaria de saber qual te veio imediatamente à mente.</p>



<p>Agora, lanço-te uma segunda pergunta: “Que tipos de prazer conheces?”. Ao responderes a esta pergunta, percebes que <strong>o prazer pode estar associado a várias formas, áreas, intensidades e interpretações, dependendo da nossa capacidade de o sentir</strong>. Por exemplo, o prazer pode ser sentido e vivido sexualmente e também através da dança, alimentação, respiração, atividade desportiva, leitura, atividades artísticas e criativas, entre outros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não existem limites para as formas como podemos sentir prazer, pois tudo depende do nosso grau de conexão com o nosso sentir.</strong></h2>



<p>Quando sentimos a necessidade de nos reconectarmos ao prazer significa que estamos provavelmente desconectados da nossa essência, de quem realmente somos. Isso acontece porque quando nos conhecemos bem, sabemos do que gostamos, o que nos dá prazer, o que nos priva do prazer, o que nos equilibra e o que nos desequilibra.</p>



<p><strong>Reconectar-nos ao prazer é sinónimo de nos reconectarmos à nossa essência, ao nosso Eu interior. Isso implica sentir!</strong> E para isso, é necessário parar, respirar e desligar-nos do mundo à nossa volta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prazer é energia, é vibração! É uma energia que nos eleva! Está relacionado com o nosso centro de energia vital. Quanto mais prazer sentirmos no dia a dia, mais vivos nos sentiremos.</strong></h2>



<p>Se o meu corpo somatiza a ausência de prazer, então é importante perceber também qual a emoção ou situação na minha vida que bloqueou ou diminuiu o prazer em mim.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>É importante também relembrar</strong> que o nosso corpo funciona de forma autónoma.</strong></h2>



<p>Normalmente, não pensamos em como andamos, como respiramos, como surge a libido, como esticamos o braço, entre outras coisas. Porque tudo isso é automático. Só precisamos de pensar nisso quando essa função é afetada e começa a manifestar algum sintoma (por disfunção ou desarmonia). E no caso do prazer é o mesmo.</p>



<p><strong>Se o meu sintoma é não sentir prazer ou se ele está significativamente diminuído, começarei por estimular os meus sentidos de forma a remover as barreiras e armaduras que uso diariamente <strong>e que me impedem de o</strong> sentir. Quanto mais vulnerável me torno, mais fácil é sentir prazer.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A melhor forma de começar este trabalho é através de respirações profundas e conscientes.</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-5KnaZ' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Através delas, libertamos as tensões do quotidiano e desligamo-nos mais facilmente do mundo exterior, permitindo-nos conectar com o nosso <a href="https://simplyflow.pt/escuta-interior-e-reabilitacao-pelvica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">interior</a>.</p>



<p>Inspirar pelo nariz e expirar pela boca é importante no início para libertar a tensão existente no nosso corpo naquele momento. Quando não houver mais tensão para libertar, passamos a expirar também pelo nariz, pois a intenção é conectar-nos cada vez mais à energia subtil. Quanto mais suave e harmoniosa for a nossa respiração, mais conectados nos sentiremos connosco mesmos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em seguida, podemos utilizar os cinco sentidos do nosso corpo &#8211; visão, audição, olfato, paladar e tato &#8211; para despertar ainda mais o nosso corpo para a subtileza do prazer.</strong></h2>



<p>Estarmos atentos ao que observamos, saboreamos, cheiramos, escutamos, ao que sentimos na pele enquanto dançamos, cozinhamos, nos alimentamos, caminhamos, tocamos, fazemos amor, ajuda-nos a <strong>descobrir onde, como e quando o prazer desperta em cada um de nós</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Move-te!</strong></h2>



<p>Dançar, praticar atividade física, fazer caminhadas, alongamentos, fazer amor, sozinhos ou acompanhados ativa a nossa energia! liberta-nos da estagnação! cria movimento! O que<strong> melhora tudo</strong> (especialmente quando realizado com harmonia e prazer).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sente o teu próprio toque. </strong></h2>



<p><strong>Resgatar e despertar o prazer de sentir o nosso próprio toque</strong> é de extrema importância. Quando foi a última vez que te abraçaste? Quando foi a última vez que te tocaste de forma consciente? Sente o poder do teu toque no teu corpo! O que ele te transmite? Ao aprendermos a sentir o nosso próprio toque descobrimos um poder de cura fantástico!. O seu abraço, o seu colo, a sua suavidade, o seu poder de escuta, a sua capacidade de nos fazer sentir prazer em todo o corpo é mágico!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por último, permite-te relaxar. </strong></h2>



<p>Sair da posição fetal, abrirmo-nos a nós mesmos, assumir posturas mais abertas e relaxadas no dia-a-dia, <strong>permite que as barreiras caiam e a vulnerabilidade entre, facilitando a libertação das nossas emoções</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nesse estado de leveza, entrega e subtileza, o prazer começa a surgir, a vibrar, a ter espaço para ser.</strong></h2>



<p><strong>O que realmente importa nem sempre é a quantidade, mas, sim, a qualidade.</strong> Tocar por tocar, comer por comer, praticar atividade física por praticar, fazer sexo sem realmente sentir prazer faz com que percamos a conexão com quem somos, com a nossa essência. Com o tempo, o nosso corpo começa a reclamar, a manifestar-se. Por isso, <strong>pára, escuta, olha e sente-te</strong>!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-5KnaZ' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância da respiração na reabilitação pélvica</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-importancia-da-respiracao-na-reabilitacao-pelvica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arícia Garrido da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Arícia Garrido da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Reabilitação Pélvica]]></category>
		<category><![CDATA[Respiração]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em qualquer tipo de reabilitação a respiração deve fazer parte, pois a nossa cura passa também por saber como respirar.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Já alguma vez pensaste na forma como respiras? Já alguma vez sentiste a tua respiração? É fácil? Harmoniosa? Eficaz?&nbsp;</strong></p>



<p>Na maioria das vezes não temos consciência de como respiramos. Só nos apercebemos que não respiramos da forma correta quando surge algum desconforto/disfunção seja a nível respiratório, postural,&nbsp; pélvico,&nbsp; emocional… E quando procuramos ajuda para resolver o nosso desconforto/disfunção, independentemente da área, uma das ferramentas para ajudar passa sempre por tomar consciência da respiração.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em qualquer tipo de reabilitação a respiração deve fazer parte, pois a nossa cura passa também por saber como respirar.</strong></h2>



<p>Admirados? Pensem comigo…</p>



<p>Cada vez que aprendemos algo para nos ajudar, seja a nível físico, emocional, energético ou espiritual o que nos dizem? <em>“Respira fundo, respira conscientemente, respira, respira, respira&nbsp; e não pira!”&nbsp;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Isto porque a respiração tem uma importância vital.</strong></h2>



<p>É a primeira coisa que fazemos assim que nascemos (Inspiramos &#8211; iniciamos a vida) e a última coisa que fazemos quando morremos (Expiramos &#8211; terminamos a vida). É um constante iniciar e fechar de ciclos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E o que é que isto tem a ver com músculos pélvicos, com a reabilitação pélvica?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-82CEa' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Mecanicamente a harmonia entre o abdómen, a respiração, a postura e a pélvis (bacia) são fundamentais para o bom funcionamento dos nossos músculos do pavimento pélvico (MPP).</strong></h3>



<p>A pressão exercida dentro do nosso abdómen causada por um espirro, uma tosse, uma gravidez ou qualquer outro esforço vai sobrecarregar os MPP. Lembremo-nos que os MPP são o chão da nossa bacia, são músculos, por isso são como elásticos, cedem com a pressão, principalmente se ja tiverem perdido o seu automatismo de contração ou se estiverem muito tensos. E a forma como são sobrecarregados depende da harmonia gerada entre a força da gravidade, a forma como respiramos, o nosso trabalho abdominal,&nbsp; a nossa postura e a nossa consciência pélvica.&nbsp;</p>



<p>Para além da força da gravidade, que nos empurra constantemente de cima para baixo, quando todos, ou alguns, destes grupos musculares (MPP, diafragma torácico, abdominais, músculos da coluna) estão fracos, tensos, desarmoniosos ou pouco conscientes, a pressão intra-abdominal é alterada, e consequentemente a pressão sobre os músculos pélvicos também, aumentando a probabilidade de surgir uma disfunção pélvica, como, por exemplo, uma incontinência urinária, um prolapso pélvico. Por isso, para devolver a harmonia pélvica e reestabelecer o seu correto funcionamento é preciso avaliar outras áreas do nosso corpo para além MPP, como por exemplo: a respiração, os abdominais e a postura.&nbsp;</p>



<p>No caso específico da respiração, o diafragma torácico e os MPP trabalham em conjunto. Na inspiração o diafragma baixa e relaxa e os MPP baixam e relaxam. Na expiração o diafragma sobe e contrai e os MPP sobem e contraem. E habitualmente as pessoas com disfunção pélvica perderam esta harmonia entre eles e não fazem ideia que os dois deviam trabalhar sempre em conjunto. Separam o trabalho respiratório do trabalho pélvico ou tem a sua dinâmica respiratória invertida.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Energeticamente podemos imaginar o fluxo respiratório como água a correr. Ou seja, se nós pensarmos num riacho, num rio, as zonas onde ele passa mais frequentemente e abundantemente são zonas que ficam mais limpas, e a água é mais oxigenada porque o fluxo da água é maior e leva com ela as sujidades, as toxinas, o lixo. Agora se pensarmos numa zona do riacho onde a água é quase escassa ou abundante mas parada o que acontece? Há uma acumulação de lixo, bactérias, tornando-se por vezes uma água imprópria para banhos, por exemplo.&nbsp;</strong></h3>



<p>Se transpusermos este pensamento para a <a href="https://simplyflow.pt/escuta-interior-e-reabilitacao-pelvica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reabilitação pélvica</a>, quem trabalha nesta área já percebeu que a maioria das pessoas com disfunção pélvica (dores nas relações sexuais, dores menstruais, incontinências,&#8230;) raramente inspira para a zona do baixo ventre, do abdómen inferior. Essa zona está bloqueada energeticamente e com pouca mobilidade interna.</p>



<p>A maioria dessas pessoas respira apenas ou maioritariamente para a caixa torácica. Não permitindo que a respiração flua com a mesma energia para todas as zonas do corpo. E isto acontece muito pela falta de consciência que temos acerca do funcionamento do nosso corpo, como também por defesa do próprio corpo. Ou seja, quando temos, por exemplo, dor frequente e intensa na menstruação ou nas relações sexuais o nosso corpo automaticamente vai querer contrair essa zona, fechar, colocando-nos constantemente na posição fetal. Que é uma posição fechada e que bloqueia a abertura de todo o tronco, limitando o fluxo energético para essa zona e o trabalho do diafragma torácico,  pois ele não tem espaço para se expandir. </p>



<p>Por isso, é importante adquirimos posturas de abertura nos momentos que não temos dor e respirarmos conscientemente para o baixo ventre, deixando o diafragma torácico expandir-se (relaxar) na totalidade durante a inspiração e contrair ao seu máximo na expiração.</p>



<p>Consequentemente, o fluxo energético/respiratório vai fluir para mais zonas desbloqueando os canais estagnados e os MPP, os abdominais e os músculos da coluna também vão aprender a relaxar e a contrair de forma mais eficaz e harmoniosa levando a uma diminuição das dores pélvicas e a uma normalização da função pélvica no geral.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Saber respirar faz muita diferença na nossa vida, na nossa auto-consciência, na nossa cura.</strong></h2>



<p>Parece magia, pois transforma a nossa consciência corporal não só a nível físico como emocional, energético e espiritual. Por isso volto a perguntar: <strong>Já alguma vez pensaste na forma como respiras?</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-82CEa' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Escuta interior e Reabilitação Pélvica</title>
		<link>https://simplyflow.pt/escuta-interior-e-reabilitacao-pelvica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arícia Garrido da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2022 12:23:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Arícia Garrido da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Escuta interior]]></category>
		<category><![CDATA[Fisioterapia Pélvica]]></category>
		<category><![CDATA[Reabilitação Pélvica]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Pélvica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria das pessoas procura ajuda profissional - médicos, e/ou terapeutas - quando já existe algum tipo de desconforto, dor, disfunção. Ainda são poucos aqueles que procuram escutar o corpo antes de haver uma manifestação física. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/escuta-interior-e-reabilitacao-pelvica/">Escuta interior e Reabilitação Pélvica</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A maioria das pessoas procura ajuda profissional &#8211; médicos, e/ou terapeutas &#8211; quando já existe algum tipo de desconforto, dor, disfunção. Ainda são poucos aqueles que procuram escutar o corpo antes de haver uma manifestação física.&nbsp;</strong></p>



<p>Será que escutamos o que o nosso corpo nos está a transmitir? Os sintomas? As dores? Os desconfortos? Ou será que passamos à frente anulando esta voz interior, e dizemos para nós próprios:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li><em>“Ah, isto não é nada! Já passa!”</em></li><li><em>“É normal, é da idade!”</em></li><li><em>“A minha mãe também tinha dores menstruais, saio a ela.”</em></li><li><em>“É normal perder urina após o parto. Disseram-me que, com o tempo, o corpo vai ao sítio sozinho.”</em></li></ul>



<p>E por aí adiante&#8230;</p>



<p>Sim, pode acontecer ter dores menstruais, perder urina após o parto, ter dores com a endometriose, ou com outra situação&#8230; O que não é suposto é continuarmos a sentir essas dores, esses desconfortos para sempre.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não é suposto sentirmos dores de forma contínua.&nbsp;</strong></h2>



<p>Hoje em dia existem muitas respostas para ajudar a minimizar ou mesmo resolver estes sintomas. E parte desta resolução passa por aprendermos a escutar o nosso corpo.</p>



<p>Quando algo se manifesta negativamente ao ponto de incomodar é porque, muito provavelmente, existe também alguma emoção que está bloqueada. Como se algo estivesse a dizer: <em>“Há qualquer coisa na forma como ando a viver a minha vida que é importante (re)ajustar, harmonizar”</em>. E é aqui que a Terapia Pélvica pode ajudar.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E em que consiste a Fisioterapia Pélvica?&nbsp;</strong></h2>



<p>A Fisioterapia Pélvica &#8211; ou Terapia Pélvica &#8211; é cada vez mais conhecida e recomendada. Consiste em reabilitar a consciência e a harmonia interna do centro do nosso corpo, promovendo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>a continência da urina, gases e fezes;</li><li>o posicionamento correcto dos órgãos pélvicos (bexiga, útero, intestino);</li><li>uma vida sexual saudável e com prazer, livre de dores e desconfortos;</li><li>a ausência de dores/desconfortos na zona do abdómen, bacia (pélvis), períneo (músculos do pavimento pélvico) durante a menstruação, gestações, ou outras situações clínicas que as despoletem;</li><li>a harmonia das pressões exercidas no abdómen e pélvis, provenientes da força da gravidade e da forma como respiramos, como fazemos esforços, como nos sentamos, mexemos (a nossa postura).</li></ul>



<p>Além disso, é na pélvis que se encontram os órgãos principais que definem o nosso género (feminino/masculino). Portanto, quando há uma disfunção pélvica, é interessante questionarmos como anda a nossa ligação com a nossa mulher ou homem? Está ligada? Harmoniosa? Ou nem por isso?&#8230;</p>



<p>Como em tudo na vida, se apenas reabilitarmos as extremidades, a cura dificilmente se expande em equilíbrio e de forma harmoniosa pelo resto do corpo. Porém, ao reabilitarmos o centro do corpo, a cura vai-se expandir chegando a todas as zonas do nosso corpo de forma equilibrada, harmoniosa e duradoura. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como reabilitar a consciência e a harmonia interna do centro do nosso corpo?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-vXU0J' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Nas situações em que já existe alguma disfunção, é preciso começar por avaliar a zona pélvica, como se avalia qualquer outra parte do nosso corpo. O objetivo é perceber qual a função que está em desarmonia e/ou que nunca funcionou como era suposto.&nbsp;</p>



<p>Após esta avaliação inicial, é preciso perceber há quanto tempo existe esta disfunção. Isto porque o tempo é um fator muito importante para demonstrar há quanto tempo está o corpo a tentar compensar esta desarmonia, há quanto tempo o corpo está a arranjar estratégias para minimizar aquela disfunção, há quanto tempo o corpo está em modo defesa.&nbsp;</p>



<p>Depois é preciso entender até que ponto a pessoa está disponível para aprender a escutar o seu corpo. Ou seja, falando na áreas de atuação da Terapia Pélvica, é extremamente importante perceber se a pessoa está disponível para aprender a escutar a sua pélvis (bacia), o seu abdômen, os seus órgãos sexuais, os seus órgãos reprodutores, o seu ânus, e também a sua respiração e o seu coração. Até que ponto essa pessoa está interessada e disponível para se conectar com a sua Mulher, com o seu Homem. E <strong>é quando surge esse interesse, em se conectar, escutar, reabilitar que a viagem ao nosso interior começa</strong>.&nbsp;</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-vXU0J' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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