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	<title>Alexandra Vasconcelos, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Alexandra Vasconcelos, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>11 Dicas para prevenir a demência</title>
		<link>https://simplyflow.pt/11-dicas-para-prevenir-a-demencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[demência]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[prevenir a demência]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entender o terreno inflamatório que propicia o desenvolvimento da demência é essencial para adotar estratégias eficazes de prevenção.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/11-dicas-para-prevenir-a-demencia/">11 Dicas para prevenir a demência</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A demência &#8211; incluindo condições como Alzheimer &#8211; não é uma inevitabilidade do envelhecimento, mas, sim, o resultado de fatores que podemos modificar. Entender o terreno inflamatório que propicia o desenvolvimento da demência é essencial para adotar estratégias eficazes de prevenção.</strong></p>



<p>A demência desenvolve-se num “terreno” inflamatório e metabólico desfavorável. Entender e modificar este ambiente interno, através da redução da inflamação sistémica e da proteção do sistema nervoso, é essencial para prevenir ou retardar o declínio cognitivo. Abordagens integrativas que promovam a saúde intestinal, metabólica e cerebral são fundamentais para combater a neuroinflamação e melhorar a qualidade de vida em todas as fases do envelhecimento.</p>



<p>Este processo inflamatório é uma das características centrais da patogénese da demência e desempenha um papel crucial no agravamento dos danos neuronais e no declínio cognitivo. Para compreender a relação entre a neuroinflamação e a demência, é importante analisar os “terrenos” biológicos que predispõem ao desenvolvimento destas condições.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>11 Dicas práticas para proteger a saúde do seu cérebro:&nbsp;</strong></strong></h2>



<p>Aqui ficam as principais medidas que pode implementar no seu dia a dia para proteger a saúde do cérebro.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Tratar o intestino para proteger o cérebro</strong></h3>



<p>A <a href="https://simplyflow.pt/10-dicas-para-cuidar-da-saude-do-seu-intestino/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde intestinal</a> está intimamente ligada à saúde cerebral. Um intestino desequilibrado pode promover inflamação que atinge o sistema nervoso.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>O que pode fazer</strong>:
<ul class="wp-block-list">
<li>Consuma alimentos ricos em probióticos, como kefir e iogurte natural, para equilibrar a microbiota intestinal;</li>



<li>Adicione prebióticos (alho, cebola, espargos) à sua dieta para nutrir as boas bactérias;</li>



<li>Reduza a permeabilidade intestinal com nutrientes como glutamina e zinco.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Combater a inflamação com uma dieta saudável</strong></h3>



<p>A inflamação crónica é um dos principais fatores por trás da demência. Uma alimentação anti-inflamatória é crucial.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>O que incluir na dieta</strong>:
<ul class="wp-block-list">
<li>Frutas e vegetais coloridos, ricos em antioxidantes;</li>



<li>Peixes gordos (salmão, sardinha) e sementes de linhaça, fontes de ómega-3;</li>



<li>Especiarias anti-inflamatórias como curcuma e gengibre;</li>



<li>Gorduras saudáveis, como azeite virgem extra e óleo de coco;</li>



<li>Chá verde e cacau puro, ricos em polifenóis antioxidantes.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>O que evitar</strong>:
<ul class="wp-block-list">
<li>Açúcares refinados e alimentos ultraprocessados;</li>



<li>Gorduras trans presentes em snacks industrializados;</li>



<li>Glúten e leite.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Mantenha um estilo de vida ativo</strong></h3>



<p>O exercício físico não beneficia apenas o corpo – é essencial para o cérebro.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Como incluir no dia a dia</strong>:
<ul class="wp-block-list">
<li>Realize pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana (ex.: caminhadas rápidas);</li>



<li>Adicione exercícios de força para fortalecer músculos e melhorar a circulação sanguínea;</li>



<li>Experimente yoga ou pilates, que combinam movimento com relaxamento.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Jejum intermitente: Uma arma poderosa</strong></h3>



<p>Fazer <a href="https://www.facebook.com/reel/1282510503184094" target="_blank" rel="noreferrer noopener">jejum</a> de forma consistente ajuda o cérebro a regenerar-se.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Benefícios do </strong><a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-o-jejum-intermitente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>jejum intermitente</strong></a>:
<ul class="wp-block-list">
<li>Estimula a <strong>autofagia</strong>, um processo de limpeza celular que remove toxinas e proteínas danificadas;</li>



<li>Aumenta a produção de <strong>BDNF</strong>, uma proteína que protege e regenera os neurónios;</li>



<li>Promove a formação de corpos cetónicos, uma fonte de energia eficiente para o cérebro.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Como começar?</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Tente o método 16/8: jejum de 16 horas seguido de uma janela alimentar de 8 horas;</li>



<li>Comece gradualmente e procure orientação, especialmente se tiver condições médicas.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Proteja-se de toxinas</strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-4NECr' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A exposição a toxinas pode acelerar a degeneração cerebral.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>O que evitar</strong>:
<ul class="wp-block-list">
<li>Reduza o uso de utensílios de alumínio e prefira recipientes de vidro;</li>



<li>Consuma alimentos orgânicos para minimizar a exposição a pesticidas;</li>



<li>Armazene grãos e sementes corretamente para evitar contaminação por fungos, como aflatoxinas;</li>



<li>Tenha atenção aos tóxicos escondidos nos produtos de higiene, detergentes, amálgamas dentárias, entre outros.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Priorize o sono</strong></h3>



<p>Um sono de qualidade é essencial para o cérebro eliminar toxinas e reparar danos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Dicas para melhorar o sono</strong>:
<ul class="wp-block-list">
<li>Crie uma rotina consistente de horário para deitar e acordar;</li>



<li>Evite ecrãs brilhantes e luz azul à noite;</li>



<li>Use técnicas de relaxamento, como respiração profunda, antes de dormir.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7. Reduza o stress e adote práticas de relaxamento</strong></h3>



<p>O stress crónico ativa inflamações e prejudica a saúde cerebral.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Como aliviar o stress</strong>:
<ul class="wp-block-list">
<li>Pratique meditação ou mindfulness diariamente;</li>



<li>Dedique tempo a hobbies que lhe tragam prazer;</li>



<li>Socialize com amigos e família, promovendo conexões emocionais.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>8. Monitorize a saúde metabólica</strong></h3>



<p>A resistência à insulina é um fator crucial no declínio cognitivo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>O que pode fazer</strong>:
<ul class="wp-block-list">
<li>Controle os níveis de açúcar no sangue através de uma dieta equilibrada e de exercício;</li>



<li>Evite picos glicémicos, preferindo hidratos de carbono complexos, como aveia e quinoa.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>9. Esteja atento a infeções crónicas</strong></h3>



<p>Alguns vírus, bactérias e toxinas fúngicas estão associados ao risco de demência.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Medidas preventivas</strong>:
<ul class="wp-block-list">
<li>Trate doenças gengivais, evitando a proliferação de bactérias como a <em>Porphyromonas gingivalis</em>;</li>



<li>Fortaleça o sistema imunitário com alimentos ricos em vitaminas C e D;</li>



<li>Consulte um médico integrativo para monitorizar infeções cronicas virais, como herpes simplex, EBV, Zoster, infeções fúngicas, bacterianas e parasitas.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>10. Exercite a mente</strong></h3>



<p>Manter o cérebro ativo é tão importante quanto cuidar do corpo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ideias práticas</strong>:
<ul class="wp-block-list">
<li>Resolva quebra-cabeças ou palavras-cruzadas;</li>



<li>Aprenda uma nova língua ou um instrumento musical;</li>



<li>Participe em atividades que desafiem a sua mente.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>11. Suplementos importantes para o cérebro</strong></h3>



<p>Certos <a href="https://simplyflow.pt/suplementos-alimentares-sim-ou-nao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">suplementos</a> podem fornecer os nutrientes necessários para proteger e regenerar o cérebro, especialmente quando aliados a uma alimentação saudável. Estes nutrientes ajudam a combater a inflamação, promover a energia celular e melhorar a função cognitiva.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ómega-3 (DHA e EPA)</strong>: Essencial para a saúde neuronal, melhora a memória e reduz a inflamação cerebral. Disponível em óleo de peixe ou de krill;</li>



<li><strong>Vitamina D</strong>: Ajuda a regular o sistema imunitário e a reduzir o risco de neuroinflamação. Verifique os níveis regularmente e complemente, se necessário;</li>



<li><strong>Magnésio</strong>: Melhora a comunicação entre os neurónios e ajuda a reduzir o stress e a ansiedade. Suplementos como magnésio L-treonato, glicinato ou malato são boas opções;</li>



<li><strong>Vitamina B6, B9 (ácido fólico) e B12</strong>: Reduzem os níveis de homocisteína, uma substância inflamatória associada ao declínio cognitivo;</li>



<li><strong>Coenzima Q10 e PQQ</strong>: Apoiam a função mitocondrial, melhorando a energia celular e reduzindo o stress oxidativo;</li>



<li><strong>Resveratrol</strong>: Encontrado no vinho tinto e em suplementos, protege a barreira hematoencefálica e reduz a inflamação;</li>



<li><strong>Curcumina</strong>: O composto ativo da curcuma combate a inflamação e promove a eliminação de placas beta-amiloides;</li>



<li><strong>Fosfatidilserina</strong>: Um fosfolípido que apoia a integridade das membranas neuronais e melhora a memória;</li>



<li><strong>Ginkgo Biloba</strong>: Aumenta o fluxo sanguíneo cerebral, promovendo a função cognitiva e a concentração;</li>



<li><strong>Zinco e Selénio</strong>: Apoiam a imunidade e ajudam a combater o stress oxidativo.</li>
</ul>



<p><strong>Notas importantes:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Consulte um profissional de saúde antes de iniciar qualquer suplementação</strong>, especialmente se tiver condições médicas ou tomar medicamentos;</li>



<li>Combine os suplementos com uma alimentação equilibrada e um estilo de vida saudável para maximizar os benefícios;</li>



<li>Incorporar os suplementos certos pode ser uma ferramenta poderosa para proteger o cérebro, prevenir doenças neurodegenerativas e garantir um envelhecimento saudável.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prevenir a demência começa com escolhas diárias que reduzem a inflamação, promovem a regeneração celular e fortalecem o cérebro.&nbsp;</strong></h2>



<p>Adote estas práticas para proteger a sua saúde cerebral e garantir uma vida longa e com qualidade. Pequenas mudanças no dia a dia podem fazer uma diferença enorme no futuro!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-4NECr' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Porque nos sentimos cada vez mais cansados?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/cansaco-porque-nos-sentimos-cada-vez-mais-cansados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Cansaço]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[Energiza-te]]></category>
		<category><![CDATA[fadiga]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fadiga crónica, o cansaço e a sensação de que já não temos a energia que tínhamos, é um problema cada vez mais comum na sociedade moderna.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A fadiga crónica, o cansaço e a sensação de que já não temos a energia que tínhamos, é um problema cada vez mais comum na sociedade moderna.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que está a acontecer para nos sentirmos cansados?</strong></h2>



<p>A evolução da sociedade e as exigências atuais às quais estamos sujeitos, empurram-nos para um estilo de vida completamente diferente daquele para o qual estamos preparados geneticamente e que possibilitou a nossa evolução. Vários fatores contribuem para a sensação generalizada de cansaço, pois o ambiente atual é altamente inflamatório e agressivo para as nossas mitocôndrias, as fábricas energéticas do corpo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que esta a acontecer no nosso corpo?</strong></h2>



<p>A esta fadiga chamamos<strong> cansaço metabólico</strong> ou celular, que tem a ver com alterações mitocondriais, ou seja, este organito celular produtor de energia está “doente” e a funcionar em modo de sobrevivência.</p>



<p>A <strong>doença mitocondrial</strong> pode expressar-se por cansaço físico, mental, emocional que mantido levará a doenças e inúmeros problemas de saúde, incluindo inflamação, dificuldades de concentração, fraqueza muscular, doenças metabólicas e outras. Em todas as doenças existe dano na mitocôndria, a que chamamos <strong>Mitocondriopatia</strong> &#8211; alterações na mitocôndria, organito presente em cada célula do corpo que desempenha um papel central na regulação da energia e na regulação metabólica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque é que o cansaço não passa com descanso?&nbsp;</strong></h2>



<p>Hoje percebemos que descansar não é a forma de mimar e tratar a mitocôndria e, por isso, verificamos que descansar e ir de férias pode apenas aliviar temporariamente o cansaço em algumas situações, e, infelizmente, não funciona na maioria. Há que entender que estamos todos a ser sobreviventes a um entorno para o qual não estamos preparados, o que obviamente implica agressão mitocondrial que se relaciona com cansaço e todas as doenças modernas que não param de aumentar e de drasticamente atingir pessoas independentemente da idade.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Existem várias causas de fadiga</strong></h2>



<p>A fadiga crónica pode ser causada por vários fatores, incluindo desajustes no estilo de vida moderno, que é muito diferente daquele para o qual a nossa genética está adaptada. Os níveis de ferritina (reservas de ferro) baixos e alterações na tiroide ou adrenal, atualmente já não justificam a fadiga crónica. Fatores como má alimentação, falta de exercício, poluição, stress crónico, exposição a toxinas e parasitas, défice de nutrientes, podem danificar as mitocôndrias, as “fábricas de energia” das células​​.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas quais são os principais fatores?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-u5vnd' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Microrganismos</strong> &#8211; Somos parasitados silenciosamente por muitos microrganismos, como vírus, parasitas, fungos, bactérias que têm um impacto brutal na fadiga crónica e na nossa saúde. Acredito que infeções crónicas podem espoliar a energia do corpo e danificar as mitocôndrias, contribuindo para a sensação de cansaço​​ e inflamação crónica.</li>



<li><strong>Toxinas – </strong>A maioria das toxinas a que estamos diariamente expostos afeta diretamente o ciclo de krebs [também conhecido como ciclo do ácido cítrico ou ciclo do ácido tricarboxílico (TCA) ], através do qual a mitocôndria produz energia.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A boa notícia é que é possível tratar a mitocôndria!</strong></h2>



<p>A mitocôndria é muito sensível a alguns fatores, para isso temos de atuar eliminando os seus agressores, como parasitas e cargas tóxicas, reprogramando a mente, respeitando os ciclos de sono, seguindo um estilo de vida intermitente, tratando o intestino e o microbioma, adotando uma alimentação anti fadiga, apostando na <a href="https://simplyflow.pt/suplementos-alimentares-sim-ou-nao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">suplementação</a> certa e equilibrando as hormonas,</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como os estímulos horméticos podem ajudar a ter mais e melhores mitocôndrias?</strong></h2>



<p>A hormese é um fenômeno biológico em que exposição a doses baixas a um agente stressor pode resultar em benefícios para o organismo, enquanto doses elevadas desse mesmo agente podem ser prejudiciais. Esse conceito tem sido estudado em várias áreas da biologia e da medicina e hoje cada vez mais está a assumir uma enorme importância no controlo da saúde, energia e longevidade</p>



<p>Certos estímulos, como o exercício físico intenso, o calor, banhos com água fria, jejum intermitente, a sede e exercícios respiratórios, podem estimular a biogénese mitocondrial, aumentando o número e a eficácia das mitocôndrias​​.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Existe uma alimentação antifadiga?</strong></h2>



<p>Existe sim uma dieta adequada para a saúde mitocondrial, com alimentos específicos que fornecem os nutrientes necessários para a função mitocondrial, ajudando a combater a fadiga de forma eficaz​​ e natural.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="675" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/07/CAPA_REAL_energiza_te-675x1024.jpg" alt="" class="wp-image-22396" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/07/CAPA_REAL_energiza_te-675x1024.jpg 675w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/07/CAPA_REAL_energiza_te-198x300.jpg 198w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/07/CAPA_REAL_energiza_te-768x1164.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/07/CAPA_REAL_energiza_te-1013x1536.jpg 1013w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/07/CAPA_REAL_energiza_te-1351x2048.jpg 1351w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/07/CAPA_REAL_energiza_te-1170x1774.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/07/CAPA_REAL_energiza_te-585x887.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/07/CAPA_REAL_energiza_te-scaled.jpg 1689w" sizes="(max-width: 675px) 100vw, 675px" /></figure></div>


<p>O “<a href="https://www.planetadelivros.pt/livro-energiza-te/399839" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Energiza-te</a>” é um livro e guia abrangente que combina ciência moderna e abordagens naturais para ajudar os leitores a recuperar a sua energia e vitalidade, adaptando o seu estilo de vida às necessidades biológicas do corpo.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-u5vnd' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Água com limão &#8211; Sim ou Não?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/agua-com-limao-sim-ou-nao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Água com limão]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Limão]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sumo de limão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A famosa e popular água com limão em jejum ainda suscita dúvidas e alguns receios. Neste sentido, pareceu-me importante esclarecer alguns mitos e incluir algumas dicas sobre o uso do sumo de limão.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/agua-com-limao-sim-ou-nao/">Água com limão &#8211; Sim ou Não?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A famosa e popular água com limão em jejum ainda suscita dúvidas e alguns receios. A verdade é que a maioria das pessoas que iniciam o dia a beber um copo de água com limão sente muitas melhorias gastrointestinais, nomeadamente no que toca à digestão e ao trânsito intestinal, e é por isso que mantém esta prática diariamente. No entanto, há quem sinta que o sumo de limão é desconfortável para o estômago. Neste sentido, pareceu-me importante esclarecer alguns mitos e incluir algumas dicas sobre o uso do sumo de limão.</strong></p>



<p>O limão é composto essencialmente por água, flavonoides, ácido cítrico, vitaminas em especial a C, minerais como potássio, magnésio, cálcio e fibras (pectinas). A vitamina C fornecida num copo de água com limão pode equivaler a 25% das necessidades diárias.</p>



<p>Com um pH de cerca de 2 (a 25ºC), <strong>o sumo de limão ajuda na correção da acidez do estômago e do corpo, a eliminar as toxinas do corpo, estimulando o fígado a produzir a bílis e, consumido de forma regular, irá permitir a sintetização de muito mais enzimas, essenciais para uma boa manutenção da saúde</strong>.</p>



<p>O ácido cítrico permite corrigir o pH do estômago mantendo-o ácido, correspondendo aos valores fisiológicos. E quando o estômago está ácido (pH entre 1-2) digerimos melhor os alimentos e não temos sensação de refluxo e de acidez. Isto porque o pH do estômago é de elevada importância, já que um distúrbio neste nível pode causar efeitos como inchaço abdominal, obstipação, alergias e muitos outros.</p>



<p>Para além dos níveis corretos de acidez no estômago, os minerais presentes no sumo de limão são facilmente metabolizados pelo organismo, o que ajuda a manter níveis ótimos de pH do sangue.</p>



<p>Além disto, o limão é um dos poucos alimentos que contém iões com carga mais negativa, correlacionado com aumento dos níveis energéticos ao penetrarem no sangue e a quantidade de água ingerida contribui para uma melhor boa hidratação.</p>



<p>Alguns estudos mostram também que o ácido cítrico presente nesta água não só previne a formação de cálculos renais como pode inclusivamente ajudar a reduzi-los.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O limão é um excelente desintoxicante, anti-inflamatório e, devido à sua grande concentração de vitamina C, constitui um bom aliado na absorção do ferro.&nbsp;</strong></h2>



<p>A juntar a todas estas propriedades, o limão é ainda rico em fibra pectina, que ajuda a moderar o apetite, e em potássio, que ajuda a melhorar as funções do cérebro, a saúde dos nervos e a tensão arterial. A água com limão ajuda também no reforço do sistema imunológico e pela riqueza em flavonoides tem um excelente poder antioxidante (proteção das células).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7 Mitos e verdades sobre a água com limão:&nbsp;</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Beber água com limão antes de comer emagrece? </strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-uNxlV' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>Não.</strong> A <a href="https://www.facebook.com/DraAlexandraVasconcelos/posts/pfbid0BNy29PL9YWUtvLRDEibcRS4SgDQg7nCJbycDNETCRrTJ7NQQJ37M3gjgFayWsuLUl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">perda de peso</a> pode ser consequência do equilíbrio no organismo que se obtém com a ingestão da água com limão. A riqueza em fibras pode eventualmente ter uma ação saciante. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. A água com limão faz azia.</strong></h3>



<p><strong>Mito.</strong> A azia deve-se ao refluxo do conteúdo gástrico para o esófago e acontece quando o estômago não está suficientemente ácido (ou seja, com um pH entre 1,6 e 1,8). O cárdia, esfíncter que separa o estômago do esófago, é dependente do pH e mantém-se fechado quando o pH do estômago é ácido.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Beber água com limão faz mal aos dentes.</strong></h3>



<p><strong>Verdade.</strong> Se mantiver os seus dentes em contacto com limão ou água com limão durante muito tempo, o esmalte vai-se desgastando. O aconselhado é beber um copo de água 2 a 3 vezes durante o dia, de preferência ao acordar e antes das refeições. Para além disso, o pH da boca é muito mais alcalino e, para além dos dentes, o <a href="https://simplyflow.pt/porque-se-fala-tanto-do-microbioma-e-do-intestino/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">microbioma</a> oral também ficaria comprometido se mantivermos a boca sempre ácida.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. A água com limão desintoxica.</strong></h3>



<p><strong>Verdade.</strong> A água com limão ajuda na estimulação de algumas enzimas e, por isso, melhora a digestão e os processos de desintoxicação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Água com limão faz mal ao estômago.</strong></h3>



<p><strong>Mito.</strong> Pelo contrário, a água com limão ajuda a repor e/ou manter o pH (ácido) ideal do estômago.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Beber água com limão ajuda na digestão.</strong></h3>



<p><strong>Verdade. </strong>Em ambiente ácido digerimos melhor e as enzimas digestivas atuam melhor.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7. Água com limão cura o cancro.</strong></h3>



<p><strong>Mito.</strong> Ajuda, sim, a equilibrar o organismo, especialmente o pH, o que se pode traduzir em benefício nos terrenos oncológicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como fazer água com limão?</strong></h2>



<p>A maior concentração de vitamina C encontra-se na casca do limão pelo que se deve aproveitar a mesma. Opte por limões biológicos, lavando-os bem. Para isto, deixe-os de molho cerca de 1 hora em água com vinagre de maçã, sal ou umas gotas de tintura de iodo. Passe-os bem por água, parta-os ao meio ou aos quartos e congele.</p>



<p>Pode usar o limão inteiro em batidos ou, em alternativa, o sumo e o limão partido em rodelas em água, criando uma bebida aromatizada e rica em vitamina C.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando tomar água com limão?</strong></h2>



<p>De preferência<strong> em jejum</strong> <strong>ou em pequena quantidade antes das refeições</strong>. Pode fazer água com limão várias vezes ao dia em alturas pontuais. Evite passar o dia a beber água com limão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>“Sinto muito desconforto quando bebo água com limão. Existe alguma coisa que possa fazer?”</em></strong></h2>



<p>Há pessoas mais sensíveis que sentem desconforto quando ingerem água com limão por isso deixo-lhe alguns truques:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comece por quantidade menores;</li>



<li>Prefira água morna e não exagere na quantidade de água e de limão;&nbsp;</li>



<li>1 copo com cerca de 100/200ml de água bem quente com uma gotas de limão, em jejum é o suficiente para ajudar no trânsito intestinal e obter todos os outros benefícios;&nbsp;</li>



<li>Pode também optar por ingerir apenas uma colher de sopa de sumo de limão e beber um copo água imediatamente após;</li>



<li>Se tiver problemas digestivos pode repetir o procedimento antes das principais refeições, mas ingira apenas 50ml de água morna/quente com 1 colher de sopa de sumo de limão;</li>



<li><strong>Se toma suplementos com ferro, faça-o ao mesmo tempo da ingestão da água com limão</strong>.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que não deve fazer:</strong></h2>



<p>Diluir sumo de limão em maiores quantidades de água e estar sempre a beber ao longo do dia, pois a capacidade antioxidante do limão vai-se perdendo, para além dos dentes não gostarem!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-uNxlV' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>O que existe em comum entre todas as doenças autoimunes?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-existe-em-comum-entre-todas-as-doencas-autoimunes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[doenças autoimunes]]></category>
		<category><![CDATA[Intestino]]></category>
		<category><![CDATA[microbiota intestinal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A incidência das doenças autoimunes é cada vez maior, tendo-se verificado um aumento enorme no número de casos nos últimos anos. Muitos estudos correlacionam este aumento de casos com a forma como vivemos e com o ambiente.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A incidência das doenças autoimunes é cada vez maior, tendo-se verificado um aumento enorme no número de casos nos últimos anos. Muitos estudos correlacionam este aumento de casos com a forma como vivemos e com o ambiente. Fatores como má alimentação, toxicidade, descontrolo emocional, níveis de stress muito aumentados, baixa de melatonina porque dormimos pouco e mal, são verdadeiros gatilhos para o despoletar de autoimunidade. </strong></p>



<p><a href="https://simplyflow.pt/porque-se-fala-tanto-do-microbioma-e-do-intestino/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O intestino e a microbiota intestinal</a> estão desregulados em todas as pessoas portadoras de doenças autoimunes. Estes achados abrem portas para intervir na <strong>prevenção e controlo da evolução da doença</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são doenças autoimunes?</strong></h2>



<p>As <strong>doenças autoimunes são desequilíbrios do sistema imunitário que se manifestam pelo ataque das células imunitárias ao próprio corpo</strong>, ou seja, é uma resposta imune específica contra um antígeno ou uma série de antigénios próprios</p>



<p>Cada vez existe mais este tipo de falhas imunitárias; <strong>estima-se que mais de 20% da população possa ter uma doença autoimune</strong>. A tiroidite de Hashimoto, a diabetes tipo 1, as doenças autoimunes intestinais como colite ulcerosa e doença de Crohn, a psoríase ou as sistemáticas como o lúpus (LES), a síndrome de Sjogren, a esclerose múltipla e a artrite reumatoide, são alguns exemplos que, infelizmente, têm cada vez maior incidência entre nós.&nbsp;</p>



<p>A notícia menos agradável é que os números dizem que as pessoas portadoras de uma doença autoimune têm um risco 4 a 5 vezes maior de contrair outra doença autoimune.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entendimento da causa e não apenas a modulação do sintoma</strong></h2>



<p>A abordagem da medicina clássica relativamente às doenças autoimunes foca-se no uso de medicamentos que permitem melhorar a qualidade de vida dos doentes, reduzir a dor e travar os processos degenerativos. A solução terapêutica passa pela prescrição de anti-inflamatórios, corticosteróides e medicamentos imunossupressores que permitem “acalmar” o sistema imunitário e abafar os sintomas exacerbados que normalmente estão associados a estas doenças. Na fase aguda, entendo que estas constituem medidas eficazes, mas a abordagem não pode nem deve limitar-se à modulação do sintoma.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Quando entendemos que nas doenças autoimunes existe uma alteração da resposta imunitária que se prende com perda da tolerância imunitária e que resulta no aumento da reatividade contra antígenos próprios, percebemos que podemos atuar na regulação da causa.</strong></p>



<p>Existem 3 aspectos para os quais deve estar atenta/o:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>O controlo da resposta imunitária a nível intestinal;</li><li>O controlo de reativações de patógenos como vírus ou bactérias que por mimetismo molecular (similitude estrutural entre antígenos estranhos e antígenos próprios) pode estar na origem da autoimunidade;</li><li>Presença de toxinas que podem formar imuno-complexos capazes de despoletar reação imunológica.</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É possível prevenir e modular doenças autoimunes?&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Sim, é possível prevenir e modular a evolução das doenças autoimunes abordando a causa e não apenas o sintoma. </strong>Acredite,<strong> </strong>vale a pena alterar alguns hábitos para viver com mais saúde, prevenir e controlar a doença autoimune.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tudo começa no intestino.</strong></h2>



<p>Em todas as doenças autoimunes existe alteração da permeabilidade intestinal e ou desequilíbrio da microbiota intestinal. Quando o <a href="https://simplyflow.pt/10-dicas-para-cuidar-da-saude-do-seu-intestino/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">intestino</a> não está bem, as macromoléculas mal digeridas e provenientes da alimentação, as toxinas, restos bacterianos, os patógenos e os alérgenos entram através dos capilares que existem na parede intestinal, chegam à circulação sanguínea e há uma alteração das respostas imunitárias no intestino. O organismo vai reconhecer estas moléculas como invasores e vai reagir, produzindo anticorpos de defesa. Acontece que este ataque por parte dos anticorpos pode não ser dirigido apenas contra estes invasores, mas também contra algumas partes do corpo ou órgãos com similitudes moleculares, como células articulares, células do sistema nervoso, da pele, do pâncreas, da tiroide e muitas outras.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer para controlar a doença?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Zm4Nu' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Limpeza e equilíbrio intestinal;</li><li>Correção da alimentação;</li><li>Controlo do stress, ansiedade e desregulação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (neuroimunoendocrinologia – conceito que relaciona as áreas neurológica e endócrina com a resposta imunitária);</li><li>Deteção de metais pesados, principalmente o mercúrio, muitas vezes proveniente das amálgamas dentárias, o alumínio das vacinas e dos produtos de higiene, entre tantos outros metais tóxicos;</li><li>Diminuição de xenoestrogénios – químicos que mimetizam o efeito dos estrogénios que funcionam como disruptores endócrinos. Inclui-se neste grupo os BPA (bisfenol A), os parabenos, os ftalatos que existem nos pesticidas, alguns produtos de higiene, os protetores solares, os plásticos, o fumo, os fertilizantes, etc.. A exposição contínua a estes produtos influencia muito negativamente a nossa saúde, especialmente o sistema imunitário;</li><li>Identificação de microrganismos. Estes podem assumir um papel de “gatilho” ou mesmo estar na origem de muitas doenças autoimunes. Identificar microrganismos em memória ou “adormecidos” em pessoas com doenças autoimunes é importante porque muitas vezes ocorre uma resposta tardia ou a reativação de alguns microrganismos.&nbsp;</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que comer?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Legumes, vegetais e fibras;</li><li>Frutas;</li><li>Carne e Peixe;</li><li>Ovos;</li><li>Cogumelos;</li><li>Farinhas de Oleaginosas;</li><li>Gordura saudável (ómega 3 e 6);</li><li>Sementes;</li><li>Tubérculos.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que não deve comer?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Caseína/lactose (produtos lácteos);</li><li>Glúten;</li><li>Cereais;</li><li>Excesso de carne, pré-embalados, industrializados;</li><li>Lecitinas (por exemplo, leguminosas);</li><li>OGM (produtos geneticamente modificados);</li><li>Aditivos alimentares (E407), edulcorantes;</li><li>Açúcar;</li><li>Refinados;</li><li>Óleos e gorduras vegetais (girassol, canola).</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os vírus são os principais culpados</strong></h2>



<p>Está amplamente documentada a relação entre doenças autoimunes e infeções crónicas por vírus, bactérias, fungos e outros microrganismos.</p>



<p>O sistema imunitário, a partir da exposição a antígenos desconhecidos, desenvolve respostas anormais contra as moléculas dos tecidos do próprio corpo e começa a auto atacar-se. O imuno-complexo suscetível de ser atacado pode ser um metal pesado, uma bactéria inativa (hapteno), resultantes de infeções anteriores, ou infeções persistentes como as infeções víricas.&nbsp;</p>



<p>O vírus de Epstein-Barr (EBV) talvez seja o vírus mais estudado e relacionado com autoimunidade pela sua parecença com diversas partes do nosso corpo, fenómeno conhecido por mimetismo molecular</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6 Mitos sobre doenças autoimunes</strong></h2>



<p>Infelizmente muitas pessoas portadoras de doenças autoimunes ainda acreditam em alguns conceitos que já estão desatualizados pela evidência científica que nos surge diariamente. Estes são mitos e, por isso, ideias pré-concebidas que não traduzem a realidade.&nbsp;</p>



<p><strong>Na doença autoimune, não é verdade:</strong></p>



<ol class="wp-block-list"><li>pode ser controlada, mas nunca prevenida ou revertida –<strong> Verdade, pode ser controlada</strong>;</li><li>conformismo, é a genética &#8211; <strong>Verdade, podemos controlar a genética</strong>;</li><li>o sistema imune não se pode controlar &#8211; <strong>Verdade, pode ser modulado</strong>;</li><li>microbioma e o intestino não interferem na evolução da doença &#8211; <strong>Verdade, é a principal causa</strong>;</li><li>dieta sem glúten não faz nenhuma diferença &#8211; <strong>Verdade, faz toda a diferença e pode até mesmo inverter as doenças</strong>;</li><li>sintomatologia não melhora sem medicação química &#8211; <strong>Verdade, melhora e inverte sem químicos.</strong></li></ol>



<p><strong>Se é portador de uma doença autoimune não hesite: altere os seus hábitos, mude a alimentação, trate do seu intestino e viva com mais saúde</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Zm4Nu' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>Porque se fala tanto do microbioma e do intestino?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/porque-se-fala-tanto-do-microbioma-e-do-intestino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Intestino]]></category>
		<category><![CDATA[Microbioma]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os distúrbios gastrointestinais associados a alteração desta microbiota podem fazer-se sentir em órgãos e sistemas distantes do intestino, como na pele, sistema nervoso, sistema respiratório e promover as mais diversas doenças. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/porque-se-fala-tanto-do-microbioma-e-do-intestino/">Porque se fala tanto do microbioma e do intestino?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading"><strong>Afinal o que é o microbioma?</strong></h2>



<p><strong>O microbioma é o conjunto das bactérias e outros microrganismos que vivem no nosso corpo e que tem funções inacreditáveis na nossa saúde. </strong>Eles constituem cerca de 1 a 2 kg do nosso peso corporal, são 10 vezes mais do que as células que nos constituem e o seu material genético é 100 vezes superior ao dos nossos genes. Resumidamente, somos apenas 10%, sendo os restantes 90% microbioma!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque é tão importante o microbioma?&nbsp;</strong></h2>



<p>Estas bactérias assumem funções muito importantes como imunitárias, neuromodulação, produção de substâncias, como neurotransmissores (hormonas que regulam o nosso bem-estar, humor, sono, irritabilidade, fome etc.), vitaminas e outras substâncias como os ácidos gordos de cadeia curta que tem variadíssimas ações benéficas, nomeadamente anti-inflamatória e anticancerígena. Uma outra função importante das bactérias que compõem o microbioma é a regulação da estabilidade das mucosas, onde encontramos tecido linfóide imunitário. A mucosa intestinal, por exemplo, concentra 80 a 90% do nosso sistema imunitário. <strong>O microbioma desempenha, assim, um papel importante na nossa proteção, pois são as bactérias benéficas que detêm o crescimento de bactérias e outros organismos que nos provocam doenças.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual o poder destas bactérias que nos curam?</strong></h2>



<p>Estes seres que silenciosamente vivem dentro de nós controlam a nossa saúde, o nosso bem-estar, o nosso comportamento, condutas, vontade de comer e praticamente todos os metabolismos. Para além disso, as substâncias produzidas por estas bactérias podem assumir um papel epigenético importante, ou seja, determinar ou não a expressão dos nossos genes associados a doenças.&nbsp;</p>



<p>É robusta a evidência científica que valida e esclarece o papel dos microrganismos comensais e a sua relação simbiótica com o ser humano, além de considerar que a intervenção na microbiota leva a uma melhoria considerável da saúde humana.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sabe o que está associado a desequilíbrios do microbioma?&nbsp;</strong></h2>



<p>Muitas vezes pensamos que se o intestino funciona corretamente, que não existe alteração na nossa microbiota intestinal. Mas não é correto. <strong>Os distúrbios gastrointestinais associados a alteração desta microbiota podem fazer-se sentir em órgãos e sistemas distantes do intestino, como na pele, sistema nervoso, sistema respiratório e promover as mais diversas doenças.</strong>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alguns exemplos de sintomas indesejados e de doenças que estão associadas a distúrbios na flora intestinal: </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-qL50o' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Distúrbios gastrointestinais, obstipação e diarreias;</li><li>Síndrome do intestino irritável;</li><li>Excesso de peso e dificuldade em emagrecer;</li><li>Infeções (urinarias, ginecológicas, pulmonares, intestinais, cutâneas);</li><li>Alergias, asma e eczemas;</li><li>Depressão, ansiedade, défice de cognição;</li><li>Doenças degenerativas;</li><li>Cancro;</li><li>Doenças autoimunes;</li><li>Doenças neurológicas e psíquicas;</li><li>Doenças metabólicas e cardiovasculares;</li><li>Envelhecimento prematuro.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Que fatores contribuem para o empobrecimento do microbioma?</strong></h2>



<p>Para além da <strong>alimentação</strong>, outros fatores contribuem para o empobrecimento de desequilíbrio da microbiota humana. A <strong>exposição excessiva aos variados tóxicos </strong>que existem nos produtos que comemos, de higiene, que usamos, na indústria, no ar, os medicamentos, amálgamas dentárias, e tantos outros, vão contribuindo para a debilidade progressiva destas bactérias benéficas e muitas vezes dão lugar ao crescimento de outras que estão associadas a efeitos prejudiciais. O <strong>stress</strong>, <strong>dormir mal</strong>, <strong>ansiedade</strong>, <strong>falta de exercício físico</strong> são outros fatores que também podem induzir um desequilíbrio do microbioma.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como é colonizado o nosso corpo?</strong></h2>



<p>A colonização pelas primeiras cepas é feita durante a gestação. Até há bem pouco tempo, pensava-se que o útero era estéril e a colonização do bebé se fazia na altura do nascimento. Hoje sabemos que o contacto com boas bactérias se faz ainda dentro do útero da mãe. Por isso, o microbioma da mãe é tão importante e contribuirá definitivamente para a composição das microbiotas do bebé durante a sua vida. O parto vaginal, bem como a amamentação são formas necessárias para uma microbiota saudável. O bebé herda as bactérias benéficas da mãe através da passagem no canal vaginal. O leite materno é o melhor alimento do mundo, extremamente rico em tudo o que o bebé necessita, nomeadamente bactérias importantes, como os <em>Lactobacillus, Staphylococcus, Enterococcus e Bifidobacterium.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como melhorar a minha microbiota em 10 passos:</strong></h2>



<ol class="wp-block-list"><li>Comece por corrigir a alimentação, eliminando fritos, processados, açúcar, glúten, lácteos;</li><li>Limpe o seu intestino;</li><li>Insira alimentos ricos em probióticos;</li><li>Insira prebióticos naturais;</li><li>Pratique exercício físico de forma regular;</li><li>Controle os níveis de stress e a qualidade do sono;</li><li>Reduza medicamentos o mais possível;</li><li>Reduzir o mais possível a exposição a tóxicos ambientais;</li><li>Faça <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-o-jejum-intermitente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">jejum intermitente</a>;</li><li>Bebe água em quantidade. </li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais os alimentos ricos em probióticos?</strong></h2>



<p>Podemos aumentar a concentração de probióticos através da sua <a href="https://simplyflow.pt/suplementos-alimentares-sim-ou-nao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">suplementação</a> ou da ingestão de alimentos ricos nestas bactérias benéficas, como por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Alimentos fermentados à base de soja (miso);</li><li>Alimentos fermentados como kimchi, Chucrute;</li><li>Kefir;</li><li>Vinagre balsâmico;</li><li>Kombucha;</li><li>Pickles;</li><li>Legumes fermentados.&nbsp;</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são prebióticos?</strong></h2>



<p>Para além de ingerir alimentos ricos em probióticos ou mesmo complementar com a ingestão sob a forma de suplemento, é fundamental alimentá-los. Os prebióticos são alimentos que servem de substrato a estas bactérias benéficas e que vão alimentá-las, mantendo assim a sua representatividade correta e desejável.</p>



<p>Legumes, fruta, fibras solúveis e insolúveis, amido resistente são exemplos de alimentos com esta função&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Programa BioReset 14d®&nbsp;</strong></h2>



<p>O meu programa BioReset 14d®, consiste em apenas 14 dias recuperar o seu intestino e microbioma. Para sanear e recuperar, é necessário primeiro limpar, reparar e depois regenerar. Estas são as fases do programa BioReset 14d® que agora apresento mais dirigido para saneamento e equilíbrio intestinais no meu livro “<a href="https://www.planetadelivros.pt/livro-as-bacterias-que-nos-curam/350859" target="_blank" rel="noreferrer noopener">As bactérias que nos curam</a>”. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="479" height="716" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/06/Capa-As-Bacterias-que-nos-curam_bx.jpg" alt="" class="wp-image-17764" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/06/Capa-As-Bacterias-que-nos-curam_bx.jpg 479w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/06/Capa-As-Bacterias-que-nos-curam_bx-201x300.jpg 201w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/06/Capa-As-Bacterias-que-nos-curam_bx-460x688.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/06/Capa-As-Bacterias-que-nos-curam_bx-160x239.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/06/Capa-As-Bacterias-que-nos-curam_bx-320x478.jpg 320w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /></figure></div>


<p>Nestes 14 dias são dadas indicações fáceis, práticas e úteis para ter um intestino saudável, que equilibram e reforçam o microbioma de forma que estas bactérias possam assumir um papel determinante nas suas saúde e envelhecimento saudáveis.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-qL50o' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>O que é o jejum intermitente?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-e-o-jejum-intermitente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 May 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[As Receitas O Poder do Jejum Intermitente]]></category>
		<category><![CDATA[Jejum]]></category>
		<category><![CDATA[Jejum intermitente]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>o jejum intermitente não é uma dieta, mas, sim, um modo de vida em que se concentra as refeições numa determinada janela horária do dia e se respeita um período longo, no mínimo de 12 horas, sem comer. Esta prática constitui uma ferramenta não farmacológica no controlo de inúmeras doenças crónicas. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-o-jejum-intermitente/">O que é o jejum intermitente?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na realidade, o jejum intermitente não é uma dieta, mas, sim, um modo de vida em que se concentra as refeições numa determinada janela horária do dia e se respeita um período longo, no mínimo de 12 horas, sem comer. Esta prática constitui uma ferramenta não farmacológica no controlo de inúmeras doenças crónicas.&nbsp;</strong></p>



<p>O jejum intermitente é uma prática milenar e validada por uma vasta e robusta bibliografia. Muitas religiões, e sobretudo as monoteístas, impõem ou aconselham a prática do jejum: o cristianismo, o islamismo, o judaísmo, o budismo.</p>



<p>Na pré-história, na era do paleolítico, época melhor documentada, que começou há cerca de 2,5 milhões de anos, quando os nossos antepassados começaram a produzir os primeiros artefactos em pedra e que caçavam e comiam apenas uma vez por dia. Só muito recentemente, e especialmente com o crescimento da indústria alimentar após a 2.ª guerra mundial, surge o aconselhamento e o hábito de comer várias vezes ao dia e corresponde ao aumento progressivo da incidência de doenças crónicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O jejum intermitente é um modo de vida que respeita a nossa genética.</strong></h2>



<p>O nosso ADN é igual há milhares de anos e as alterações dos nossos comportamentos, principalmente os alimentares, levaram ao aparecimento ou a um aumento exponencial de doenças autoimunes, da obesidade, doenças cardiovasculares e cancros, bem como o surgimento de muitas pessoas que, apesar de ainda não terem doenças, não se sentem bem.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vantagens do jejum intermitente</strong></h2>



<p><strong>O jejum praticado de forma assídua, prolonga a longevidade, em parte reprogramando as vias metabólicas e de resistência ao stress, promovendo a saúde ideal e reduzindo o risco de muitas doenças crónicas.</strong></p>



<p>O jejum corrige inúmeros fatores que acreditamos estarem na origem de várias doenças. Estados inflamatórios, resistência periférica à insulina, à leptina, esteatose hepática, alterações no desempenho mitocondrial, excessiva sinalização de vias metabólicas associadas ao crescimento celular e doenças (mTOR, IGF , Pka), podem ser beneficiados pelo jejum. <strong>De uma forma resumida o jejum permite evitar doenças, invertendo mesmo algumas e aumentar a longevidade.</strong></p>



<p>Em jejum e com níveis baixos de açúcar há também um aumento da produção do BDNF (factor neurotrófico derivado de cérebro). Esta proteína fabricada pelos neurónios é indispensável na formação de novos neurónios (Neurogénese) e na plasticidade cerebral, protegendo assim contra doenças neurológicas e degenerativas do sistema nervoso, como Alzheimer, Parkinson, entre outras.</p>



<p>Funciona também como imunomodulador e mais recentemente surgem estudos que indiciam que o jejum intermitente pode constituir uma possível ferramenta importante na defesa do hospedeiro contra a infecção por SARS-CoV-2: e que poderá ter a ver com a restrição calórica, autofagia e modulação da resposta imunológica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como fazer jejum intermitente?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-LMVok' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>O jejum intermitente consiste em concentrar as refeições numa determinada janela horária do dia e respeitar um período longo, no mínimo de 12 horas, sem comer.</strong></p>



<p>Existem vários esquemas possíveis de jejum intermitente, desde respeitar algumas horas diárias, jejuar 1 ou 2 dias 24 horas na semana, ou mesmo introduzir dias de muito poucas calorias, como a prática 5:2. Recentemente muitos benefícios têm sido atribuídos à prática de jejuar ou adotar uma dieta que imite o jejum durante 45 dias, pelo menos 2 vezes no ano. Ou seja, <strong>existem várias formas de fazer jejum, mas o importante é iniciar esta prática e optar por um esquema que melhor se adeque à vida pessoal e profissional de cada pessoa</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>&nbsp;O que comer durante o período de jejum?</strong></h2>



<p>Antes de mais respeitar as horas de jejum, não ingerindo nada que o interrompa. <strong>Durante o período de jejum não é possível comer, no entanto, devemos beber muita água, chás, água com limão (muito saciante).</strong></p>



<p><strong>Depois, na janela de alimentação, comer aquilo que o nosso corpo precisa. </strong>Cortar nos açúcares, reduzir hidratos de carbono, comer gordura saudável e, acima de tudo, <strong>ouvir e entender o nosso corpo</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual a melhor forma de quebrar o jejum intermitente e quais são os alimentos proibidos?</strong></h2>



<p><strong>A melhor forma de quebrar o jejum seria não introduzir nessa refeição açúcares ou mesmo hidratos de carbono que rapidamente se transformam em açúcares.</strong> O seu corpo vai automaticamente transformar esses alimentos em calorias que, se não forem usadas, irão ser acumuladas sob a forma de gordura na tentativa de repor a que foi gasta durante o período de jejum.</p>



<p>Os níveis baixos de glicose e insulina e a adaptação ao metabolismo cetogénico, em que a energia é obtida a partir da oxidação da gordura, são fatores que mantidos no tempo permitem-nos continuar a desfrutar dos benefícios do jejum por mais tempo. <strong>A ideia é continuar a manter valores baixos de insulina por não aumentar a glicose, deixando a sua concentração baixa e o mais estável possível ao longo do dia.</strong></p>



<p>Ao incluir maior percentagem de gordura saudável e alguma proteína, o seu corpo continuará a insistir na rota metabólica da gordura e poderá prolongar o efeito do jejum.</p>



<p>No livro “<a href="https://www.planetadelivros.pt/livro-as-receitas-o-poder-do-jejum-intermitente/329600">As Receitas O Poder do Jejum Intermitente</a>” estão compiladas uma série de receitas específicas para cortar o jejum. Todas as receitas estão devidamente classificadas de acordo com a sua composição nutricional.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="679" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/FL_livros_Simplyflow-3-679x1024.jpg" alt="jejum intermitente" class="wp-image-14712" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/FL_livros_Simplyflow-3-679x1024.jpg 679w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/FL_livros_Simplyflow-3-199x300.jpg 199w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/FL_livros_Simplyflow-3-768x1158.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/FL_livros_Simplyflow-3-1018x1536.jpg 1018w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/FL_livros_Simplyflow-3-1358x2048.jpg 1358w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/FL_livros_Simplyflow-3-460x694.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/FL_livros_Simplyflow-3-160x241.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/FL_livros_Simplyflow-3-320x483.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/FL_livros_Simplyflow-3-480x724.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/FL_livros_Simplyflow-3-640x965.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/FL_livros_Simplyflow-3-960x1448.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/FL_livros_Simplyflow-3-1120x1689.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/FL_livros_Simplyflow-3-scaled.jpg 1697w" sizes="(max-width: 679px) 100vw, 679px" /></figure></div>



<p>Este é um livro essencialmente de receitas para quebrar o jejum, desde snacks, lanches, sopas, pães, molhos, refeições principais, sobremesas. Todas as receitas são apresentadas com cálculos nutricionais e classificadas de acordo com os seguintes critérios: vegan, vegetarianas, paleo, cetogénico, sem glúten, sem lácteos. O grande desafio foi recriar receitas clássicas da nossa gastronomia em versões cetogénicas ou lowcarb.</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografias por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/">Verónica Silva</a></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-LMVok' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>10 Dicas para cuidar da saúde do seu intestino</title>
		<link>https://simplyflow.pt/10-dicas-para-cuidar-da-saude-do-seu-intestino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Intestino]]></category>
		<category><![CDATA[Intestinos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde dos intestinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje sabemos que o nosso intestino é o principal pilar da nossa saúde. Anteriormente ninguém lhe dava valor, mas agora sabemos que é responsável pela obesidade, alergias, depressões, eczemas e muitas outras doenças.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Hoje sabemos que o nosso intestino é o principal pilar da nossa saúde. Anteriormente ninguém lhe dava valor, mas agora sabemos que é responsável pela obesidade, alergias, depressões, eczemas e muitas outras doenças.</strong></p>



<p>O intestino é o órgão mais longo do organismo, está encarregue de finalizar a digestão e da absorção dos nutrientes essenciais ao bom funcionamento geral do corpo. Sendo o órgão final do sistema digestivo é fundamental relacioná-lo com todos os processos antecedentes, como: a ingestão dos alimentos, o processo de mastigação, a acidez gástrica e a função do fígado e da vesícula.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância de ter um intestino saudável</strong></h2>



<p>Ter um intestino saudável não se traduz só na sua regularidade diária. São muitos os sinais que o nosso corpo nos dá para mostrar que o intestino não está bem e muitos deles são extra-intestinais, tais como: alergias, acne, eczemas, depressão, oscilação de humor, alterações imunitárias, doenças autoimunes, obesidade, entre outros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As funções do intestino e do microbioma intestinal são inúmeras.</strong></h2>



<p>As funções são muitas e variadas, podem ir desde a defesa, controlo imunitário e emocional, até à produção de substâncias. Dos<strong> principais benefícios que um intestino saudável pode ter na sua saúde</strong> destacam-se os seguintes:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Equilíbrio das funções hormonais e efeitos metabólicos</strong> &#8211; na produção de hormonas e neurotransmissores &#8211; tais como: síntese de serotonina e GLP-I-, evitando inflamação no síndrome metabólico, obesidade e diabetes, por exemplo;</li><li><strong>Controlo, educação do sistema imunitário e ação anti-patogénica</strong> &#8211; no processo de maturação do sistema imunitário em paralelo com a flora intestinal que é fundamental às nossas defesas e na limitação da passagem de elementos nefastos para o organismo, como é o caso dos microorganismos, &nbsp;resíduos bacterianos e tóxicos;</li><li><strong>Processo de homeostase do organismo</strong> &#8211; produção de vitaminas e reabsorção de elementos excretados na digestão, como é o caso da água, colesterol e minerais);</li><li><strong>Processo de desintoxicação</strong> &#8211; enterócitos que exprimem diferentes citocromos que implicam neste processo;</li><li><strong>Boa função do sistema nervoso, resposta ao stress e sensação de saciedade </strong>&#8211; contém mais de 100 milhões de neurónios e segrega pelo menos 20 neurotransmissores;</li><li><strong>Função digestiva correta</strong> &#8211; um óptimo ecossistema intestinal ajuda a evitar episódios de dores abdominais, inchaço, obstipação, mau hálito e até dificuldades digestivas.</li></ul>



<p>Podemos associar desta forma que <strong>um intestino saudável e o estabelecimento da flora e permeabilidade intestinais são sinónimos de saúde em geral</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como ter um intestino saudável?</strong></h2>



<p>Para ter um intestino saudável interessa <strong>eliminar o que lhe faz mal</strong>:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-AmoxO' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Alimentação: glúten, açúcar, lácteos, aditivos alimentares, conservantes, álcool, transgenicos, carnes na brasa (queimadas), enchidos, gorduras hidrogenadas;</li><li>Tóxicos, pesticidas, etc.;</li><li>Medicamentos – reduzir a medida do possível (inibidores da bomba de protões, antiácidos, anti-inflamatórios, corticosteroides);</li><li>Metais pesados;</li><li>Patógenos, como bactérias, fungos, protozoários ou parasitas indesejados;</li><li>Stress, ansiedade e desequilíbrios emocionais;</li><li>Alimentos aos quais é intolerante.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>10 Dicas para melhorar a saúde dos seus intestinos:</strong></h2>



<p>Deste modo é importante que haja cuidados essenciais no seu dia-a-dia para potenciar e beneficiar de uma <a href="http://clinicasviver.pt/um-intestino-saudavel-e-o-primeiro-passo-para-uma-boa-saude/">boa saúde intestinal</a>, tais como:</p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Detectar e eliminar infeções silenciosas</strong> — parasitas, fungos, bactérias patogénicas;</li><li><strong>Ingestão de pré e probióticos</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Aumentar a ingestão de fibras alimentares</strong>;</li><li>Uma <strong>boa e equilibrada ingestão de água</strong> ao longo do dia;</li><li><strong>Reduzir consumo de carnes e açúcares</strong>;</li><li><strong>Eliminar </strong><a href="http://clinicasviver.pt/o-gluten-e-as-implicacoes-para-a-saude/"><strong>glúten</strong></a><strong> e lácteos;</strong></li><li><strong>Praticar atividade física </strong>de forma regular;</li><li><strong>Diminuir níveis de </strong><a href="https://simplyflow.pt/burnout-o-segredo-para-quebrar-o-ciclo-de-stress-da-mulher/"><strong>stress</strong></a> e melhorar a qualidade do sono;</li><li><strong>Atenção e cuidados no caso de consumo de antibióticos e outros medicamentos</strong>;</li><li>Ter uma<strong> boa mastigação</strong> e um <strong>pH estomacal ajustado para uma boa digestão</strong>.</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sabia que com as devidas mudanças alimentares e comportamentais pode restabelecer a função do seu intestino em apenas 14 dias?</strong></h2>



<p>Tome atenção hoje, para ter saúde para sempre.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-AmoxO' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Suplementos alimentares: Sim ou não?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/suplementos-alimentares-sim-ou-nao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2019 10:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que são os suplementos alimentares? São preparações destinadas a complementar a dieta e fornecer nutrientes,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são os suplementos alimentares?</strong></h2>



<p><strong>São preparações destinadas a complementar a dieta e fornecer nutrientes, como vitaminas, minerais, fibras, ácidos gordos ou aminoácidos, que podem estar em falta ou não podem ser consumidos em quantidade suficiente na dieta de uma pessoa.</strong></p>



<p>Os suplementos são substâncias essenciais que <strong>asseguram que todas as reações biológicas no nosso corpo aconteçam devidamente</strong>. Os cofatores são substâncias de diferente natureza química que participam nas reações enzimáticas e sem os quais as enzimas não podem atuar.</p>



<p>Quando a nossa máquina enzimática não funciona corretamente começam a surgir desequilíbrios que levam a doenças.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque devemos tomar suplementos alimentares?</strong></h2>



<p>Sabia que, por exemplo, mais de 50% da população adulta dos Estados Unidos da América (EUA) faz suplementação alimentar? De acordo com dados recentes a maioria dos europeus apresentam défices nutricionais.</p>



<table class="wp-block-table aligncenter"><tbody><tr><td><strong>Micronutrientes</strong></td><td><strong> Percentagem que não atinge as DDR (Dose diária recomendada)</strong></td></tr><tr><td><strong>Vitamina A</strong></td><td>35 a 45% dos adultos</td></tr><tr><td><strong>Vitamina E</strong></td><td>100 % dos adultos</td></tr><tr><td><strong>Ferro</strong></td><td>90% das mulheres em idade de procriar e 30% das crianças</td></tr><tr><td><strong>Magnésio</strong></td><td>80% das mulheres e 60% da população</td></tr><tr><td><strong>Zinco</strong></td><td>35% das crianças e 70% dos adolescentes e mulheres</td></tr><tr><td><strong>Vitamina D</strong></td><td>90% da população</td></tr><tr><td><strong>Ômega 3</strong></td><td>Maioria da população</td></tr><tr><td><strong>Iodo</strong></td><td>Aproximadamente 80 % da população</td></tr></tbody></table>



<p>Uma suplementação alimentar adequada permite manter o corpo equilibrado, em homeostase, não inflamado e com eficiência imunitária. Sendo que a suplementação apropriada conjugada com uma melhoria do regime alimentar pode ajudar a reduzir o risco de doenças crónicas, assim como permite travar o envelhecimento precoce. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque temos défices nutricionais?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Ingerimos menos nutrientes porque cozinhamos e comemos mal, e os alimentos têm menor densidade micronutricional;</strong></li><li><strong>Temos maiores necessidades nutricionais; </strong></li><li><strong>Absorvemos menos nutrientes. </strong></li></ul>



<p>Todos temos défices nutricionais porque ingerimos alimentos com menor densidade nutricional devido ao empobrecimento e alteração dos solos, às novas formas de cultivo rápido e fora de épocas. Por outro lado, nunca sabemos se a concentração de fitonutrientes é adequada e suficiente, além de que os legumes e/ou a fruta colhida na proximidade e na estação correta, tem uma densidade nutricional diferente daqueles que são cultivados em estufa a milhares de quilómetros do local onde são vendidos.</p>



<p>Esta nova realidade alimentar aporta menos nutrientes. Por outro lado, exigimos um maior esforço ao nosso corpo, especialmente aos órgãos que mais contribuem para a nossa desintoxicação, tais como o fígado e o intestino. Sendo que o aumento de substâncias estranhas que nos invadem diariamente, esgota os metabolismos de desintoxicação e, por isso, é fácil entender porque estamos todos com défices de nutrientes básicos como minerais, oligoelementos e vitaminas que funcionam como cofatores de todas as reações metabólicas. Torna-se, então, muito importante suplementar para que a nossa “máquina” enzimática possa funcionar correctamente e acarreta o mínimo de desregulação possível. </p>



<p>É ainda importante realçar que existem cada vez mais pessoas com sistema digestivo e intestinal com desequilíbrios &#8211; intestino inflamado, alteração a flora intestinal, alteração da permeabilidade intestinal (Leaky gut), parasitoses, fungos &#8211; o que compromete significativamente a absorção dos nutrientes. <strong>O estado do ecossistema intestinal pode ser responsável por défices por má absorção</strong>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que suplementar?</strong></h2>



<p>Quando tentamos selecionar os suplementos que devemos tomar, automaticamente enchemo-nos de dúvidas. Será que: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>Todos devemos tomar os mesmos suplementos?</li><li>Quanto mais suplementos melhor?</li><li>Os suplementos que a vizinha tomam também são bons para mim?</li><li>Os suplementos mais caros são os melhores?</li><li>Os suplementos são todos iguais?</li><li>Devemos seguir a lógica do suplemento anti-sintoma?</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como saber que suplementos são adequados para o nosso estilo de vida e objectivos?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>De acordo com as análises clínicas</li><li>De acordo com os sintomas</li><li>De acordo com o perfil biológico</li><li>Adaptação do sistema imunitário</li><li>Modular a expressão genética</li></ul>



<ul class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="802" height="573" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/06/suplementacao-avancada.png" alt="" data-id="9524" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=9524" class="wp-image-9524" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/06/suplementacao-avancada.png 802w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/06/suplementacao-avancada-300x214.png 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/06/suplementacao-avancada-768x549.png 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/06/suplementacao-avancada-460x329.png 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/06/suplementacao-avancada-160x114.png 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/06/suplementacao-avancada-320x229.png 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/06/suplementacao-avancada-480x343.png 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/06/suplementacao-avancada-640x457.png 640w" sizes="(max-width: 802px) 100vw, 802px" /></figure></li></ul>



<p>Actualmente existem métodos acessíveis que nos permitem avaliar as necessidades individuais através de análises sanguíneas, capilares, variações genéticas, por biorressonância, entre outras. É importante recorrer a um profissional de saúde com experiência em antienvelhecimento, medicina funcional e/ou ortomolecular, por exemplo. &nbsp;</p>



<p>Outra forma simples tem a ver com a determinação do perfil biológico através da análise de sintomas e desequilíbrios. Nos meus livros “<a href="https://www.presenca.pt/livro/o-segredo-para-se-manter-jovem-e-saudavel/">O segredo para se manter jovem e saudável</a>” e “<a href="https://www.presenca.pt/livro/jovem-e-saudavel-em-21-dias">Jovem e saudável em 21 dias &#8211; Programa para reeducar o seu sistema imunitário, prevenir e reverter doenças</a>”, apresento vários questionários que nos ajudam a determinar o perfil biológico e consequentemente a definição de algumas necessidades nutricionais de acordo com os sintomas e desequilíbrios que a pessoa apresenta. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os suplementos alimentares devem ser feitos em situações específicas da nossa vida ou de uma forma diária, como um hábito saudável?</strong></h2>



<p>Devem ser feitos de forma diária, no entanto, devemos suplementar com substâncias específicas em alturas especiais da nossa vida, tais como a gravidez, menopausa, períodos de mais trabalho físico e/ou intelectual. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os suplementos alimentares básicos recomendados para todas as pessoas?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Pré e probióticos</li><li>Vitamina D3</li><li>Vitaminas do grupo B</li><li>Vitamina C</li><li>Todos os minerais e oligoelementos</li><li>Ômega 3</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alguns pontos a reter:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Considere e avalie os seus défices em micronutrientes; </li><li>Antes de iniciar uma suplementação alimentar avalie os seus desequilíbrios &nbsp;nutricionais;</li><li>Os suplementos alimentares da sua amiga não são os melhores para si;</li><li>Suplementar com tudo o que existe na loja biológica não é solução;</li><li>Os suplementos &nbsp;alimentares podem provocar efeitos secundários e podem ter contraindicações; </li><li>Tenha em conta que o excesso de suplementos alimentares pode criar outro tipo de deficiências nutricionais;</li><li>Os suplementos alimentares não substituem uma alimentação variada, biológica e equilibrada.</li></ul>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/suplementos-alimentares-sim-ou-nao/">Suplementos alimentares: Sim ou não?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Poder das Hormonas</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-poder-das-hormonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2019 08:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[hormonas]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O poder das hormonas O nosso corpo é um sistema complexo, inteligente e autorregulável. As hormonas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>O poder das hormonas</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O nosso corpo é um sistema complexo, inteligente e autorregulável. </span><b>As hormonas assumem um papel crucial no equilíbrio</b><span style="font-weight: 400;">, por serem </span><span style="font-weight: 400;">mensageiras químicas produzidas continuamente, no sentido de satisfazer todas as necessidades fisiológicas do organismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A palavra hormona, de origem grega, significa movimento ou estímulo. </span><b>A sua função é exercer uma ação reguladora (indutora ou inibidora) noutros órgãos ou áreas do corpo.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em geral, as mais de 50 hormonas identificadas, trabalham devagar e agem por muito tempo, regulando o crescimento, o desenvolvimento, a reprodução e as funções de muitos tecidos, bem como os processos metabólicos do organismo.</span></p>
<h2><b>Como nos afetam as hormonas</b></h2>
<p><b>Todas as células do nosso corpo são comandadas por hormonas. É fácil entender que, pequenos défices ou excessos de algumas hormonas, conduzem a grandes alterações no nosso estado de espírito</b><span style="font-weight: 400;">, equilíbrio, todos os metabolismos, peso e sono.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas vezes, as concentrações plasmáticas de algumas hormonas encontram-se em valores apenas ligeiramente alterados, remetendo-nos para situações subclínicas. Apesar de ainda se encontrarem dentro dos intervalos considerados normais, já pode haver sintomatologia relacionada.</span></p>
<p><b>De todas as hormonas, as que começam, mesmo ainda antes da menopausa, a afetar o nosso humor, bem-estar, peso, sono e cognição são, na grande maioria, as hormonas da tiróide e as esteróides (progesterona, DHEA, pregnenolona, estrogénios, SHBG e testosterona).</b></p>
<h3><b>Hormonas da Tiróide</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As hormonas da tiróide são responsáveis pelo metabolismo de quase todo o seu corpo. Pessoas com baixa função tiroideia estão frequentemente cansadas e são mais suscetíveis de ganhar peso, muitas vezes sentem as extremidades frias e o cabelo e as unhas também começam a enfraquecer. A tiróide está intimamente ligada às glândulas suprarrenais. É importante analisar estas alterações em conjunto.</span></p>
<h3><b>Progesterona</b></h3>
<p><b>A progesterona é uma das hormonas mais importantes por ter a seu cargo as funções mais protetoras no organismo</b><span style="font-weight: 400;">; as suas concentrações começam, por vezes, a baixar muito cedo, por volta dos 30/35 anos e, por isso, será importante começar a quantificar também os níveis de zinco e vitamina D que ajudam a manter níveis saudáveis de progesterona.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em quantidade corretas, intervém na estimulação da tiróide, faz-nos sentir tranquilos, dormir bem, melhora a performance intelectual, mantém-nos focados, equilibra o açúcar no sangue, reduz edemas, estimula o metabolismo ósseo, regula o ciclo menstrual e protege o nosso tecido mamário da atividade indesejada de proliferação do estrogénio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A progesterona ativa o gene p53 supressor de tumores, mantém baixos níveis séricos de estrógenio e, portanto, diminui o risco de enfarte do miocárdio, além de incrementar a conversão do estradiol em estrona, um estrogénio dez vezes menos ativo. Aproximadamente 100mg de progesterona micronizada reduzem cerca de 30% os níveis de estradiol.</span></p>
<h2><b>O que acontece na menopausa</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não sabemos ainda se envelhecemos porque as hormonas vão “caindo” ou, se produzimos menos hormonas porque vamos envelhecendo. Mas o que normalmente não nos dizem é que </span><b>as hormonas começam a baixar muito antes da menopausa e os sintomas indesejados começam a aparecer sem que sejam atribuídos a uma causa hormonal</b><span style="font-weight: 400;">. A primeira hormona a descer, normalmente, é a progesterona.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A menopausa é o momento da vida da mulher caracterizado pela cessação da menstruação e que acontece normalmente entre os 48 e 54 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mulher começa a perder progressivamente a sua função ovárica e, assim, baixa a produção de hormonas femininas: os estrogénios e a progesterona. Outras hormonas, como a testosterona, também baixam consideravelmente nesta fase.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em circunstâncias normais, </span><b>as hormonas vão baixando gradualmente e a mulher vive diferentes etapas que apresentam vários sintomas</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar do sintoma mais associado à menopausa serem os afrontamentos, só 30% apresentam os “hot-flushes” ao passo que cerca de 100% apresentam:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Secura vaginal e atrofia das mucosas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Diminuição da libido;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Incontinência urinária;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Maior flacidez da pele, do corpo e face;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">A nível emocional: sensação de cabeça “vazia”, “perdida”, falta de concentração, falta de memória, mau sono, irritabilidade.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Os distúrbios cardiovasculares, a osteoporose e o cancro de mama são as doenças mais frequentes associadas à menopausa, muitas vezes acompanhadas por excesso de peso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A maioria das mulheres na menopausa, e muitas vezes mesmo antes da cessação do período, estão medicadas com substâncias químicas anti-sintoma, apesar de na maioria das vezes não haver necessidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As alterações hormonais são responsáveis pela maioria dos sintomas depressivos e do foro emocional que aparecem logo desde a perimenopausa (fase que marca o fim da vida reprodutiva da mulher e antecede a menopausa). </span><b>A regularização hormonal evitaria o uso de muitos medicamentos.</b></p>
<h2><b>O que podemos fazer para minimizar o impacto</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para minimizar o impacto da descida hormonal e do envelhecimento temos de preparar o nosso corpo, aumentando a sua capacidade de defesa. Para isso, é determinante melhorar a forma como vivemos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mudança deve ser entendida como um todo e é determinante no processo de envelhecimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alteração do nosso modo de vida deverá:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Corrigir a alimentação, retirando os alimentos incompatíveis com o seu corpo e que, portanto, provocam inflamação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Reduzir níveis inflamatórios identificando e corrigindo  os maiores desequilíbrios &#8211; oxidação, intoxicação, intestino, acidez metabólica, emocional, défice em gordura (as hormonas são sintetizadas a partir de gordura) ou alterações no metabolismo do açúcar;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Corrigir os outros trigger points como exposição a tóxicos (xenoestrógenios, pesticida, químicos, metais pesados, medicamentos e tantos outros), radiações e campos eletromagnéticos, agentes patogénicos (vírus, bactérias, parasitas);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Praticar exercício físico de forma regular, controlar os níveis de stress, a quantidade e qualidade do sono, ter uma atitude positiva, entender que é necessário resolver conflitos e bloqueios emocionais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Determinar os polimorfismos (alterações genéticas) de forma a poder controlar a expressão dos genes através da introdução dos alimentos e suplementos corretos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Suplementar com produtos naturais que ajudam a melhorar os níveis de progesterona e a promover o equilíbrio hormonal, podendo optar por alguns suplementos naturais como:</span>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Vites Agnus-Castus (Sauzgatillo)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Cimicifuga Racemosa (Cohsh Negro)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Trébol Rojo (Trifolium pratense)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Dong Quai (Angelica Sinensis)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Inhame selvagem mexicano (esta raiz tem uma alta concentração de diosgenina que aumenta os níveis de progesterona no corpo, e compensa a relação entre estrogénios/progesterona &#8211; muitos transtornos da mulher são ocasionados por uma dominância estrogénica).</span></li>
</ul>
</li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Modulação hormonal – aplicação dérmica de hormonas bioidênticas, moléculas com estrutura idênticas às nossas hormonas, muito diferentes das hormonas utilizadas na terapia de substituição hormonal.</span></li>
</ul>
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