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	<title>Andreia Lourador, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Andreia Lourador, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Amor-próprio, amor-próprio, onde andas tu?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/amor-proprio-amor-proprio-onde-andas-tu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Lourador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[amor-próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Andreia Lourador]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos de nós continuamos sem saber onde encontrar este tipo de amor. Pior do que isso, muitos de nós nem sequer o procuramos ou, então, procuramo-lo, insana e incessantemente, nos lugares errados.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Muitos de nós continuamos sem saber onde encontrar este tipo de amor. Pior do que isso, muitos de nós nem sequer o procuramos ou, então, procuramo-lo, insana e incessantemente, nos lugares errados. Mas, este é um amor que ninguém nos pode dar. Como podemos desejar ter autoestima, num </strong><a href="https://simplyflow.pt/como-aceitar-o-nosso-corpo-com-amor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>corpo</strong></a><strong> onde o amor por nós mesmos é inexistente? A resposta a esta pergunta é simples: não podemos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O amor-próprio é o pilar da nossa autoestima, autoconfiança e autoconhecimento.</strong></h2>



<p>Sem ele, não conseguimos desenvolver estas dimensões da nossa vida e aproveitar tudo o que elas nos podem oferecer. O descaso connosco mesmos, com os nossos sentimentos, vontades e pensamentos — que caracteriza a falta de amor-próprio — tende a adoecer-nos, a esgotar os nossos recursos emocionais, psicológicos e físicos, e a submeter-nos, muitas vezes, a relações abusivas, a lugares e pessoas que nos adoecem ainda mais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O amor-próprio contribui para uma vida mais leve em todos os sentidos.</strong></h2>



<p>Ele atrai relações interpessoais saudáveis, oportunidades, sucesso profissional, felicidade, novos amores e muito mais. Afinal, <strong>a pessoa que se ama sabe exatamente o que é bom para si e como deve agir para satisfazer as suas necessidades</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que temos dificuldade em praticar o amor próprio?</strong></h2>



<p>Apesar de conseguirmos amar os outros, cultivar o amor-próprio é uma tarefa bem difícil para a maioria das pessoas. Isto pode resultar de vários fatores, como, por exemplo, nunca ninguém nos ter ensinado a amar-nos e a cuidarmos de nós, uma educação rígida, <a href="https://simplyflow.pt/e-possivel-renascer-apos-um-trauma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">traumas</a>, medos, entre outros. Mas, de uma forma ou de outra, a dificuldade de praticar o amor-próprio está sempre relacionada com a falta de consciência para a necessidade deste ato para connosco. Mas, se o fazemos com os outros, por que acreditamos não ser necessário fazê-lo connosco?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como podemos ter uma boa <a href="https://www.facebook.com/psicologandreialourador/posts/pfbid02oSDUewTXAGpArdNAbK33uQhyNgqzwY3im8c7ct6h1a6n9Vv5WbgEkRvupfjkCe6wl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">autoestima</a>, abandonar um passado problemático, converter relações abusivas em relações saudáveis e de reciprocidade, se não nos amamos?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-R1nBQ' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A falta de amor-próprio pode resultar na descrença do merecimento, fazendo-nos acreditar que não merecemos ser plenamente felizes. Para mudar este hábito, é necessário passar por uma transformação pessoal, que, por sua vez, esbarra em muitos obstáculos. Infelizmente, muitas pessoas ainda preferem manter-se na sua zona de conforto, mesmo que isso não seja saudável. Viver na autocrítica, na falta de esperança, na negligência consigo mesmas resulta em infelicidade e insatisfação permanentes, impedindo que as mudanças ocorram de facto.</p>



<p>Por isso, não basta apenas querer amar-se; <strong>é preciso escolher desenvolver o amor-próprio e continuar a persistir nessa escolha todos os dias</strong>, mesmo quando surgem defeitos ou falhas, que vão sempre ocorrer em alguns momentos, tal como acontece com as pessoas que amamos. Não as amamos menos nem as destratamos nos dias em que erram ou falham.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O amor-próprio é o maior amortecedor para os dias em que caímos. Ele ampara, suporta e levanta. Temos de nos agarrar a ele, como se fosse uma tábua de salvação.</strong></h2>



<p>Lembre-se de que ninguém é perfeito e todos nós estamos sujeitos a erros. No entanto, muitas vezes, quando cometemos uma falha, por menor que seja, o coração acelera e o estômago fica embrulhado. Isto basta para nos lembrarmos de todos os erros do passado e reforçarmos ainda mais a nossa descrença no merecimento. Nesses momentos, é comum que, em vez de nos tratarmos com amor, nos destratemos. Surge a autocrítica em força, os piores pensamentos sobre nós mesmos e, por vezes, até palavras duras ditas em voz alta. Aí, é importante lembrar que as falhas e os erros impulsionam o nosso crescimento pessoal. Foram eles que nos permitiram, hoje, tomar decisões mais acertadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Amor-próprio é acolhimento.</strong></h2>



<p>Por isso, perdoe os seus erros, pare com as palavras agressivas dirigidas a si mesmo e com atitudes inadequadas a seu respeito. Assim, perceberá o quanto será mais fácil manter a sua atenção no presente e continuar. Porque o amor-próprio é combustível.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-R1nBQ' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>Como gerir filhos de idades muito diferentes?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-gerir-filhos-de-idades-muito-diferentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Lourador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Andreia Lourador]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A boa notícia é que é possível existir uma saudável e enriquecedora dinâmica familiar com filhos em idades distintas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia podemos planear quantos filhos queremos ter e inclusive qual será a diferença de idade entre eles. Enquanto muitos casais preferem ter filhos seguidamente, para concentrar em poucos anos as funções inerentes à infância, e também para que ambos os filhos sejam companheiros de brincadeiras e jogos, outros casais preferem que a diferença de idade seja maior para desfrutar de cada filho separadamente e prolongar por mais tempo a presença de um bebé na família. Os motivos que sustentam as escolhas diferem.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E como gerir filhos em idades diferentes? Palavra de ordem: Descomplicar.</strong></h2>



<p>Primeiramente, é preciso ter em atenção, que nestes casos, <strong>cada um terá necessidades diferentes</strong>, e dependerá de performances também elas diferentes por partes dos pais.&nbsp; No entanto, é importante não instituir que a idade de um irmão é melhor que a do outro. <strong>É determinante a existência de uma régua equitativa nas regras, ou seja, que elas sejam as mesmas, respeitando naturalmente as diferenças de idade. </strong>Relembrar que estamos a lidar com pessoas diferentes em momentos da vida diferentes, e que, por isso, <strong>há que validar a individualidade e singularidade de cada um</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pais, cuidado com os rótulos!</strong></h2>



<p>Como psicóloga alerto sempre os pais, quando existem irmãos, para os perigos de criar rótulos. <strong>É muito doloroso para uma criança quando existe comparação com um irmão. Isto gera muitos conflitos internos e complicações </strong><a href="https://simplyflow.pt/porque-temos-vazios-emocionais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>emocionais</strong></a><strong>.</strong> Como ser menos inteligente ou menos fácil do que o outro, pode <a href="https://simplyflow.pt/e-possivel-renascer-apos-um-trauma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">marcar</a> para sempre a criança e comprometer todo um saudável processo de desenvolvimento, que resultará mais tarde num adulto que acredita que realmente é menos inteligente ou difícil de lidar. Isto é muito negativo para a formação da identidade da criança, para a sua autoimagem, autoestima e valor pessoal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Validar emoções em todas as idades</strong></h2>



<p>Não é por ser o filho mais novo, ou por ser o mais velho, que não devemos validar as emoções. <strong>As emoções devem ser validadas em todas as idades.</strong></p>



<p>Uma das consequências de ignorar as emoções, que acontece tendencialmente quando existem filhos de diferentes idades, é o sentimento de incompreensão e injustiça. <strong>Cada um tem que ser analisado e as suas diferenças precisam de ser respeitadas desde sempre e para sempre.</strong> Muitas das vezes os pais exigem empatia somente aos irmãos mais velhos em detrimento das <a href="https://www.facebook.com/psicologandreialourador/posts/pfbid02FDxbs548QqqYTBzxzesH3jKLRnywf3cP93i8pKZi2aXmbosgyrPUEjnRQUQZvyiol" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emoções</a> dos mais novos. Mas <strong>validar emoções é ter tempo de escuta para todos</strong>. Devemos <strong>deixar que se exprimam, cada um no seu tempo, e reafirmar o nosso apoio e o nosso amor</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E como agradar a todos quando gostam de coisas diferentes?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-ehHjo' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Calma pais! A boa notícia é que<strong> é possível existir uma saudável e enriquecedora dinâmica familiar com filhos em idades distintas</strong>. Promover atividades combinadas ou encontrar algo em comum, que todos gostem, mas também ter em atenção as atividades que cada um gosta, permitindo-lhes o seu tempo individual. <strong>Com idades diferentes, aparecem necessidades diferentes e gostos diferentes, e é importante ensiná-los sobre isso. </strong>Com equilíbrio e organização, conseguimos criar uma convivência integrada e conectada entre os mais velhos e os mais pequenos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Relação ganha-ganha</strong></h2>



<p>Muitas vezes e erradamente, ouvimos que devemos ceder nas relações. Mas ceder implica que alguém perca, para que outro possa ganhar. Então, <strong>a chave para as relações serem saudáveis é na verdade a negociação</strong>. É a negociar que todos ganham. <strong>A característica fundamental da negociação é que ninguém perde, pois, o objetivo é que todos saiam a ganhar de acordo com os seus interesses.</strong> Esse resultado é obtido através de relacionamentos colaborativos, que visam o crescimento mútuo. <strong>Para tal, uma comunicação transparente e a partilha de opiniões contribuem para o alinhamento dos interesses de cada um dos elementos da família.</strong></p>



<p>A dica é criarmos um espaço de consideração entre todos, onde as regras sejam equalizadas, respeitando a diferença do momento de cada um. Assim, todos se percebem na mesma medida. É importante estar atento às necessidades de cada idade das crianças, pois além de lidar com os diferentes temperamentos, pontos de flexibilidade de cada um, deve-se criar um espaço onde todos tenham voz, se sintam participantes dessa família e aprendam a valorizar esse espaço como um bom lugar para se relacionar, para serem amados e aprenderem a amar.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-ehHjo' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Como aceitar o nosso corpo com amor?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-aceitar-o-nosso-corpo-com-amor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Lourador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Aceitação]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Andreia Lourador]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos numa ditadura do corpo perfeito, do corpo “ideal”. Mas afinal, o que é corpo ideal? O que é padrão de beleza?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Às vezes nem sabemos porque odiamos o nosso corpo, as nossas formas, estrias, o nosso cabelo, a nossa pele. Somente odiamos e ponto. Não refletimos sobre isso. Vivemos numa ditadura do corpo perfeito, do corpo “ideal”. Mas afinal, o que é corpo ideal? O que é padrão de beleza?</strong></p>



<p>Desde muito cedo, somos ensinadas a odiar os nossos corpos e a desejar constantemente mudá-los. Integramos desde muito cedo crenças, como, por exemplo: “não ser magra é feio”; “ter celulite é feio”; “ter estrias é feio”, e crescemos a querer mudar tudo isto. São valores tão impregnados nas nossas mentes, que se tornam enraizados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Se pararmos para pensar, as palavras “padrão” e “ideal” descartam as particularidades de cada ser humano, certo?</strong></h2>



<p>“Robotizamos” de tal forma o ser humano, desejando sermos iguais uns aos outros &#8211; com as mesmas formas, a mesma cor de pele, o mesmo cabelo &#8211; que <strong>ignoramos toda a nossa individualidade</strong>! E isto leva-nos a outra questão:&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Se fossemos todos iguais, o que despertaria no outro, a admiração por nós?</strong></h2>



<p>E como nos sentiríamos nós sendo igual à nossa amiga, à nossa colega de trabalho ou à nossa vizinha? É isso mesmo o que desejamos?</p>



<p>Na verdade, <strong>só odiamos o nosso corpo, porque nos ensinaram a odiar</strong>. É algo aprendido.<strong>Mas isso significa que nos devemos resignar e não mudar o que não gostamos em nós? </strong>Não! Enquanto <a href="https://www.facebook.com/psicologandreialourador/posts/1150044069095158" target="_blank" rel="noreferrer noopener">psicóloga</a>, encorajo muito os meus pacientes à mudança. Não aceito e nem apoio os clichés do “Aceite-se como é!” porque n<strong>ão há motivo para aceitar algo que não gostamos, se podemos mudar. Seja física, psicológica ou emocionalmente</strong>. Porém, existe uma diferença considerável neste processo de mudança: </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mudar por amor é diferente de mudar por ódio.</strong></h2>



<p>Somos ensinadas a mudar nosso corpo por ódio a ele, a acreditar que só seremos felizes e bonitas se estivermos incorporadas nestes padrões. Desejar fazer atividade física, uma dieta saudável, cuidar da nossa saúde, claro que não existe problema nenhum nisso. É, inclusive, suposto que esse autocuidado nos acompanhe a vida toda. <strong>O que for benéfico para o nosso corpo sempre será bem-vindo. </strong>O problema reside em acreditar que só seremos felizes, bonitas e desejadas se atingirmos determinados padrões. Ou acreditar que todas as mulheres precisam querer ser magras, fazer dietas, atividade física, que precisam procurar incessantemente essa “perfeição”. Nada pode ser imposto. <strong>O corpo é nosso. Somente nosso.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não é sobre aceitar o nosso corpo, é sobre amá-lo!</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-aUrXC' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A questão da aceitação do próprio corpo comete, grande parte das vezes, um erro crasso &#8211; <strong>confundir aceitação com amor</strong>. Ignoramos muitas etapas quando igualamos esses sentimentos. <strong>Aceitar é um passo. Amar é resultado de muitos desses passos. </strong>E, a primeira verdade que deve ser dita é a de que <strong>o <a href="https://simplyflow.pt/amar-com-liberdade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">amor</a> nem sempre acontece</strong>…</p>



<p><strong>Às vezes, tudo o que ocorre, e é necessário, é apenas uma atitude neutra sobre determinados aspetos físicos. Ou seja, eles apenas deixarem de nos incomodar tanto. </strong>Deixarem de ser os principais “barómetros” da nossa autoestima. Nesse momento, eles perdem o poder de limitar as nossas escolhas, a nossa liberdade e o nosso bem-estar. É como fazer uma trégua com eles, retirando-lhes o protagonismo quando nos olhamos ao espelho. Contudo, “aceitar” não é amar e menos ainda resignar-se!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O importante é distinguir aceitação do corpo de amor pelo corpo.</strong></h2>



<p>Vamos, então, a outra grande verdade: A ideia de admirar cada parte sua não é realista. E, se colocarmos isso como uma obrigação, estaremos apenas a substituir uma <strong>relação complicada</strong> por uma <strong>relação idealizada</strong>. Se aplicarmos isto em termos de relacionamentos, talvez fique mais claro. Por exemplo, com seus colegas de trabalho. De alguns você gosta, sente uma grande cumplicidade a ponto de apreciar a companhia destes. Com outros, não tem assim tanta afinidade, digamos assim. E, se quiser transformar cada colega “menos querido” num amigo, a possibilidade de se frustrar será imensa. Por outro lado, se você decidir priorizar o seu bem-estar no ambiente de trabalho, o caminho é bem mais simples e viável.</p>



<p>Quero com isto dizer-vos, que <strong>não é preciso construir um afeto profundo para mudar as coisas. Basta investir o nosso esforço numa convivência gentil.</strong> Ou seja, focar em aceitar o outro, tal como ele é. <strong>Porque simplesmente há aspetos que não podemos mudar. </strong>O mesmo se aplica às características que temos no nosso corpo e das quais não podemos mudar.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A aceitação é um processo altamente libertador.</strong></h2>



<p>Por isso, agora, considere esta metáfora de relacionamento ao pensar na sua auto aceitação corporal. Não lhe parece agora um objetivo mais razoável do que esperar nutrir um honesto e repentino amor pelo que nos desagrada?</p>



<p>Por isso, <strong>vamos aceitar o que não podemos mudar e quando for e o que for para mudar, que seja num profundo ato de amor e não de ódio</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-aUrXC' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>#RevengeMe &#8211; A fusão da Medicina Estética e da Saúde Mental</title>
		<link>https://simplyflow.pt/revengeme-a-fusao-da-medicina-estetica-e-da-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Lourador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jan 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[#RevengeMe]]></category>
		<category><![CDATA[Andreia Lourador]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Lino]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>#RevengeMe nasceu da vontade de aliar a Medicina Estética e a Saúde Mental. O objetivo é ajudar a mulher a embelezar-se dentro e fora, garantindo um acompanhamento nestas duas importantes áreas da saúde ao longo de todo o percurso de empoderamento. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/revengeme-a-fusao-da-medicina-estetica-e-da-saude-mental/">#RevengeMe &#8211; A fusão da Medicina Estética e da Saúde Mental</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>#RevengeMe nasceu da vontade de aliar a Medicina Estética e a Saúde Mental. O objetivo é ajudar a mulher a embelezar-se dentro e fora, garantindo um acompanhamento nestas duas importantes áreas da saúde ao longo de todo o percurso de empoderamento.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A fusão da Medicina Estética e Saúde Mental juntas num #RevengeMe</strong></h2>



<p>Saúde Mental e Medicina Estética juntas, porquê? Porque<strong> não há beleza quando um corpo se dissocia de uma mente</strong>. Porque não existe beleza no vácuo. Não se trata de ser mais magro ou parecer mais jovem com o objetivo de ser mais respeitada e admirada pelos outros. <strong>É sobre amarmo-nos e sermos felizes só connosco</strong>. <strong>É sobre entrar num espaço com a confiança de quem ama o seu corpo, mas sobretudo de quem ama quem é</strong>. Depois de um #RevengeMe o que acontece é uma mudança de mindset. Como? Através de uma abordagem integral, onde embelezamos não só o corpo, mas também a mente.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O “Eu” é um todo integral. De dentro para fora. De fora para dentro.</strong></h2>



<p>E queremos que ecoe para sempre. O conceito nasceu de uma conversa com Joana Lino, médica especialista em harmonização facial,&nbsp; e pretende ser uma lufada de ar fresco ao já conhecido Revenge Body, inúmeras vezes adotado pelas mulheres, após um término de uma relação. Este é um processo ao qual temos vindo a assistir inclusive em diversas figuras públicas. Quem nunca perdeu 20kg após uma separação? Ou mudou o seu corte de cabelo? Ou inclusive mudou o seu corpo, após passar horas no ginásio? Assistimos a este fenómeno a todo o momento. Mudanças rápidas e drásticas após uma perda (amorosa). Mas a maioria de nós segue por atalhos que nos levam a um destino rápido, mas não permanente. Não podemos cuidar de nós por atalhos.&nbsp;</p>



<p>E, por isso, nasceu <strong>o #RevengeMe</strong>, que <strong>deixa totalmente de lado a fragmentação do “eu” e a ideia de que a nossa melhor versão é desencadeada por (e fruto de) um momento de dor</strong>. Em vez disso, encara esta “vingança” como algo transversal que deve englobar não só a parte física do “eu”, mas também psicológica. <strong>O objetivo final é uma manutenção contínua e estruturada da nossa individualidade, de tal forma que não precisaremos de nenhum fator externo para sermos exatamente aquilo que quisermos ser</strong>.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="847" height="935" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/01/Dra-Andreia-e-Dra-Joana.jpg" alt="RevengeMe" class="wp-image-16864" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/01/Dra-Andreia-e-Dra-Joana.jpg 847w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/01/Dra-Andreia-e-Dra-Joana-272x300.jpg 272w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/01/Dra-Andreia-e-Dra-Joana-768x848.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/01/Dra-Andreia-e-Dra-Joana-460x508.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/01/Dra-Andreia-e-Dra-Joana-160x177.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/01/Dra-Andreia-e-Dra-Joana-320x353.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/01/Dra-Andreia-e-Dra-Joana-480x530.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/01/Dra-Andreia-e-Dra-Joana-640x706.jpg 640w" sizes="(max-width: 847px) 100vw, 847px" /></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Investir no “Eu” não é um atalho, é um percurso.</strong></h2>



<p>Investir no nosso “Eu” não pode ser um objetivo somente para superar uma perda ou rutura de uma relação. Tem que ser o percurso para a vida toda.&nbsp;</p>



<p>Quando estamos numa relação amorosa com alguém idealmente deveria <a href="https://simplyflow.pt/amar-com-liberdade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">existir um eu, um tu e um nós</a>. E o que acontece muitas vezes é que passa a existir apenas um nós. O “eu” perde-se, anula-se. E se esta relação termina, saímos dela sem nada. Não sabemos quem somos, o que é que gostamos, tudo o que nos carateriza enquanto seres individuais. </p>



<p>O #RevengeMe funciona para nos mostrar que <strong>podemos ser completamente autónomas e deixar de atribuir um peso sobre-humano às coisas e pessoas que temos na nossa vida</strong>. Quando compreendemos que estas são mutáveis e impermanentes, contrariamente ao nosso “eu” – que nos acompanha para sempre -, estamos perante uma verdadeira vingança no sentido de empoderamento <a href="https://www.facebook.com/psicologandreialourador/posts/1101285897304309" target="_blank" rel="noreferrer noopener">individual</a>.</p>



<p><strong>Um “eu” tem que ser construído, consolidado e mantido. </strong>A manutenção da nossa individualidade deve ser um trabalho constante e o #RevengeMe pretende ser um acordar para essa realidade, um renascer com <strong>a segurança que nos traz o autoconhecimento e a autoconfiança</strong>. E esta mutação pode ser despoletada por um momento de dor, mas não necessariamente. Pode e deve vir também de um lugar positivo. O desejo de se sentir melhor. De ser melhor. Para si e consigo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como o #RevengeMe pode ajudar a mulher?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Lx5TH' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>O conceito do #RevengeMe desenvolve-se em parceria, como uma equipa em que há várias frentes a serem trabalhadas e que englobam o aspeto físico e a vertente de saúde psicológica. Estamos focadas na mulher como um todo, onde o “eu” é celebrado e não esquecido, ou deixado para segundo plano.&nbsp;</p>



<p><strong>Quando elevamos a nossa vibração atraímos experiências melhores, com pessoas que funcionam na mesma frequência que nós. </strong>Enquanto não aprendermos a amar-nos, a valorizar as nossas qualidades, a responder às nossas próprias necessidades, a dar força àquilo que queremos e aos nossos sonhos estaremos a atrair pessoas que nos vão ensinar tudo isso e, por vezes, de uma forma dolorosa.Todos estes ensinamentos não precisam de vir da dor. Esta consciencialização pode, sim, partir de nós e ser espontânea. Requer esforço? Sim. Requer meditação, prática, foco, autoanálise, dar um novo significado ao nosso passado e mudança de crenças. Mas o #RevengeMe pretende que este seja um processo prazeroso, pois cada ação terá uma reação palpável nas nossas vidas. <strong>Façamos de nós mesmos a nossa maior meta, o nosso maior compromisso e nunca em nenhum momento e por nenhum motivo nos esqueçamos desse compromisso.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando paramos de procurar por alguma coisa ou por alguém, encontramo-nos e aí não vamos precisar de mais nada</strong>.&nbsp;</h2>



<p>O momento de adotar um estilo de vida baseado no amor-próprio e na ideia de que devemos trabalhar na nossa melhor versão – física e mentalmente &#8211; é agora. Junte-se a nós neste #RevengeMe.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Lx5TH' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Dependência emocional: o amor não é assim!</title>
		<link>https://simplyflow.pt/dependencia-emocional-o-amor-nao-e-assim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Lourador]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Nov 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Andreia Lourador]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[Dependência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Amorosas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dependência emocional é como um transtorno aditivo, no qual o indivíduo necessita do outro para manter seu equilíbrio emocional. Dessa forma a dependência emocional ou afetiva é considerada um vício, assim como a dependência química.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O amor existe num ato constante dar e receber. Assim é o Amor. E, por isso, amar não é depender.&nbsp;</strong></p>



<p>A dependência é vista como uma disfunção comportamental na qual a pessoa renuncia da sua identidade em função de agradar o outro para não o perder. O dependente acredita que não consegue existir emocionalmente sem o amor do outro.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a dependência emocional?</strong></h2>



<p>A dependência emocional é como um transtorno aditivo, no qual o indivíduo necessita do outro para manter seu equilíbrio emocional. Dessa forma <strong>a dependência emocional ou afetiva é considerada um vício</strong>, assim como a dependência química, mas aqui a droga pode ser qualquer pessoa que estimula e mantém o vício.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Serei um/a dependente emocional?”</strong></h2>



<p>A pessoa com dependência emocional apresenta comportamentos de submissão ao outro, sinais de fissura e abstinência na ausência do objeto amado, sentimentos de insatisfação, <a href="https://simplyflow.pt/porque-temos-vazios-emocionais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vazio emocional</a>, medo da solidão, baixa tolerância à frustração, desejo de autodestruição e sentimentos negativos, falta de consciência sobre seus problemas, sensação de estarem presos ao relacionamento, foco excessivo no outro e autonegligência. Se se identifica com estas características e se prioriza o outro, talvez seja dependente do outro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como o amor pode “viciar”?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-uayxr' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Quando a relação vicia ou se torna patológica estamos perante a ausência de Amor. Primeiramente, do amor-próprio, e depois, do amor pelo outro. <a href="https://simplyflow.pt/amar-com-liberdade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Amar é um sentimento de liberdade</strong></a>. O problema nunca é o amor, mas, sim, o grande medo que o dependente tem de ficar sozinho, o medo de poder ser abandonado, o receio de não ser valorizado e trocado.</p>



<p>A falta de liberdade que a pessoa que sofre de amor patológico impinge a si mesmo e ao parceiro é tóxica. Os estudos já comprovaram que no cérebro dessas pessoas ocorrem mudanças e comportamentos similares com as que sofrem de dependência química.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um (Des)Amor que vicia e intoxica</strong></h2>



<p>Dentro de uma relação de dependência emocional, os dois são vítimas, pois o parceiro do dependente muitas vezes não se sente capaz de retribuir as necessidades de afeto exacerbadas, sente-se aprisionado, sufocado pela necessidade de exclusividade do outro. Vê, assim, a sua privacidade invadida e a sua liberdade desrespeitada e, consequentemente, o decrescimento da admiração inicial. O relacionamento torna-se um fracasso, mesmo que não exista uma separação formal. Porque um relacionamento fracassado não é sempre aquele que chega ao fim. Há casais que passam anos ou a vida toda sustentada numa relação pouco ou nada satisfatória. Permanecem juntos, numa <a href="https://www.facebook.com/psicologandreialourador/posts/1032641774168722" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relação destrutiva</a>, mas dependente. </p>



<p><strong>Se se sente tão dependente a ponto de sufocar a própria individualidade, então não se ama a si. E enquanto não se souber amar a si mesmo, será incapaz de amar o outro.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Eu, Tu e Nós</strong></h2>



<p><strong>A relação amorosa só é bem-sucedida se coexistirem as dimensões individuais e conjugal</strong>. Eu, Tu e Nós. Não reduza a relação amorosa a um “Nós”, porque será o princípio do fim.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-uayxr' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>O poder da vulnerabilidade</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-poder-da-vulnerabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Lourador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Sep 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Andreia Lourador]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[O poder da vulnerabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vulnerabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É necessária uma grande força para nos permitirmos ser vulneráveis. Num mundo em que a segurança, a eficácia e a felicidade absoluta são tão valorizadas, aquele que se atreve, em um determinado momento, a renunciar à sua armadura de aparente perfeição, demonstra uma coragem notável.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A vulnerabilidade, contrariamente ao que fomos levados a acreditar, é um valor psicológico, é uma face da nossa realidade como seres humanos que merece ser aceite. Através dela, assumimos outra parte do nosso universo emocional, e permitimo-nos a uma conexão mais íntima e autêntica connosco.&nbsp;</strong></p>



<p>A vulnerabilidade não é uma fraqueza, não é um defeito ou falta de coragem pessoal. Trata-se somente de uma característica do caráter humano. É, em essência, outra parte da nossa natureza, que nos torna mais sensíveis à nossa realidade emocional e à dos outros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque assumimos que quando somos vulneráveis somos “fracos”?</strong></h2>



<p>Triste é quem nunca se permitiu sê-lo. Quem nunca se atreveu a partilhar-se com alguém, a comunicar as suas emoções, a sentir a dor ou a felicidade, a sua e a do outro. Quem tenta narcotizar ou ocultar emoções. Não tem força quem se esconde.&nbsp;</p>



<p><strong>“Forte” é todo aquele que é capaz de se mostrar com suas luzes e sombras, com os seus defeitos e virtudes. </strong>Tem coragem aquele que cai e se ocupa mais com o erguer-se de novo, ao invés de ocupar-se com quem poderá ter assistido à sua queda.<strong> O poder da vulnerabilidade dota-nos de perfeição porque com ela somos capazes de aceitar-nos integralmente e evoluir. </strong>E nada pode ser tão apaziguante.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não somos super heróis. Somos humanos.</strong></h2>



<p>A dureza de caráter, a personalidade que faz uso de uma atitude dura e aparentemente inflexível e implacável, não leva a sucessos na vida. Pelo menos não no que realmente importa: equilíbrio, bem-estar, alegria, realização e convivência.&nbsp;</p>



<p>A sociedade ensinou-nos a navegar pelo universo das aparências, das máscaras com as quais se finge a felicidade a toda a hora quando, por dentro, pulsam medos, tristezas e inseguranças. E, por isso, do ponto de vista cultural, a vulnerabilidade emocional tem uma característica depreciativa e até vergonhosa.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>É necessária uma grande força para nos permitirmos ser vulneráveis. Num mundo em que a segurança, a eficácia e a felicidade absoluta são tão valorizadas, aquele que se atreve, em um determinado momento, a renunciar à sua armadura de aparente perfeição, demonstra uma coragem notável.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vamos aceitar e entender a vulnerabilidade de uma vez por todas?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-8LACy' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Estamos a viver uma epidemia de falta de sinceridade. Basta acedermos às redes sociais para sentirmos que todos têm uma vida perfeita. Observamos um flagelo de pessoas que só conseguem ser gentis quando há algum benefício em jogo. Quando não há nenhuma vantagem a ser tirada, não interessa criar nenhum tipo de empatia ou de relação honesta e real. A falta de transparência e de autenticidade está a formar uma sociedade de pessoas vazias, com egos doentes, apenas preocupados em como se podem destacar. Ora, como é que poderemos criar conexões e ligações verdadeiras e autênticas, se não somos o que manifestamos ser?</p>



<p>O monstro da superficialidade, onde o “pareço ser” ocupa o lugar central, impede-nos de criar laços transparentes e de mostrar e partilhar as nossas vulnerabilidades. Esta falta de significado traz consigo uma deterioração gradativa da nossa saúde emocional e psicológica. E não é por acaso que vivemos na era onde os índices de depressão e ansiedade se apresentam mais elevados. A energia que emprego neste movimento é geralmente o que me consome e impede de fazer a marcha contrária, olhando sinceramente para dentro, encarando aquilo que ainda não aprendi a aceitar, acolhendo meu negativo. <strong>A autoestima necessita de aceitação das dificuldades para acontecer.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não tenha medo. Seja vulnerável. Sabe porquê?</strong></h2>



<p><strong>Não existe aceitação enquanto não aceitar que também é vulnerável.</strong> Só porque é humano, isso já é uma condição que lhe é inegável. Sem <a href="https://www.facebook.com/psicologandreialourador/posts/1018472835585616" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aceitação</a> não existe evolução. E sem <a href="https://simplyflow.pt/amar-com-liberdade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">autoestima</a> não existem conexões sinceras.</p>



<p>A nossa maior fraqueza reside na ocultação e não na manifestação. </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-8LACy' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Como acalmar a mente em 3 passos</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-acalmar-a-mente-em-3-passos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Lourador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Acalmar a mente]]></category>
		<category><![CDATA[Andreia Lourador]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mente]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das consequências desta cultura imediatista em que vivemos é a ansiedade. Mas como enfrentar essa situação? Como acalmar a mente? </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-acalmar-a-mente-em-3-passos/">Como acalmar a mente em 3 passos</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Se por um lado, a evolução nos trouxe inúmeros recursos que nos ajudam a otimizar o nosso dia a dia, por outro, também potencializa a cultura do imediatismo. Parece que ninguém sabe mais esperar; a paciência tornou-se algo raro. O excesso de afazeres, de estímulos e informações contribuem para um problema comum a uma boa parte das pessoas que habitam o globo: a mente agitada. Aprenda como acalmar a mente em apenas 3 passos.&nbsp;</strong></p>



<p>Vivemos na Era do imediatismo. Recebemos a todo o momento uma enxurrada de informações de inúmeras fontes e <strong>estamos sempre conectados</strong>, em smartphones, computadores ou tablets. Simultaneamente, precisamos ser rápidos a compreender e a responder a essas informações. <strong>Tudo tem que ser imediato, executado no agora.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por onde começamos?</strong></h2>



<p>Não sabemos. Tudo é urgente. <strong>Perdemos o discernimento em distinguir o que é urgente, prioritário e importante.</strong> E se tudo é urgente, por onde começamos primeiro? Por tudo, e por isso, por nada! E <strong>começamos a sentir dificuldade em sair do círculo imediatista, porque essa cultura envolve-nos de tal maneira que ficamos paralisados</strong>. Isso acontece porque, a todo o momento, surgem coisas novas e <strong>sentimo-nos na obrigação de dar conta de tudo</strong>. Portanto, <strong>perdemos a capacidade de planear e de priorizar as nossas atividades, o que pode transformar o quotidiano num verdadeiro caos</strong>. E, mais do que isso, <strong>pode até adoecer-nos, física e psicologicamente</strong>. Os resultados podem ser catastróficos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como acalmar a mente?</strong></h2>



<p>Uma das consequências desta cultura imediatista em que vivemos é a ansiedade. Mas como enfrentar essa situação? Habitue-se a disciplinar a sua mente.</p>



<p>Vamos, então, aprender <strong>3 passos para acalmar a mente</strong>:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-bJFGD' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Organize a rotina</strong></h3>



<p>Delimitar o quê, quando, onde e como uma tarefa deve ser realizada evita a ansiedade, o stress e preocupações desnecessárias. Habitue-se a planear, para não viver a controlar. Viver em controlo aumenta a nossa ansiedade, o planeamento aumenta a nossa eficácia. Escolha!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Ocupe-se, não se Preocupe</strong></h3>



<p>Só porque acha algo, não significa que isso seja verdade. Os pensamentos ansiosos são, muitas vezes, irracionais ou distorcidos. Lembre-se: pensamentos não são factos.</p>



<p>Ocupe o seu tempo, ocupe o seu espaço, ocupe a sua mente, mas apenas com a realidade. Quem vive preocupado, não vive ocupado. A mente não consegue assumir estas duas tarefas. Ou estamos ocupados ou preocupados, porque como nos diz a própria palavra, (pre)ocupação consiste em ocupar-nos com algo que ainda não é.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Esteja e seja Presente</strong></h3>



<p>Faça do mindfulness um hábito. Esteja consciente do que se passa à sua volta, das suas <a href="https://simplyflow.pt/porque-temos-vazios-emocionais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emoções</a>, do seu corpo. Toda a nossa vida acontece no agora, no presente. Não existe nenhum outro momento que não seja agora! Quando a mente estiver agitada, pare. Feche os olhos, interrompa por breves instantes o contacto com o mundo. Concentre-se no seu corpo. Respire calmamente. A respiração controlada suspende a ansiedade no cérebro porque ativa o sistema nervoso parassimpático.</p>



<p><strong>Aprenda a viver conectado com o mundo, mas sem nunca se desconectar de si!</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-bJFGD' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Porque temos vazios emocionais?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/porque-temos-vazios-emocionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Lourador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Andreia Lourador]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Vazios emocionais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=15289</guid>

					<description><![CDATA[<p>É preciso entendermos que o vazio emocional não é a ausência de algo, de ninguém, nem de nada externo. É uma ferida interna, um peso que asfixia, é uma carência no nosso âmago que não foi ainda suprida. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Certamente todos nós em algum momento já ouvimos a expressão “carência emocional”</strong>, <strong>muito utilizada para descrever estados emocionais, atitudes e comportamentos específicos frequentes. Dizemos que são “emocionais” porque tanto a sua criação quanto o seu preenchimento ocorrem na esfera emocional. Estes vazios metafóricos são comuns e, em regra, influenciam muito o nosso bem-estar, e a relação que temos connosco.</strong></p>



<p>Poucos estados vitais são tão paralisantes quanto o vazio emocional. Apesar do “vazio” ser descrito como a ausência de algo, na psicologia, essa dimensão representa sofrimento, angústia e um mau estar profundo, acompanhado por uma sensação imediata de ser preenchido, quase sempre de forma disfuncional (com pessoas, comida, drogas, álcool, jogo, rituais&#8230;).</p>



<p>A frustração pessoal, a dor de uma experiência difícil, o fracasso, um <a href="https://simplyflow.pt/e-possivel-renascer-apos-um-trauma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">trauma</a> ou até mesmo o stress e a ansiedade podem, sem dúvida, configurar este estado. E esta insatisfação emocional desconecta-nos por completo do nosso “Eu”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Podemos sofrer de “vazios emocionais” a vida inteira?</strong></h2>



<p>A vida é feita de mudanças, e as mudanças que ocorrem na nossa esfera pessoal mudam os nossos vazios. Seja criando novos vazios, ampliando aqueles que já existem ou amenizando-os parcialmente, porque, como sabemos, <strong>as nossas experiências de vida condicionam os nossos estados emocionais</strong>. Mas não, nós não temos e nem devemos viver a vida inteira com “vazios emocionais” ou não faria sentido sequer utilizarmos a palavra <strong>viver</strong>. Nós podemos responder às mudanças da nossa vida de uma forma tanto mais adequada e <a href="https://simplyflow.pt/o-poder-do-pensamento-positivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">positiva</a> quanto mais <a href="https://simplyflow.pt/ser-resiliente-e/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">resilientes</a> estivermos. E se, pelo contrário, estivermos vulneráveis, que é como nos deixam estes “vazios”, qualquer mudança mais desafiadora, só ampliará a nossa carência emocional. E o vazio cada vez vai ficando maior e maior e maior…</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como preencher o “vazio emocional”?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-jwyTa' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>É preciso entendermos que <strong>o vazio emocional</strong> não é a ausência de algo, de ninguém, nem de nada externo. <strong>É uma ferida interna, um peso que asfixia, é uma carência no nosso âmago que não foi ainda suprida</strong>. Nem será por nada nem ninguém, senão por nós mesmos.</p>



<p>Entenda que não falta nada. A única coisa que falta é saber conectar-se com o seu “Eu” e para conseguir isso tem que saber escutar-se. Aprenda a deixar ir o que dói, o que magoa e o que gera o vazio emocional. Sempre que o “Eu” está rodeado por um denso e complexo barulho mental, ele é impedido de se curar. O barulho mental são os “<em>Eu não posso</em>”, “<em>Eu não consigo</em>”, “<em>Eu não perdoo</em>”, “<em>E se não dá certo</em>?”.</p>



<p>Preencher vazios emocionais com algo externo, é tornar permanente, é alimentar continuamente esse vazio. Porque tudo o que é externo é fugaz, temporário, impermanente. Então, aprenda a parar.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Escute-se.&nbsp;</strong></h2>



<p>Perceba no seu íntimo de onde vem esse vazio. Depois cuide de si, ame-se. O que quer que tenha acontecido, aceite. <strong>Viva no agora</strong>, é o único momento real da nossa vida. Só preenchendo o vazio consigo é que terá a certeza de que ele nunca mais voltará.E sabe porque consegue fazê-lo? Porque você é a única pessoa que se vai acompanhar do princípio até ao fim. <strong>Somos permanentes nas nossas vidas, por isso, se estabelecermos uma relação de amor connosco, nunca mais o vazio voltará. Porque nós nunca nos vamos faltar. </strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-jwyTa' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Amar com liberdade</title>
		<link>https://simplyflow.pt/amar-com-liberdade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Lourador]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jun 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[amor obsessivo]]></category>
		<category><![CDATA[Andreia Lourador]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Obsessão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No amor obsessivo não há espaço para “nós”. E o amor é o lugar onde cabe um Tu, um Eu e um Nós. Por isso é que o amor é generoso, é livre, não aprisiona. Não dói. O amor serve para nos complementar, não para completar.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É muito difícil que todas as pessoas se refiram ao mesmo sentimento e significado em relação ao amor. Este sentimento tão primitivo traz experiências tão diferentes e arrebatadoras, desde a ternura, à paixão, ao apego, até à posse, obsessão e ciúme. Para muitos, é sinónimo de dor, sofrimento e agonia. Existem sentimentos controversos parecidos com amor, mas que nada tem haver com este sentimento tão generoso e prazeroso. Falo do “amor obsessivo”, um sentimento que, na verdade, tem muito pouco a ver com o amor…</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>Quando o amor se torna obsessivo</strong></strong></h2>



<p><strong>Amar desta forma é ansiar, é querer algo sem pensar no outro.</strong> No amor obsessivo não há espaço para “nós”. E o amor é o lugar onde cabe um Tu, um Eu e um Nós. Por isso é que o amor é generoso, é livre, não aprisiona. Não dói. O amor serve para nos complementar, não para completar. Porque só conseguimos amar quando estamos inteiros.&nbsp;</p>



<p><strong>Quando o amor se transforma em obsessão a outra pessoa deixa de nos complementar para nos completar. </strong>Por isso, temos medo que nos abandone, porque deixará um vazio que não mais conseguiremos preencher.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Juntos para sempre</strong></h2>



<p>Esta afirmação, que crescemos a vê-la tão romantizada, na literatura, no cinema e na música, por si só já adorna e fantasia a verdadeira posse. E <strong>possuir é sofrer</strong>. Porquê? Porque <strong>nada é permanente</strong>. As relações, as pessoas, os objetos, o dinheiro, as funções que ocupamos, <strong>tudo muda</strong>. E <strong>precisamos aprender a viver na impermanência</strong> <strong>porque nada é para sempre</strong>. Quando entendemos isto, conseguimos usufruir de tudo o que temos em paz.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não, o amor não dói.</strong></h2>



<p>O que dói é ferimento no joelho, tombo de bicicleta, falta de reciprocidade, rejeição ou possessão. <strong>O amor nutre a alma, acolhe, tranquiliza e cicatriza.</strong></p>



<p>No entanto, <strong>o sofrimento ainda é uma das ideias que mais associamos ao amor</strong>. Acreditamos que sofrer numa relação é inevitável e que isso está relacionado com a intensidade e profundidade do amor, como se quanto mais sofrermos mais amamos. Mas,<strong> fará isto sentido, num sentimento tão generoso como o amor?</strong></p>



<p>Isto foi aprendido cultural e socialmente através da crença de que o sofrimento é uma prova de amor. Uma ideologia que pode inclusive chegar a ser um pouco sadomasoquista. Ora, se <strong>o amor é para doar e partilhar, o sofrimento não cabe nele</strong>.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ter não é possuir porque possuir não é amor!</strong></h2>



<p>Quando falamos de relacionamento amoroso, tendemos a confundir estes dois conceitos. Ter alguém não é, de forma alguma, possuir.&nbsp;</p>



<p>Ter alguém significa que nos partilhamos integralmente, sem que sejamos obrigados a isso. Doamo-nos de forma completamente livre, enquanto o desejarmos e formos desejados. Não existe nenhuma obrigatoriedade no amor, ninguém tem de permanecer ao lado de ninguém para sempre, se já não o desejar.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É possível amar com liberdade?</strong></h2>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Quando o sofrimento aparece nos nossos relacionamentos amorosos é porque alguma coisa está errada. <strong>O desenvolvimento pessoal, maturidade, honestidade e a harmonia do casal são elementos que, quando se consolidam, deixam de ter espaço para o sofrimento na relação.</strong> Nesta equação <strong>não cabe a obsessão e a possessividade</strong>.&nbsp;</p>



<p><strong>Quando amamos de uma forma saudável relacionamo-nos sem sofrimento, sem posse, sem medos que nos façam perder a nossa liberdade individual e sem a necessidade de estar com alguém para não nos sentirmos sozinhos.</strong></p>



<p>A união que representa o nosso vínculo amoroso não pode estar contaminada pela possessividade e pela dependência. Afastar-se destas duas práticas tão comuns exige muita maturidade e sobretudo um bom autoconceito e valorização pessoal. Quando temos medo de <a href="https://www.facebook.com/psicologandreialourador/photos/a.411250612974511/956647668434800/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">perder o outro</a>, então é porque nós não estamos inteiros. Aprender a ser e estar inteiro é a premissa primária que nos fará amar com liberdade. Não há como viver em paz quando se está constantemente dependente do medo de perder o que acreditamos possuir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Antes de amar, ame-se primeiro.</strong></h2>



<p>Este é o princípio que nos afasta de todos os medos, do medo da perda, do abandono, da rejeição, e que estabelece motivo para nos sentirmos gratos pelo vínculo que temos, vivendo-o livremente.<strong> Isto é o amor.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-pJNLG' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>É possível renascer após um trauma?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/e-possivel-renascer-apos-um-trauma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Lourador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Andreia Lourador]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Renascer]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[Trauma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viver sem riscos é sorte de poucos: estima-se que 90% da população mundial passará por, pelo menos, um evento potencialmente traumático ao longo da vida. Superar a situação adversa ou ficar marcado por ela é o limiar entre uma situação de stress e o trauma, que está na raiz de diversos transtornos psicológicos. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma ferida chamada trauma</strong></h2>



<p>Viver sem riscos é sorte de poucos: <strong>estima-se que 90% da população mundial passará por, pelo menos, um evento potencialmente traumático ao longo da vida</strong>. Superar a situação adversa ou ficar marcado por ela é o limiar entre uma situação de stress e o trauma, que está na raiz de diversos transtornos psicológicos.&nbsp;</p>



<p>Trauma é uma palavra de origem grega que significa ferida, lesão emocional. É uma ruptura psíquica importante que excede a capacidade de processamento do ser humano e que causa sofrimento físico e emocional, por ser percebido como uma ameaça à segurança e estabilidade do ambiente. <strong>Trauma é algo que ultrapassa a usual experiência humana</strong>.</p>



<p>Os traumas são situações decorrentes de eventos que, em linhas gerais, envolvem algum tipo de risco, real ou imaginário, à vida ou à integridade física de alguém. Essas situações podem abranger violência física ou psicológica (<a href="https://simplyflow.pt/violencia-domestica-basta/">doméstica</a>, sexual ou urbana) ou serem decorrentes de acidentes ou desastres naturais. Não é preciso sequer vivê-las ativamente: assistir a uma situação dessa natureza, como, por exemplo, um assalto ou a uma agressão, pode ser o suficiente para desencadear uma reação traumática.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que nos acontece diante de um evento traumático?</strong></h2>



<p>Fisiologicamente, todos teremos uma resposta mais ou menos&nbsp; padrão: reações químicas provocarão a libertação de adrenalina e cortisol, hormonas que irão preparar o corpo para fugir daquela situação ou partir para o confronto. Depois deste começo, um tanto primitivo, entra em cena um elemento complexo e demasiadamente humano: a memória. Quem passa por uma situação adversa pode seguir a sua vida sem ser afetado por aquele acontecimento ou ser traído reiteradamente pelas lembranças. <strong>A recordação recorrente do evento faz com que, por alguns dias, o corpo volte a ter algumas reações fisiológicas relacionadas a ele, como fadiga, tensão muscular, sobressaltos, taquicardia, náuseas e medo constante. A persistência de sintomas como estes configura o trauma.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que não nos destrói, torna-nos mais fortes.&nbsp;</strong></h2>



<p>Os eventos traumáticos, devido à sua violência e carácter inesperado, podem muitas vezes deixar sequelas profundas ou de intensidade variável no indivíduo, podendo levar ao desenvolvimento de perturbações como é o caso da Perturbação de Stresse Pós-Traumático (PSPT).</p>



<p>A perda de resposta pela incapacidade de utilizar os habituais mecanismos de coping gera muitas vezes desequilíbrios psicossociais com potencial de desenvolvimento de perturbações psicopatológicas.</p>



<p>A experiência de um evento traumático apresenta muitas vezes uma diferente perceção da realidade como a conhecemos e como olhamos o mundo ao nosso redor. Consequentemente, <strong>as implicações psicológicas apresentam-se como respostas ao evento vivido, numa tentativa de adaptação a uma realidade até então desconhecida. Se ele é irreparável? A resposta é não.</strong> Como disse Friedrich Nietzsche: “O que não nos destrói, torna-nos mais fortes”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como superar o trauma?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-4X5wQ' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Não silencie: <strong>quando o assunto é trauma, esquecer é, provavelmente, o fim mais improvável</strong>.</p>



<p><strong>A inibição é o principal bloqueador da superação. Ou seja, a estratégia adotada, muitas vezes, de não falar sobre problemas emocionais não é saudável.</strong> Conter ou inibir pensamentos, emoções e comportamentos aumenta o sofrimento. Esta inibição, por sua vez, age até como um stressor que causa ou aumenta os processos psicossomáticos e problemas de saúde originados pelo evento traumático.&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Partilhe: </strong>a forma como uma pessoa processa a informação em circunstâncias adversas pode ter influências na sua saúde física e mental. <strong>Partilhar experiências emocionais é uma manifestação desejável e altamente curativa. Promove o alívio e a recuperação emocional</strong>, isto porque partilhar produz alívio no impacto emocional da memória do episódio. Lembre- se: sempre que partilhamos, ficamos com menos.&nbsp;</li><li><strong>Escreva: </strong>escrever sobre experiências negativas passadas tem benefícios para a nossa saúde mental e física. Escrever, falar e pensar podem resultar em diferentes níveis de integração e síntese. Escrever e falar tendem a envolver organização, integração do evento traumático. Assim, <strong>o ato de converter emoções e imagens em palavras muda a forma como a pessoa organiza e pensa sobre o trauma</strong>. Quando a narrativa está formada, pode ganhar um sentimento de resolução e controlo e consegue lidar melhor com as emoções sobre a experiência. Depois o evento pode ser guardado e assimilado mais eficazmente e, assim, reduzir a dor associada à experiência traumática. Quando se continua perturbado com o evento traumático, as memórias não foram ainda integradas na narrativa pessoal, são memórias que permanecem desorganizadas.&nbsp;</li></ul>



<p>Em geral, as pessoas expostas a um evento potencialmente traumático passam a reviver aquela experiência em algum grau, mas a maioria consegue recuperar. É o que chamamos de <a href="https://simplyflow.pt/ser-resiliente-e/">resiliência</a>. Afinal, o único momento que existe é o presente, e é, exatamente, por ser algo que todos os dias recebemos gratuitamente que se chama de <strong>presente</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-4X5wQ' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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