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	<title>André Pinguel, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>André Pinguel, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Brancos das Uvas Tintas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Pinguel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2017 18:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[andré pinguel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ideia de um vinho branco ser feito a partir de uvas tintas provoca sempre em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia de um vinho branco ser feito a partir de uvas tintas provoca sempre em mim alguma surpresa e curiosidade. Gosto da dualidade implícita e indissociável, quase como um desafio ao que seria suposto.</p>
<p>Não é um método novo, não é uma ideia mais arrojada de um produtor que gosta de arriscar. Pelo contrário, algum dos vinhos brancos mais conhecidos e mais caros do mundo, são feitos a partir de uvas tintas e contam já com séculos de colheitas. Estou naturalmente a pensar na produção clássica de Champanhes feitos a partir da uva Pinot Noir, a que se chamam Blancs de Noir.</p>
<p><img decoding="async" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/04/simply-flow-andre-pinguel-banco-das-uvas-tintas-garrafas.jpg" style="float: right; padding-left: 15px;" alt="" max-width="100%" height="" class="aligncenter size-full wp-image-3221" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/04/simply-flow-andre-pinguel-banco-das-uvas-tintas-garrafas.jpg 222w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/04/simply-flow-andre-pinguel-banco-das-uvas-tintas-garrafas-167x300.jpg 167w" sizes="(max-width: 222px) 100vw, 222px" /><br />
Os pigmentos que conferem a cor tinta aos vinhos estão presentes na película da uva. Assim, depois da prensagem é preciso que o mosto fique em contacto com as películas para extrair cor destas. Se pelo contrário o mosto for imediatamente separado das películas, fermenta e torna-se vinho sem nunca obter a cor tinta.<br />
A exceção está nas castas tintureiras que apresentam pigmentação também na polpa, e por isso dão origem a vinhos com maior concentração de cor como por exemplo o Alicante Bouschet, muito utilizado em grandes vinhos do Alentejo.</p>
<p>Para ilustrar tudo isto com casos reais, deixo duas sugestões que me agradam muitíssimo! Vinhos muito bem feitos, pensados para serem brancos mas que nasceram de uvas tintas, e que superam expectativas.</p>
<p>Da região de Palmela, vem o Pegos Claros Blanc de Noirs, feito a partir da uva Castelão.</p>
<p>Do Alentejo, pela mão da Adega Ervideira, chega-nos o Invisível que além do feliz nome oferece uma prova de alta qualidade.</p>
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		<title>A moda nos vinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Pinguel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2017 16:59:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[andré pinguel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este artigo é sobre a forma como a moda afeta o mundo dos vinhos. E não&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo é sobre a forma como a moda afeta o mundo dos vinhos. E não é pouco! Neste ramo há muitas coisas que podem estar na moda: a casta da moda, a região da moda, o enólogo, o país, vinhos com ou sem madeira, a marca, o tipo de rótulo e tantos outros detalhes.</p>
<p>Há uns tempos, estava eu numa conversa de circunstância, daquelas que depois de eu explicar ao que me dedico rapidamente resvalam para a temática dos vinhos. A pessoa que eu tinha acabado de conhecer comentou a certa altura que os vinhos que mais gostava eram os da casta Chardonnay, claramente a querer evidenciar os seus gostos internacionais adquiridos numa temporada em Nova Iorque. Ora eu, depois desta informação, arrisquei adivinhar que essa passagem pelos EUA teria sido há 10 ou mais anos&#8230; e acertei! É que o Chardonnay esteve na moda no mercado Americano por essa altura.</p>
<p>Por cá, a moda mais óbvia a que assistimos recentemente terá sido a do vinho rosé. Não sendo uma novidade para ninguém, de repente começámos a ver muito mais rosés! Todos os produtores alargaram as suas gamas e, nos supermercados, foram-lhe dedicadas prateleiras inteiras.</p>
<p>Atualmente, arrisco dizer que o Dão está na moda! É, e sempre foi, uma região com grande potencial. Mais do que isso, já com provas dadas. Ainda assim, ficou com visibilidade reduzida ao lado do Douro ou do Alentejo. Mas de repente desapareceu a vergonha de dizer que se gosta do Dão. Que o Dão é a região favorita, que é um espetáculo e sabe-se lá o que mais! E as castas do Dão! O Alfrocheiro, o Jaen e o Encruzado, de repente parecem ser as castas melhores do mundo que estavam injustamente esquecidas&#8230; As modas são assim.</p>
<p>Em conclusão, eu diria que é normal e desejável que exista este fenómeno. É assim que a industria se reinventa, que damos atenção a pormenores outrora ignorados, que introduzimos novos hábitos. E ainda bem que existem sempre os arrojados que apostam numa nova casta ou região quando o mercado parece apontar o contrário. Sim, todos seremos um pouco <em>fashion victims</em>&#8230; e então?!</p>
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		<title>Wine Pairing</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Pinguel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2017 16:18:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[andré pinguel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wine Pairing, harmonização, maridagem&#8230; são algumas das expressões que têm vindo a nascer neste nosso tempo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Wine Pairing, harmonização, maridagem&#8230; são algumas das expressões que têm vindo a nascer neste nosso tempo tão gastronómico, para definir uma ideia que em si não é complexa. Wine Pairing é o acto de fazer combinar determinado vinho com um alimento específico.</p>
<p>Qualquer um de nós se pode dedicar a este processo! Não é uma tarefa exclusiva de especialistas, pelo contrário, a avaliação de uma harmonização bem sucedida é muito pessoal. Aconselha-se arrojo e segurança na decisão.</p>
<p>No entanto, a sensibilidade para fazer resultar este encontro de sabores e texturas também se treina. Assim, vemos serem aplaudidos tantos chefs e enólogos quando conseguem potenciar as características de certo vinho ao fazê-lo casar com determinado prato, e vice-versa.</p>
<p>As experiências gastronómicas estão na moda e vieram para ficar. Não se trata apenas de comer e beber. Trata-se sim de espicaçar os sentidos provando e experimentando sabores novos ou já conhecidos mas que, quando conjugados, nos transportam para um nível superior de exigência.</p>
<p style="text-align: left;">E passando da teoria à prática, ou neste caso ao copo e ao prato, existem jantares como os The Wine Post Dinner. Jantares em Lisboa, num ambiente informal que promovem o convívio, mas sobretudo as maridagens gastronómicas. Fica o desafio!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/thewinepostdinner/">https://www.facebook.com/thewinepostdinner/</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="mailto:info@winepost.pt">info@winepost.pt</a></p>
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		<title>Vinhos Biológicos – Sim? Não? Porquê?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/vinhos-biologicos-sim-nao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Pinguel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2017 17:12:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[andré pinguel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os vinhos biológicos ainda despertam em nós, comuns consumidores, muitas perguntas e, às vezes, resistências. Desconfio&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os vinhos biológicos ainda despertam em nós, comuns consumidores, muitas perguntas e, às vezes, resistências. Desconfio que isto se deva ao facto de, não sendo um tema novo, ter sido objecto de várias actualizações nos regulamentos que o definem.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1841" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/01/simply-flow-andre-pinguel-vinhos-biologicos-2.jpg" alt="BioMercado" max-width="100%" height="" /></p>
<p>Assim, aqui ficam algumas perguntas e respostas que podem orientar a sua próxima ida a uma garrafeira.</p>
<p><strong>O que são Vinhos Biológicos?</strong></p>
<ul>
<li>Em Portugal e na Europa, são considerados vinhos biológicos os que são produzidos segundo o disposto no regulamento Europeu existente para este efeito. Basicamente não são permitidos fertilizantes, pesticidas, herbicidas, fungicidas ou fumegantes de origem química e sintética (químicos de síntese), não se permite o uso de antibióticos, reguladores de crescimento ou OGMs e a utilização de cobre tem limites máximos. Igualmente a quantidade de sulfitos adicionados, está muito abaixo do que se usa no vinho convencional.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como identificar um vinho biológico?</strong></p>
<ul>
<li>Legalmente o rótulo deve conter a expressão “vinho biológico” bem como o logotipo verde que o define.</li>
<li>Além dos aspectos legais, muitos produtores optam por utilizar alguns elementos visuais que inspiram o consumidor a uma fácil percepção de estar perante um produto “bio”. A cor verde, a representação de uma joaninha, a imagem de vegetação, folhas, etc</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>São diferentes?</strong></p>
<ul>
<li>As diferenças no tipo de produtos, ou nas práticas utilizadas nestes vinhos, não conferem por si só diferentes sabores, aromas ou texturas. No entanto facilmente percebemos que diferentes práticas na vinha e na adega conduzem a diferentes vinhos no copo.</li>
<li>Um exemplo pode tornar a questão mais clara: Imagine que para fazer uma receita culinária de família, daquelas que já a avó preparava, era lançado o desafio de utilizar produtos de origem ou marcas diferentes, utensílios de cozinha novos, fornos, panelas e tachos, tudo diferente! Muito provavelmente o resultado não seria igual ao da sua avó&#8230; não seria necessariamente melhor, nem pior&#8230; mas sim diferente, embora a receita fosse a mesma.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Têm mais qualidade do que um vinho convencional?</strong></p>
<ul>
<li>Não! Mas também não têm menos. O facto de serem ou não produtos biológicos não está directamente relacionado com a qualidade do produto final. Acho razoável falar de mais ou menos carácter, de maior ou menor perfil genuíno. Quanto à qualidade será avaliada por cada consumidor.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fazem melhor à saúde?</strong></p>
<ul>
<li>Também diria que não. Os vinhos convencionais comercializados no mercado estão sujeitos a apertadas normas alimentares que asseguram o seu carácter não nocivo para a saúde humana. A questão biológica deve orientar em nós uma preocupação ecológica com o equilíbrio do meio ambiente e da sustentabilidade do planeta.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>São mais caros? Porquê?</strong></p>
<ul>
<li>Nem sempre são mais caros, mas muitas vezes sim. As práticas ecológicas aumentam a fragilidade ao ataque de bactérias, fungos, insectos e outros organismos, bem como outras perdas tanto na vinha como na adega. Assim, facilmente percebemos aumentos dos custos de produção.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Onde Comprar?</strong></p>
<ul>
<li>Estes vinhos têm vindo a ganhar importância nos hábitos dos consumidores e por isso também a ganhar espaço nas prateleiras das garrafeiras e supermercados de uma forma geral. No entanto, não são normalmente o argumento de venda principal e por isso encontram-se espalhados e misturados por entre todos as outras garrafas de vinhos convencionais.</li>
<li>Valerá a pena destacar a garrafeira do Biomercado, na Avenida Duque Ávila, em Lisboa. São mais de 90 vinhos biológicos nacionais! Espalhadas por todo o território existem as lojas Celeiro, que também contam com uma oferta generosa.</li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1824" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/01/simply-flow-andre-pinguel-vinhos-biologicos-1.jpg" alt="Vinhos Biológicos" height="" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/01/simply-flow-andre-pinguel-vinhos-biologicos-1.jpg 800w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/01/simply-flow-andre-pinguel-vinhos-biologicos-1-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/01/simply-flow-andre-pinguel-vinhos-biologicos-1-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/01/simply-flow-andre-pinguel-vinhos-biologicos-1-460x306.jpg 460w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
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		<title>Dezembro – o mês da festa dos vinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Pinguel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2017 18:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[andré pinguel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dezembro – Festa dos vinhos? Dezembro é um mês especial no mundo dos vinhos! Desconfio que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Dezembro – Festa dos vinhos?</h2>
<p>Dezembro é um mês especial no mundo dos vinhos! Desconfio que seja o mês em que se vende mais e melhor vinho. Será o mês em que mais Barcas-velhas são abertas, em que mais vinhos do porto são embrulhados e mais garrafas de espumante disparam as suas rolhas. É um mês em cheio para os enófilos que encontram finalmente pretexto para abrir “aquela” garrafa. Parece então um mês de fartura para todos os vinhos!! Todos? Quase todos&#8230;</p>
<p>Os vinhos brancos tranquilos* são injustamente excluídos desta festa que é Dezembro. Geralmente nem o bacalhau da consoada nos convence a abrir um bom vinho branco. Eu, porque sou um grande fã deste tipo de vinho, escolhi para o Peru lá de casa um optimo <em>Quinta de Chocapalha Reserva</em> branco! A harmonização resultou em pleno, a estrutura e volume de boca do Chocapalha acompanharam na perfeição a carne branca e perfumada do peru, e tudo foi potenciado pela alegria de três gerações (com a quarta já a caminho) reunidas à mesa!</p>
<p><strong>*Nota:</strong> Chamam-se vinhos tranquilos a todos aqueles que não contêm gás. Neste caso usa-se “vinhos brancos tranquilos” por oposição a “vinhos brancos espumantes” que encontram o seu auge de consumo na noite de fim de ano.</p>
<p><strong>Chocapalha Reserva Branco 2013</strong><br />
Produtor: Quinta de Chocapalha<br />
Região: Lisboa<br />
Castas: 85% Chardonnay / 15% Arinto<br />
Vinha: 21 anos de idade<br />
Vinificação: A fermentação ocorreu, durante 20 dias, a baixo temperaturas, em barricas de carvalho francês. Após a fermentação, o vinho estagiou nas mesmas barricas em contacto com as borras finas, durante 6 meses, com “batonnage”.<br />
Enólogo: Sandra Tavares da Silva</p>
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		<title>Edição Especial Periquita/António Zambujo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Pinguel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2016 18:49:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[andré pinguel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre me diverti com o exercício de harmonizar determinado vinho com coisas menos evidentes. Dou por&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre me diverti com o exercício de harmonizar determinado vinho com coisas menos evidentes. Dou por mim tantas vezes a pensar “Se este vinho fosse uma cidade, qual seria?”. Se fosse uma cor? Se fosse um museu? Se fosse uma música? Se fosse uma pessoa&#8230;</p>
<p>Desta vez, a Adega José Maria da Fonseca fez o trabalho por mim, lançando uma edição especial do vinho Periquita, assinada por António Zambujo. Parabéns à parceria, que resulta na perfeição!! Este Periquita exprime na mesma proporção, o carácter vigoroso da região de Setúbal e a imensa portugalidade que António Zambujo revela nas suas músicas.</p>
<p>Agora há que estar atento ao mercado para conseguir comprar um exemplar desta edição limitada. Apresse-se!</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yczybf5-l0M?rel=0&amp;controls=0&amp;showinfo=0" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Vinhos e Gastronomia</title>
		<link>https://simplyflow.pt/vinhos-e-gastronomia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Pinguel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2016 23:16:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[andré pinguel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muitos anos trabalhei para produtores de vinho português, fazendo parte da equipa de exportação. Foram&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/vinhos-e-gastronomia/">Vinhos e Gastronomia</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante muitos anos trabalhei para produtores de vinho português, fazendo parte da equipa de exportação. Foram muitas milhas aéreas levando os nossos vinhos aos quatro cantos dos mundo, a países tão diferentes entre si e tão diferentes de Portugal. Mercados ás vezes geograficamente próximos, mas culturalmente longínquos, ou ao contrário, países de outros continentes, mas culturalmente tão parecidos connosco.</p>
<p>Na China, por exemplo, estava eu a explicar que determinado vinho era feito a partir da casta Touriga Nacional e tinha origem em vinhas plantadas no Alentejo, quando um interlocutor me interrompeu timidamente o discurso para perguntar se aquela bebida era feita de uvas&#8230; Não interprete a pergunta como desinteresse ou desdém, porque era curiosidade genuína e vontade de consumir vinho tal como os europeus! Perante isto, restava-me descobrir uma forma simples de mostrar o que são os vinhos Portugueses e que emoções nos transmitem. Tarefa difícil para uma reunião de alguns minutos, na azáfama da feira em que nos encontrávamos.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-2882" style="padding: 45px;" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2016/10/simply-flow-andre-pinguel-vinhos-e-gastronomiaa.jpg" alt="" height="" /></p>
<p>A verdade é que tudo se resolveu mais tarde, à hora de jantar numa mesa redonda em que eu era o único português. Os pratos foram tipicamente chineses: peixe, marisco, pombo, cobra e umas deliciosas costeletas de macaco! Os vinhos, esses, foram todos portugueses. Dentro da gama limitada que levava comigo, procurei harmonizar cada um dos vinhos com os diferentes pratos que iam sendo servidos. Por entre resultados melhor ou pior conseguidos, as conversas e risos foram fluindo e voltei para Lisboa com uma boa encomenda na mochila.</p>
<p>A ligação entre o vinho e a comida é ancestral e quase mágica, porque cada um dos elementos potencia o sabor presente no outro e o resultado é maior do que a soma dos dois em separado.</p>
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