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	<title>Ângela Baptista, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Ângela Baptista, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Dia Internacional do Enfermeiro</title>
		<link>https://simplyflow.pt/dia-internacional-do-enfermeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ângela Baptista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 May 2019 07:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Ângela Baptista]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional do Enfermeiro]]></category>
		<category><![CDATA[enfermeiro]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando me convidaram para escrever sobre este dia, nunca pensei que fosse ser tão, tão difícil.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<hr />
<p><span style="font-weight: 400;">Quando me convidaram para escrever sobre este dia, nunca pensei que fosse ser tão, tão difícil. Afinal é o meu dia-a-dia. O que dificultou? Há tanto para dizer, é tão simples e tão complexo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas considero que houve algo que dificultou &#8211; muito &#8211; um sentimento muito grande de injustiça, de falta de reconhecimento que tem vindo a ser gerado contra esta classe de profissionais tão presente nas nossas vidas! É por isso que me custou mais!</span></p>
<h2><b>Porquê o dia 12 de Maio?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O motivo que está na base da celebração do Dia Internacional do Enfermeiro a 12 de Maio é a celebração do aniversário de Florence Nightingale, em 1820, considerada a </span><b>fundadora da enfermagem moderna</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Quem foi e porque se destacou Florence Nightingale?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não poderia deixar de fazer referência a este marco histórico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Florence Nightingale, nasceu em Florença, filha de pais ingleses, viveu a sua infância em Inglaterra, tendo tido uma educação rigorosa e exigente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sentiu, desde cedo, uma </span><b>forte motivação para visitar e cuidar doentes</b><span style="font-weight: 400;">, no entanto, teve que lutar contra a oposição dos seus pais, como é referido em variada bibliografia sobre o tema “a enfermagem não parece carreira para mulheres de bem”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais ainda porque estaria muito associada aos desígnios de Deus e a sua família seria da religião Unitária, que nega a existência de uma Trindade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contra todos este fatores, realizou o curso de enfermagem das ordens católicas religiosas em Kaiserwerth, na Alemanha, e foi na Guerra da Crimeia (1854-1856), que se </span><b>destacou na eficácia das suas medidas</b><span style="font-weight: 400;">, havendo dados que referem evidente redução da taxa de mortalidade do exército britânico, de 42,7% para 2,2%.</span></p>
<p><b>A sua visão moderna, conhecimentos na área da matemática e visão da necessidade de aliar a ciência ao cuidado fê-la desenvolver métodos e técnicas inovadoras.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a sua dedicação </span><b>inaugurou a escola de enfermagem passando a existir um reconhecimento da profissão</b><span style="font-weight: 400;"> que anteriormente era pouco valorizada e com baixa remuneração.</span></p>
<h2><b>A Lamparina – símbolo da enfermagem</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É o símbolo da enfermagem, como homenagem a Florence Nightingale &#8211; “Dama da Lâmpada”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este era o instrumento utilizado para fornecer iluminação durante os cuidados noturnos aos feridos na guerra; é assim </span><b>representação de dedicação, proporcionar de bem-estar e saúde aos doentes, luz e esperança de melhoria</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Chega a ser metáfora para “anjos da guarda nas noites de Scutari”.</span></p>
<h2><b>Ser Enfermeiro é, simplesmente, ser especial…</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Há quase como que um romantismo associado a esta profissão. Quem nunca esteve menos bem? Uma constipação que seja. E como é bom receber uma atenção, dedicação&#8230;</span></p>
<p><b>Saberem exatamente o que precisamos, receber o cuidado certo e, com isso, voltarmos a um pleno estado de saúde. Ou, menos bom, quando infelizmente o estado de recuperação não se alcança mas há sempre algo de positivo a realizar para que a dor, a incapacidade seja melhor tolerada para quem sofre.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É aquele que está no nascimento, a receber, apresentar o novo ser aos pais, ou aquele que está ao lado quando se faz a última despedida do familiar querido que morre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Está na urgência a fazer reanimação, mas também está no dia-a-dia para avaliar uma tensão arterial e ensinar à pessoa quais os comportamentos que deve adoptar para controlar essa hipertensão.</span></p>
<p><b>É aquele que está, que reconhece e alerta os outros profissionais, que acompanha, e a seguir fica! Esta pessoa é o enfermeiro</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todavia há um aspeto que marca a diferença. Essa pessoa que sabe exatamente o que fazer, que marca </span><b>presença contínua</b><span style="font-weight: 400;"> – 24 horas por dia – tem conhecimento científico para actuar. Não faz “porque sim”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O discurso que mantém com a pessoa que cuida não é simplesmente porque é bom comunicador. É porque </span><b>estudou a relação humana</b><span style="font-weight: 400;">. A técnica que utiliza para cada pessoa, é adaptada à avaliação que fez daquele caso.</span></p>
<h2><b>Este profissional investe todos os dias no saber para melhor cuidar.</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Termino este artigo pedindo a cada leitor que, da próxima vez que estiver com um enfermeiro, se lembre de alguma destas minhas palavras e o respeite e valorize.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A última palavra vai para todos os enfermeiros, em especial aos portugueses, pois só sendo muito forte, só tendo muito sentimento pela profissão é que nos mantemos. Temos sido uns lutadores contínuos. Parabéns!</span></p>
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		<item>
		<title>Cólicas: O “Bicho Papão”</title>
		<link>https://simplyflow.pt/colicas-o-bicho-papao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ângela Baptista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2019 08:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Ângela Baptista]]></category>
		<category><![CDATA[Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[cólicas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não será exagerado dizer que 9 em cada 10 das famílias que acompanho apresentam a determinada&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Não será exagerado dizer que 9 em cada 10 das famílias que acompanho apresentam a determinada altura uma queixa comum: </span><b>as cólicas</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os momentos iniciais da vida familiar com um bebé são momentos de stress, de adaptações… o bebé está a aprender, mas os pais também! Será que são mesmo cólicas? Garanto-vos que nem tudo são cólicas, mas hoje vou dedicar toda a atenção a esta problemática. Afinal o que é isto das cólicas?</span></p>
<h2><b>Mas afinal o que são as cólicas?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é uma preocupação de agora. Já se aborda este assunto desde há muito tempo, havendo definição para cólica desde 1954. A possibilidade de múltiplas causas, bem como alguma dificuldade em identificar e isolar uma só, faz com que seja um tema com múltiplas abordagens e grandes controvérsias.</span></p>
<p><b>A cólica surge desde o nascimento (principalmente a partir das duas semanas), mas com um pico às seis semanas de vida, desaparecendo na grande maioria dos casos aos quatro meses.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caracteriza-se por agitação e choro intenso, </span><b>predominantemente ao fim do dia, com uma duração média de, pelo menos, três horas por dia, mais de três dias por semana, durante pelo menos uma semana</b><span style="font-weight: 400;">, num bebé saudável. Acontece frequentemente </span><b>após uma refeição</b><span style="font-weight: 400;">. Muitas vezes, este quadro é acompanhado de:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Choro intenso, vigoroso e gritado;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Flexão dos membros inferiores;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Abdómen distendido;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Rubor facial;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Punhos fechados;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Emissão de gases. </span></li>
</ul>
<h2><b>Mas… porquê existem as cólicas?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">São várias as causas apontadas para este mal-estar. A ajuda de um profissional especializado é necessária, pois ajudará a família a conseguir identificar as várias causas que estão na etiologia da cólica no caso particular do seu bebé.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos distinguir dois grupos de causas para as cólicas: biológicos e psicossociais. Entre as </span><b>causas biológicas</b><span style="font-weight: 400;">:</span></p>
<ul>
<li><b>Imaturidade intestinal</b><span style="font-weight: 400;"> é uma das mais destacadas. De facto, o intestino do bebé não apresenta ainda movimentos peristálticos coordenados (movimentos “ondulatórios”), existindo por isso alguma descoordenação na dilatação e contração dos segmentos do intestino, o que causa dor e acumulação de ar;</span></li>
<li><b>Deglutição de ar em excesso</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li><b>Regurgitação</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li><b>Intolerância à lactose</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li><b>Excesso de consumo de nicotina</b><span style="font-weight: 400;"> na gestação e durante a amamentação;</span></li>
<li><b>Sistema nervoso imaturo</b><span style="font-weight: 400;">, que assoberbado de estímulos, culminará em episódios de ansiedade extremo.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><b>causas psicossociais</b><span style="font-weight: 400;"> são:</span></p>
<ul>
<li><b>Acumular de tensões e estímulos</b><span style="font-weight: 400;"> ao longo do dia;</span></li>
<li><b>Diminuição da atenção ao bebé no final do dia</b><span style="font-weight: 400;">, quase inconsciente por parte dos pais, coincidente com o período de necessidade de tarefas diárias, como a preparação do jantar;</span></li>
<li><b>Ansiedade gerada pelo ambiente envolvente</b><span style="font-weight: 400;"> e transmitida ao bebé é muito influente no mal-estar da cólica. O intestino é o órgão mais associado a recepção de estímulos nervosos e de ansiedade; quem não sabe o que é uma “dor de barriga” antes de um momento decisivo? No bebé não é exceção. Se nos concentrarmos na quantidade de estímulos novos que o bebé recebe desde o momento do parto, facilmente compreendemos a possibilidade imensa de acumular tensões.</span></li>
</ul>
<h2><b>Como se podem controlar as cólicas?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem algumas causas que são passíveis de algum controlo por parte dos cuidadores. Destaco:</span></p>
<ul>
<li><b>Controlo da quantidade ingerida durante a alimentação</b><span style="font-weight: 400;">, seja por biberão, seja à mama (garantir que o bebé faz uma “boa pega” é muito, muito importante);</span></li>
<li><b>Manter o nariz do bebé o mais desobstruído possível</b><span style="font-weight: 400;"> (através da lavagem com soro fisiológico) irá contribuir para a diminuição de entrada de ar pela boca e consequente acumulação de ar;</span></li>
<li><b>Facilitar o arrotar</b><span style="font-weight: 400;">, permitindo que o bebé liberte o ar acumulado;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Garantir o máximo de </span><b>conforto e calma</b><span style="font-weight: 400;"> para o bebé.</span></li>
</ul>
<h2><b>E perante a cólica… que soluções?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Acima de tudo quero que se lembrem que o bebé precisa de sentir conforto e proteção. Aqui, </span><b>o colo, o mimo, o embalo são as melhores “estratégias”</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>A utilização da <b>suplementação</b> com probióticos e prebióticos (tema para um próximo artigo) tem sido relacionada com a redução da sintomatologia das cólicas infantis, no entanto, devem ser <b>sugeridos por pr</b><b>ofissionais</b> e associados a outros cuidados.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-9182 alignright" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/04/foto.jpg" alt="" width="354" height="354" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/04/foto.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/04/foto-150x150.jpg 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/04/foto-300x300.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/04/foto-768x768.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/04/foto-460x460.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/04/foto-100x100.jpg 100w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/04/foto-160x160.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/04/foto-320x320.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/04/foto-480x480.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/04/foto-640x640.jpg 640w" sizes="(max-width: 354px) 100vw, 354px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dos casos que tenho acompanhado, a </span><b>massagem infantil</b><span style="font-weight: 400;">, especial protocolo da cólica, é o tratamento determinante na redução da cólica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A massagem infantil por si só, oferece múltiplas vantagens do contacto pele a pele mas, neste caso concreto, a aplicação do protocolo de massagem para a cólica, permite a eliminação de grande quantidade do ar acumulado no intestino. Convido-vos a articular com outras famílias que tiveram esta experiência, bem como uma consulta individualizada sobre a cólica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estou por aqui!</span></p>
<p><b>Fontes bibliográficas:</b><span style="font-weight: 400;"> Brazelton TB. O grande livro da criança. Lisboa: Presença, 1995; Carey WB. Colic-primary excessive crying an infant-environment interaction. Pediatr Clin North Am 1984; 31: 993-1005; Parker S. Colic. In: Parker S, Zuckerman B, eds Behavioral and Developmental pediatrics. Boston, Little Brown and Company 1995:101-5. Cohen-Silver J, Ratnapalan S. Management of infantile colic: a review. Clin Pediatr. 2009;48(1):14-7. Colic and crying: self-care. MedlinePlus [Internet]. 2015 [updated 2015 Jul 10; cited 2015 Aug 31]. Available from: https://medlineplus.gov/ency/patientinstructions/000753.htm</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que faz um enfermeiro na escola?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-faz-um-enfermeiro-na-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ângela Baptista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Mar 2019 08:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Ângela Baptista]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saúde: Pode aprender-se na escola? Hoje o tema da “nossa conversa” prende-se com algo que com&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>Saúde: Pode aprender-se na escola?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje o tema da “nossa conversa” prende-se com algo que com certeza vos é muito familiar – </span><b>A escola e a saúde.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que falar-vos da experiência em ser enfermeira neste espaço, quero partilhar convosco o quanto é imensa e adorável a capacidade das nossas crianças em aprender… (isto já não seria grande novidade!) mas em aprender comportamentos específicos, comportamentos de saúde.</span></p>
<p><b>A presença de uma enfermeira especialista em saúde infantil e pediátrica numa escola não é uma realidade comum e, por isso, muitas vezes desconhecida da maior parte dos pais.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso mesmo, quero transmitir-vos o que de importante se pode fazer com as crianças ao nível de educação para a saúde na escola.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conhecem esta realidade? Alguma vez pensaram sobre o tema? Consideram uma mais-valia?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atendendo à complexidade crescente que carateriza os contextos da sociedade actual, a educação de uma criança é cada vez mais assoberbada de questões e inseguranças muito inerentes aos próprios riscos acrescidos que atualmente se colocam.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um exemplo claro é a exposição fácil que as crianças têm através das redes socias, com o acesso fácil às novas tecnologias, tendo mesmo surgido numa “nova” forma de adição: “adições comportamentais e sem substância”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Torna-se cada vez mais necessário garantir o acompanhamento da criança no seu quotidiano, lado a lado, tornando cada oportunidade, uma hipótese de evolução e crescimento.</span></p>
<h2><b>Porquê um Enfermeiro Especialista em Saúde Infantil na escola?</b></h2>
<p><b>O Enfermeiro Especialista em Saúde Infantil e Pediátrica detém conhecimentos aprofundados acerca das respostas da criança aos diferentes processos de vida e problemas de saúde.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sua capacidade de compreensão global da criança permite-lhe instituir intervenções especializadas quer em resposta à doença, quer na prevenção da mesma.</span></p>
<h2><b>A importância da primeira infância</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se nos concentrarmos no processo de desenvolvimento do ser humano, é na infância que se inicia a formação dos comportamentos e dos hábitos, sendo importante a transmissão dos mesmos, o mais precocemente possível. O cérebro da criança, principalmente até aos três anos, carateriza-se por uma grande plasticidade, logo também uma </span><b>forte capacidade de aquisição de conhecimentos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As crianças “querem fazer coisas” e habitualmente fazem aquilo que veem fazer. </span><b>O comportamento por imitação é uma forte característica do desenvolvimento infantil.</b><span style="font-weight: 400;"> Há que fazer bom uso desta característica e aproveitar os momentos e locais chave para tal acontecer, como é o caso da escola.</span></p>
<h2><b>Porquê a escola?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a grande maioria das crianças, </span><b>a escola é o local onde ocupam a maior parte do seu tempo</b><span style="font-weight: 400;">. É nela que decorrem as ações educativas complementares às da família. A escola torna-se a via ideal à concretização dos princípios da promoção da saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A OMS diz-nos, através da Declaração de Liverpool (2005, p.2), que “a escola deve ser usada como uma das plataformas para a promoção da saúde, da qualidade de vida e da prevenção da doença em crianças e adolescentes, envolvendo famílias e comunidades”.</span></p>
<p><b>As aprendizagens sobre saúde oferecidas na escola, possibilitam não só o acumular de saberes, mas de competências – “saber fazer e saber ser” – saber realizar opções saudáveis e recusar comportamentos indesejados.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Temos disponíveis muitas directivas que suportam a presença do enfermeiro na escola. Em Portugal, o Plano Nacional de Saúde Escolar, internacionalmente o National Association of School Nurses (2016), defende a presença do enfermeiro nas escolas, alegando que permite a identificação estratégica de necessidades reais de toda a comunidade escolar e, consequentemente, uma atuação prioritária e personalizada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existe inclusivamente a designação de Escola Promotora de Saúde, uma escola que fortalece sistematicamente a sua capacidade de criar um ambiente saudável para a aprendizagem, sendo um espaço em que todos os membros da comunidade escolar trabalham, em conjunto, para proporcionar aos alunos, professores e funcionários, experiências e estruturas integradas e positivas que promovam e protejam a saúde (DGE, 2014).</span></p>
<h2><b>Quais as atividades efetivamente realizadas por um Enfermeiro Especialista em Saúde Infantil na escola?</b></h2>
<p><b>As atividades que desenvolvo vão desde o berçário até ao ensino primário. Todas as actividades são adaptadas à faixa etária e compreensão das crianças, com recurso a filmes, jogos, role play, slides projetivos, entre outros.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da intervenção direta nos problemas reais de saúde e todo o acompanhamento e avaliação do desenvolvimento das crianças, </span><b>o foco é educar para a saúde: preparar as crianças e toda a comunidade escolar, incluindo a família, para cuidarem da sua saúde.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que vos descrever todas as atividades deixo-vos com uma fotorreportagem que fala por si:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Avaliação global</b><span style="font-weight: 400;"> do desenvolvimento infantil no sentido de referenciar alguma limitação, ou necessidade de estímulo da mesma;</span></li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-9036" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/1-1024x576.jpg" alt="" width="553" height="311" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/1-1024x576.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/1-300x169.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/1-768x432.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/1-460x259.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/1-160x90.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/1-320x180.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/1-480x270.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/1-640x360.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/1-960x540.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/1-1120x630.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/1.jpg 1366w" sizes="(max-width: 553px) 100vw, 553px" /></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Cuidados de Higiene:</b><span style="font-weight: 400;"> Ensino de lavagem das mãos com técnica correta desde os três anos, com treino prático pela criança. Aprender desde logo que a lavagem das mãos é o melhor meio de prevenção de doenças;</span></li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9037" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/2.-Lavagem-das-Mãos.jpg" alt="" width="328" height="513" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/2.-Lavagem-das-Mãos.jpg 328w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/2.-Lavagem-das-Mãos-192x300.jpg 192w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/2.-Lavagem-das-Mãos-160x250.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/2.-Lavagem-das-Mãos-320x500.jpg 320w" sizes="(max-width: 328px) 100vw, 328px" /></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Saúde Oral:</b><span style="font-weight: 400;"> Higienização oral, desde os três anos, com ensino às crianças da técnica correta, bem como cuidados para evitar transmissão de doenças;</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9038" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/3..jpg" alt="" width="722" height="722" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/3..jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/3.-150x150.jpg 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/3.-300x300.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/3.-768x768.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/3.-460x460.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/3.-100x100.jpg 100w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/3.-160x160.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/3.-320x320.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/3.-480x480.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/3.-640x640.jpg 640w" sizes="(max-width: 722px) 100vw, 722px" /></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Hábitos de Higiene: </b><span style="font-weight: 400;">Ensino dos bons hábitos de limpeza após urinar/evacuar e quais as diferenças no menino e na menina;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Comportamentos preventivos de transmissão de doenças:</b><span style="font-weight: 400;"> Como se espirra e tosse? Como me protejo das bactérias?</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Alimentação saudável:</b><span style="font-weight: 400;"> Os alimentos “bons” e os “menos bons”; A Roda dos Alimentos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Desenvolvimento da saúde mental e competências socioemocionais:</b><span style="font-weight: 400;"> Atividades de Mindfulness;</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9041" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/mindfulness-exemplo-1024x768.jpg" alt="" width="644" height="483" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/mindfulness-exemplo-1024x768.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/mindfulness-exemplo-300x225.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/mindfulness-exemplo-768x576.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/mindfulness-exemplo-460x345.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/mindfulness-exemplo-160x120.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/mindfulness-exemplo-320x240.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/mindfulness-exemplo-480x360.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/mindfulness-exemplo-640x480.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/mindfulness-exemplo-960x720.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/mindfulness-exemplo-1120x840.jpg 1120w" sizes="(max-width: 644px) 100vw, 644px" /></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Educação para os afetos e a sexualidade:</b><span style="font-weight: 400;"> Sessões de educação para a sexualidade às crianças – “De onde vêm os bebés?”; principais diferenças entre sexo e género; ensino sobre proteção do corpo, de acordo com o estadio etário, preparando desde logo para a proteção contra o abuso sexual;</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9042" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/sexualidade-1024x575.jpg" alt="" width="600" height="337" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/sexualidade-1024x575.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/sexualidade-300x169.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/sexualidade-768x432.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/sexualidade-460x258.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/sexualidade-160x90.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/sexualidade-320x180.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/sexualidade-480x270.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/sexualidade-640x360.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/sexualidade-960x539.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/sexualidade-1120x629.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/sexualidade.jpg 1301w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Prevenção dos acidentes e primeiros socorros:</b><span style="font-weight: 400;"> Capacitar as crianças, a partir dos 4 anos, para a prestação de primeiros socorros e SBV (suporte básico de vida, profissionais e crianças);</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9040" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/Exemplo-SBV-1024x576.jpg" alt="" width="537" height="302" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/Exemplo-SBV-1024x576.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/Exemplo-SBV-300x169.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/Exemplo-SBV-768x432.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/Exemplo-SBV-460x259.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/Exemplo-SBV-160x90.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/Exemplo-SBV-320x180.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/Exemplo-SBV-480x270.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/Exemplo-SBV-640x360.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/Exemplo-SBV-960x540.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/Exemplo-SBV-1120x630.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/Exemplo-SBV.jpg 1366w" sizes="(max-width: 537px) 100vw, 537px" /></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Hospital das Brincadeiras:</b><span style="font-weight: 400;"> Periodicamente, as crianças realizam esta actividade objetivando uma familiarização com os instrumentos e procedimentos a que são muitas vezes submetidas aquando situação de doença. Estamos assim a prevenir um estado de ansiedade e a reduzir o medo.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9043" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/z.jpg" alt="" width="533" height="400" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/z.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/z-300x225.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/z-460x345.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/z-160x120.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/z-320x240.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/03/z-480x360.jpg 480w" sizes="(max-width: 533px) 100vw, 533px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com este artigo queria alertar-vos para esta realidade e gerar curiosidade e sensibilidade para este tema. Qual a vossa opinião? Porque não desafiarem a escola das vossas crianças? Terei muito gosto!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deixo ainda os parabéns ao Director da escola onde dedico grande parte do tempo a ensinar saúde, Dinis Bernardes, que seja um exemplo para os demais, por acreditar na importância desta presença, e a todos os profissionais, pais e crianças que colaboram nesta missão.</span></p>
<h3><b>Breve Nota Bibliográfica:</b></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">DGS (2006). Programa Nacional de Saúde Escolar (Circular Normativa nº7/DSE/2006). Lisboa: Direcção Geral da Saúde.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Rede Europeia e Portuguesa de Escolas Promotoras de Saúde, Editorial do ME, Fev.1999, 2ª edição.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Rowling, L. &amp; Jeffreys, V. (2000) Challenges in the Development and Monitoring oh Health Promoting Schools. Health Education Journal, volume 100, n. º 3, 117-123.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">WHO (1997). The Jakarta Declaration on leading health promotion into 21st Century. Fourth International Conference of Health Promotion. Geneve: World Health Organization.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">ALBUQUERQUE, M. (2006) Educação Pré-Escolar e Promoção da Saúde: Que necessidades de formação profissional Contínua. Tese de Mestrado. Dissertação com vista à obtenção do grau de Mestre em Saúde Escolar. Apresentada Faculdade de Medicina de Lisboa.</span></li>
</ul>
<p><strong>Nota:</strong> Fotografias da especialista.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-que-faz-um-enfermeiro-na-escola/">O que faz um enfermeiro na escola?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Essenciais para a chegada de um bebé</title>
		<link>https://simplyflow.pt/essenciais-para-a-chegada-de-um-bebe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ângela Baptista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Feb 2019 08:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Ângela Baptista]]></category>
		<category><![CDATA[Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este artigo serve para todos aqueles que, depois do êxtase de emoções da notícia da chegada&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/essenciais-para-a-chegada-de-um-bebe/">Essenciais para a chegada de um bebé</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Este artigo serve para todos aqueles que, depois do êxtase de emoções da notícia da chegada de um novo ser, começam a pensar nas questões práticas como: “Afinal o que tenho que reunir já para cuidar do meu bebé?!”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dado que muitas vezes já me disseram “Por favor faça-nos uma lista!” deixo-vos, não uma lista, porque esta remete para uma finitude e elementos estandardizados, o que discordo, mas sim orientações.</span></p>
<p><b>Reuni o essencial e básico para conseguirem receber, com conforto e segurança, o vosso bebé nos primeiros dias</b><span style="font-weight: 400;"> (este pormenor é importante, uma vez que não se trata de uma lista para toda a primeira infância).</span></p>
<h2><b>Transporte</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É necessário um </span><b>carrinho de passeio</b><span style="font-weight: 400;"> e uma </span><b>cadeira para automóvel</b><span style="font-weight: 400;">. Para este última sugiro que consultem o site da </span><a href="http://www.apsi.org.pt"><span style="font-weight: 400;">Associação para a Promoção da Segurança Infantil</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sugiro um sling ou </span><b>pano porta-bebés</b><span style="font-weight: 400;">, que pode dar mesmo muito jeito, para uma maior liberdade e passeio. </span><b>Atenção que é expressamente proibida a saída do bebé da maternidade, sem transporte adequado</b><span style="font-weight: 400;"> (ao colo, por exemplo!)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mala de transporte onde irá colocar todos os essenciais, quando se desloca com o bebé, também será indispensável (as saídas de casa nunca mais serão iguais).</span></p>
<h2><b>Higiene e Conforto</b></h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Banheira</b><span style="font-weight: 400;"> (existe um mundo de opções… é essencial ter um fundo anti-derrapante, sugiro prática e simples);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Muda-fraldas</b><span style="font-weight: 400;"> (há banheiras com tampo que se transformam em muda-fraldas, é uma solução prática);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Muda-fraldas portátil </b><span style="font-weight: 400;">ou</span><b> resguardos</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Fraldas de pano</b><span style="font-weight: 400;"> (algodão de preferência);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Toalha de banho com capucho</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Luva de banho </b><span style="font-weight: 400;">ou </span><b>esponja natural</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Termómetro do banho e digital</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Fraldas</b><span style="font-weight: 400;"> (não posso deixar de sugerir as </span><a href="https://www.facebook.com/muumibabyportugal/"><span style="font-weight: 400;">Muumi Baby</span></a><span style="font-weight: 400;">, pois de facto tenho tido uma resposta fantástica na harmonia perfeita que têm com a pele do bebé);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Compressas</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Soro fisiológico</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Álcool 70º</b><span style="font-weight: 400;"> (em breve, um artigo sobre desinfeção do coto umbilical);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Aspirador nasal</b><span style="font-weight: 400;"> (muito provavelmente será uma ajuda preciosa);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Produtos de higiene e limpeza para o bebé</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste último ponto, utilizar cremes e loção de limpeza num recém-nascido, é sempre uma grande dúvida. Nas primeiras 48h a 72h podemos conservar a barreira natural da pele, protelando o banho e utilização de cremes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Posteriormente, há que utilizar os produtos adequados ao tipo de pele do bebé. Os produtos que aqui refiro são aqueles que tenho disponibilizado aos bebés com quem trabalho e cujo feedback tem sido excelente:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Gel de banho</b><span style="font-weight: 400;"> ou </span><a href="https://www.mustela.pt/content/Oleo-de-Banho-0"><b>óleo de banho</b></a><span style="font-weight: 400;">, conforme seja a pele do bebé (gosto muito dos resultados do óleo de banho para os primeiros meses);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><a href="https://www.mustela.pt/content/Agua-de-Limpeza-Sem-Enxaguamento"><b>Água de limpeza</b></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Discos de algodão para limpeza</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Toalhitas</b><span style="font-weight: 400;"> (escolham as opções mais naturais possível: </span><a href="https://www2.waterwipes.com/pt/"><span style="font-weight: 400;">waterwipes</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou a opção das </span><a href="https://www.mustela.pt/content/Toalhetes-de-Limpeza-com-Azeite"><span style="font-weight: 400;">toalhitas com azeite</span></a><span style="font-weight: 400;"> a usar preferencialmente fora de casa);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><a href="https://www.mustela.pt/content/Creme-Zona-da-Fralda-123"><b>Creme barreira</b></a><span style="font-weight: 400;"> ou já conhecem a opção do </span><a href="https://www.mustela.pt/content/Linimento-Higiene-Zona-da-Fralda"><span style="font-weight: 400;">linimento</span></a><span style="font-weight: 400;">? Uma opção eficaz para a higiene da zona das nádegas, excelente quando estamos perante fezes mais ácidas, pois contém azeite na sua constituição, o que facilita a limpeza e promove, de imediato, hidratação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Creme hidratante</b><span style="font-weight: 400;"> que se deve adequar ao tipo de pele. Comecem por experimentar uma gama dita “normal” e, caso notem alguma reação (grande vermelhidão, por exemplo), optem por uma gama adequada a uma pele reactiva ou com tendência a atópica, como por exemplo, a gama </span><a href="https://www.mustela.pt/content/STELATOPIAr-Creme-Emoliente"><span style="font-weight: 400;">Stelatopia</span></a><span style="font-weight: 400;">. Para peles mais secas, optem por uma gama especial para pele seca;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Escova ou pente de cabelo</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>lima de cartão</b><span style="font-weight: 400;"> para a higiene das unhas (serão bastante úteis);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><a href="https://www.mustela.pt/content/Oleo-de-Massagem"><b>Óleo de massagem</b></a><span style="font-weight: 400;"> é quanto a mim um essencial, pois a massagem oferece inúmeras vantagens, como o estímulo do sistema imunitário e é a peça fundamental no combate à cólica… por isso usem e abusem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Chucha</b><span style="font-weight: 400;"> (não como essencial, mas como “caso seja necessário” deve estar por perto).</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-8821" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/02/simply-flow-essenciais-1024x697.jpg" alt="" width="960" height="653" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/02/simply-flow-essenciais-1024x697.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/02/simply-flow-essenciais-300x204.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/02/simply-flow-essenciais-768x523.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/02/simply-flow-essenciais-460x313.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/02/simply-flow-essenciais-160x109.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/02/simply-flow-essenciais-320x218.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/02/simply-flow-essenciais-480x327.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/02/simply-flow-essenciais-640x435.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/02/simply-flow-essenciais-960x653.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/02/simply-flow-essenciais-1120x762.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/02/simply-flow-essenciais.jpg 1214w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<h2><b>Vestir</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta é a parte favorita de muitos de nós. É importante lembrar-vos que o bebé cresce muito rápido, por isso não será necessário comprar muita roupa logo de início, </span><b>cerca de 7 conjuntos completos será suficiente inicialmente</b><span style="font-weight: 400;">. A roupa deve adequar-se à estação do ano. Os básicos serão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Body</b><span style="font-weight: 400;"> (mais prático);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Calças com pé</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Babygrow</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Casacos</b><span style="font-weight: 400;"> (lã ou algodão);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Meias </b><span style="font-weight: 400;">ou </span><b>botas</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Gorro</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Poderá separar logo a primeira roupa a vestir ao bebé.</span></p>
<h2><b>Dormir</b></h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Berço</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Colchão pouco mole</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Cerca de </span><b>três jogos de lençóis</b><span style="font-weight: 400;"> (em algodão);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Cobertor</b><span style="font-weight: 400;"> ou </span><b>edredão leve</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Ninho</b><span style="font-weight: 400;"> ou </span><b>manta de embrulhar</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Saco-cama</b><span style="font-weight: 400;"> (se nascer no inverno);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Resguardos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
</ul>
<h2><b>Alimentação</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A amamentação exclusiva está preconizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) até aos 6 meses de vida. Assim sendo, se possível e desejável, esta será a alimentação do seu bebé até esta idade. Desta forma, será útil dispor de:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Discos de amamentação</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Conchas protectoras de mamilos</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Pomada de lanolina</b><span style="font-weight: 400;"> (que servirá como hidratante, ajudando a pele a ficar mais macia e flexível para o processo da amamentação e aliviando a comichão);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Almofada de amamentação</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Babetes</b><span style="font-weight: 400;"> (</span><a href="https://www.facebook.com/tralhasdaformiga/photos/a.221034434956200/713680182358287/?type=3&amp;theater"><span style="font-weight: 400;">estes</span></a><span style="font-weight: 400;"> são super práticos de limpar, personalizados e super giros);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Roupa que facilite a amamentação </b><span style="font-weight: 400;">(com abertura à frente em botões).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma curiosidade: Sabiam que existem formadores de mamilos para as mulheres com mamilo pouco proeminente… a ser utilizado no pré-parto? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sugiro que consultem o site </span><a href="https://www.medela.pt/amamentacao/produtos/cuidado-dos-mamilos"><span style="font-weight: 400;">Medela</span></a><span style="font-weight: 400;">, os produtos são estudados ao detalhe para ultrapassar as pequenas dificuldades que vão surgindo.</span></p>
<h2><b>O quarto</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Claro que receber um bebé exige repensar na organização da casa, no entanto, considero que </span><b>as alterações podem ir acontecendo naturalmente</b><span style="font-weight: 400;">. Existem aspetos práticos que terão que considerar, como seja: Onde pensam dar o banho &#8211; WC ou quarto? Ao pensarem nisto irão perceber onde ficará mais prático colocar o móvel com o muda fraldas ou a banheira.</span></p>
<p><b>Será útil e super prazeroso pensar qual será o quarto a escolher para o bebé e prepará-lo</b><span style="font-weight: 400;"> com os essenciais, como sejam, a cama de grades, o guarda roupa, e muito útil, um caixote para as fraldas sujas, de preferência com pedal. Deverá ser uma divisão bem ventilada e pouco húmida, de preferência. Pensem que a partir dos 6 meses o bebé já estará pronto para estar neste quarto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não se esqueçam… </span><b>o verdadeiramente essencial têm dentro de vós</b><span style="font-weight: 400;">… o amor! Usem-no com confiança e não se esqueçam que não têm que estar sozinhos nesta aprendizagem!</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Posso amamentar estando doente?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/posso-amamentar-estando-doente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ângela Baptista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Feb 2019 08:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Ângela Baptista]]></category>
		<category><![CDATA[Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mulher que amamenta dá tudo de si para que a sua missão de proporcionar o&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A mulher que amamenta dá tudo de si para que a sua missão de proporcionar o melhor alimento ao seu bebé funcione na perfeição. Uma preocupação que tenho, desde logo, no acompanhamento de mulheres que amamentam, principalmente no início deste processo, é transmitir que não é perfeito e, acima de tudo, que elas não têm que ser perfeitas. Não é preciso sentir pressão, nem sentimento de culpa. Para lá de defender o aleitamento materno, deve defender-se, acima de tudo, a harmonia da mãe, do bebé e da família.</span></p>
<h2><b>Quando a doença não interrompe a amamentação</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É sabido que o leite materno é um verdadeiro “escudo de imunidade” dada a sua rica composição em anticorpos, glóbulos brancos, células estaminais, enzimas de proteção, entre outros, que permitem a defesa contra organismos estranhos. Assim, quanto mais o bebé mamar, mais protegido fica! Mas… e se a mulher ficar doente?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Falando em doenças ditas comuns como sejam: gripes, constipações, diarreia, vómitos, infeções urinárias, e até mastite, não existem indicações para suspender a amamentação. Claro que estando doente vai sentir-se necessariamente mais cansada. Será necessário ingerir ainda mais água, manter a preocupação com a alimentação saudável e ter mais tempo para dormir e descansar.</span></p>
<h2><b>O que acontece com o leite materno em situação de doença da mãe? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O organismo da mãe vai produzir anticorpos para a doença, reduzindo o risco do bebé contrair o mesmo microrganismo. Os anticorpos passam para o bebé, reduzindo a hipótese deste ficar doente. Quer isto dizer, que a amamentação protege o bebé, e mesmo que adoeça, será menos grave do que se não fosse amamentado.</span></p>
<h2><b>Quando a doença pode interromper a amamentação</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A doença durante a amamentação é uma temática muito complexa, uma vez que a decisão de amamentar ou não, se prende com o tipo de doença existente, os efeitos que causa no organismo e, simultaneamente, com a medicação a que está associada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É necessário salvaguardar que cada situação deve ser sempre analisada pelo profissional de saúde que acompanha cada mulher, uma vez que existem subjetividades inerentes, que carecem de avaliação individualizada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A informação mais recente sobre o assunto, disponibilizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), pode ser resumida da seguinte forma:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><b>Situações em que se justifica evitar amamentar de forma permanente:</b>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Infecção pelo HIV 1</span></li>
</ul>
</li>
<li><b>Situações em que se justifica evitar amamentar de forma temporária:</b>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Doença grave da mãe que condiciona a sua capacidade e resistência para cuidar do bebé (por exemplo, sépsis)</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Vírus do Herpes simplex tipo 1 (HSV-1) &#8211; quando existem lesões mamárias havendo contacto direto entre as lesões e a boca do bebé</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Na toma de medicações, tais como:</span>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Sedativos, psicotrópicos, anti-epilépticos e opiáceos podem ter efeitos colaterais, como depressão respiratória, devendo ser evitados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Terapêutica com iodo-131 radioativo, assim como o uso em excesso de iodo ou iodofor tópico (vulgarmente conhecido por betadine) na pele, mucosas ou em feridas abertas, podendo condicionar o funcionamento da tiróide no bebé ou causar desequilíbrios electrolíticos no seu organismo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">A quimioterapia citotóxica, requer que a mãe deixe de amamentar durante o tratamento.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Condições maternas em que amamentar não é contra-indicado, mas necessita de avaliação, adaptação e acompanhamento:</b>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Abcesso mamário (a amamentação deve ser mantida na mama sã);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Hepatite B (sendo possível com a realização da vacina);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Hepatite C;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Mastite (no caso da amamentação ser muito dolorosa, o leite deve ser extraído por bomba);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Tuberculose (tanto a mãe como o bebé devem receber tratamento conjunto, seguindo as diretrizes nacionais).</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Outras situações que podem ser prejudiciais à amamentação</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso de substâncias como nicotina, álcool, ecstasy, anfetaminas, cocaína e estimulantes, cannabis, entre outros, podem causar sedação e graves danos ao bebé, sendo portanto substâncias a inibir para manter a amamentação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Relativamente à medicação, existe um </span><a href="http://www.e-lactancia.org/"><span style="font-weight: 400;">site</span></a><span style="font-weight: 400;">, apenas disponível em inglês e espanhol, no qual podem consultar a compatibilidade de cada fármaco, com a amamentação. Não quer isto dizer que sejam autónomas neste processo. É sempre necessário procurar aconselhamento de um profissional especializado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Espero ter-vos sido útil!</span></p>
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		<item>
		<title>A saga das infecções nos infantários!</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-saga-das-infeccoes-nos-infantarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ângela Baptista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 10:13:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Ângela Baptista]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É comum ouvirmos as “queixas” dos pais sobre o consecutivo estado de doença dos filhos assim&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-saga-das-infeccoes-nos-infantarios/">A saga das infecções nos infantários!</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">É comum ouvirmos as “queixas” dos pais sobre o consecutivo estado de doença dos filhos assim que iniciam a creche. Decorrente desta situação, levantam-se algumas dúvidas das quais é preciso que se fale. </span></p>
<h2><b>Existe uma relação entre a entrada para o infantário e o aumento da susceptibilidade para as doenças?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De facto é sabido &#8211; e concluído por estudos realizados &#8211; que </span><b>existe uma relação direta entre a entrada para a escola e o surgimento de doenças</b><span style="font-weight: 400;">. Assume-se uma maior susceptibilidade à contaminação em crianças mais pequenas, bem como uma grande incidência em doenças relacionadas com as infecções das vias aéreas superiores (nariz, ouvidos e garganta), do aparelho respiratório “inferior” (traqueia, brônquios e pulmões), e, ainda, do sistema gastrointestinal, que levam às habituais situações de vómitos e diarreias. </span></p>
<h2><b>Porque isto acontece?</b></h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Desde logo </span><b>porque estamos perante um sistema imunitário imaturo</b><span style="font-weight: 400;">. </span><b>Tem que se lhe dar tempo para fortalecer, ganhar mais defesas, não há como acelerar este processo</b><span style="font-weight: 400;">. No entanto, “ele” é capaz e fará o seu trabalho de defesa do organismo com a melhor competência. </span><b>Após os primeiros contactos com os microrganismos patogénicos, as infecções subsequentes serão menos intensas e menos frequentes</b><span style="font-weight: 400;">. O organismo da criança criará as suas próprias resistências.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Existe uma maior susceptibilidade da criança, relacionado com o seu nível de desenvolvimento/estadio comportamental. Isto é: </span><b>existem comportamentos comuns às crianças muito pequenas que naturalmente as deixam mais susceptíveis</b><span style="font-weight: 400;">. São exemplo disso: excesso de salivação; troca fácil de brinquedos, chupetas, colheres e outros materiais (inevitável troca de saliva); o gatinhar com contato constante com o chão onde as restantes crianças também passam e com elas os fluidos que vão deixando, os constantes dedos na boca… Uma verdadeira anarquia em termos de regras de higiene!</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>As crianças pequenas estão muito dependentes do adulto</b><span style="font-weight: 400;">. Assim, há obrigatoriamente um contacto ma</span><span style="font-weight: 400;">is direto com o adulto cuidador (a educadora, a auxiliar) </span><b>que por sua vez realiza tarefas a todos</b><span style="font-weight: 400;">: muda fraldas, limpa narizes, alimenta&#8230; A mesma pessoa está em contacto com a criança contaminada e com a que está saudável. </span><b>Atenção, pode não haver culpados</b><span style="font-weight: 400;">. Muitas vezes a presença dos vírus, e portanto a respectiva transmissão, antecede em dias a manifestação das doenças. </span><b>Não existe uma relação forçosa com falta de condições dos infantários ou falta de cuidado dos profissionais, ainda que seja um aspeto a ser reforçado</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Confinação de muitas crianças num espaço só</b><span style="font-weight: 400;">, o que favorece a transmissão de infecções, em especial as que se propagam por via inalatória.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Manutenção desadequada dos sistemas de ventilação</b><span style="font-weight: 400;"> no interior dos edifícios que forçosamente afecta a qualidade do ar. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Relembre-se, com o passar do tempo as resistências vão aumentando e como tal as situações de doença vão reduzindo. Assim, o 2.º ano no infantário tenderá a ser verdadeiramente mais tranquilo. </span></p>
<h2><b>Há algo a fazer para tornar o primeiro ano de infantário uma experiência mais agradável?</b></h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Começa logo pela escolha da instituição</b><span style="font-weight: 400;">. São vantajosos aqueles que oferecem áreas grandes e arejadas; poucas crianças por sala; aplicam e preocupam-se com medidas de higienização (verificar se existe ao dispor desinfetantes de mãos, proteção de calçado para os visitantes).</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>A atitude dos pais também é importante e decisiva no sucesso</b><span style="font-weight: 400;">. Se o estado da criança compromete o seu bem-estar e desempenho, se exige uma vigilância que o infantário não pode assegurar, ou se existe risco de contágio para as outras crianças, a evicção escolar deve acontecer. De lembrar que existem doenças de declaração obrigatória para o regresso à escola. (Decreto-lei nº229/94 e nº 3/95.)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Certifique-se que o seu filho tem o plano de vacinas em dia</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">No início do ano, </span><b>apresentar declaração própria com informação acerca da existência de doenças e/ou outras situações que comprometem a saúde da criança</b><span style="font-weight: 400;">, afim de facilitar a actuação da comunidade educativa escolar em caso de necessidade.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Promoção de hábitos de educação para a saúde nas crianças. </span><b>As crianças podem e devem ser ensinadas a ter comportamentos de prevenção da doença e promoção da saúde desde cedo</b><span style="font-weight: 400;">. Crianças a partir dos três anos podem ser instruídas sobre as práticas de lavagem das mãos, de como tossir e espirrar (pôr o cotovelo), de não trocar objetos pessoais como a escova de dentes. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabia que é possível existir esta promoção da educação para a saúde na escola? Que está preconizada a existência de um profissional de saúde especializado, como o/a enfermeiro/a especialista em saúde infantil e pediátrica nas escolas? Gostava que houvesse na escola do seu filho? Sugire e fale com a direção acerca desta parceria. </span></p>
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