A arte de viver simplesmente

Fátima Lopes // Agosto 26, 2019
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Li recentemente “Zen – A arte de viver simplesmente”, um bestseller internacional que já vendeu mais de meio milhão de exemplares só no Japão! Trata-se de um livro que nos dá a conhecer 100 práticas diárias para uma vida calma e feliz. 

Dicas para uma vida calma e feliz

São exactamente 100 sugestões divididas em quatro partes, de mudanças subtis de hábitos e perspectivas que prometem ajudar-nos a alcançar uma vida mais serena: 

  1. 30 formas de dar mais energia ao seu “ser presente” – Aprenda a fazer pequenas alterações nos seus hábitos diários;
  2. 30 formas de inspirar confiança e coragem de viver – Ver as coisas de outra perspectiva; 
  3. 20 formas de aliviar as preocupações e a confusão – Alterar a sua interacção com os outros; 
  4. 20 formas de tornar um dia o melhor dos dias – Estar com atenção ao momento presente. 

Quem é Shunmyo Masuno?

Considerado o mais importante designer de jardins zen do mundo, foi em 1979 que Shunmyo Masuno se iniciou na aprendizagem do zen. No ano seguinte começou a dar várias palestras pelas melhores universidades de todo o mundo. E, em 2000 foi nomeado sumo-sacerdote do templo Kenko-ji, um dos mais antigos do Japão, onde ainda hoje se mantém.

Professor na Universidade de Tama Art e presidente de uma empresa de design, assume-se como uma pessoa pragmática e defende que o zen não se aprende nos livros, mas, sim, deixando a filosofia de lado e partindo para a prática. 

Organização e tranquilidade de mãos dadas

Neste livro, Shunmyo Masuno defende ao organizar o espaço físico à sua volta, vai conseguir tranquilizar a sua mente por alguns instantes e que, consequentemente, estará a ordenar a sua vida. A “arrumá-la” de forma mais harmoniosa.

Sabia que, por exemplo, ao arrumar a sua secretária está a praticar zen? E, que ao arrumar os sapatos assim que chega a casa também está a praticar zen? “Ao organizar o espaço físico à sua volta vai tranquilizar a mente por breves instantes”, defende o autor, explicando que basta dedicar apenas uns segundos a arrumar os sapatos todos os dias para criar um pequeno hábito. “E, ao juntar a esse hábito uma série de outros igualmente simples, vai começar a sentir na sua vida aquela tranquilidade e deslumbramento que só raras vezes se sente – como, por exemplo, quando contempla um lago tranquilo”, acrescenta. 

A simplicidade de ser zen

Dedicar-se à plantação de flores, sair de casa para passear, desfrutar do ar da manhã, observar o pôr-do-sol, libertar-se do que não precisa, preparar um delicioso café, andar descalço ou simplesmente respirar devagar são ainda outras práticas sugeridas por Shunmyo Masuno para se tornar zen. E, a verdade é que ao ler este livro ficamos com a sensação que ser uma pessoa zen é mais simples e fácil do que aquilo que imaginamos. 

As respostas que procura encontram-se aqui.”

Shunmyo Masuno

Nota: Fotografia por Verónica Silva.

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