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	<title>Ana Bispo Ramires, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Ana Bispo Ramires, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>C.O.M.E.M.O.R.A.R</title>
		<link>https://simplyflow.pt/c-o-m-e-m-o-r-a-r/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Bispo Ramires]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2020 07:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[ana ramires]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fazer recordar. Trazer à memória. Lembrar. Estamos num período de reinícios: Voltar às aulas, ao trabalho&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fazer recordar. Trazer à memória. Lembrar. </strong></h2>



<p>Estamos num período de reinícios: Voltar às aulas, ao trabalho pós-férias, ao ginásio, às rotinas que se desejam mais saudáveis após um período onde, por norma, nos permitimos alguns “exageros” nos reencontros com a família e os amigos que as férias permitem.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estabelecem-se novas metas, novas disciplinas, compromissos&#8230; Desenha-se o “novo ano” que se deseja viver e todos os objetivos que se pretendem alcançar. </strong></h2>



<p>Também a plataforma “Simply Flow” se iniciou neste período, precisamente há 4 anos atrás. Fruto de uma ideia que foi ganhando contornos cada vez mais claros na cabeça da sua mentora, atravessou todas as “dores de crescimento” necessárias para amadurecer e, com a mesma motivação e energia inicial, poder estar neste mês a comemorar os 4 anos em que se tem feito sentir presente junto dos seus seguidores – 4 anos de contributos claros, precisos e inspiradores para todos aqueles que pudessem imaginar melhorar o seu projeto de Vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As “ferramentas” certas para poder alcançar os propósitos a que se determina </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-1lSyk' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Este é um projeto que “bebe” muito da energia da Fátima – alguém que, desde sempre, possui no seu DNA&nbsp; a “alma” e a determinação de um atleta que, mesmo sabendo e antecipando os diferentes cenários de dificuldade, escolhe optar por se munir das “ferramentas” certas para poder alcançar os propósitos a que se determina. É, por esta mesma razão, motivo suficientemente importante para que todos os seus passos – os que foram dados na direção certa e os que, não tendo sido, permitiram encontrar essa mesma direção “certa” – possam ser celebrados, trazidos à memória e recordados.</p>



<p>Este mês de “celebração” deve, pela mesma razão, inspirar-nos a fazer o mesmo com aqueles que são os nossos projetos de Vida Pessoal: <strong>Que passos temos dados? Em que direção? Qual a direção “certa”? Saberei reconhecê-la?</strong></p>



<p>O desafio que se encontra “em cima da mesa” é, em boa verdade, um exercício de consciência ou, por outras palavras, de magnificação dos nossos estados de consciência.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma maior noção de nós próprios</strong></h2>



<p>De facto, quanto menos tempo perdermos em todas as “tecnologias” que tomaram conta do nosso dia-a-dia, em todas as distrações que, de forma muito subtil, se vão tornando o centro do nosso dia (na dúvida, se o seu telemóvel tiver essa opção, consulte o tempo médio de ecrã diário&#8230;) reparará que o dia se agiganta e que começa a ter a capacidade para se “sentir mais” e se “ligar mais” a si próprio e ao outro – e, aqui sim, teremos motivos para também “celebrar”: <strong>O que nos toca, o que nos emociona, o que nos enraivece ou o que nos engrandece – afinal, todas aquelas partes de nós que vão sendo ativadas nas diferentes interações e que, em última análise, definem os nossos “contornos” devolvendo-nos uma maior noção de nós próprios.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dar resposta às necessidades que o quotidiano impõe </strong></h2>



<p>Há 4 anos atrás, a Fátima deu forma ao seu sonho e, diariamente, reinventa-o para dar resposta às necessidades que o quotidiano impõe, levando um conhecimento cada vez mais diversificado a todos os seus seguidores. <strong>Esta capacidade de reinvenção diária, de inconformidade saudável e de uma enorme vontade de evoluir é, sem dúvida, não só um motivo para celebrar, mas um “mote” que devemos integrar no nosso quotidiano.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-1lSyk' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Marielle Franco &#8211; Um Legado Psicológico que Permanece</title>
		<link>https://simplyflow.pt/marielle-franco-um-legado-psicologico-que-permanece/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Bispo Ramires]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2019 08:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[ana ramires]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[marielle franco]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há pessoas que nos marcam, outras não. De uma forma geral, as pessoas que maior contributo&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>Há pessoas que nos marcam, outras não.</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De uma forma geral, as pessoas que maior contributo trazem para a sociedade geral, transportam em si valores herdados pelos seus antecessores (que os inspiraram) e tendem a inspirar gerações futuras na comunidade civil, científica, desportiva, empresarial ou, mais frequentemente, e com destinos tendencialmente mais “trágicos”, no que respeita à defesa dos direitos humanos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na realidade, transportam um legado consigo &#8211; como se fossem “guardiões” com uma energia quase inesgotável, alocada a dar visibilidade a uma dada mensagem (valores) que não é apenas sua&#8230; é nossa: por ela lutam e, infelizmente, por ela (ainda muitos) morrem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em boa verdade, para além da determinação com que veiculam os valores que querem propagar, muitas vezes prestam um “serviço” à Comunidade –</span><b> recordar-nos de quem somos, dos direitos que nos assistem e da responsabilidade individual de cada um de nós, na luta pelos valores que decidimos abraçar</b><span style="font-weight: 400;"> – como se de um “exercício de GPS” se tratasse:</span></p>
<p><b>Definir o rumo que queremos percorrer entre as nossas “raízes” e o “destino” que almejamos alcançar.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi o caso de Marian Diamond, numa vida inteiramente dedicada à ciência e ao estudo do cérebro, num contexto onde não havia lugar para as mulheres. Foi o caso de Gandhi e Mandela, no que respeita aos Direitos Humanos, ou de Bialowitz (último sobrevivente judio polaco do campo de extermínio de Sobibor e lutador de resistência), entre tantos(as), tantos(as) outros(as) – e, esta seria uma lista infindável.</span></p>
<h2><b>Assim foi, também, o caso de Marielle Franco.</b></h2>
<p><b>Faz hoje um ano sobre o assassinato (considerado por muitos uma execução) da recém eleita vereadora do Rio de Janeiro</b><span style="font-weight: 400;"> (estaria a cumprir um ano de mandato). O crime ocorreu no dia 14 de Março de 2018 e consternou não só o Brasil, como toda a comunidade internacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As comemorações do Carnaval no Brasil, recolocaram novamente este tema sob os olhares do mundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aproveitando um momento em que o Brasil detém a atenção do mundo inteiro, seja pela elevada presença de turistas no evento, seja pelo seu reconhecimento internacional, várias Escolas de Samba viriam a prestar a sua homenagem, reforçando a necessidade de apurar os responsáveis pelo crime.</span></p>
<h2><b>Assim nasce um(a) Líder </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Marielle Franco nasceu no Complexo da Maré, uma das maiores favelas do Rio de Janeiro, definindo-se a si própria como “cria da Maré”. Era igualmente negra, feminista e defensora LGBT. Através da educação (formada em Sociologia, com mestrado em Administração Pública) e da sua militância a favor das minorias, viria a transformar-se num </span><b>enorme símbolo de superação das desigualdades sociais</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2016, revelou-se como a grande surpresa das eleições, sendo a 5ª vereadora eleita com maior número de votos na câmara do Rio de Janeiro.</span></p>
<p><b>A sua história pessoal de superação, e a sua genuína preocupação com os direitos humanos e as minorias viriam a recolher o apoio e carinho das mesmas, que encontravam nesta vereadora uma forma de expressão e um instrumento para a diminuição das desigualdades sociais</b><span style="font-weight: 400;"> (como se pode constatar nos diferentes projetos de lei que decidiu defender – direitos de mulheres no trabalho, direitos associados à maternidade ou às famílias cuja atividade profissional decorre no período da noite).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Shyrlei Rosendo, coordenadora do setor de mobilização do eixo de segurança pública da ONG Redes da Maré e pedagoga, caracterizava Marielle como:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">(citação)</span><span style="font-weight: 400;">uma pessoa muito forte. Uma figura que não levava recado para casa. Isso era muito marcante. Sempre muito firme nos seus objetivos, sabendo o que queria, mas também sabendo escutar as pessoas e dialogar.”</span></p>
<h2><b>Ubuntu – Eu sou porque nós somos </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Acérrima defensora das suas raízes e com um enorme sentido de comunidade, Marielle integrava, tal como Mandela, uma filosofia africana (zulu) na sua forma de estar e atuar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Mandela, a questão a que deveríamos dar resposta seria: “o meu progresso pessoal está ao serviço do progresso da minha comunidade?”, na medida em que </span><b>a nossa existência dever-se-ia inspirar em princípios de solidariedade, cooperação, respeito e  generosidade</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Marielle viria a representar tudo isto, não só através do papel político que desempenhava, mas também pela forma como se envolvia diretamente e diariamente com as comunidades (na noite do assassinato, estaria a retornar de uma reunião com jovens negras da favela).</span></p>
<h2><b>Que Legado? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Recentemente, recordo ter lido (infelizmente não consigo precisar a fonte) que “uma chefia detém uma posição, um líder detém as pessoas” e esta é, de uma forma muito simplista, uma excelente imagem do que implica ser líder.</span></p>
<p><b>Marielle tinha as pessoas consigo em vida e, paradoxalmente, tem muitas mais após a sua morte, transformando-se num símbolo em toda a comunidade internacional.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na noite de 5 de março de 2019, os Brasileiros levantaram cartazes e elevaram as vozes dizendo “Marielle Presente” – e, em boa verdade, ela deveria estar “presente” em todas as mulheres e em todos os homens também.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tema das desigualdades sociais &#8211; de género, raça, orientação sexual, classe económica&#8230; entre tantas outras que se “inventam”, para nos “entretermos”, em conflitos perfeitamente vazios de conteúdo e significado, &#8211; não é um tema das minorias, de homens ou mulheres, mas antes um tema de todos nós.</span></p>
<p><b>Marielle deixa um legado de valorização e orgulho pelas nossas raízes, de construção e superação através da adversidade, de força, confiança e determinação</b><span style="font-weight: 400;">.</span><b> Deixa, acima de tudo, um caminho visível, possível&#8230; um caminho de escolha, participação, solidariedade e comunidade…</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caminho esse que pode ser percorrido, desde já, através de ações individuais que, cada um de nós, consiga integrar no seu quotidiano – por vezes, ações muito simples – que, quando são atuadas com determinação e consistência &#8211; produzem enormes alterações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deixa também, em todos os que conhecem a sua história, uma pergunta inquietante:</span></p>
<h4><b>Afinal, que Legado cada um de nós quer deixar?</b></h4>
<p>Nota: Fotografia por <a href="https://www.marciafoletto.com/">Márcia Foletto</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sim, as emoções interferem.</title>
		<link>https://simplyflow.pt/sim-as-emocoes-interferem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Bispo Ramires]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 09:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[ana ramires]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Mundial de Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dizem-nos os estudos mais recentes das neurociências que um atleta de alto rendimento, para poder atuar&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/sim-as-emocoes-interferem/">Sim, as emoções interferem.</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Dizem-nos os estudos mais recentes das neurociências que um atleta de alto rendimento, para poder atuar desempenhos de excelência, necessita de um córtex pré-frontal que, também ele, evidencie performances superiores – e, isto treina-se.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De facto, é nesta localização cerebral que operam o raciocínio, a resolução de problemas, a compreensão, o controle de impulsos, a criatividade e a perseverança. Estas funções, denominadas Funções Executivas, são necessárias quando temos que nos concentrar e pensar, usar a nossa memória de trabalho de curto prazo e pensar antes de reagir em qualquer situação – tudo isto, muitas vezes, em hiatos de segundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para serem bem sucedidos, os atletas (e treinadores!) são obrigados a tomar e executar decisões de forma muito rápida, o que só pode acontecer através de competências mais evoluídas de percepção, antecipação e processamento de informações que, consequentemente, melhorarão a sua velocidade de jogo.</span></p>
<h2><b>A importância do treino físico e mental </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O treino deste tipo de funcionamento cognitivo, nos atletas de futebol, opera-se pela exposição ao treino físico e mental (o qual não especificaremos aqui), uma vez que o desenvolvimento da sua aptidão física condiciona, naturalmente, e de igual forma, o seu funcionamento cognitivo (modificando o funcionamento e aumentando o número de neurónios) &#8211; atletas de futebol mais aptos fisicamente tornam-se também mais ágeis em termos de processos cognitivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Perceção, capacidade espacial, julgamento, memória de trabalho, reconhecimento de padrões, reflexos, tempo de reação, experiência, capacidade de antecipação, capacidade de manter atenção sustentada durante um período de tempo (concentração) são, por isso, fatores determinantes de sucesso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isto, se estivéssemos a falar, em exclusivo, de um contexto laboratorial. E, um Campeonato Mundial de Futebol, é tudo menos “laboratório” &#8211; sendo-o, paradoxalmente, quando queremos estudar estes mesmos processos, sob interferência de processos emocionais de elevada, e às vezes até sobre-humana, intensidade. Porque, de facto, as emoções interferem.</span></p>
<h2><b>Sim, as emoções também interferem.</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se, por um lado, uma competição como um Mundial ou um Europeu, partilham de algumas semelhanças que acabam por colocar as diferentes seleções quase em “pé-de-igualdade”, como sejam a estrutura competitiva, o local da competição, o contexto de estágio, o clima meteorológico a que vão estar sujeitos, a fase da época, os possíveis níveis de cansaço e o aumento de risco de lesões que, por si só, e numa fase em que atletas, treinadores e staff já possuem um manifesto nível de desgaste, exigem já elevada (e rápida) capacidade de adaptação, por outro, há sempre um conjunto de (determinantes) pormenores que, muito frequentemente, determinam a sua diferença e o seu desenlace. Refiro-me, à ‘história’ que transporta – em boa verdade, à forma como esta “contamina” (positiva ou negativamente) o clima emocional/motivacional de uma equipa.</span></p>
<h2><b>E, que ‘história’ transporta a nossa Seleção?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">São várias as ‘histórias’ que a nossa Seleção Nacional de Futebol transporta.</span></p>
<p><b>A ‘história’ de cada Treinador, Preparador Físico, Médico, Fisioterapeuta, Dirigente, Assistentes de Equipamento, Cozinheiros e todo o staff </b><span style="font-weight: 400;">que, de uma forma ou de outra, no exercício da sua função (da sua performance) procura dar o melhor de si, para que os outros também o possam fazer – estes, quase sempre, os “invisíveis” da Seleção.</span></p>
<p><b>A ‘história’ de uma Equipa.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Necessariamente, o desafio que se impõe, é um desafio de identidade.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Quem é esta Seleção? Caras conhecidas que já não se encontram, caras novas que chegam.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A vivência (pela primeira vez) de um estatuto de favorito e campeão europeu &#8211; um campeão europeu que, no momento mais determinante, se assumiu sem o seu jogador de maior renome o que, necessariamente, poderá ter alterado a própria dinâmica da equipa, ajudando dividir as responsabilidades com maior equidade e responsabilidade.</span></p>
<p><b>A ‘história’ de cada Atleta.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por razões de natureza variada, nas recentes semanas o futebol nacional tem protagonizado fenómenos perfeitamente desnecessários, atípicos e inimagináveis – deles foram vítimas atletas, treinadores, staff e, em última análise, todo e qualquer adepto que se mova com fair-play e integridade.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Impossível conceber que todo e qualquer atleta não esteja, neste momento, sob influência destes mesmos fenómenos – o que falta saber, é que recursos terão para os integrar como alavanca de superação?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, e em boa verdade, </span><b>da história pregressa há que colher a energia, a força e os argumentos que ajudarão esta Equipa e reinventar-se, agora num patamar superior de excelência</b><span style="font-weight: 400;">. Mas, o mais importante&#8230; o mais determinante, será focar as atenções na história que se vai querer contar no final da prova.</span></p>
<h2><b>Palavra-chave: Resiliência</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Curiosamente, é um termo que vem da Engenharia e, em traços latos, diz-nos a capacidade que certos materiais têm para, face ao “embate”, retornar a forma original ou, já em Psicologia, aproveitar o “embate” para nos reerguermos para um patamar superior de performance.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Será este Mundial, a próxima história de Resiliência?</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Tem todos os argumentos para o ser&#8230; até porque, até tem um Engenheiro no “leme”.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O lado &#8220;Coach&#8221; de um Professor</title>
		<link>https://simplyflow.pt/lado-coach-um-professor/</link>
					<comments>https://simplyflow.pt/lado-coach-um-professor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Bispo Ramires]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2017 15:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[ana ramires]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No meu trajeto na área da performance, acabei por ter o privilégio de cruzar com um&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/lado-coach-um-professor/">O lado &#8220;Coach&#8221; de um Professor</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No meu trajeto na área da performance, acabei por ter o privilégio de cruzar com um sem número de pessoas em contexto de sala de aula/formação (alunos ou formandos).<br />
Invariavelmente, em algum momento da minha intervenção, procurava saber quem tinham sido as pessoas que mais tinham inspirado os presentes na sala&#8230; pessoas que, de uma forma ou de outra, tinham deixado aquela &#8220;marca indelével&#8221; que transportamos para a Vida.</p>
<p>Durante muitos anos, frequentemente, ouvi: &#8220;Pode ser um exemplo pela negativa?&#8221;&#8230; exemplos &#8220;negativos&#8221; que diziam respeito a professores, treinadores, gestores, líderes&#8230; enfim, pessoas que, de uma forma ou de outra, teriam como &#8220;missão&#8221; mostrar um caminho, apontar uma direção, fazerem-nos acreditar que &#8220;é possível&#8221; e que somos &#8220;um produto viável&#8221; (ou, por assim dizer, fazerem-nos acreditar que temos o que é necessário para alcançar as metas traçadas).</p>
<p>Felizmente, hoje em dia, fruto da inovação pedagógica e numa maior consciencialização da importância das práticas positivas, a realidade é bem diferente e, frequentemente, abundam os exemplos positivos neste tipo de exercício.</p>
<p>Desde sempre acreditei que a possibilidade de trabalhar com professores traria, como por magia, a possibilidade de &#8220;tocar&#8221; centenas de alunos (através do comportamento do professor) de uma só vez pois, quando trabalhamos com o &#8220;maestro&#8221; (ou, no desporto, com o treinador) estamos, na realidade, a &#8220;interferir&#8221; positivamente com toda a sua &#8220;orquestra&#8221;.</p>
<p>A experiência (e os anos) trouxeram-me essa possibilidade e, em parceria com alguns professores, o transfer das aprendizagens entre contextos de performance (desporto e escola), foi-se tornando cada vez mais intuitivo.</p>
<p><strong>Skills partilhados entre Professores e Treinadores</strong></p>
<p>Alguns dos exemplos mais óbvios, de skills partilhados entre treinadores e professores, poderiam ser (entre tantos outros):</p>
<p>&#8211; Prazer em partilhar/comunicar o conhecimento com outros<br />
&#8211; Ser confiante<br />
&#8211; Possuir competências elevadas de planeamento e organização<br />
&#8211; Trabalhar de forma eficiente com grupos<br />
&#8211; Gerir eficazmente conflitos<br />
&#8211; Ser capaz de motivar os outros para a aprendizagem e superação<br />
&#8211; Possuir skills de empatia<br />
&#8211; Ser capaz de dar feedback em &#8220;tempo real&#8221;<br />
&#8211; entre tantos outros</p>
<p>Até parece fácil, certo? Imagine fazê-lo com 4h de sono ou ao final de 5 turmas!!!&#8230;</p>
<p>De facto, os professores que, assumidamente, ativam o seu papel de &#8220;treinador&#8221;, porque MOBILIZAM EFICAZMENTE A MOTIVAÇÃO DOS SEUS ALUNOS, invariavelmente, assumem quase um estatuto de &#8220;Super-Ser&#8221; (como se de um &#8220;super-herói&#8221; se tratasse&#8230;), DADAS AS TRANSFORMAÇÕES POSITIVAS QUE CONSEGUEM&#8230; às vezes, com os alunos/turmas mais &#8220;improváveis&#8221;.</p>
<p>Paradoxalmente, apesar deste tipo de COMPETÊNCIAS ser reconhecidamente associada a COMPORTAMENTO DE SUCESSO, por parte de professores e/ou treinadores, ainda assim, a percentagem de horas que são atribuídas ao treino deste tipo de skills, naquele que é o percurso formativo deste tipo de profissionais, é francamente diminuta (quando comparada com a aprendizagem de skills técnicos).</p>
<p>Então, se as chamadas &#8220;soft skills&#8221; (que acabámos de enunciar), são apontadas na literatura científica como fator determinante para o sucesso (alguns estudos apontam para um &#8220;peso&#8221; de cerca de 80%!) e, diria até, para a saúde mental e bem estar, se o seu &#8220;TREINO&#8221; não se efetiva no percurso formativo, como atuar?</p>
<p>Bom, a expressão usada, no que respeita aos PROFESSORES, de &#8220;super-seres&#8221; não transporta nenhum tipo de ironia, antes ADMIRAÇÃO&#8230;</p>
<p>ADMIRAÇÃO por uma classe profissional que, maioritariamente, não possui as melhores condições para &#8220;competir&#8221; mas, que ainda assim, pode desempenhar (e desempenha) UM PAPEL FUNDAMENTAL NA PREPARAÇÃO DAS PRÓXIMAS GERAÇÕES.</p>
<p class="p1">
<p class="p1"><span class="s1"><b>EXCELÊNCIA &#8220;TODO O TERRENO&#8221;: O DESAFIO DOS PROFESSORES </b></span></p>
<p>Sabemos que as condições nem sempre são as melhores, a precariedade de trabalho é uma ameaça, a pouca mobilização dos alunos para a aprendizagem e a sua deficiente capacidade de resistência à frustração, são uma realidade&#8230; enfim, um sem número de &#8220;obstáculos&#8221;.</p>
<p>Contudo, neste mesmo enquadramento, às vezes, mesmo nas condições mais desfavorecidas, encontramos PROFESSORES &#8220;ENVOLVIDOS E ENVOLVENTES&#8221;, GERADORES DE MOTIVAÇÃO, ALAVANCAS DE CONFIANÇA&#8230; e sim, são normalmente, estes que aparecem retratados quando coloco a questão, no dito exercício, de &#8220;quem mais vos inspirou?&#8221;.</p>
<p>Diz-me a experiência que a SUA EXISTÊNCIA MOSTRA A POSSIBILIDADE DE MUDARMOS UM POUCO O ATUAL PARADIGMA, <strong>assumindo o professor o papel de &#8220;treinador&#8221; em sala de aula&#8230; desafiando, empatizando, reforçando confiança, gerando compromisso, modelando comportamentos, que o ajudam a conquistar um lugar na memória dos seus &#8220;pupilos&#8221;.</strong></p>
<p>Curiosamente, a sua forma de atuar, o exercício das suas competências, resulta de um longo PROCESSO de TREINO (muitas vezes, inconsciente e involuntário &#8211; quase &#8220;mágico&#8221;), que vão atuando (ou &#8220;escolhendo&#8221; atuar) no seu quotidiano.</p>
<p><center><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/11/Super-Prof-1024x1024.jpg" alt="" width="605" height="605" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/11/Super-Prof-1024x1024.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/11/Super-Prof-150x150.jpg 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/11/Super-Prof-300x300.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/11/Super-Prof-768x768.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/11/Super-Prof-460x460.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/11/Super-Prof.jpg 1034w" sizes="(max-width: 605px) 100vw, 605px" /></center></p>
<p>Processo de TREINO este que, cada um de nós, pode ESCOLHER VOLUNTARIAMENTE ativar&#8230; e, ás vezes, não precisamos &#8220;ativar o complicómetro&#8221;&#8230; basta fazer um pequeno exercício e &#8220;visitar&#8221; os &#8220;super-seres&#8221; que estão na nossa memória&#8230; e, diariamente, usá-los como inspiração das nossas ações.</p>
<p>Designo-os de &#8220;Super-seres&#8221; porque TRANSFORMAM, TRANSFORMANDO-SE&#8230; porque SÃO CURIOSOS NO PROCESSO DE MUDANÇA (seu e do outro), porque SE FOCAM NOS PEQUENOS NADAS QUE CONTROLAM e que, repentinamente, se TRANSFORMAM EM GRANDES MUDANÇAS&#8230; &#8220;Super-seres&#8221; porque, acima de tudo, NOS INSPIRAM ATRAVÉS DO EXEMPLO, a PROCURAR RESPOSTAS, a FOCAR SOLUÇÕES, a BUSCAR NOVO E MAIS ATUALIZADO CONHECIMENTO, a NÃO DESISTIR DE QUEM JÁ DESISTIU e a ACREDITAR EM CAPACIDADES QUE NEM SABEMOS QUE POSSUÍMOS.</p>
<p>&#8220;Super-seres&#8221; porque mostram que&#8230; apesar de tudo, é possível!</p>
<p>Já agora&#8230; Quem foi o seu &#8220;super-ser&#8221;?</p>
<p>“Be the change that you wish to see in the world.”<br />
― <strong>Mahatma Gandhi</strong></p>
<p><center><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-4685" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/11/Imagem_meio_do_texto-1024x719.png" alt="" width="524" height="371" /></center></p>
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		<title>Regresso à Escola. A nova &#8220;época desportiva&#8221; para os Encarregados de Educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Bispo Ramires]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 21:11:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[ana ramires]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Setembro representa, desde sempre, o reinício da época escolar e desportiva. Centenas de milhares de crianças&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Setembro representa, desde sempre, o reinício da época escolar e desportiva.</p>
<p>Centenas de milhares de crianças e jovens reiniciam aquelas que vão ser as suas duas áreas de maior investimento: Académica e Desportiva (esta última, infelizmente, ainda não para todos).</p>
<p>É, por isso, uma ÉPOCA ESPECIAL onde se traçam metas, se desenvolvem planos e se fazem promessas de um cada vez maior compromisso &#8211; é, por excelência, uma ÉPOCA DE NOVAS OPORTUNIDADES, DE MATURAÇÃO, DE GANHO DE CONFIANÇA. Paradoxalmente é, de igual forma, terreno fértil para a integração de um conjunto de experiências de afeto negativo, de deficiente treino de resistência à frustração e, por estas mesmas razões, de INSUCESSO E CONSEQUENTE DECRÉSCIMO DE AUTOESTIMA.</p>
<p>Sabemos, já há algum tempo, que as novas gerações treinam competências de multitasking (estudam a ver televisão, enviar mensagens whatsapp e consultar o instagram/facebook), que são mais hábeis do ponto de vista cognitivo, técnica e tecnologicamente mais evoluídas&#8230; porém, mais pobres de afetos, com menor capacidade de empatia (o seu &#8220;espelho&#8221; é, maioritariamente, um visor de telemóvel, monitor de computador ou um ecrã de televisão) e com deficiente capacidade de resistência à frustração.</p>
<p>Sabemos também, que existe um agravamento substancial de comportamentos aditivos, seja na direção das redes sociais, de jogos online, séries, entre outros.</p>
<p>Neste enquadramento, é de fácil entendimento termos todos os ingredientes necessários para o insucesso nas metas inicialmente traçadas.</p>
<p>Por todas estas razões esta é, por excelência, uma época em que todas as atenções estão viradas, para as crianças e jovens.</p>
<p>O que, na realidade, é um ERRO, por se tratar quase de uma INVERSÃO daquelas que deveriam ser as PRIORIDADES:</p>
<p>Não há orquestra que se &#8220;eleve&#8221; sem o maestro, não há equipa que se distinga sem o seu líder/treinador, não há sala de aula que evolua sem o professor&#8230; e NÃO HÁ CRIANÇA que CONSIGA SER FELIZ e com SUCESSO ACADÉMICO/DESPORTIVO sem ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO EMPENHADOS.</p>
<p>E, por esta razão, TODOS ELES SÃO, sem exceção, Atletas&#8230; perdão, SUPER-ATLETAS!</p>
<p>Na realidade, e dirigindo a nossa atenção para os Encarregados de Educação, a sua preocupação com o &#8220;bem-estar&#8221; (ou aquilo que entendem por&#8230;) das crianças e jovens chega a ser, muitas vezes, desadequado &#8211; desadequado por implicar um enormíssimo &#8220;desfoco&#8221; daquelas que são as suas próprias necessidades&#8230; Às vezes, as mais básicas e que garantem os seus &#8220;mínimos olímpicos&#8221; de energia (repouso, alimentação e exercício).</p>
<p>Por tudo isto&#8230; sim, É IMPORTANTE QUE SE ESTABELEÇAM METAS E SE PLANEIEM OS DEGRAUS QUE A CRIANÇA/JOVEM DEVE PERCORRER até lá chegar <strong>MAS, ainda mais importante </strong>que isso, os <strong>Encarregados de Educação devem garantir que, de facto, estarão &#8220;à altura&#8221; para dirigir a tarefa da nova época escolar.</strong></p>
<p><strong>Isso implica, invariavelmente, que assumam:</strong></p>
<ul>
<li>Olhar para si próprios, respeitar e investir nos seus recursos energéticos.</li>
<li>Estabelecer metas pessoais, conjugais (se se aplicar) e parentais para esta &#8220;nova época desportiva&#8221; &#8211; só assim treinarão compromisso, ação, frustração&#8230; novo compromisso, nova ação, nova frustração&#8230; ao longo dos próximos 10 meses!&#8230; Só assim poderão, também, compreender &#8220;por dentro&#8221; o processo que as crianças/jovens irão passar &#8211; um processo DESEJÁVEL a um CRESCIMENTO e MATURAÇÃO SAUDÁVEIS</li>
<li>Acordarem entre si (e, por que não, com o diretor de turma?), QUE COMPETÊNCIAS OS SEUS EDUCANDOS DEVERÃO ADQUIRIR (mais autonomia? mais empatia? mais envolvimento comunitário? mais motivação?) e porque experiências deverão passar (desporto? escuteiros? voluntariado?), durante este período, para potenciar o seu crescimento</li>
<li>Procurarem NOVAS FORMAS de fazerem EVOLUIR as suas COMPETÊNCIAS PARENTAIS</li>
</ul>
<p>e, não menos importante</p>
<ul>
<li><strong>PLANEAREM</strong> (agendarem!) <strong>MOMENTOS DE PRAZER</strong>, sem pressões nem tensões, sem distrações, onde a <strong>FAMÍLIA</strong> consiga estar (por escassos trinta minutos que sejam) junta, numa qualquer atividade &#8220;de equipa&#8221; (porque não, uma caminhada semanal?).</li>
</ul>
<p>Bom&#8230; Assim dito, até parece fácil&#8230; não o é na realidade&#8230; não se consegue todos os dias mas, por vezes, se se determinar a ser um &#8220;Pai Olímpico&#8221; (super-atleta mesmo), só ESTA CONSCIÊNCIA PERMITE COLOCAR um pouco mais de &#8220;INTENÇÃO&#8221; NAS SUAS AÇÕES, mudando &#8220;pequenos nadas&#8221; mas, CONSEGUINDO GIGANTES ALTERAÇÕES no FUNCIONAMENTO ESTRUTURAL do seu AGREGADO FAMILIAR.</p>
<p>Urge, por isso, que se comece a <strong>mudar a perspetiva</strong> do que é ser <strong>&#8220;Encarregado de Educação&#8221;</strong> (pai, mãe, avô, avó, tia&#8230; seja qual for o parentesco) mas, esta <strong>mudança começa</strong>, necessariamente de <strong>dentro para fora</strong>.</p>
<p>Quem <strong>VIVENCIA</strong> <strong>ESTE PAPEL</strong> deve, por isto mesmo, querer <strong>EXPERENCIÁ-LO</strong> de uma outra forma até porque, com isto, <strong>tornar-se-ão o MELHOR MODELO POSSÍVEL para as crianças/jovens que procuram inspirar.</strong></p>
<p>E, então, <strong>ACEITA este DESAFIO?</strong></p>
<p><center><img decoding="async" class="aligncenter  wp-image-4527" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/09/texto_Regresso_as_aulas.jpg" alt="" width="470" height="457" /></center></p>
<p>ana.bispo.ramires@anabisporamires.com</p>
<p>anabisporamires.com</p>
<p>https://www.facebook.com/AnaBispoRamires</p>
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		<item>
		<title>Depressão Pós Férias? Torne a sua Rotina mais interessante!</title>
		<link>https://simplyflow.pt/depressao-pos-ferias-torne-rotina-interessante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Bispo Ramires]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2017 17:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[ana ramires]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada de Setembro, a maioria dos portugueses começa a retomar a sua rotina habitual.&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada de Setembro, a maioria dos portugueses começa a retomar a sua rotina habitual.</p>
<p>Com ela, chega a escola dos mais novos, as alterações climatéricas para um tempo mais frio e chuvoso e, simultaneamente, as complicações de trânsito.</p>
<p>A &#8220;depressão pós-férias&#8221; encontra-se caracterizada na bibliografia especializada como um <strong>acréscimo de apatia e inércia, que pode ser acompanhado de estado de humor triste, desmotivação e dificuldade em nos comprometermos com qualquer tipo de atividade.</strong></p>
<p>Em dada medida, é similar às alterações de humor que acontecem ao domingo à noite aos mais novos, quando estão em período escolar e está iminentemente associada ao final de um período aprazível e de descompressão (fim de semana e/ou férias).</p>
<p>Esta espécie de &#8220;luto&#8221; de um período em que nos sentimos mais leves e relaxados (com menores índices de stress) é transversal à grande maioria das pessoas sendo que, algumas são mais eficientes em lidar e ultrapassar este tipo de sintomas.</p>
<p>Há, de facto, um conjunto de orientações que podem ser dadas para potenciar um regresso mais suave à rotina, dos quais podemos destacar:</p>
<p><strong>1 &#8211; Planeie um retorno mais SUAVE</strong></p>
<ul>
<li>Deixe a casa previamente arrumada pois, voltar a um contexto organizado ajuda a ter mais energia para &#8220;retornar à realidade&#8221;;</li>
<li>Delegue tarefas de projetos que possam necessitar de uma resposta mais imediata;</li>
</ul>
<p><strong>2 &#8211; Regresse um dia mais cedo</strong></p>
<p>De facto, a investigação evidencia que um retorno &#8220;em cima&#8221; do regresso à rotina de trabalho, pode fazer com que se percam os EFEITOS BENÉFICOS DA VIAGEM em questão (em termos de stress);</p>
<p><strong>3 &#8211; Programe uma primeira semana mais calma</strong><br />
Seja em termos de solicitações de trabalho ou lazer e planeie regresso para uma segunda ou terça feira pois, desta forma, a primeira SEMANA SERÁ MAIS CURTA;</p>
<p><strong>4 &#8211; Aproveite a viagem de avião/carro</strong><br />
Edite as fotos e CONSOLIDE AS MEMÓRIAS que quer mesmo transportar consigo (traga a &#8220;energia&#8221; das férias para o seu dia-a-dia);</p>
<p><strong>5 &#8211; Desfaça as malas</strong><br />
Faça-o assim que chega pois, manter a mala no chão do seu quarto, pode CONTAMINAR A SUA CAPACIDADE EM SE COMPROMETER COM O PRESENTE;</p>
<p><strong>6- Planeie a próxima viagem</strong> pois, segundo a investigação científica, este tipo de exercício (e a antecipação da diversão associada ao mesmo) PROMOVE A LIBERTAÇÃO DE DOPAMINA e uma espécie de &#8220;rush&#8221; em termos da resposta fisiológica associada à emoção de prazer.<br />
Corroborando este dados, tem sido encontrada evidência científica no que respeita a uma melhor perceção de bem estar, maior capacidade em manter relações com o adequado calor afetivo e em se comprometer com os seus postos de trabalho, por parte de quem, como hobby, se envolve no planeamento de uma próxima viagem.</p>
<p><strong>7 &#8211; Procure integrar as melhores partes das suas férias na sua rotina diária,</strong> tornando a memória permanente (exemplo: fez caminhadas nas férias? Tente introduzir este mesmo exercício na sua rotina)</p>
<p><strong>8 &#8211; Aproveite a energia que retirou das suas férias para REPENSAR O SEU PROJETO DE VIDA:</strong></p>
<p style="text-align: left;">O que faz? Com quem faz? Com que propósito?</p>
<p style="text-align: left;">É que, de facto, uma Vida em SINTONIA com aquele que possa ser o NOSSO PROJETO DE VIDA é a CHAVE PARA HAVER MAIOR EQUILÍBRIO entre os períodos de férias e não-férias e, também aqui, a <strong>GRANDE MUDANÇA</strong> não se opera entre o inicio e o final das férias&#8230; mas sim <strong>ENTRE O FINAL DESTAS FÉRIAS E O INICIO DAS FÉRIAS SEGUINTES!</strong></p>
<p><center><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4494 alignright" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/08/imagem-texto.jpg" alt="" width="621" height="557" /><center></center></center></p>
<p style="text-align: left;"><strong>É que, em boa verdade, não há lugar a &#8220;depressão pós-férias&#8221; se estivermos SINTONIZADOS e COMPROMETIDOS com o nosso PRESENTE (pessoal e profissional).</strong></p>
<p style="text-align: left;">ana.bispo.ramires@anabisporamires.com</p>
<p style="text-align: left;">anabisporamires.com</p>
<p style="text-align: left;">https://www.facebook.com/AnaBispoRamires</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Redes Sociais e seus Reféns</title>
		<link>https://simplyflow.pt/redes-sociais-seus-refens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Bispo Ramires]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2017 17:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[ana ramires]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A geração dos pós-Millennials evidencia características &#8220;quase inatas&#8221; de grande destreza no que respeita ao domínio&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A geração dos pós-Millennials evidencia características &#8220;quase inatas&#8221; de grande destreza no que respeita ao domínio de todos os temas que se relacionem com o &#8220;online&#8221; e encontra-se, ao contrário das gerações imediatamente anteriores, com níveis de &#8220;segurança física&#8221; muito mais elevados..</p>
<p>Muito elevados porque, na sua maioria, encontram-se num <strong>processo de &#8220;auto-enclausura&#8221;</strong>, sem sequer sair de &#8220;casa&#8221; (casa esta que acaba por ser completamente virtual &#8211; a internet).</p>
<p>O fascínio da independência, tão poderoso para as gerações anteriores, tem-se mostrado menos frequente nos adolescentes de hoje, que são menos propensos a sair da casa sem os pais.</p>
<p><strong>Mais sedentários do que nunca, evidenciam grande dificuldade de ligação a todo e qualquer tipo de atividade que desafie a sua (baixíssima) capacidade de sacrifício e resistência à frustração.</strong></p>
<p>Nascidos entre 1995 e 2012, os membros desta geração cresceram desde sempre com smartphones, possuem uma conta do Instagram antes de começar o ensino secundário e não têm memórias de Vida, antes da internet. Esta, esteve sempre presente na sua vida e &#8220;à mão em todos os momentos, dia e noite (ao contrário dos Millenials que, apesar de serem igualmente uma &#8220;geração web&#8221;, ela não estava presente de uma forma tão invasiva nas suas vidas).</p>
<p><center><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4412 aligncenter" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/08/Praia-1024x650.jpg" alt="" width="690" height="438" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/08/Praia-1024x650.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/08/Praia-300x191.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/08/Praia-768x488.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/08/Praia-460x292.jpg 460w" sizes="(max-width: 690px) 100vw, 690px" /></center>&nbsp;</p>
<p>Outra das consequências mais notórias, resulta num decréscimo das competências sociais, com clara dificuldade em estabelecer relações com o adequado calor afetivo.</p>
<p>Por esta razão, refugiam-se tendencialmente nas &#8220;amizades virtuais&#8221;, tornando-se o contexto social real, altamente ansiogénico o que irá potenciar ainda mais as respostas de evitamento e a fuga para o &#8220;virtual&#8221; &#8211; aí, não necessitamos de nos confrontar com a &#8220;complexidade&#8221; do ser humano, uma vez que podemos ativar o &#8220;delete&#8221;, quando bem entendermos (sem que o Outro esteja à nossa frente, a reclamar).</p>
<p>De notar, contudo, que este não é um comportamento exclusivo destes miúdos &#8211; de facto, tendencialmente, tem-se observado a alteração da própria <strong>DINÂMICA FAMILIAR</strong>, onde, se fosse possível colocar uma pequena câmara de vídeo, em muitos lares seriam observados <strong>muitos comportamentos de alienação, onde as pessoas, maioritariamente &#8220;co-habitam&#8221;.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4413" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/08/Casa-1024x683.jpg" alt="" width="690" height="460" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/08/Casa-1024x683.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/08/Casa-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/08/Casa-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/08/Casa-460x307.jpg 460w" sizes="(max-width: 690px) 100vw, 690px" /><center></center></center>&nbsp;</p>
<p>Sem qualquer juízo de valor, o que se OBSERVA é, muito frequentemente, UMA COMPLETA IMERSÃO DAS PRÓPRIAS FIGURAS PARENTAIS, num zapping infindável entre diferentes redes sociais, numa busca incessante de aceder a informação que, cumpre uma só função:</p>
<p>ANESTESIA</p>
<p>Anestesiar o dia de trabalho, anestesiar as frustrações que sinto, anestesiar as dificuldades que tenho na relação com o Outro &#8211; um &#8220;Outro&#8221; que é a minha própria família (que já quase desconheço, por dedicar mais tempo à &#8220;família virtual&#8221;).</p>
<p>Se possível fosse, fazer um exercício de &#8220;fast-foward&#8221;, facilmente nos aperceberíamos do <strong>elevadíssimo número de horas que todos acabamos por investir numa vida virtual que nos afasta&#8230; incomensuravelmente, da Vida Real.</strong></p>
<p><strong>Com uma mobilidade cada vez maior no acesso à internet</strong> (cada vez maior eficiência dos telemóveis), os estudos evidenciam que, <strong>a pessoa média passará</strong> quase <strong>duas horas</strong> (aproximadamente 116 minutos) nas<strong> redes sociais todos os dias</strong>, o que se traduz em um total de <strong>5 anos e 4 meses</strong> durante toda a vida (de notar que, estes valores tem-se alterado rapidamente, sempre no sentido de uma cada vez maior exposição).</p>
<p>Os resultados da investigação, não poderiam ser mais claros:</p>
<p>Os adolescentes que passam mais tempo do que a média nas &#8220;atividades de ecrã&#8221;, são mais propensos a ser mais infelizes e aqueles que passam mais tempo do que a média nas atividades não visuais são mais propensos a ser felizes &#8211; não existe uma única exceção: todas as &#8220;atividades de ecrã&#8221; estão ligadas a menos felicidade, e todas as atividades não visuais estão ligadas a mais felicidade.</p>
<p>Com este dados, a <strong>ESCOLHA parece SIMPLES, certo?</strong></p>
<p>Nem tanto.</p>
<p>De facto, este padrão comportamental está, muito frequentemente associado a <strong>estados depressivos</strong> e a <strong>comportamentos aditivos</strong>, pelo que, pedir a um jovem que reduza a sua exposição a este tipo de atividades, podem ser mais complicado do que parece.</p>
<p>Tratando-se de um comportamento aditivo (com diferentes níveis de expressão em cada um de nós), deixar de estar &#8220;refém&#8221; deste tipo de exposição pode ser <strong>tão complicado como suprir qualquer outro tipo de adição.</strong></p>
<p>Contudo, os <strong>BENEFÍCIOS associados a esta ESCOLHA são variados:</strong></p>
<ul>
<li>Maior foco no presente</li>
<li>Maior atenção às pessoas que estão à nossa volta</li>
<li>Maior capacidade em desenvolver relações com o adequado calor afetivo</li>
<li>Maior capacidade de concentração e foco</li>
<li>Menor ansiedade</li>
<li>Menor necessidade de validação social (&#8220;likes&#8221;)</li>
<li>Mais tempo para o próprio, para os outros, para o exercício</li>
<li>Maior atenção ao meio envolvente</li>
<li>Os dias mais longos</li>
<li>Relações (connosco próprios e com os outros) mais reais&#8230;</li>
<li>Afinal, <strong>Mais VIDA.</strong></li>
</ul>
<p>E, já se sabe:</p>
<p><strong>&#8220;Primeiro estranha-se, depois entranha-se!&#8221;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ana.bispo.ramires@anabisporamires.com</p>
<p>anabisporamires.com</p>
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			</item>
		<item>
		<title>FÉRIAS &#8211; ALIADAS perfeitas para a REGULAÇÃO ENERGÉTICA a partir do SONO</title>
		<link>https://simplyflow.pt/ferias-aliadas-perfeitas-regulacao-energetica-partir-do-sono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Bispo Ramires]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 15:05:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[ana ramires]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Sleep is one of the best enhancers performance there is.&#8221;   (Kobe Bryant, atleta de Basquetebol &#8211;&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>&#8220;Sleep is one of the best enhancers performance there is.&#8221;   </em></p>
<p style="text-align: right;">(Kobe Bryant, atleta de Basquetebol &#8211; <a href="https://www.google.pt/search?client=safari&amp;rls=en&amp;q=lakers&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MMzOTTFR4gAxs3KzzbWks5Ot9IsL8otKivULivLjE0syclJLUq1KUhNzAfcYn900AAAA&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjyk7nin7bJAhVGQBoKHWFtAIsQmxMIpAEoATAW">Los Angeles Lakers</a>)</p>
<p><strong>REGULAÇÃO ENERGÉTICA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jim Loher e Jack Groppel (das áreas da psicologia da performance e nutrição, respetivamente) criaram o <em>Johnson &amp; Johnson Human Performance Institute</em> em 1991 e, desde essa data, tem vindo a trabalhar na ÁREA DA OTIMIZAÇÃO DA PERFORMANCE HUMANA, seja no contexto do desporto de alta competição, seja no contexto das empresas mais bem sucedidas, a nível mundial.</p>
<p style="text-align: left;">Juntos, foram pioneiros na criação de um modelo de &#8220;Treino de Gestão Energética&#8221;, cientificamente comprovado, claramente aplicável a todas as áreas de performance, nomeadamente, do praticante de exercício de fim de semana ao atleta de renome mundial (fig. 1).</p>
<p><center><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4222" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/07/Piramide-1024x566.jpg" alt="" width="746" height="352" /> Fig. 1 &#8211; High Performance Pyramid (Loher &amp; Swarz, 2001)</center></p>
<p>Resumidamente, este modelo prevê 4 níveis de Energia que fundamentam a performance dos sujeitos e que, precisam estar fortemente alavancados da base para o topo. São eles:</p>
<ul>
<li>ENERGIA FÍSICA, que compreende a componente nutricional, a capacidade física e o sono, contribuindo todos eles para a percepção de energia da pessoa.</li>
<li>ENERGIA EMOCIONAL, associada à confiança, capacidade de relacionamento interpessoal e à gestão das emoções de maior intensidade (ex: raiva, euforia)</li>
<li>ENERGIA MENTAL, que se traduz na capacidade de foco, estar centrado no presente e na tarefa imediata, retirando níveis de eficiência elevada</li>
<li>ENERGIA ESPIRITUAL, que reflete os propósitos e motivações a longo termo, os valores pessoais e compromisso pessoal com &#8220;algo&#8221; que o sujeito quer fazer acontecer na sua vida.</li>
</ul>
<p>Neste enquadramento, facilmente nos podemos aperceber que o SONO se traduz num dos PILARES FUNDAMENTAIS DA PERFORMANCE HUMANA, <strong>enquanto elemento integrador das aprendizagens (cognitivas e musculares) e elemento de recuperação e revigoração energética.</strong></p>
<p><center><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4226" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/07/Sono-1024x683.jpg" alt="" width="866" height="530" /><center></center></center><strong>ALTERAÇÕES de SONO</strong></p>
<p>As possíveis ALTERAÇÕES DE SONO reconhecidas atualmente (WHO, 2004; CDC, 2009) são tantas (mais de 84) e com impactos tão devastadores (acidentes de trabalho, de viação, entre muitos outros) que, hoje em dia, são consideradas um PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA, sendo alvo de campanhas muito específicas para o seu diagnóstico e resolução.</p>
<p>Curiosamente, uma das principais alterações de sono advém, de um comportamento aditivo que a maioria das pessoas considera &#8220;inócuo&#8221; mas que, na realidade, tem cada vez mais invadido as diferentes dimensões de Bem-Estar: A adição a tecnologia e redes sociais.</p>
<p>Na realidade, e no que respeita à qualidade do sono, esta parece ser uma das atividades de eleição do &#8220;comum dos mortais&#8221;, imediatamente antes de se deitar, que se traduz, invariavelmente e sobre-ativação e arrastamento no horário em que, efetivamente, adormecemos.</p>
<p><center><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4227" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/07/Antes_de_se_deitar-1024x681.jpg" alt="" width="866" height="568" /><center></center></center><strong>Mas, e na Performance de um Atleta, um Gestor, um Médico ou na SUA?</strong></p>
<p>Apesar de se encontrar fortemente documentado, a nível internacional, o papel do sono na otimização do desempenho (nomeadamente, de atletas &#8211; sendo já inúmeros os clubes que integram nos seus quadros especialistas desta área), a realidade é que, por cá, salvo exceções pontuais de alguns performers que já integram esta área nos seus planos de &#8220;treino&#8221;, nem sempre valorizamos o papel que o sono desempenha na nossa performance cognitiva, emocional, motora e, inclusive, nos estados de fadiga.</p>
<p>Quando procuramos entender o fenómeno da &#8220;alta performance&#8221;, seja no contexto desportivo e/ou profissional, podemos nos aperceber que ele é altamente dependente de um conjunto diversificado de fatores.</p>
<p>Em CONTEXTO DE PERFORMANCE, caracterizamos estes fatores como &#8220;controláveis&#8221; (porque dependentes da ação do sujeito &#8211; ex: a sua preparação mental, física e técnico/táctica, a gestão do equipamento, do seu plano alimentar e do padrão de sono) e &#8220;incontroláveis&#8221; (não diretamente dependentes da ação do sujeito, ex: perder ou ganhar, condições ambientais, adversários, etc.).</p>
<p>Neste âmbito, o PADRÃO DE SONO será um dos fatores &#8220;potencialmente controláveis&#8221; a que todos PODEMOS DAR RESPOSTA, até porque, a nossa performance encontra-se estritamente conectada com o nosso ritmo circadiano sono-vigília (24h).</p>
<p>Por esta razão, é fortemente recomendado que um <strong>adulto durma entre sete horas e meia a nove horas</strong> (aproximadamente mais 1h para desportistas), para que o <strong>seu rendimento possa ser ótimo, dando espaço a que o processo de recuperação e de memorização, cognitiva e muscular, possa decorrer.</strong></p>
<p>De acordo com a investigação que tem sido produzida, o conhecimento do &#8220;perfil de ritmo circadiano&#8221; de cada um de nós (sabermos quando é que o nosso corpo &#8220;acorda&#8221;), permite instalar rotinas precisas de sono, com naturais repercussões não só na rapidez, flexibilidade, força e coordenação, evidenciadas numa otimização do gesto técnico, mas também na otimização do funcionamento cognitivo (capacidade de concentração, de tomada de decisão, de planeamento, entre outras) e emocional (regulação dos estados de humor, gestão de stress, ativação do estado de flow, etc.).</p>
<p>O que fazer?</p>
<p><strong>A melhor ferramenta será sempre a PREVENÇÃO ou, por outras palavras, TREINAR um PADRÃO de SONO REGULAR.</strong></p>
<p>E, aqui, o seu período de <strong>FÉRIAS</strong> pode ser o CONTEXTO IDEAL para INICIAR este TIPO de TREINO, criando NOVOS HÁBITOS de SONO.</p>
<p><strong>RECOMENDAÇÕES</strong> (retiradas no National Sleep Foundation, USA).:</p>
<ul>
<li>Crie o hábito de dormir <u>8h por noite</u></li>
<li>Mantenha um <u>horário regular</u> para ir dormir, sete noites por semana</li>
<li>Procure exercitar-se até 3 a 5 horas antes de ir dormir, de preferência, sempre de manha</li>
<li>Jante, de preferência, 3 horas antes de ir dormir</li>
<li>Evite café ou álcool até 3 horas antes de ir dormir</li>
<li>Evite atividades que causem excesso de ativação antes de ir dormir</li>
<li><u>Envolva-se em rotinas de &#8220;desativação&#8221;</u>, tornando a hora de ir dormir agradável (banho quente, leitura, música suave, meditação, etc.)</li>
<li>Assegure-se que o seu quarto mantem se encontra escuro, com o menor ruído possível e com temperatura agradável</li>
</ul>
<p>De facto, TAMBÉM o SONO se TREINA e, esta, DEVE SER TAMBÉM uma META SUA de OTIMIZAÇÃO de QUALIDADE de VIDA e PERFORMANCE.</p>
<p>Torne as suas FÉRIAS, numa ALAVANCA de SUPERAÇÃO!</p>
<p>ana.bispo.ramires@anabisporamires.com</p>
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		<item>
		<title>A uma só voz</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-uma-so-voz/</link>
					<comments>https://simplyflow.pt/a-uma-so-voz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Bispo Ramires]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2017 20:28:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[ana ramires]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No passado mês de junho, Portugal enfrentou uma das maiores catástrofes em território nacional (e, dado&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No passado mês de junho, Portugal enfrentou uma das maiores catástrofes em território nacional (e, dado o número de vítimas, até internacional), no que respeita a incêndios: Pedrógão Grande foi protagonista desta infeliz &#8220;história&#8221;.</p>
<p>Para além de, alguns, &#8220;avultados&#8221; donativos de particulares, algumas instituições mobilizaram-se rapidamente para a criação de contas solidárias que vieram a gerar somas consideráveis para diminuir o impacto material desta calamidade &#8211; o material, porque, de alguma forma, os danos psico-emocionais serão muito dificilmente quantificáveis e, tarde ou nunca, verdadeiramente superáveis.</p>
<p>E, mais do que nunca, foi possível assistir a um enorme movimento da Sociedade Civil, no que respeita a ações de solidariedade.</p>
<p>Como nunca, os Portugueses uniram-se, RESPONDENDO a UMA SÓ VOZ, para tentar diminuir o impacto desta tragédia junto das populações afetadas e, curiosamente, alcançaram-se valores inimagináveis, seja para o apoio a humanos mas também a animais (a título de curiosidade, a campanha de crowdfunding lançada desde cedo pela Petable,</p>
<p><center><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4044" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/07/A_uma_so_voz-977x1024.jpg" alt="" width="765" height="733" /><center></center></center></p>
<p style="text-align: left;">para fazer face às vitimas animais, triplicou rapidamente o valor que se propuseram reunir, tendo a Ordem dos Veterinários aberto, posteriormente, uma conta solidária para esse mesmo efeito). De todas estas ações, e se calhar como imagem emblemática do envolvimento do Sociedade Civil (pelo menos, no que respeita a dar resposta ao estímulo proposto), o concerto &#8220;Juntos por Todos&#8221;, realizado na Meo Arena no passado dia 27 de junho, viria a espelhar uma gigante onda de solidariedade, resultante do apoio massivo dos Portugueses a esta catástrofe.</p>
<p><center><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4049" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/07/Juntos_por_todos_apresentadores-1024x683.jpg" alt="" width="777" height="481" /><center></center>© Starsonline<center></center></center>&nbsp;</p>
<p><center><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4050" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/07/Juntos_por_todos-1024x683.jpg" alt="" width="780" height="520" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/07/Juntos_por_todos-1024x683.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/07/Juntos_por_todos-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/07/Juntos_por_todos-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/07/Juntos_por_todos-460x307.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2017/07/Juntos_por_todos.jpg 1500w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></center><center>© Starsonline<center></center></center>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">25 artistas contribuíram com a sua performance, mais de 800 pessoas trabalharam &#8220;invisivelmente&#8221; nos bastidores para tornar possível a realização do espetáculo, os principais canais de televisão uniram-se e, cerca de, 14.000 Portugueses responderam positivamente ao desafio &#8211; e, com isto, cerca de 1.153.000€ foram angariados.</p>
<p style="text-align: left;">De facto, é nas situações de Crise que nos revelamos e momentos extraordinários pedem ações extraordinárias &#8211; e, foi isso que todos presenciámos &#8211; Portugal e os Portugueses, RESPONDEU/ERAM a UMA SÓ VOZ!</p>
<p style="text-align: left;">Presenciámos, contudo, também:</p>
<ul style="text-align: left;">
<li>Uma gigante ONDA de EMPATIA e GENEROSIDADE onde, independentemente de haver ou não capacidade financeira, cada um dos envolvidos PROCUROU AJUDAR na MEDIDA das SUAS POSSIBILIDADES;</li>
<li>Uma manifesta capacidade em COLOCAR COMPETIÇÕES DE LADO (o caso das TV&#8217;S), em prol de uma MISSÃO COMUM;</li>
<li>E, acima de tudo, e em diferentes setores (muitos dos quais longe dos olhares do grande público), uma ENORME CAPACIDADE de TRABALHAR em EQUIPA e COOPERAR, colocando de lado qualquer tipo de individualismo, por forma a PODER CONTRIBUIR para uma GIGANTE RESPOSTA de AJUDA.</li>
</ul>
<p style="text-align: left;">E, por isto, <strong>por termos sido capazes de, diferenças individuais à parte, termos sido capazes de nos unir, </strong>atuando a &#8220;uma só voz&#8221;, ESTAMOS TODOS de PARABÉNS!</p>
<p style="text-align: left;">Ainda assim, e porque o MEU PROPÓSITO será sempre de DESAFIO, deixo-vos algumas REFLEXÕES:</p>
<ul style="text-align: left;">
<li>Como poderemos MANTER, no dia-a-dia da nossa existência, a EMPATIA e a GENEROSIDADE nas NOSSAS AÇÕES? Lá em casa? Com os vizinhos? Colegas?</li>
<li>Como podemos resistir à &#8220;formatação&#8221; que está &#8220;instalada&#8221; no nosso DNA de entrar em competição com os outros e nos lembrarmos, definitivamente, que a ÚNICA COMPETIÇÃO POSSÍVEL É CONNOSCO PRÓPRIOS pois, apenas esta, nos aproxima dos nossos OBJETIVOS e PROPÓSITO de Vida?</li>
<li>Como podemos MANTER PRESENTE que, sem dúvida, JUNTOS (em EQUIPA) PODEMOS SER ENORMES?</li>
</ul>
<p style="text-align: left;"><strong>Este sim, é o DESAFIO QUE FICA pois, se em Crise SOMOS CAPAZES de dar esta resposta&#8230; então, no quotidiano, quando a mesma não acontece&#8230; é meramente UMA QUESTÃO DA NOSSA ESCOLHA!!</strong></p>
<p style="text-align: left;">“Be the change that you wish to see in the world.”</p>
<p style="text-align: left;">― <strong>Mahatma Gandhi</strong></p>
<p style="text-align: left;">ana.bispo.ramires@anabisporamires.com</p>
<p style="text-align: left;">anabisporamires.com</p>
<p style="text-align: left;">https://www.facebook.com/AnaBispoRamires</p>
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		<title>4  meses em &#8220;palco&#8221;, 8 meses na &#8220;sombra&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Bispo Ramires]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2017 18:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[ana ramires]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta parece ser a história dos nossos Bombeiros. Ou isso, ou temos todos um grave problema&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/4-meses-palco-8-meses-na-sombra/">4  meses em &#8220;palco&#8221;, 8 meses na &#8220;sombra&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta parece ser a história dos nossos Bombeiros.</p>
<p>Ou isso, ou temos todos um grave problema de memória pois, este ciclo repete-se há anos: Heróis de Verão e quase &#8220;invisíveis&#8221; no resto do ano.</p>
<p>Desmultiplicamo-nos em manobras de solidariedade (e de uma forma comoventemente humana) em época de crise mas, tão rapidamente como nos mobilizamos também nos desmobilizamos, passada a época de &#8220;rescaldo&#8221;.</p>
<p>A repetição infindável destes ciclos, apenas tem evidenciado uma coisa: não estamos, de facto, a aprender nada com o processo &#8211; e, com isso, pagamos uma &#8220;fatura&#8221; demasiado elevada: com a Vida.</p>
<p>Há um ano tivemos o maior incidente de sempre com veículos, em termos mundiais, quando mais de 400 veículos arderam no Festival &#8220;Andanças&#8221; e, já nesta altura, e como algumas testemunhas relataram, a catástrofe não foi maior porque o vento assim não o quis (por outras palavras, dirigiu o fogo para o estacionamento e não para o recinto do festival, onde já se encontravam muitas pessoas).</p>
<p>Tivemos também, a maior catástrofe na Ilha da Madeira, com a cidade do Funchal a ser flagelada por igual incidente.</p>
<p>Este fim de semana, entrámos novamente nos palcos das maiores catástrofes mundiais, pelas piores razões possíveis &#8211; o cenário dantesco de Pedrógão, onde mais de meia centena de pessoas perdeu a vida em condições atrozes e onde, uma vez mais, e da forma abnegada de sempre, avançou para a linha da frente a figura dos Bombeiros.</p>
<p>E, tal como um ciclo, os comportamentos que se assistem são os mesmos: movimentos de solidariedade imediata, aproveitamento da crise para fins pouco claros, discussão e ataques políticos com resultados muito pouco consequentes.</p>
<p>E o resto, o que temos feito?</p>
<p>De facto, para cada um de nós, impõe-se uma reflexão urgente:<br />
Deixarmo-nos de nos preocupar com o comportamento dos outros (vizinhos, entidades e afins) e DIRIGIRMOS A ATENÇÃO PARA o que CONTROLAMOS VERDADEIRAMENTE:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O NOSSO COMPORTAMENTO</p>
<p>Portugal, em contexto de crise, demonstrou, já por diversas (demasiadas, infelizmente) vezes, possuir PROFISSIONAIS (Bombeiros, Militares, entre outros) que, SUPERANDO O PRÓPRIO MEDO e o receio de deixar em casa uma família &#8220;órfã&#8221;, ATUAM PERFORMANCES DE EXCELÊNCIA ATÉ À EXAUSTÃO na defesa da Vida e do património alheio.</p>
<p>Se calhar, está já na altura de devolver este compromisso, espelhando através do nosso comportamento, que somos, de facto, merecedores de tal dedicação.</p>
<p>O que podemos fazer? Como podemos atuar? Como podemos influenciar a comunidade local (seja o nosso prédio, a nossa rua ou a nossa freguesia&#8230;) para, de forma concertada e sustentada, apoiar de facto as pessoas que, sem qualquer juízo de valor, defendem o património e a vida de quem não é &#8220;seu&#8221;?</p>
<p>E, se há algo que Pedrogão nos ensina é a nossa &#8220;pequenez&#8221; (face ao imenso poder da natureza), a nossa impermanência (e fragilidade deste &#8220;sopro&#8221; que é a Vida) e da forma como DEVEMOS TODOS SER UM SÓ&#8230; NA CRISE MAS, TAMBÉM NA VIDA.</p>
<p>&lt;u&gt;Grandes catástrofes exigem grandes homenagens e estas, só poderão ser concretizadas através de AÇÕES.&lt;/u&gt;<br />
“Be the change that you wish to see in the world.”</p>
<p>― Mahatma Gandhi</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ana.bispo.ramires@anabisporamires.com</p>
<p>anabisporamires.com</p>
<p>https://www.facebook.com/AnaBispoRamires</p>
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