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	<title>Alexandra Bento, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Alexandra Bento, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Imagine-se que as crianças de hoje seriam os adultos saudáveis de amanhã</title>
		<link>https://simplyflow.pt/imagine-se-que-as-criancas-de-hoje-seriam-os-adultos-saudaveis-de-amanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Oct 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Bento]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagine-se que, em Portugal, nas escolas nacionais, se apostava verdadeiramente na educação para escolhas alimentares saudáveis para que as crianças de hoje se transformassem nos adultos saudáveis de amanhã. Consegue imaginar? Agora reflita acerca das vantagens que teríamos em ter nutricionistas nas escolas, junto das nossas crianças e jovens.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Imagine-se que, em Portugal, nas escolas nacionais, se apostava verdadeiramente na educação para escolhas alimentares saudáveis para que as crianças de hoje se transformassem nos adultos saudáveis de amanhã. Consegue imaginar? Agora reflita acerca das vantagens que teríamos em ter nutricionistas nas escolas, junto das nossas crianças e jovens.</strong></p>



<p>O que sabemos hoje é que <strong>os hábitos alimentares dos mais pequenos precisam de ser orientados</strong>, pois, em muitas crianças e adolescentes, a inadequação dos consumos alimentares é muito preocupante e irá, em parte, determinar a sua carga de doenças ao longo da vida adulta. Recorde-se que, de acordo com o último Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física, e a título de exemplo, o consumo diário de refrigerantes (≥ 220g/dia) é de 13% nas crianças e 34% nos adolescentes. Por outro lado, 72% e 78%, respetivamente, não cumpre as recomendações da <a href="https://www.who.int/eportuguese/publications/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial da Saúde</a> (OMS) de consumir mais de 400g/dia de fruta e produtos hortícolas, tal tem reflexo no facto de 25% das crianças e 32,3% dos adolescentes terem excesso de peso.</p>



<p>Estes dados espelham <strong>a necessidade de todos nos implicarmos na procura de respostas</strong> e não deixam margem para dúvidas: é precisamente nestas faixas etárias que devemos direcionar maiores esforços e a escola é o local privilegiado para o fazermos, uma vez que é onde as crianças e adolescentes passam grande parte do seu dia e podem, com maior facilidade, adquirir conhecimentos e competências para a adoção de comportamentos alimentares mais saudáveis. E, a escola, também permite atingir, de uma forma efetiva, um conjunto de importantes intervenientes na promoção de hábitos alimentares, desde as crianças e adolescentes, aos seus educadores, aos cuidadores, à família e aos membros da comunidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância da educação para a saúde</strong></h2>



<p>Nas escolas nacionais espera-se que o ensino vá mais longe do que os conteúdos programáticos obrigatórios. Exige-se que os nossos alunos sejam preparados para a vida adulta, tanto para questões práticas como finanças pessoais, a educação ambiental ou a inteligência emocional, como para a educação para a saúde, <strong>realçando a influência que os hábitos alimentares e a atividade física têm na maior longevidade e na maior qualidade de vida</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Promover a alimentação saudável em todos os âmbitos</strong></h2>



<p>Imagino que a propósito do dia 16 de Outubro, data em que se assinala o Dia Mundial da Alimentação, muitas das escolas nacionais terão iniciativas dedicadas à efeméride. Rodas dos alimentos, novas receitas ou até mesmo a explanação do número de crianças, em Portugal, que sofre de obesidade ou excesso de peso. Mas, e se fossemos para além disso? E se as ações não se esgotassem nesse dia?</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-ypGOt' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Já no início deste ano letivo fomos presenteados com uma boa medida e vimos alimentos com excesso de sal, açúcar e gorduras retirados dos bufetes e das máquinas de venda automática nas escolas públicas. Um excelente exemplo de uma das iniciativas que podem e devem ser encetadas em nome da <strong>criação de um ambiente escolar mais salutogénico, que oferece melhores alternativas e opções saudáveis </strong>aos seus alunos. No entanto, uma medida isolada de pouco serve e, por isso, está na hora de avançar com uma estratégia que se quer consertada e que promova, em todos os âmbitos, a alimentação saudável.</p>



<p>A promoção de hábitos alimentares saudáveis não se esgota com a proibição da venda de determinados produtos nas escolas, esta medida deverá ser encarada apenas como a ponta do iceberg e a aposta na <strong>promoção de hábitos alimentares saudáveis e sustentáveis em todos os ciclos de ensino</strong> tem, por isso, de ser o cerne desta questão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Imagine-se adultos saudáveis, com mais qualidade de vida e com menos doenças. Consegue visualizar? </strong></h2>



<p>Seria possível evidentemente, se conseguíssemos olhar, hoje, para a saúde das nossas crianças e se contássemos com os <a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-do-nutricionista-nas-escolas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nutricionistas</a> para juntos dos mais novos (e não só) mudarem hábitos, ensinarem novos conceitos e mais importante do que isso, contribuírem para uma <strong>melhor saúde</strong> dos adultos de amanhã.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-ypGOt' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Celebrar o prazer de comer</title>
		<link>https://simplyflow.pt/celebrar-o-prazer-de-comer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2020 07:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Bento]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[celebração]]></category>
		<category><![CDATA[comemoração]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabemos que a alimentação é uma necessidade básica, um direito humano, mas é também um ato de socialização, uma forma de celebrar. Celebrar da vida, o amor, selar a paz ou fazer alianças.  </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Outubro celebrámos a alimentação. E quis o acaso que fosse também o mês em que iniciámos a celebração dos 4 anos do Simply Flow, do empreendedorismo feminino e o mês em que brindámos à Fátima Lopes. Pelo seu dinamismo, pela sua criatividade e pela paixão que coloca diariamente no seu trabalho, que inspira tantas outras pessoas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sabemos que a alimentação é uma necessidade básica, um direito humano, mas é também um ato de socialização, uma forma de celebrar. </strong></h2>



<p>Celebrar da vida, o amor, selar a paz ou fazer alianças. O nascimento de uma criança, a celebração dos 18 anos de um jovem, a comemoração de mais um ano de vida, a união matrimonial, as promoções no trabalho, a conclusão de um curso ou o aniversário de um acontecimento marcante são comemorações onde a alimentação faz parte da trama dentro da vida social e a festa está ligada à comida.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O ato de nos alimentarmos guarda, por isso, histórias, tradições, religião, sistemas socioeconómicos, culturais e saúde. </strong></h2>



<p>Se comer está relacionado com o que somos e é também a nossa história, devemos preservar rituais, receitas, maneiras, hábitos e celebrar com alimentos os momentos especiais. Esta é também uma forma de celebrarmos a importância dos alimentos.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-M4uSq' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Uma importância que vai para além da importância primordial de alimentarmos o nosso corpo. Neste cenário, o alimento é, ou deve ser, um veículo de comemoração. É necessário compreendermos a alimentação como uma atitude maior do que apenas ingerir alimentos, permitindo a ligação com os significados que envolvem a herança cultural, as memórias afetivas e os momentos de sociabilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A dieta mediterrânica guarda relação com a saúde e com a nossa cultura. </strong></h2>



<p>Tudo isto é preconizado pela dieta mediterrânica, um padrão alimentar com uma oferta predominantemente de origem vegetal e amiga do ambiente, de proximidade e que integra uma enorme biodiversidade de produtos sazonais. E este padrão alimentar, que guarda relação com a saúde e com a nossa cultura, faz uma clara separação entre <a href="https://simplyflow.pt/fim-de-semana-6-conselhos-para-uma-boa-alimentacao/">a alimentação no quotidiano</a> e em momentos festivos, onde aqui ao alimento é conferida dimensão simbólica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Comemoremos bons momentos à mesa quando assim deve ser. </strong></h2>



<p>Para que a vida seja mais aprazível, para que as celebrações tenham um gosto especial, comemoremos bons momentos à mesa, em família e com amigos. Mas, porque não é festa todos os dias, sejamos na mesa do dia-a-dia frugais, equilibrados, <a href="https://www.ordemdosnutricionistas.pt/noticia.php?id=1025">saudáveis e sustentáveis</a>. Sejamos mais felizes!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-M4uSq' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância do nutricionista nas escolas</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-importancia-do-nutricionista-nas-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2019 07:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Bento]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A prática de uma alimentação saudável deve ser estabelecida desde tenra idade, uma vez que os&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prática de uma alimentação saudável deve ser estabelecida desde tenra idade, uma vez que os hábitos alimentares adquiridos durante a infância podem determinar os comportamentos alimentares na idade adulta. De entre os diversos fatores que influenciam a ingestão alimentar das crianças e jovens, <strong>a escola revela-se um local privilegiado para a modulação dos comportamentos alimentares e para a promoção da saúde, visto proporcionar aos alunos conhecimentos e competências para a adoção de comportamentos saudáveis</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É na escola que os alunos fazem a maioria das suas refeições.</strong></h2>



<p><strong>Os alunos passam, em média, seis horas do seu dia na escola, onde fazem a maioria das suas refeições, podendo para alguns representar o acesso à única refeição quente do dia.</strong> Por isso, o ambiente escolar, onde se inclui a oferta alimentar na cantina, bufetes e máquinas de venda automática (MVA), evidencia-se como um dos vetores de atuação para a promoção de escolhas alimentares saudáveis pelos alunos.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-no1fN' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'>



<p>No entanto, a oferta alimentar nas escolas nem sempre reflete aquilo que são as orientações da Direção-Geral da Educação (DGE) para as ementas e refeitórios escolares, para os bufetes escolares e para as MVA. Isto é particularmente preocupante quando, segundo o último retrato dos hábitos alimentares dos portugueses, 25% das crianças e 32,3% dos adolescentes têm excesso de peso ou obesidade. Além disso, 69% das crianças e 66% dos adolescentes não consome a quantidade de fruta e hortícolas recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Adicionalmente, os adolescentes são o grupo etário com maiores consumos médios de refrigerantes, “bolachas, bolos e doces” e “snacks salgados e pizzas”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O papel do nutricionista nas escolas</strong></h2>



<p>Neste sentido, para que o ambiente alimentar nas escolas portuguesas seja salutogénico, seria importante a presença de um nutricionista, dando cumprimento à resolução da Assembleia da República n.º 67/2012 de 10 de maio. As suas responsabilidades centram-se, desde logo, na garantia da aplicação e operacionalização das medidas orientadoras da DGE, e da restante legislação em vigor no que respeita à alimentação escolar, garantindo a adequação alimentar e nutricional de toda a oferta alimentar da escola. A sua intervenção deverá focar-se de igual modo no envolvimento dos alunos e de toda a comunidade escolar, de modo a transmitir-lhes conhecimentos e competências em alimentação e nutrição, tornando-os capazes de fazerem escolhas alimentares mais saudáveis.</p>



<p><strong>O nutricionista na escola, ao intervir em simultâneo na oferta alimentar, no aumento de literacia alimentar e nutricional e na capacitação dos alunos e dos restantes agentes influenciadores do consumo alimentar, estará a promover a saúde através da alimentação.</strong></p>



<p>A sua integração nas escolas portugueses, em articulação com os nutricionistas das autarquias, da saúde e das empresas de alimentação coletiva seria certamente determinante para melhorar os hábitos alimentares das nossas crianças, com consequentes ganhos em saúde no futuro. </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-no1fN' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div> <br></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pão: Sim ou Não?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/pao-sim-ou-nao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2019 08:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Bento]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pão é um alimento para miúdos e graúdos. Percorrendo o nosso país de norte a&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/pao-sim-ou-nao/">Pão: Sim ou Não?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O pão é um alimento para miúdos e graúdos. Percorrendo o nosso país de norte a sul, é possível encontrar diferentes pães característicos das suas várias regiões (a Broa de Avintes, o pão de Mafra, o Alentejano ou de Rio Maior, entre outros) sendo <strong>o pão um alimento muito característico da nossa tradição alimentar e da nossa gastronomia</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual a importância do pão na nossa alimentação?</strong></h2>



<p>É um dos alimentos mais antigos na história da nossa alimentação e ainda se mantém muito presente na nossa mesa, constituindo <strong>a base do padrão alimentar mediterrânico</strong>. O grupo dos cereais, onde se inclui o pão, constitui a maior porção da Roda da Alimentação Mediterrânica, o que revela a importância deste grupo alimentar na alimentação, e em particular, do pão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual a composição do pão?</strong></h2>



<p><strong>Farinha, água e levedura (vulgarmente designada por fermento de padeiro) são as três matérias-primas principais do pão. </strong>De fabrico relativamente simples, pode ainda adicionar-se outros ingredientes como sementes e frutos oleaginosos, cereais inteiros, ervas aromáticas, especiarias e hortofrutícolas, que melhoram a composição nutricional do pão.&nbsp;</p>



<p>Do ponto de vista nutricional, o pão tem na sua composição <strong>hidratos de carbono (amido)</strong> que constituem uma fonte muito importante de energia para o organismo. Mas, não se limita a isso: o pão <strong>fornece ainda quantidades interessantes de proteínas, de minerais e de vitaminas do complexo B, e fibras, nutrientes fundamentais na nossa alimentação</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como devo escolher o pão?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-H7rUQ' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Felizmente assistimos a um crescimento na oferta de diferentes tipos de pão no nosso país. Mas, como devemos escolher? Desde logo <strong>é preciso conhecer o tipo de farinha que o compõe</strong>. Através do grau de peneiração ou de refinação da farinha (identificado pela letra T de “tipo”), é possível saber se a farinha é mais ou menos refinada. Assim, quanto maior for o número que acompanha a letra T, menos refinada é a farinha, ou seja, é mais interessante do ponto de vista nutricional. </p>



<p>Vejamos: o pão de trigo branco (por exemplo um bijou) é fabricado com uma farinha de trigo do tipo 45 (T 45), enquanto um pão integral de trigo é fabricado com farinha de trigo integral tipo 150 (T 150). Do ponto de vista calórico não existem grandes diferenças entre o pão branco, o pão de mistura ou integral. No entanto, estes últimos contêm um maior teor de vitaminas (do complexo B), minerais (ferro, potássio e magnésio) e principalmente uma maior quantidade de fibras, cujo consumo se encontra associado a uma redução do risco de algumas doenças crónicas com muita expressão na população portuguesa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Posso comer pão todos os dias?</strong></h2>



<p>Diferentes formatos, distintos sabores, aromas e características nutricionais, <strong>o pão é alimento de utilização muito versátil que pode ser usado em inúmeras preparações culinárias</strong>.&nbsp; Contudo, tal como para todos os alimentos, também <strong>o consumo de pão deve ser adequado e adaptado à idade, às necessidades energéticas e nutricionais de cada um</strong>, de acordo com a porção recomendada da Roda da Alimentação Mediterrânica.</p>



<p><strong>Como regra de ouro devemos variar o mais possível de pão no nosso dia-a-dia, privilegiando as variedades mais escuras ou integrais, mais ricas do ponto de vista nutricional, que não tenham adição de gordura e/ou açúcar, com pouco ou nenhum sal adicionado e de preferência produzido a partir de farinhas de origem nacional.</strong></p>



<p>Se porventura tiver sobras de pão, utilize-as na preparação de refeições (por exemplo: açordas ou ensopados), e reduza o desperdício deste alimento. A bem do nosso planeta!</p>



<p>

</div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-H7rUQ' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>A saúde é a “última bolacha do pacote”</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-saude-e-a-ultima-bolacha-do-pacote/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 08:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Bento]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bolachas ou biscoitos. Com chocolate, canela ou doce de morango. As opções são imensas: diversos formatos&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Bolachas ou biscoitos. Com chocolate, canela ou doce de morango. As opções são imensas: diversos formatos e texturas, diferentes coberturas e recheios. A farinha é o ingrediente principal, mas as gorduras, os açúcares e o sal também lá estão, por vezes em quantidades significativas.</span></p>
<h2><b>Serão as bolachas um bom snack entre as principais refeições?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na azáfama do dia-a-dia, miúdos e graúdos vêem as bolachas como um bom snack entre refeições. O retrato do hábitos alimentares dos portugueses indica-nos que só as crianças consomem bolachas e biscoitos em metade dos dias da semana, mas são os adolescentes que consomem uma maior quantidade destes produtos alimentares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É excessivo! É sabido que, nestas idades, os maus hábitos alimentares refletem-se em doenças crónicas no futuro. Como “de pequenino é que se torce o pepino”, porque não habituarmos as nossas crianças a substituir as bolachas por pão?</span></p>
<p><b>Reconhece-se que, por serem práticas, amplamente disponíveis e apreciadas por uma grande maioria de pessoas, a sua substituição nem sempre é fácil. Nesse caso, é de extrema importância dar mais atenção aos rótulos. </b><span style="font-weight: 400;">Não se trata de uma tarefa fácil. Mas, aqui ficam, por isso, algumas sugestões para fazer uma escolha mais acertada, lendo o rótulo das bolachas.</span></p>
<h2><b>4 dicas que vão ajudar a escolher as bolachas mais acertadas: </b></h2>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Saiba que os ingredientes aparecem por ordem decrescente de peso, ou seja, de quantidade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Dê preferência a bolachas em que o açúcar e a gordura não aparecem em primeiro lugar nos ingredientes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Quanto maior for a lista de ingredientes da bolacha, o mais provável é que seja uma má escolha;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">A indicação da quantidade de cada nutriente permite fazer uma comparação entre bolachas; Ou seja: quanto mais elevado for o valor energético, o valor de gordura, de açúcares e de sal, menos saudável será a bolacha.</span></li>
</ol>
<h2><b>Quais são as melhores bolachas?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que já tem algumas informações de ouro para auxiliar nas suas escolhas, opte por </span><b>bolachas simples, confeccionadas apenas com farinha e água, e com pouco ou nenhum sal</b><span style="font-weight: 400;">. E, claro, faça-o com moderação, privilegiando nas suas compras o nosso tradicional pão, porque a saúde é um bem maior ou, como se costuma dizer, é mesmo a “última bolacha do pacote”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois do que leu não acha que é melhor comer pão?</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fim-de-semana: 6 conselhos para uma boa alimentação</title>
		<link>https://simplyflow.pt/fim-de-semana-6-conselhos-para-uma-boa-alimentacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Oct 2018 01:20:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Bento]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Fim-de-semana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o fim-de-semana a alimentação deve seguir as regras dos restantes dos dias da semana. Pode,&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Durante o fim-de-semana a alimentação deve seguir as regras dos restantes dos dias da semana. Pode, inclusive, aproveitar para fazer o que não tem tempo durante a semana. Por exemplo:</span></p>
<ol>
<li>
<h2><b> Faça uma lista de compras</b></h2>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Planeie, antecipadamente, as refeições para a semana seguinte, envolvendo toda a família na escolha dos produtos a adquirir.</span></p>
<ol start="2">
<li>
<h2><b> Faça as compras com tranquilidade</b></h2>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Analise cautelosamente os rótulos dos alimentos e selecione aqueles que considerar mais saudáveis para todos. Não se esqueça de ir às compras sem estar com fome. As escolhas serão mais acertadas.</span></p>
<ol start="3">
<li>
<h2><b> Explore os mercados locais</b></h2>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Conheça os mercados locais, mais próximos da sua residência, onde poderá adquirir pescado, carne e hortofrutícolas, sazonais e de produtores locais.</span></p>
<ol start="4">
<li>
<h2><b> Envolva a família na preparação das refeições</b></h2>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Em família ou com amigos, prepare as refeições, experimentando novas receitas com a ajuda de todos. Intensifique a aprendizagem em culinária saudável.</span></p>
<ol start="5">
<li>
<h2><b> Experimente novas combinações de alimentos</b></h2>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Inove utilizando vários tipos de produtos hortícolas, fruta e ervas aromáticas. Mas, não se esqueça de preservar a tradição alimentar. A nossa dieta mediterrânica continua a ser um dos melhores padrões alimentares.</span></p>
<ol start="6">
<li>
<h2><b> Aumente a atividade física</b></h2>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Com um calçado e roupa confortável, junte a família e/ou os amigos e faça passeios, onde estejam incluídas atividades tais como caminhadas ou andar de bicicleta. E, se sair, para se divertir, lembre-se que dançar faz bem ao corpo e à mente.</span></p>
<p>Nota: Fotografia por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/">Verónica Silva</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância do pequeno-almoço para as crianças</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-importancia-do-pequeno-almoco-para-as-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2018 08:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Bento]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A importância do pequeno-almoço  Todos beneficiam de tomar o pequeno-almoço, no entanto, para as crianças e&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>A importância do pequeno-almoço </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos beneficiam de tomar o pequeno-almoço, no entanto, para as crianças e os adolescentes esta refeição ainda é mais relevante, dado a sua fase de crescimento e desenvolvimento. Não devemos deixar as crianças saírem de casa sem tomarem um pequeno-almoço equilibrado e adequado. Este é um hábito que devemos ensinar aos nossos filhos, pois os seus benefícios são inúmeros tais como reposição da energia após jejum noturno, aumento do nível de atenção, concentração, memória e desempenho escolar.</span></p>
<h2><b>Um pequeno-almoço adequado </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A composição do pequeno-almoço deve variar consoante as necessidades de cada faixa etária, tentando incluir todos os nutrientes essenciais, tais como hidratos de carbono complexos, proteínas de alto valor biológico, lípidos, de preferência insaturados, vitaminas, minerais e água. </span></p>
<h3><b>Para que o pequeno-almoço seja completo, equilibrado e variado, tente incluir:</b></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Fruta</b><span style="font-weight: 400;"> (maçã, pera, laranja, pêssego, entre muitas outras) &#8211; de preferência da época e nacional, sem adição de açúcar, para obter vitaminas, minerais e fibra;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Pão</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211;  de preferência as versões integrais ou a partir de farinhas menos refinadas, não açucarados e com pouco sal, que são boa fonte de hidratos de carbono, fibras, vitaminas e minerais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Lacticínios</b><span style="font-weight: 400;"> (leite, iogurte, queijo) &#8211; de preferência as opções meio gordo e sem adição de açúcar, que permitem obter proteínas de elevado valor biológico, minerais (principalmente cálcio) e vitaminas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Água</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
</ul>
<h2><b>Conselhos para um pequeno-almoço saudável:  </b></h2>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">Planeie antecipadamente a composição do pequeno-almoço do dia seguinte;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Envolva as crianças na escolha do seu pequeno-almoço fazendo com que as escolhas saudáveis mereçam a sua preferência;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Tenha atenção aos rótulos dos alimentos, de forma a assegurar que escolhe os alimentos mais adequados (com menos açúcar, sal e gordura);</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Tome o pequeno-almoço em casa, na primeira hora do dia, e em família.</span></li>
</ol>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância da vitamina B12</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-importancia-da-vitamina-b12/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2018 07:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Bento]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é a vitamina B12? A vitamina B12 ou cobalamina é uma vitamina essencial, solúvel&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>O que é a vitamina B12?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A vitamina B12 ou cobalamina é uma vitamina essencial, solúvel em água, pertencente ao grupo de vitaminas do complexo B. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É sintetizada por microrganismos como as bactérias, fungos e algas, sendo que os animais e plantas não a conseguem produzir, razão pela qual é essencial que a obtenhamos através da ingestão alimentar. </span></p>
<h2><b>Qual a importância da vitamina B12? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta vitamina contribui para o funcionamento do organismo humano: é fundamental para a formação e maturação dos glóbulos vermelhos, para o bom funcionamento do sistema nervoso, para o metabolismo dos hidratos de carbono, lípidos e síntese de ADN.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fração de vitamina B12 absorvida pelo organismo depende de vários fatores e varia consoante a fonte alimentar, a quantidade ingerida e a capacidade de funcionamento do sistema do fator intrínseco (o fator intrínseco é uma glicoproteína produzida por células do estômago e indispensável à absorção intestinal de vitamina B12).</span></p>
<h2><b>Fontes alimentares de vitamina B12 </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As fontes de vitamina B12 são alimentos de origem animal, onde esta se encontra naturalmente presente, como o fígado, rins, pescado, carne, laticínios e ovos, bem como os alimentos fortificados – extrato de levedura, bebidas vegetais e cereais de pequeno-almoço. Os alimentos de origem vegetal como as algas podem conter análogos desta vitamina, mas visto serem formas inativas não são consideradas fontes alimentares de vitamina B12.</span></p>
<h3><b>Algumas fontes alimentares e respetivo teor de vitamina B12: </b></h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Alimento</b></td>
<td><b>Porção</b></td>
<td><b>Quantidade de vitamina B12 por porção (em microgramas)</b></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Fígado de vaca frito, sem molho</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">2 iscas (104g)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">104 µg</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Carne de porco à alentejana</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">1 prato (272g)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">49,0 µg</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Amêijoas</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">100g</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">40,0 µg</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Cavala grelhada</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">2 unidades (232g)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">30,2 µg</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Arroz de marisco</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">1 prato (270g)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">27,0 µg</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Sardinha &#8211; conserva em azeite (peso escorrido)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">1 lata (85g)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">11,9 µg</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Queijo &#8220;quark&#8221; natural meio gordo</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">1 embalagem (250g)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">3,25 µg</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Salmão grelhado</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">1 posta (173g)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">2,1 µg</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Ovo de galinha cozido</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">1 ovo inteiro (56g)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">0,28 µg</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Leite de vaca UHT meio gordo</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">1 chávena almoçadeira (155g)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">0,19 µg</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: 400;">Fonte: PortFIR &#8211; Plataforma Portuguesa de Informação Alimentar. Disponível </span><a href="http://portfir.insa.pt/"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Deficiência de vitamina B12 </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A deficiência de vitamina B12 é geralmente causada pela absorção inadequada ou ingestão insuficiente desta vitamina. A existência de reservas corporais (2500 µg), bem como os mecanismos de reabsorção do organismo podem explicar que a depleção das reservas e o surgimento dos sintomas de deficiência ocorram, por vezes, alguns anos após o início de um padrão alimentar deficitário nesta vitamina. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A deficiência de vitamina B12</span> <span style="font-weight: 400;">foi descrita pela primeira vez em 1849, altura em que se considerava responsável por consequências fatais. Em 1926 descobriu-se que uma alimentação rica em fígado (que apresenta um elevado conteúdo de vitamina B12) atrasava o processo de doença decorrente dessa deficiência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabe-se que esta é uma deficiência que ocorre mais frequentemente em indivíduos idosos e em populações vegetarianas. De facto, indivíduos vegetarianos ou veganos poderão estar em risco de desenvolver deficiência de vitamina B12, uma vez que a forma ativa desta vitamina se encontra exclusivamente em alimentos de origem animal e em alimentos fortificados. No caso de um padrão ovolactovegetariano, este pode fornecer vitamina B12 oriunda de fontes alimentares como os laticínios e os ovos, embora a ingestão desta vitamina possa, mesmo assim, ser insuficiente. Em relação ao padrão alimentar vegano, por não conter fontes alimentares suficientes desta vitamina, carece de suplementação e/ou da inclusão de alimentos fortificados, de modo a prevenir a deficiência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As mulheres que seguem um padrão alimentar vegetariano ou vegano e que se encontram grávidas ou a amamentar devem comunicá-lo ao seu médico assistente, de forma a garantir um nível de ingestão adequado de vitamina B12 ao longo da gravidez, bem como no lactente e na criança pequena. A intervenção do nutricionista é igualmente relevante neste contexto, de modo a assegurar as melhores escolhas alimentares, adaptadas a este padrão alimentar e estilo de vida.  </span></p>
<h2><b>Quais as consequências para a saúde da deficiência de vitamina B12? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto às consequências, a deficiência de vitamina B12 pode causar anemia megaloblástica, fadiga e provocar alterações neurológicas como a diminuição da sensibilidade periférica e a demência. A sua deficiência poderá resultar em consequências neurológicas graves e irreversíveis. Por este motivo, caso esteja a planear uma transição para uma dieta vegetariana ou vegana é importante procurar o acompanhamento de um nutricionista, de forma a assegurar que a transição alimentar é feita de forma segura para a saúde.</span></p>
<h2><b>E, o excesso de vitamina B12? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não existe evidência científica de que o excesso de ingestão de vitamina B12 esteja associado a efeitos adversos em indivíduos saudáveis.</span></p>
<h2><b>Qual é a ingestão de vitamina B12 recomendada? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar, a ingestão diária adequada é de 4,0 µg de vitamina B12 para adultos. No caso das mulheres grávidas e a amamentar, o valor aumenta para 4,5 µg/dia e 5,0 µg/dia, respetivamente.</span></p>
<h2><b>Qual a  ingestão média de vitamina B12 pela população portuguesa? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física 2015-2016, a ingestão média de vitamina B12 pela população portuguesa é de 4,8 µg/dia, valor adequado face às recomendações.</span></p>
<h2><b>Quando é indicada a suplementação de vitamina B12?  </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A suplementação com vitamina B12 é indicada para indivíduos que tenham um padrão alimentar vegetariano ou vegano, podendo ainda ser benéfica em indivíduos idosos e indivíduos que façam uma toma crónica de medicamentos que reduzem a acidez gástrica, uma vez que nestes casos pode ocorrer diminuição da absorção desta vitamina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com as “Linhas de Orientação para uma Alimentação Vegetariana Saudável” (2015), do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável da Direção-Geral da Saúde, num padrão alimentar vegano, a vitamina B12 deverá obter-se através de alimentos fortificados ou de suplementos alimentares; no caso de um padrão vegetariano, recomenda-se, como prevenção, a suplementação de vitamina B12 em especial na gravidez e na lactação. A suplementação visa tratar ou prevenir a deficiência de vitamina B12 e, ainda, manter as reservas do organismo e, como tal, é preconizada a suplementação de 5 a 10 µg de vitamina B12 diariamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nota final: A informação veiculada neste artigo não substitui a consulta de um Nutricionista.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância do Ómega 3</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-importancia-do-omega-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2018 08:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Bento]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Ómega 3]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é o Ómega 3?  O termo “ómega 3” (w-3 ou n-3) refere-se a uma&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-do-omega-3/">A importância do Ómega 3</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>O que é o Ómega 3? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O termo “ómega 3” (w-3 ou n-3) refere-se a uma família de ácidos gordos polinsaturados essenciais ao organismo humano. São essenciais uma vez que não temos a capacidade de os produzir, por isso é indispensável a sua obtenção através da alimentação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem três tipos de ácidos gordos ómega 3: o ALA (ácido alfa linolénico), o EPA (ácido eicosapentaenóico) e o DHA (ácido docosahexaenóico). Apesar de o organismo humano ter a capacidade de converter o ALA em EPA e DHA, a taxa de conversão é reduzida, pelo que importa incluir fontes alimentares de EPA e DHA na alimentação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ALA está presente em fontes alimentares de origem vegetal como os óleos vegetais, o azeite e as nozes. O EPA e o DHA provêm essencialmente de fontes alimentares marinhas, como o pescado, os óleos de peixe, podendo estar presentes também no marisco e em algas.</span></p>
<h2><b>Qual a importância e os benefícios do Ómega 3? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O consumo adequado deste tipo de ácidos gordos contribui para o bom funcionamento do organismo, particularmente para a manutenção da saúde cardiovascular. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os benefícios do consumo de ómega 3 na saúde cardiovascular incluem a redução da concentração sanguínea de triglicerídeos, a redução do risco de trombose e a ligeira redução da pressão arterial. Além do potencial efeito cardioprotetor, são responsáveis pela modulação da resposta inflamatória e apresentam um impacto positivo na função do sistema nervoso central. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A evidência demonstra que são os ácidos gordos ómega 3 de origem marinha (EPA e DHA), em particular, os responsáveis por exercer estas ações fisiológicas protetoras da saúde cardiovascular. A evidência científica demonstra que a ingestão adequada de ómega 3 (de origem marinha) ou o estado adequado destes ácidos gordos está associado a riscos reduzidos de morbilidade e de mortalidade cardiovasculares. Adicionalmente, a evidência demonstra também que os ómega 3 de origem marinha reduzem a mortalidade mesmo em indivíduos com doença cardiovascular avançada.</span></p>
<h2><b>Recomendação </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA), é recomendada a ingestão diária de 250 mg de EPA e DHA em adultos. No caso das mulheres grávidas e a amamentar o valor recomendado aumenta para 350 a 450 mg/dia. O valor de ingestão recomendado corresponde àquele que tem o potencial de reduzir o risco de doença cardíaca, contribuindo assim para a prevenção primária das doenças cardiovasculares. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para atingir as recomendações é aconselhado o consumo de peixes gordos uma a duas vezes por semana.Dos peixes gordos fazem parte a sardinha, a cavala, o salmão, o atum, o arenque, a enguia e o espadarte.</span></p>
<h2><b>Algumas fontes alimentares e respetivo teor de ómega 3 </b></h2>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Alimento </b></td>
<td><b>Porção</b></td>
<td><b>Quantidade de ómega 3 por porção (g)</b></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Salmão grelhado</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Uma posta (173g)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">10,83g</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Sardinha grelhada</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">3 unidades médias (201g)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">6,60g</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Sardinha &#8211; conserva em azeite (escorrido)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Uma lata (85g)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">0,43g</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Cavala &#8211; conserva em óleo vegetal (escorrido)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Uma lata (90g)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">0,61g</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Filetes de atum &#8211; conserva em azeite (escorrido)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Uma lata (85g)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">0,25g</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: 400;">Fonte: Bandarra, NM; Calhau, MA; Oliveira, L; Ramos, M; Dias, MG; Bártolo, H; Faria, MR; Fonseca; MC; Gonçalves, J; Batista, I; Nunes, ML. (2005) Composição e valor nutricional dos produtos da pesca mais consumidos em Portugal. INIAP/IPIMAR, INSA, FCT. Disponível </span><a href="http://www.ipma.pt/resources.www/docs/publicacoes.site/pescado/inicio.htm"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nota final: A informação veiculada não substitui a consulta de um Nutricionista.</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-do-omega-3/">A importância do Ómega 3</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tudo o que precisa de saber sobre alergias alimentares</title>
		<link>https://simplyflow.pt/toda-a-verdade-sobre-alergias-alimentares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jul 2018 08:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Bento]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=7246</guid>

					<description><![CDATA[<p>A alergia alimentar tem assistido a um aumento na última década: estima-se que tenha aumentado 18%&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/toda-a-verdade-sobre-alergias-alimentares/">Tudo o que precisa de saber sobre alergias alimentares</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A alergia alimentar tem assistido a um aumento na última década: estima-se que tenha aumentado 18% e, particularmente, 50% no caso das crianças. As estimativas apontam para que, pelo menos, 8 em cada 100 crianças sofram de alguma alergia alimentar, sendo esta prevalência inferior nos adultos (cerca de 5%).</span></p>
<h2><b>O que é a alergia alimentar?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A alergia alimentar caracteriza-se por uma resposta excessiva do sistema imunológico quando exposto a um determinado alimento. Os indivíduos com alergias alimentares, quando expostos a um determinado alimento, e em particular ao seu alergénio (substância do alimento responsável pela reação, geralmente uma proteína), sofrem uma reação adversa manifestada de forma variável. Na maior parte das reações de alergia alimentar, em particular nas mais graves, há produção do anticorpo IgE (imunoglobulina E). A primeira exposição ao alimento origina uma elevada produção de IgE pelo sistema imunológico, a chamada sensibilização. Num segundo contacto com o alergénio desencadeia-se uma reação alérgica por parte do sistema imunológico. Há ainda indivíduos que têm alergia a mais do que um alimento, casos que têm vindo a ser cada vez mais frequentes.</span></p>
<h2><b>Quais as principais alergias alimentares? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As principais alergias alimentares são às proteínas do leite de vaca, ao ovo, amendoim, frutos gordos e oleaginosos (como a noz, a avelã, entre outros), bem como ao peixe, marisco, trigo e soja, sendo estes alimentos responsáveis por 90% das reações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alergia às proteínas do leite de vaca é a mais comum entre as crianças nos primeiros anos de vida. Outros alergénios como o aipo, a mostarda ou o tremoço são menos prevalentes, mas é obrigatório que constem na rotulagem desde dezembro de 2014, uma vez que o Regulamento (UE) no 1169/2011 veio tornar obrigatória a informação sobre a presença de alergénios em alimentos pré-embalados e não pré-embalados.</span></p>
<h2><b>Qual a diferença entre a alergia alimentar e a intolerância alimentar?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Importa distinguir alergia alimentar de intolerância alimentar, uma vez que os dois conceitos são muitas vezes confundidos: enquanto a alergia pode causar reações potencialmente fatais, a intolerância não envolve o sistema imunológico e é caracterizada pela dificuldade em digerir um determinado alimento. A alergia alimentar pode, assim, causar uma reação anafilática &#8211; uma reação alérgica sistémica, que se trata da manifestação mais grave e potencialmente fatal da alergia. A intolerância à lactose, por exemplo, caracteriza-se pela dificuldade em digerir o açúcar naturalmente presente no leite, a lactose, e os seus sintomas podem incluir diarreia, dor abdominal e flatulência, mas não envolve risco de vida.</span></p>
<h2><b>Como sobreviver às alergias alimentares?</b></h2>
<ol>
<li>
<h3><b> Procurar um acompanhamento médico especializado </b></h3>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">É fundamental consultar um médico especializado – Imunoalergologista – para assegurar um diagnóstico e tratamento adequados.</span></p>
<ol start="2">
<li>
<h3><b> Procurar um acompanhamento de Nutricionista </b></h3>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">O Nutricionista tem um papel importante na orientação alimentar do doente com alergia alimentar, nomeadamente na prevenção de deficiências nutricionais decorrentes da retirada do(s) alimento(s) responsável(eis) pela(s) alergia(s), sobre os cuidados de consumo e sobre a correta leitura dos rótulos.</span></p>
<ol start="3">
<li>
<h3><b> Estar atento aos rótulos dos produtos alimentares </b></h3>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento convencional da alergia alimentar baseia-se na exclusão do alergénio da alimentação. Esta exclusão pode alargar-se a todos os géneros alimentícios e preparações culinárias que possam conter o alergénio em causa. Por exemplo, no caso de ter alergia ao amendoim não deve consumir alimentos onde no respetivo rótulo se leia “pode conter vestígios de amendoim”. Apesar da sua potencial presença em quantidades vestigiais no alimento, a sua ingestão é desaconselhada. A leitura e interpretação dos rótulos alimentares afiguram-se, assim, como sendo essenciais para prevenir reações adversas decorrentes da ingestão do alergénio.</span></p>
<ol start="4">
<li>
<h3><b> Ter cuidados na preparação e confeção de alimentos </b></h3>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Utilizar utensílios de cozinha bem lavados e não utilizar tachos, panelas ou frigideiras que foram utilizadas na confeção de um alimento ao qual se é alérgico na confeção de um prato que se vai consumir.</span></p>
<h2><b>Quais são os riscos que as pessoas correm se não respeitarem as respetivas indicações?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os riscos no caso de não se respeitar as indicações relacionam-se com as manifestações clínicas das reações alérgicas. As manifestações são variáveis, podendo ser moderadas a graves, sendo nalguns casos mesmo fatais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O aparecimento dos sintomas verifica-se entre alguns minutos até duas horas após o contacto com o alergénio. Os sintomas podem surgir de forma isolada ou combinada: erupções cutâneas, edema da glote e da língua, vómito, dores abdominais, diarreia, perda de consciência, entre outros. A alergia alimentar pode ainda manifestar-se por uma reação alérgica grave generalizada, caracterizada pelo aparecimento rápido de dificuldade na respiração, acompanhada ou não de tonturas e geralmente associada a manifestações cutâneas, como a urticária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra manifestação é o Síndrome de Alergia Oral que habitualmente não se trata de uma forma grave de alergia alimentar e ocorre após o contacto entre a mucosa oral do indivíduo alérgico e um fruto fresco ou hortícola ao qual seja alérgico. Os sintomas incluem edema, prurido nos lábios, boca e garganta. A maçã, o pêssego, a ameixa e a pera são alguns dos alimentos mais frequentemente envolvidos neste síndrome.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em casos de exposição acidental ao alergénio e de ocorrência de uma reação anafilática pode ser necessário recorrer à injeção de adrenalina, medicação dos quais geralmente são portadores os indivíduos com história de alergia alimentar grave, e contactar o número de emergência médica, de modo a assegurar a assistência médica adequada.</span></p>
<h2><b>Quem deve acompanhar uma pessoa com alergias alimentares? Médico de família ou Nutricionista? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em caso de dúvida sobre ser portador de alguma alergia alimentar há que procurar o aconselhamento médico, concretamente uma consulta médica de Imunoalergologia. Cabe ao médico o diagnóstico da alergia alimentar e, nos casos em que se tal se justifique, a prescrição de adrenalina para auto-administração, bem como a orientação do doente relativamente à sua utilização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No que respeita ao planeamento alimentar deve existir a colaboração estreita entre o médico e o nutricionista, de forma a garantir o aconselhamento nutricional adequado, uma vez que a alimentação deve ser diversificada e, simultaneamente garantir a adequada exclusão do alergénio da dieta, para prevenir possíveis erros alimentares e carências nutricionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O nutricionista será ainda o profissional de saúde com competências para providenciar a informação necessária ao indivíduo alérgico e seus familiares, nomeadamente informação que possibilite a correta leitura dos rótulos alimentares e uma preparação e confeção segura das refeições.</span></p>
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